<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8515260348765746061</id><updated>2012-01-30T10:59:09.383-08:00</updated><category term='Religião'/><title type='text'>Umbanda</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Francisco Allison Peixoto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16897482633341248553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>101</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8515260348765746061.post-8460973400921550940</id><published>2012-01-30T10:59:00.000-08:00</published><updated>2012-01-30T10:59:09.391-08:00</updated><title type='text'>Qual o fundamento do congá ou altar?</title><content type='html'>&lt;header class="single-entry-header"&gt;   &lt;h1 class="entry-title"&gt;Qual o fundamento do congá ou altar?&lt;/h1&gt;&lt;/header&gt;            Acredito  que muitos já devem ter se  perguntado isso: Qual o fundamento deste  altar? De onde vem essa  energia? Qual a sua função perante a  assistência? Sei como é difícil  aceitar e até utilizar de forma correta  o que não se entende, portanto,  hoje falaremos sobre um ponto  importantíssimo dentro dos terreiros: o  Altar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Altar é um ponto de força e deve ser  firmado e assentado  corretamente, pois é o meio pelo qual as Irradiações  Divinas alcançarão  todos os fiéis diante dele. A principal função de um  altar é criar um  magnetismo, uma ligação entre “ o céu e a terra”,  e é através dele que  as irradiações verticais das Divindades – DO ALTO –  descerão até o  altar e se espalharão na horizontal ocupando todo o  espaço destinado às  praticas religiosas. Os fundamentos específicos de  um altar só podem  ser explicados por quem o fez, mas o Fundamento Divino  de sua  existência em um templo é que quando nos colocamos  respeitosamente  diante dele, estaremos bem próximos de Deus e de Suas  Sagradas  Divindades.&lt;span id="more-1952"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As imagens que &lt;a href="http://religiaoespirita.com/umbanda/qual-o-fundamento-do-conga-ou-altar/#" rel="nofollow" style="border-bottom: dotted 1px; color: #cc0000; cursor: hand; text-decoration: underline;"&gt;encontramos&lt;/a&gt;  nos altares  dos centros de Umbanda têm a função de impor um respeito  único aos  frequentadores induzindo uma postura respeitosa, silenciosa e  reverente.  As imagens apenas representam os Orixás,  uma vez que é  muito utilizado  também o sincretismo religioso, uma unificação através  da semelhança  entre as características de um Orixá e as de um santo  católico. É claro  que &lt;a _hash="T2d1bStuJUUzbyslRTkrUyVFM28rSm9yZ2VfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI18xNTYxNTQz-84" class="bbli bbtxt" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/T2d1bStuJUUzbyslRTkrUyVFM28rSm9yZ2VfIyNfYm94XyMjX3RhZ2dpbmctdG9vbC13cF8jI18xNTYxNTQz-84" lang="pt-BR"&gt;Ogum não é São Jorge&lt;/a&gt;&amp;nbsp;  apenas se assemelha a ele  em sua qualidade guerreira e Oxalá não é  Jesus Cristo apenas traz o  mesmo sentido de paz, compreensão, &lt;a href="http://religiaoespirita.com/umbanda/qual-o-fundamento-do-conga-ou-altar/#" rel="nofollow" style="border-bottom: dotted 1px; color: #cc0000; cursor: hand; text-decoration: underline;"&gt;amor&lt;/a&gt;  incondicional, e assim segue  para todos. Orixá não é santo, pois santo  foi um espírito humano que  viveu no plano material e por boas atitudes  foi canonizado pela igreja  católica e também não é anjo, pois anjo é  um mensageiro de Deus. Orixá é  Divindade de Deus, ou seja, é um ser  Divino e um mistério de Deus, é  uma exteriorização e representante  exclusivo de Deus. Por isso entendam:  Orixá nunca encarnou, portanto  não é santo, nem dá consultas, Orixá não  é mensageiro de Deus mas sim  representante de suas qualidades,  atributos e sentidos. Orixá vem da  cultura africana Nagô – Yorubá. São  Divindades criadas a partir de  Olorun, que é o Deus Supremo onipresente,  onipotente e onisciente. &lt;a _hash="VW1iYW5kYV8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzE1NjE1NDM=-60" class="bbli bbtxt" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/VW1iYW5kYV8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzE1NjE1NDM=-60" lang="pt-BR"&gt;Umbanda&lt;/a&gt; cultua Orixá através de suas  qualidades, elementos e mistérios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Umbanda é e está na Natureza e em seus  elementos naturais.  Por isso melhor que ter imagens nos altares, é ter  elementos naturais  que representem os Sagrados Orixás, ou seja, trazer a  força da  natureza, “da Umbanda”, para dentro de nossa &lt;a href="http://religiaoespirita.com/umbanda/qual-o-fundamento-do-conga-ou-altar/#" rel="nofollow" style="border-bottom: dotted 1px; color: #cc0000; cursor: hand; text-decoration: underline;"&gt;casa&lt;/a&gt;.  Esses  elementos podem ser as águas minerais ou cristalinas, as ervas,  flores  ou plantas, as pedras ou os minérios, como também instrumentos   simbolizando a força e o mistério do Orixá. Vejam alguns exemplos de   elementos que você pode colocar em seu altar de forma simples, bonita e   muito poderosa:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Oxalá – cristal transparente, taça de inox ou copo com vinho branco ou água mineral, girassóis, trigos.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Oxum – pedras como quartzo-rosa, ametista, pirita, água doce de rio ou de cachoeira, rosas amarelas, &lt;a href="http://religiaoespirita.com/umbanda/qual-o-fundamento-do-conga-ou-altar/#" rel="nofollow" style="border-bottom: dotted 1px; color: #cc0000; cursor: hand; text-decoration: underline;"&gt;flor&lt;/a&gt; chuva de ouro.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Oxóssi – pedra como esmeralda ou quartzo verde, ervas como guiné, alecrim, espada de Oxóssi, copo de vinho, cipó.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Xangô – pedras de otá ou jaspe, espada de Xangô, machados, cerveja preta.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Ogum – pedras como granada ou rubi, cerveja clara, espadas, lanças ou escudo de ferro, espada de São Jorge.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Obaluayê – pedras como ônix ou turmalina preta, taça de vinho tinto ou água mineral, crisântemo, palha da costa com búzios.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a _hash="SWVtYW5qJUUxXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfMTU2MTU0Mw==-64" class="bbli bbtxt" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/SWVtYW5qJUUxXyMjX2JveF8jI190YWdnaW5nLXRvb2wtd3BfIyNfMTU2MTU0Mw==-64" lang="pt-BR"&gt;Iemanjá&lt;/a&gt; – pedras como água-marinha ou madre-pérola, água do mar, estrela do mar, conchas, rosas brancas, alfazema.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;Não podemos esquecer das velas em nosso  altar, pois vela é mistério  usado por todas as religiões do mundo.  Quando é ativada religiosamente,  se torna um poderoso elemento mágico,  energético e vibratório que atua  no etérico de quem recebe sua  irradiação ígnea, elas têm o poder de  consumir as energias negativas que  são descarregadas pelos  frequentadores do Templo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LEMBRAMOS que não há mal algum em ter um  altar em casa, só é preciso  ter Respeito e Amor, pois não se pode  montar um altar por impulso ou  tratar as Divindades como elemento de  “moda”. &lt;a _hash="VW1iYW5kYSt0ZW0rZnVuZGFtZW50bytlKyVFOStwcmVjaXNvK3Jlc3BlaXRhciUyMV8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzE1NjE1NDM=-116" class="bbli bbtxt" href="http://sledge.boo-box.com/list/page/VW1iYW5kYSt0ZW0rZnVuZGFtZW50bytlKyVFOStwcmVjaXNvK3Jlc3BlaXRhciUyMV8jI19ib3hfIyNfdGFnZ2luZy10b29sLXdwXyMjXzE1NjE1NDM=-116" lang="pt-BR"&gt;Umbanda tem fundamento e é preciso respeitar!&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que agora dá pra olhar de modo diferente para os nossos altares?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito Axé a todos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte:&amp;nbsp; http://religiaoespirita.com/&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8515260348765746061-8460973400921550940?l=misteriosumbanda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/feeds/8460973400921550940/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2012/01/qual-o-fundamento-do-conga-ou-altar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/8460973400921550940'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/8460973400921550940'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2012/01/qual-o-fundamento-do-conga-ou-altar.html' title='Qual o fundamento do congá ou altar?'/><author><name>Francisco Allison Peixoto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16897482633341248553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8515260348765746061.post-1966166516380387927</id><published>2012-01-24T07:12:00.000-08:00</published><updated>2012-01-28T09:32:04.472-08:00</updated><title type='text'>Como se tornar filho ou filha de Santo.</title><content type='html'>Essa pequena postagem e dedicada a nossa irmã Lighia que queria tirar uma dúvida e sua pergunta foi:&lt;br /&gt;"Como se tornar uma filha de santo?" &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para se tornar filha ou filho de santo, primeiro deve-se se perguntar se é isso mesmo que você quer? Segundo procurar uma casa que siga corretamente os fundamentos da religião, respeito&amp;nbsp; ao próximo.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Mais para aqueles que não conhece nossa crença e aconselhável que estudo ou pelo menos saiba o que e Umbanda em todos seus ritos e saber o que é Candomblé, porque é muito comum ver médiuns(Palavra muito usada, mais de Origem Kardecista) entrar para Umbanda pensando que é Candomblé e ver médiuns entrando para o Candomblé pensando que é Umbanda.&lt;br /&gt;Se você pesquisou, visitou e gostou? Então vá no dirigente e manifeste sua vontade de se iniciar, então ele buscará saber de sua vontade consultando os Guias ou Orixás, ele então começará a te iniciar. Existem várias formas de iniciação, cada casa tem seu jeito próprio, mais no geral se passa por um ritual particular de iniciação e depois vai para o desenvolvimento(Onde seus guias e Orixás vão se manifestar), Já no Candomblé, deve-se 1° jogar os Búzios e depois passar pela Camarinha.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8515260348765746061-1966166516380387927?l=misteriosumbanda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/feeds/1966166516380387927/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2012/01/como-se-tornar-filho-ou-filha-de-santo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/1966166516380387927'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/1966166516380387927'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2012/01/como-se-tornar-filho-ou-filha-de-santo.html' title='Como se tornar filho ou filha de Santo.'/><author><name>Francisco Allison Peixoto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16897482633341248553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8515260348765746061.post-2792749935476838631</id><published>2012-01-20T08:03:00.000-08:00</published><updated>2012-01-20T08:03:16.610-08:00</updated><title type='text'>OS PRETOS VELHOS</title><content type='html'>&lt;div align="center" style="margin-bottom: 5.0pt; margin-left: 3.15pt; margin-right: 3.25pt; margin-top: 5.0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #c00000; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: black; font-family: &amp;quot;Arial Black&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 18.0pt; mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;OS PRETOS VELHOS&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="margin-bottom: 5.0pt; margin-left: 3.15pt; margin-right: 3.25pt; margin-top: 5.0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: black; mso-no-proof: yes;"&gt;&lt;img alt="PRETO_VELHO4" height="149" src="http://www.astrologosastrologia.com.pt/preto_velho_pretos_velhos_sinho-preto-velho_ficheiros/image008.jpg" width="150" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: black; mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 5.0pt; margin-left: 3.15pt; margin-right: 3.25pt; margin-top: 5.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: navy; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;O Preto-Velho é uma entidade cultuada nas   &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: maroon; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;religiões afro-brasileiras&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: navy; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;,   sendo espíritos de velhos africanos (homens e mulheres) que viveram nas   senzalas maioritariamente como escravos e morreram de velhice.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 5.0pt; margin-left: 3.15pt; margin-right: 3.25pt; margin-top: 5.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: navy; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;Na Umbanda estas entidades apresentam-se   estereotipadas: são anciãos negros, com o cachimbo na mão, grandes sábios,   conhecedores da ervas e sua manipulação, bem como da magia divina.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 5.0pt; margin-left: 3.15pt; margin-right: 3.25pt; margin-top: 5.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: navy; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;No Cadomblé, são considerados Eguns   (almas desencarnadas).&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 5.0pt; margin-left: 3.15pt; margin-right: 3.25pt; margin-top: 5.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: navy; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;Na Umbanda, os Pretos-Velhos são   homenageados no dia &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: maroon; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;13 de Maio&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: navy; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;, dia   da abolição da escravatura, dia em que foi assinada a Lei Áurea.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 5.0pt; margin-left: 3.15pt; margin-right: 3.25pt; margin-top: 5.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: navy; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;O Preto-Velho é fruto de circunstâncias   únicas que existiram no Brasil, sendo a mais carismática entidade dos   terreiros de Umbanda.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 5.0pt; margin-left: 3.15pt; margin-right: 3.25pt; margin-top: 5.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: navy; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;Os escravos eram trazidos de África para   o Brasil, e após a sua chegada pouco tempo sobreviviam. As árduas condições   de vida, má alimentação, muito trabalho, falta de salubridade, resultavam   numa média de vida de sete anos. Alguns conseguem sobreviver e alcançar uma   idade avançada, e assim surge a figura deste escravo “Preto-Velho”, que   personifica o patriarca da raça, com cabelos brancos, experiência de vida e   uma enorme sapiência. O “Preto-Velho” é então o sábio que deve ser   consultado, o sábio que deve ser ouvido, é aquele a quem se recorre quando se   procura um conselho e uma orientação. &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 5.0pt; margin-left: 3.15pt; margin-right: 3.25pt; margin-top: 5.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: navy; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;O Preto-Velho é uma entidade marcada pela   tolerância, pela caridade e simplicidade, pelo amor ao seu semelhante.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 5.0pt; margin-left: 3.15pt; margin-right: 3.25pt; margin-top: 5.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: maroon; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;OS PRETOS-VELHOS NOS TRABALHOS   ESPIRITUAIS DE UMBANDA:&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 5.0pt; margin-left: 3.15pt; margin-right: 3.25pt; margin-top: 5.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: navy; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;Nos trabalhos espirituais os médiuns   incorporam entidades com diversos níveis de evolução, níveis evolutivos esses   que se dividem em 3:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 5.0pt; margin-left: 3.15pt; margin-right: 3.25pt; margin-top: 5.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: navy; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;AS CRIANÇAS: &lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 5.0pt; margin-left: 3.15pt; margin-right: 3.25pt; margin-top: 5.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: navy; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;São chamadas de eres ou ibejis.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 5.0pt; margin-left: 3.15pt; margin-right: 3.25pt; margin-top: 5.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: navy; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;Representam a pureza e a inocência.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 5.0pt; margin-left: 3.15pt; margin-right: 3.25pt; margin-top: 5.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: navy; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;OS CABOCLOS:&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 5.0pt; margin-left: 3.15pt; margin-right: 3.25pt; margin-top: 5.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: navy; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;Nestes incluem-se os boiadeiros, caboclos   e caboclas. Representam a força e a coragem. Apresentam a forma de um adulto.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 5.0pt; margin-left: 3.15pt; margin-right: 3.25pt; margin-top: 5.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: navy; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;OS PRETOS VELHOS:&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 5.0pt; margin-left: 3.15pt; margin-right: 3.25pt; margin-top: 5.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: navy; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Nestes se incluem os tios e tias, pais e   mães, avôs e avós, todos na sua forma idosa, que representa o conhecimento e   sabedoria, a fé.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 5.0pt; margin-left: 3.15pt; margin-right: 3.25pt; margin-top: 5.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 5.0pt; margin-left: 3.15pt; margin-right: 3.25pt; margin-top: 5.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: maroon; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;NOMES DE ALGUNS PRETOS-VELHOS:&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 5.0pt; margin-left: 3.15pt; margin-right: 3.25pt; margin-top: 5.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: navy; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt;"&gt;Os Pretos-Velhos podem   apresentar-se como Tio, Tia, Pai, Mãe, Avó, Avô, no entanto são todos   Pretos-Velhos, sendo que, os que são tratados por vovô ou vó são os mais   velhos.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 5.0pt; margin-left: 3.15pt; margin-right: 3.25pt; margin-top: 5.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: navy; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;Os Pretos-Velhos apresentam-se com nomes   que permitem identificar a sua nação de origem, tal como acontecia na época   da escravidão (ex. Guiné, Moçambique…), seu orixá regente, evidenciando a sua   actuação propriamente dita. Assim temos:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 5.0pt; margin-left: 3.15pt; margin-right: 3.25pt; margin-top: 5.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: navy; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;- &lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: maroon; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;Aruanda:&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: navy; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;   &lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 5.0pt; margin-left: 3.15pt; margin-right: 3.25pt; margin-top: 5.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: navy; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;Ex. Pai Francisco de Aruanda.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 5.0pt; margin-left: 3.15pt; margin-right: 3.25pt; margin-top: 5.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: navy; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;Aruanda significa “céu”. Refere-se a   Pretos-Velhos activos na linha de Oxalá.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 5.0pt; margin-left: 3.15pt; margin-right: 3.25pt; margin-top: 5.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: maroon; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;- Calunga, Cemitério ou das Almas:&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 5.0pt; margin-left: 3.15pt; margin-right: 3.25pt; margin-top: 5.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: navy; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;Ex: Pai Francisco da Calunga, Pai   Francisco do Cemitério ou Pai Francisco das Almas.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 5.0pt; margin-left: 3.15pt; margin-right: 3.25pt; margin-top: 5.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: navy; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;Refere-se a Pretos-Velhos activos na   linha de Omulu/Obaluayê.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 5.0pt; margin-left: 3.15pt; margin-right: 3.25pt; margin-top: 5.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: maroon; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;- Congo:&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 5.0pt; margin-left: 3.15pt; margin-right: 3.25pt; margin-top: 5.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: navy; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;Ex. Pai Francisco do Congo.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 5.0pt; margin-left: 3.15pt; margin-right: 3.25pt; margin-top: 5.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: navy; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;Refere-se a Pretos-Velhos activos na   linha de Iansã.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 5.0pt; margin-left: 3.15pt; margin-right: 3.25pt; margin-top: 5.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: navy; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;- D’Angola:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 5.0pt; margin-left: 3.15pt; margin-right: 3.25pt; margin-top: 5.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: navy; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;Ex. Pai Francisco D’Angola.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 5.0pt; margin-left: 3.15pt; margin-right: 3.25pt; margin-top: 5.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: navy; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;Refere-se a Pretos-Velhos activos na   linha de Ogum.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 5.0pt; margin-left: 3.15pt; margin-right: 3.25pt; margin-top: 5.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: maroon; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;- Matas:&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 5.0pt; margin-left: 3.15pt; margin-right: 3.25pt; margin-top: 5.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: navy; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;Ex: Pai Francisco das Matas.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 5.0pt; margin-left: 3.15pt; margin-right: 3.25pt; margin-top: 5.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: navy; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;Refere-se a Pretos-Velhos activos na   linha de Oxóssi.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 5.0pt; margin-left: 3.15pt; margin-right: 3.25pt; margin-top: 5.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: maroon;"&gt;Os   Pretos-Velhos masculinos, nomeadamente são:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 5.0pt; margin-left: 3.15pt; margin-right: 3.25pt; margin-top: 5.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: navy; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;Pai João, Pai Joaquim de Angola, Pai José   de Angola, Pai Francisco, Pai Jacó, Pai Benedito, Pai Anastácio, Pai Jorge,   Pai Luís, Pai Maneco, Pai Mané,&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Pai   António, Pai Cipriano, Pai Roberto, Pai Tomás, Pai Guiné, Pai Jobim, Velho   Liberato…&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 5.0pt; margin-left: 3.15pt; margin-right: 3.25pt; margin-top: 5.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: maroon;"&gt;Os   Pretos-Velhos femininos, nomeadamente são:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: navy; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR;"&gt;Maria Conga, Vó Catarina, Mãe Maria, Mãe   Cambina; Mãe Sete Serras, Mãe Cristina, Mãe Mariana, Mãe Cambinda, Vó   Cecília, Vó Quitéria, Vó Ana….&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8515260348765746061-2792749935476838631?l=misteriosumbanda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/feeds/2792749935476838631/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2012/01/os-pretos-velhos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/2792749935476838631'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/2792749935476838631'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2012/01/os-pretos-velhos.html' title='OS PRETOS VELHOS'/><author><name>Francisco Allison Peixoto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16897482633341248553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8515260348765746061.post-606644944560240651</id><published>2011-12-04T08:05:00.001-08:00</published><updated>2011-12-04T08:05:42.970-08:00</updated><title type='text'>Zé Pilintra</title><content type='html'>Existe vários mitos sobre Zé Pilintrae sua origem, mais o que muitos não sabem e que o verdadeiro Zé Pilintra foi Pernambucano e sua infância foi muito sofrida. Ele perdeu seus pais muito cedo e na sua adolecencia foi para Recife, chegando nessa cidade Zé Pilintra foi ajudado por uma protistuta que residia em um Cabaré. Amante dos jogos de Carta e do violão, não resistia a um rabo de saia, namorador, amante não escondia seu desejo pelo sexo feminino. Com o tempo outros guias em evolução começaram a trabalhar na linha de Zé Pilintra, esses tinham origem dos estados de São Paulo e Rio de Janeiro, mais a verdade e que Zé Pilintra tinha uma aparência rustica e andava sempre bem vestido.&lt;br /&gt;No Catimbó Ze pelintra e mestre, na Umbanda e doutor, mestre e um grande amigo, ele deixou somente um único ponto riscado e nunca mais deixou outro ponto riscado, ele disse que deixaria somente um ponto riscado para evitar que Quiumbas viessem em seu nome e assim enganar quem precisava dele.&lt;br /&gt;Se quer ganhar alguma coisa dele, o agrade pois ele adora presente, nunca pexinxe o preço porque se fizer isso ele não te atenderá.&lt;br /&gt;Saravá Zé pilintra!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8515260348765746061-606644944560240651?l=misteriosumbanda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/feeds/606644944560240651/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2011/12/ze-pilintra.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/606644944560240651'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/606644944560240651'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2011/12/ze-pilintra.html' title='Zé Pilintra'/><author><name>Francisco Allison Peixoto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16897482633341248553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8515260348765746061.post-126423751918409204</id><published>2011-11-28T11:26:00.000-08:00</published><updated>2011-11-28T11:26:12.249-08:00</updated><title type='text'>Médiuns umbandistas.</title><content type='html'>Médium é toda pessoa que, segundo a Doutrina Espírita, tem a capacidade de se comunicar com entidades desencarnadas ou espíritos, seja pela mecânica da incorporação, pela vidência (ver), pela audiência (ouvir) ou pela psicografia (escrever movido pela influência de espíritos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A umbanda crê que o médium tem o compromisso de servir como um instrumento de guias ou entidades espirituais superiores. Para tanto, deve se preparar através do estudo, desenvolvendo a sua mediunidade, sempre prezando a elevação moral e espiritual, a aprendizagem conceitual e prática da umbanda, respeitar os guias e orixás; ter assiduidade e compromisso com sua casa, ter caridade em seu coração, amor e fé em sua mente e espírito, e saber que a umbanda é uma prática que deve ser vivenciada no dia-a-dia, e não apenas no terreiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das regras básicas da umbanda é que a mediunidade não deve ser vista ou vivenciada vaidosamente como um dom ou poder maior concedido ao médium, mas sim como um compromisso e uma oportunidade que lhe foi dada para resgate kármico e expiação de faltas pregressas antes mesmo da pessoa reencarnar. Por isso não deve ser encarada como um fardo ou como uma forma de ganhar dinheiro, mas como uma oportunidade valiosa para praticar o bem e a caridade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem médiuns que acabam distorcendo o verdadeiro papel que lhes foi dado e se envaidecem, agindo de forma leviana em suas vidas. O médium deve tangir sua vida como sendo um mensageiro de Deus, dos orixás e guias. Ter um comportamento moral e profissional dignos, ser honesto e íntegro em suas atitudes, pois do contrário acaba atraindo forças negativas, obsessores ou espíritos revoltados que vagam pelo mundo espiritual atrás de encarnados desequilibrados que estejam na mesma faixa vibracional que eles. Por isso, desenvolver a mediunidade é um processo que deve ser encarado de forma séria e regido através de um profundo estudo da religião, e seguido por conceitos morais e éticos. Ser orientado e iniciado por uma casa que pratica o bem é essencial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pessoas que são médiuns devem levar sempre a sério sua missão, ter muito amor e dar valor ao que fazem, tendo sempre boa-vontade nos trabalhos de seu terreiro e na vida diária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O médium deve tomar, sempre que necessário, os banhos de descarrego adequados aos seus orixás e guias, estar pontualmente no terreiro com sua roupa sempre limpa, conversar sempre com o chefe espiritual do terreiro quando estiver com alguma dúvida, problema espiritual ou material.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre o estudo da mediunidade e do médium, pode-se utilizar como fonte para estudos a relação que existe abaixo, no item "Literatura Umbandista".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns terreiros utilizam-se das obras Espíritas (codificadas por Allan Kardec), mas a maioria segue as orientações da literatura umbandista que é prolífica nas discussões teóricas e nas orientações práticas. Há livros umbandistas a partir da década de 1930.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8515260348765746061-126423751918409204?l=misteriosumbanda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/feeds/126423751918409204/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2011/11/mediuns-umbandistas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/126423751918409204'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/126423751918409204'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2011/11/mediuns-umbandistas.html' title='Médiuns umbandistas.'/><author><name>Francisco Allison Peixoto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16897482633341248553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8515260348765746061.post-7952981659376410710</id><published>2011-11-04T11:34:00.000-07:00</published><updated>2011-11-04T11:34:06.533-07:00</updated><title type='text'>EXÚ - O MENSAGEIRO</title><content type='html'>EXÚ&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos clarear a injusta impressão deixada por quantos tem informado esse dedicado companheiro, esse mensageiro admirável, esse demandista infatigável, esse oráculo precioso, para colocá-lo no seu devido lugar. Para fazer, elevamos nossos pensamentos ao infinito, suplicando, “Ago Emi Babá Okê” e descendo a terra, saúda aos Exús Tiriri, Lonan ,"Baraô-Bebê, Tiriri-Lonan". Exú é outro orixá. É representante do homem. Os afro-baianos assimilam-no ao demônio dos católicos; mas o que é interessante, temem-no, respeitam-no, fazendo dele objeto de culto. O que é verdade, é que há poucos anos atrás, depois do fabuloso Candomblé da Bahia, aparece Ladinos e a Creoulos, onde encontra-se a verdade, o que imaginamos: Orumilá, o que se revela no oráculo Ifá; Exú mensageiro celeste que representa a força, a inteligência e virilidade. A associação de ambos, já era conhecida desde de tempos imemoráveis na África, tal como imaginam os nagôs e os jejes, são seres intermediários entre as divindades e os homens. Mais adiante, sabemos que Exú tem sido equiparado ao diabo cristão, por observadores apressados, Serve de correio entre os homens e as divindades. Ora, Exú não é um orixá e sim um criado dos orixás e um intermediário, como foi dito. Exemplo: Se desejamos algo de Xangô, devemos despachar Exú, para que, com sua influência, consigamos facilmente. despachar quer dizer, enviar, mandar. É interessante assegurar que buscamos do camdomblé do velho João Arabá, via Pai Arioxarifá, uma especificação que marca o seguinte: os três grandes Exús: Exú Laboré, o distribuidor das tarefas terrenas, o Exú da Terra com ligação direta a Ogum. Conforme se disse acima, é quem recebe invariavelmente suas ordens nas encruzilhadas. Exú Laboré Fumer , o Exú do Fogo, obediente e servidor específico do guerreiro vencedor de demanda onde deve entrar o fogo, para assegurar as vitórias e abreviar o sucesso, Exú Laboré Onadô, servidor direto de Ogum e diretamente de Obaluaiê, o Exú dos Cemitérios, o Exú que a nosso ver é a mingua de fonte valorosa e crível, é Omulú responsável direto pela normalidade da cidade eterna e distribuidor de tarefas a seus pares subordinados na referida necrópole. Os Exús estão assim distribuídos: esses maiorais ou chefes comandam 7 Exús de guia que são: Rei das Sete Encruzilhadas, que também assume a função de Pavenã de Xangô, é o criador que, conforme a lenda mais compreensível dos Iorubanos, aparece como companhia do Orixá Trovão, quando abandonara Oyó onde reinava. Foi Pavenã, o seu criador, e mensageiro que levara a notícia ao povo, que Xangô se tinha enforcado. Exú Tiriri Lonã específico criado de Nanã, o mensageiro, que acompanha a limpeza, os detritos, quando o orixá das chuvas, varre a atmosfera. Olha as varredelas das vilas e cidades, e, tem perfeita ligação com Ogum, Obaluaê e Oxum Iapondá, a Oxum do fogo. Exú Tranca Ruas, especial servidor de Ogum e vigia extraordinário das ruas, estradas e encruzas, onde também come e recebe obrigações. É o grande embaixador dos homens ao Orixá das guerras e batalhas. Exú Veludo, extraordinário servidor de Ogum, com perfeito entendimento com Iemanjá, Oxum e Oxossi. Serve a mãe dos orixás com dedicação. Exú Marabô, que as vezes aparece sob o nome de Barabô. `e um mensageiro sobre o qual faltam maiores esclarecimentos, entretanto podemos dizer, que é servidor de Yemanja, Ogum, Obaluaê, e Oxum. Exú Tata Caveira, representante direto de Omulu, de Laboré Onadô, e que a nosso ver, é a mesma entidade. Também como no cemitério, no cruzeiro principal e assiste também a Oxum. Exú Capa Preta ou Pedra Preta, é o servidor preferido de Iansã, com ação às margens da água doce e por conseqüência servindo a rainha dessas águas e a Obá. É o Exú do Fogo muito chegado ao Aguerê e do mesmo feitio do Apelê, em qualquer interferência de Iansã, a grande comandante de todos os Eguns, aí está ele presente. è equivalente ao Exú dos Rios, como chamam alguns. Como nas encruzas e na pedra fendida, que é o domínio da querida Yabá, rainha dos ventos e das tempestades. Afum lê lê ê parrei Iansã! Aí estão os Sete Exús de Guias, os grandes. Cada um desses Exús, os grandes. Cada um desses Exús , comanda Sete Exús Batizados e esta é a razão da enorme lista de denominação. Um Exú batizado, por sua vez comanda Sete Exús Pagão. Exú Pagão , é aquele inteiramente sem consciência das coisas, ou seja do bem ou do mal, apenas realiza o que determinam. São espíritos (Eguns) que estão inteiramente no escuro, são também almas penadas, almas benditas, estão sempre ao redor das Igrejas em busca de preces e velas. O Fetiche natural de Exú é o Otá, a Pedra de Exú, ou seja o minério de ferro. Quando não se dispõe desse material, usa-se também a Ferramenta modelada, correspondente ao Exú. As frutas de Exú são: o limão descascado e cortado em roletes. Ko-bá laroie Exú. Exú também é um orixá responsável pelas casas espíritas, por isso seu assentamento deve sempre ficar atrás da porta de entrada. Também são responsáveis pelos mandados e pelas demandas. No Ketu, o principal foi Exú Alaketo, no Jeje o Lebara, Exú Galú e Bií, sendo o primeiro de Xangô, o segundo de Ogum e o terceiro Oxum. São representados por um tridente, sendo mensageiro dos orixás, é de caráter irracível e a cólera dos Orixás e dos homens, provocando sempre discórdias, acidentes calamidades públicas e privadas, por isso é chamado o Chicote da Justiça. Exú exerce um papel importantissimo no jogo de búzios, em combinação com Oxum, é ele quem responde as perguntas da Oxum, na qualidade de Exú-Leba. Quando Exú Elegbá se manifesta entre os iorubanose os Nagôs, leva na mão um bastão ou tridente. Este bastão teria teria a virtude preciosa para um mensageiro, de transportar a qualquer local, a centenas de quilometros, e de atrair rapidamente, por um poder magnético, os objetos colocados a distância. Tem capacidade importante nas advinhações, por que é ele, segundo certas lendas, que o Ifá recebeu este domm. Na Nigéria, na região de Ijebú, dizem que foi mandado ao mundo na Ilha de Ifé, pelo Olojá, proprietário do mercado. Teria sido o primeiro Rei Ketu(Alaketu) e seria ancestral do primeiro Rei de Egbás. Na Dahomey dizem ainda, que ele foi homem que se tornou Vodunci em Ijelo no país de Oyó, quando passou dias na Ilha de Ifé(Nigéria). E de lá seu culto se expandiu até Dahomey. Para os Fons, se chama Legbá e faz a mesma função que Exú elegbá dos Iorubanos. as estatuas dos Legbás de Zamgbeto, são particularmente levadas as exibicionismo e aos debates eroticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixem seu comentário&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8515260348765746061-7952981659376410710?l=misteriosumbanda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/feeds/7952981659376410710/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2011/11/exu-o-mensageiro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/7952981659376410710'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/7952981659376410710'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2011/11/exu-o-mensageiro.html' title='EXÚ - O MENSAGEIRO'/><author><name>Francisco Allison Peixoto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16897482633341248553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8515260348765746061.post-8948523390279914848</id><published>2011-10-23T19:56:00.001-07:00</published><updated>2011-10-23T19:56:36.268-07:00</updated><title type='text'>Caboclo Pantera negra</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: left;"&gt;No rico universo místico da Umbanda,  existem entidades pouco conhecidas e estudadas.&amp;nbsp; Com o tempo, é natural  que algumas delas sejam esquecidas por nós. Uma delas é Pantera Negra,  celebrado por uns como caboclo e por outros como exu.&lt;/div&gt;&lt;span id="more-526"&gt;&lt;/span&gt;Seu Pantera era mais conhecido pelos umbandistas de antigamente, quando&lt;br /&gt;muito terreiro era de chão batido, caboclo falava em dialeto, bradava alto e&lt;br /&gt;cuspia no chão.&lt;br /&gt;Nas sessões ele comparecia sempre sério, voz de trovão, abraçando bem&lt;br /&gt;apertado o consulente que atendia. Não gostava muito de falatório, queria&lt;br /&gt;mesmo é trabalhar.&lt;br /&gt;O tempo foi passando e raramente o encontramos nos centros, tendas e  outros agrupamentos de nossa Umbanda. Aonde terá Seu Pantera ido?&lt;br /&gt;O falecido Pai Lúcio de Ogum (Lúcio Paneque, de querida memória), versado&lt;br /&gt;nos mistérios da esotérica Kimbanda, que se diferencia da popular  Quimbanda e está distante da vulgar Magia Negra, dizia que Pantera Negra  era chefe de uma Linha de Caboclos que atuam na Esquerda.&lt;br /&gt;Estes caboclos, explicava Pai Lúcio, eram espíritos oriundos de tribos&lt;br /&gt;brasileiras muito isoladas e desconhecidas, ou de tribos das ilhas do&lt;br /&gt;Caribe, Venezuela, México e mesmo dos Estados Unidos.&lt;br /&gt;Índios fortíssimos, arredios e alguns até brutos, as vezes gostam de marcar&lt;br /&gt;seus “cavalos”, ordenando que coloquem na orelha uma pequena argola e no&lt;br /&gt;braço uma espécie de pulseira de ferro.&lt;br /&gt;Ainda costumam receber suas oferendas em encruzilhadas na mata, na&lt;br /&gt;vizinhança de uma grande árvore. Podem ser assentados em potes de barro  com ervas especiais, terra de aldeia indígena e outros elementos  secretos, que são consagradas por sacerdotes iniciadas nos mistérios  destes espíritos.&lt;br /&gt;Pai Lúcio ainda dizia, que a maioria dos médiuns destes caboclos são homens.&lt;br /&gt;Os mais conhecidos, além de Pantera Negra, são : Caboclo Pantera  Vermelha, Caboclo Jibóia, Caboclo Mata de Fogo, Caboclo Águia Valente,  Caboclo Corcel Negro e Caboclo do Monte.&lt;br /&gt;Alguns irmãos umbandistas conhecem estes trabalhadores astrais, com o nome de Caboclos Quimbandeiros.&lt;br /&gt;Pantera Negra aparece como caboclo e exu, mesmo fora da Umbanda. Na  região Sul do Brasil, principalmente, o encontramos dentro de um grupo  muito especial, chamado de Caboclos Africanos.&lt;br /&gt;Ali ele se manifesta com o nome de Pantera Negro Africano, ao lado de&lt;br /&gt;Arranca-Caveira Africano, Arranca-Estrela Africano e Pai Simão Africano,&lt;br /&gt;entre outros.&amp;nbsp; A maneira de atuar destes entes é muito parecida com a dos&lt;br /&gt;Caboclos Quimbandeiros, sendo confundidos com frequência.&lt;br /&gt;Alguns adeptos e médiuns que trabalham com estas entidades, acreditam que é o mesmo Pantera.&lt;br /&gt;Porém Seu Pantera Negra vai além. Seu culto é encontrado nos Estados  Unidos e no Caribe, como tive a oportunidade de conhecer, dentro do  Xamanismo Nativo, Santeria Cubana (ou Regla de Ocha) e Palo Monte.&lt;br /&gt;Lembro de David Lopez, um santero de Porto Rico. Quando ele fez&amp;nbsp; dezesseis&lt;br /&gt;anos, sua tia, Dona Carita, o levou a uma festa de Orixá e ali ele desmaiou.&lt;br /&gt;Aconselhado por um babalawo, David resolveu fazer o santo. Antes da&lt;br /&gt;iniciação para seu Orixá, como de costume no Caribe, foi celebrado um  ritual em honra aos ancestrais (eguns).&amp;nbsp; Na celebração, incorporou em  nosso amigo um espírito de índio bravíssimo…&amp;nbsp; Batia muito no seu magro  peito e&lt;br /&gt;vociferava como se estivesse em uma guerra.&amp;nbsp; Quando foi pedido o seu nome,disse o indígena: sou Pantera Negra!&lt;br /&gt;Vi o mesmo tipo de transe aqui no Brasil, em raros médiuns de Seu Pantera,&lt;br /&gt;como o querido irmão Mário (Malê) de Ogum, sacerdote umbandista.&lt;br /&gt;No Haiti ele é conhecido como Papa Agassou (Pai Agassou) e aparece como uma negra pantera e não mais como índio.&lt;br /&gt;A tradição considera que ele veio da África, da região do antigo Dahomé,&lt;br /&gt;onde era celebrado como totem e protetor da Casa Real. O primeiro nobre&lt;br /&gt;desta linhagem, contam os mais velhos, foi um homem-fera, pois tinha pai&lt;br /&gt;pantera e mãe humana.&lt;br /&gt;Agassou é muito temido, pois é profundamente justo e não perdoa os  fracos de caráter.&amp;nbsp; Poucos médiuns conseguem suportar a incorporação  dele ou de outros espíritos da família das panteras. É necessária muita  preparação, firmeza de pensamento e moralidade. Do contrário, e isto  realmente acontece, o médium começa a sangrar muito durante a  incorporação. É terrível.&lt;br /&gt;Em outras ilhas do Caribe, também encontramos seguidores de Pantera Negra..&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt; Alguns o invocam como espírito indígena e outros como uma força africana,&lt;br /&gt;meio homem, meio felino.&lt;/div&gt;No Brasil, ouvi as mesmas recomendações de pessoas que cultuam ou  trabalham com Pantera Negra.&amp;nbsp; Pai Lúcio me disse, que os aparelhos de  Seu Pantera não costumavam beber, falar demais ou serem covardes. Eram  disciplinados,verdadeiros guerreiros modernos.&lt;br /&gt;Em certos rituais de Pajelança Cabocla, podemos ouvir o bater incessante do&lt;br /&gt;maracá e o chamado do pajé, que canta:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;*YAWARA Ê!*&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;*YAWARA Ê!*&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;*HEY YAWARA,*&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;*YAWARA PIXUNA,*&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;*PIXUNA Ê, YAWARA,*&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;*YAWARA, YAWARA!*&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Yawara Pixuna, quer dizer Pantera Negra. Alguns traduzem como Onça  Negra. O canto acima, pode ser utilizado para afastar espíritos  maléficos, que fogem ao ouvir este nome mágico.&lt;br /&gt;Caboclo ou Exu, Pantera ou Onça, brasileiro ou estrangeiro, ele é mais um&lt;br /&gt;mistério que Zambi animou.&amp;nbsp; O tempo passa, mas Pantera Negra ainda persiste.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SALVE PANTERA NEGRA!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;*&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Edmundo é Teólogo especialista em religiões Afro-Caribenhas,*&lt;br /&gt;*o que é fruto de uma vida dedicada ao estudo superior e livre das religiões.*&lt;br /&gt;*Este conteúdo faz parte do curso que **Edmundo vai ministrar&amp;nbsp; sobre o&lt;br /&gt;universo da Kimbanda.*&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;http://umbandabrasileira.wordpress.com/2009/02/28/pantera-negra-exu-ou-caboclo/&lt;br /&gt;Deixem seu comentário.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8515260348765746061-8948523390279914848?l=misteriosumbanda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/feeds/8948523390279914848/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2011/10/caboclo-pantera-negra.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/8948523390279914848'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/8948523390279914848'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2011/10/caboclo-pantera-negra.html' title='Caboclo Pantera negra'/><author><name>Francisco Allison Peixoto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16897482633341248553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8515260348765746061.post-4100756222351735663</id><published>2011-10-19T08:07:00.000-07:00</published><updated>2011-10-19T08:07:08.385-07:00</updated><title type='text'>Babalorixá e Santeria</title><content type='html'>Babalorixá&lt;br /&gt;O babalorixá, ou baba (pai), é um sacerdote e líder de um centro de culto de uma das religiões afro-brasileiras. O termo é especialmente, mas não sempre, utilizado pelos líderes de terreiro de candomblé.&lt;br /&gt;Na sua função sacerdotal, o babalorixá faz consultas aos orixás através do jogo de búzios, uma vez que, no Brasil, não há o hábito de se consultar o babalawo, chefe supremo do jogo de Ifá. Isso se deve à ausência da figura do mesmo na tradição afro-brasileira, desde a morte de Martiniano do Bonfim, segundo os mais antigos ocorrida por volta de 1943. Desde então, o professor Agenor Miranda era convocado para escolher a mãe-de-santo nos grandes terreiros baianos, mas agora, com os avanços tecnológicos e com a imigração voluntária de africanos para o Brasil, ouve-se falar de novos babalawos na tradição brasileira, donde a necessidade de diferenciar ifá de merindelogun e jogo de búzios.&lt;br /&gt;Na sua função administrativa, é o responsável maior por tudo o que acontece na casa - a quantidade de filhos-de-santo, a de pessoas para serem atendidas - problemas a serem resolvidos -, e nela ninguém faz nada sem a sua prévia autorização. Conta com a ajuda de muitas pessoas para a administração da mesma, cada uma com uma função específica na hierarquia, embora todos os auxiliares conheçam de tudo para atender a qualquer eventualidade.&lt;br /&gt;Nas casas menores de candomblé, o babalorixá, além da função sacerdotal acumula diversas outras funções, devendo ser conhecedor das folhas sagradas, seus segredos e aplicações litúrgicas; em caso de rituais ligados aos eguns, ou se especializa, ou consulta um ojé quando necessário. Quando a casa ainda não tem um axogun confirmado, ele mesmo faz os sacrifícios; quando a casa ainda não tem alagbê, normalmente o babalorixá convida alagbês das casas co-irmãs para tocar o candomblé; na ausência da iyabassê ou ekedi, ele mesmo faz as comidas dos orixás, costura as roupas das iaô, faz as compras e outras tarefas do dia-a-dia.&lt;br /&gt;O candomblé pode ser considerado uma religião brasileira com origem em diversos sistema mítico-religiosos de origem africana. Nessa perspectiva corresponde simultâneamente a um sistema etnomédico ou medicina tradicional de matriz africana que vem sendo mantido (e recentemente reconstruído a partir das demandas pelo revival das medicinas tradicionais) a partir da sua origem nas diferentes culturas yorubá, bantu entre outras. A função do babalorixá do nesse caso ganha destaque especial por sua relção com Obaluaiyê ou com a referida prática de colher as folhas sagradas atribuídas, segundo Bastide, ao babalosaim dedicado ao culto de Osanyin.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Santeria&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;Santeria (literalmente, caminho dos santos - os termos preferidos entre praticantes incluem Lukumi e Regla de Ocha) é um conjunto de sistemas religiosos relacionados que funde crenças católicas com a religião tradicional iorubá, praticada por escravos e seus descendentes em Cuba, no Brasil (onde o Candomblé apresenta semelhanças com a Santeria), em Porto Rico, na República Dominicana, no Panamá e em centros de população latino-americana nos Estados Unidos como Flórida, Nova York e Califórnia. "Santeria" significa "caminho dos santos", originalmente um termo pejorativo aplicado pelos espanhóis à devoção excessiva aos santos. Os proprietários cristãos dos escravos não permitiram que praticassem suas várias religiões animistas da África Ocidental, o que fez com que os escravos contornassem essa proibição adorando seus deuses africanos sob a forma exterior dos santos católicos.&lt;br /&gt;O ritual da Santeria é altamente secreto e transmitido principalmente por via oral. As práticas conhecidas incluem sacrifício animal, dança extática e invocações cantadas aos espíritos. As galinhas são a forma mais popular de sacrifício; seu sangue é oferecido aos orixás, que correspondem aos santos cristãos. A música do tambor, atabaque e dança são usadas para produzir um estado do transe nos participantes, que podem incorporar um orixá. Os antepassados são tidos em alta estima na Santeria.&lt;br /&gt;Muitos ativistas de direitos dos animais atacam a prática da Santeria de sacrifício animal, declarando que é cruel. Os seguidores de Santeria alegam que as matanças são conduzidas da mesma maneira que animais são abatidos para consumo e isto não é necessariamente sádico. Além disso, o animal é cozido e comido mais tarde.&lt;br /&gt;Em 1993, a Corte Suprema dos Estados Unidos estabeleceu que leis de crueldade contra animais dirigidas especificamente contra a Santeria eram inconstitucionais e a prática não viu nenhum desafio legal significativo desde então.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8515260348765746061-4100756222351735663?l=misteriosumbanda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/feeds/4100756222351735663/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2011/10/babalorixa-e-santeria_19.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/4100756222351735663'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/4100756222351735663'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2011/10/babalorixa-e-santeria_19.html' title='Babalorixá e Santeria'/><author><name>Francisco Allison Peixoto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16897482633341248553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8515260348765746061.post-2319045213819619715</id><published>2011-10-13T13:44:00.001-07:00</published><updated>2011-10-13T13:45:15.633-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="title"&gt;INICIAÇÃO NA UMBANDA E CANDOMBLÉ &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.temploetxaury.com/centro_holistico_proc_iniciatico.html" target="_blank"&gt;&lt;img alt="" border="0" height="255" src="http://fotos.sapo.pt/MRrGrePu1Vi99QeKeQYC/340x255" style="border-color: black; height: 174px; width: 177px;" width="255" /&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;RITUAL DE PASSAGEM, INICIAÇÃO NA UMBANDA E CANDOMBLÉ&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;1 - A feitura da cabeça no Candomblé&lt;/div&gt;&lt;div style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;Ser iniciado no candomblé é mais  conhecido como "fazer a cabeça", ou seja, ser preparado para que o  Inkice/Orixá passe a habitar no Ori/mutuê (cabeça) do novo adepto.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;O ritual começa muito antes do  recolhimento, pois o aspirante a iniciação passa por uma fase conhecida  como abiã onde ele prepara o seu enxoval para a feitura, que consiste em  roupas e demais materiais ritual. Prepara também o aqué/zimbo  (dinheiro) para o pagamento do "chão", ou seja, o trabalho que este  ritual implica e a transmissão do axé .&lt;/div&gt;&lt;div style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;O noviço passa por vários rituais de  limpeza, pelo ritual do bolanã (representa a morte para omundo profano e  o renascimento para o mundo sagrado dos Orixás) e depois pelo  recolhimento para o roncó (Quarto Ritual, com acesso somente aos  iniciados), onde passará de 07 a 21 dias de iniciação.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;Após os 21 dias acontece a festa do  Oruncó (a cerimônia do nome, quando a Divindade se identifica na  presença de todos) da(o) Iaô/Muzenza (recém iniciado) quando a mesma é  apresentada à comunidade de santo como o mais novo membro. É um momento  de festa onde todos usam as melhores roupas, recebem os membros ilustres  de outros terreiros e demais visitantes. É um ritual público de grande  emoção.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;Depois da festa, no dia seguinte, tem  a festa da quitanda de erê/vungi(criança). Nela o iniciado sai para o  barracão em estado de consciência infantil. Brinca, come, recebe  presentes e tem a quebra das quizilas, ou seja, momento que o iniciado  passa por ritual que consiste em uma reiniciação ao mundo profano e  reaprende a fazer as atividades diárias e rotineiras. Esta passagem é  importante para que não haja choque entre este e o seu orixá/inkice, uma  vez que o iniciado, daqui por diante passa a viver plenamente em  contato com a divindade e, todas as suas ações podem ter reflexos no  dia-a-dia.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;O iniciado então, entra em um período  de preceito. São três meses que ele usa os colares e símbolos do seu  santo/orixá/inkice, veste-se completamente de branco, mantém a cabeça  coberta e não lhe é permitido a prática sexual e muitos outros preceitos  lhe são impostos. Essa fase é uma das mais importantes, pois agora o  iniciado tem a responsabilidade de guardar os seus preceitos e as  responsabilidades para com a casa de santo.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;A "feitura da cabeça" é considerado  um ritual de passagem de grande importância, pois a partir deste o  iniciado passará por muitos outros durante a sua vida de culto, em que  galgará direitos e posições dentro do culto. Porém, esse período, que  consiste a feitura e a guarda dos preceitos, é o principal e que todo  iniciado guarda na memória por toda a vida aqui no aiyè. Será objeto de  histórias que serão contadas aos seus filhos, netos, aos seus futuros  irmãos de santo e quem sabe, filhos de santo.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;Cada pessoa é filho de um determinado  orixá/inkice, ou seja, aquela energia é a linha magnética da sua vida e  a feitura vai proporcionar o equilíbrio do ser humano com a sua energia  mais pura e mais espiritualizada. É o que se chama de santo de cabeça.  Geralmente cada pessoa possui um pai, em primeiro lugar e uma mãe em  segundo ou vice-versa, ou seja, um santo de princípio masculino e outro  de princípio feminino, podendo haver exceções de dois princípios iguais.  A cabeça do filho também é composta por um séquito de orixás, que  compões toda a sua história e é revelado através do Oráculo mais  conhecido no Brasil, que é o jogo de búzios, por onde os orixás/inkices  falam e dão os seus recados aos habitantes da Terra.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;No&amp;nbsp;candomblé&amp;nbsp;todos têm o seu santo de  cabeça, ou seja a sua energia primordial, porém, nem todos são  obrigados a passar pela iniciação. Não há como se fugir dessa energia,  uma vez que ela é o princípio vital de todo ser vivo.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;2 – A Camarinha de Umbanda.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;A Camarinhas na Umbanda são Rituais  Iniciáticos que têm como fundamento prático, o Desenvolvimento  Mediunico, Religioso, Doutrinário e Ritualístico, para que o neófito,  possa adquirir conhecimento e prática de todos os fundamentos praticados  na Umbanda.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;No seguimento da Tradição Afro, &amp;nbsp;a  Umbanda &amp;nbsp;consagra também ritualísticamente os neófitos, com Camarinhas  de Obori ou Borização, que é o Assentamento Maior das Entidades no  Médium, para que os mesmo se possam fortificar e evoluir  Ritualísticamente. Além de outros Rituais necessários ao Desenvolvimento  Mediunico , Ritualistico e Doutrinário dos neófitos.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;São Camarinhas que têm uma duração de 1 ou 7 dias, isso de acordo com o Dirigente Espiritual ou de acordo com  os rituais necessários.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8515260348765746061-2319045213819619715?l=misteriosumbanda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/feeds/2319045213819619715/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2011/10/iniciacao-na-umbanda-e-candomble-ritual.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/2319045213819619715'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/2319045213819619715'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2011/10/iniciacao-na-umbanda-e-candomble-ritual.html' title=''/><author><name>Francisco Allison Peixoto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16897482633341248553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8515260348765746061.post-1102017051364599746</id><published>2011-10-06T21:42:00.001-07:00</published><updated>2011-10-06T21:42:48.863-07:00</updated><title type='text'>Exu nos dias de hoje.</title><content type='html'>&lt;h2 align="center"&gt;&lt;strong&gt;Exu&lt;/strong&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img height="326" src="http://www.aucar.com.br/img/fexu.jpg" width="312" /&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Os primeiros europeus que  tiveram contato na  África com o culto do orixá Exú dos iorubás, venerado pelos  fons como o  vodum Legba ou Elegbara, atribuíram a essa divindade uma dupla  identidade:  a do deus fálico greco-romano Príapo e a do diabo dos  judeus e cristãos. A  primeira por causa dos altares, representações  materiais e símbolos fálicos do  orixá; a segunda em razão de suas  atribuições específicas no panteão dos orixás  e voduns e suas  qualificações morais narradas pela mitologia, que o mostra como  um  orixá que contraria&amp;nbsp; as regras mais  gerais de conduta aceitas  socialmente. Atribuições e caráter que os recém-chegados  cristãos não  podiam conceber, enxergar sem o viés etnocêntrico e muito menos   aceitar. Nas palavras de Pierre Verger, Exú "tem um caráter suscetível,   violento, irascível, astucioso, grosseiro, vaidoso, indecente", de modo   que "os primeiros missionários, espantados com tal conjunto,   assimilaram-no ao Diabo e fizeram dele o símbolo de tudo o que é  maldade,  perversidade, abjeção e ódio, em oposição à bondade, pureza,  elevação e amor de  Deus".&lt;br /&gt;Assim, os escritos de  viajantes, missionários e outros observadores  que estiveram em território fom  ou Iorubá entre os séculos XVIII e XIX,  todos eles de cultura cristã, quando  não cristãos de profissão,  descreveram Exú sempre ressaltando aqueles aspectos  que o mostravam,  aos olhos ocidentais, como entidade destacadamente sExúalizada  e  demoníaca. Um dos primeiros escritos que se referem a Legba, senão o   primeiro, é devido a Pommegorge, do qual se publicou em 1789 um relato  de  viagem informando que "a um quarto de légua do forte os daomeanos há  um  deus Príapo, feito grosseiramente de terra, com seu principal  atributo (o  falo), que é enorme e exagerado em relação à proporção do  resto do corpo".  De 1847 temos o testemunho de John Duncan, que  escreveu: "As partes baixas  (a genitália) da estátua são grandes,  desproporcionadas e expostas da maneira  mais nojenta". É de 1857   a  descrição do pastor Thomas Bowen, em que é enfatizado  o outro aspecto  atribuído pelos ocidentais a Exú: "Na língua iorubá o  diabo é  denominado Exú, aquele que foi enviado outra vez, nome que vem de su,   jogar fora, e Elegbara, o poderoso, nome devido ao seu grande poder  sobre as pessoas".  Trinta anos depois, o abade Pierre Bouche foi  bastante explícito: "Os  negros reconhecem em Satã o poder da possessão,  pois o denominam comumente  Elegbara, isto é, aquele que se apodera de  nós". E há muitos outros  relatos antigos já citados por Verger, nenhum  menos desfavorável ao deus  mensageiro que esses.&lt;br /&gt;Em 1884, publicou-se na  França o livro Fétichisme e féticheurs, de  autoria de R. P. Baudin, padre  católico da Sociedade das Missões  Africanas de Lyon e missionário na Costa dos  Escravos. Foi esse o  primeiro livro a tratar sistematicamente da religião dos  iorubás. O  relato do padre Baudin é rico em pormenores e precioso em  informações  sobre o panteão dos orixás e aspectos básicos do culto, tanto que o   livro permanece como fonte pioneira da qual os pesquisadores  contemporâneos não  podem se furtar, mas suas interpretações do papel de  Exú no sistema religioso  dos povos iorubás, a partir das observações  feitas numa perspectiva cristã do  século XIX, são devastadoras. E  amplamente reveladoras de imagens que até hoje  povoam o imaginário  popular no Brasil, para não dizer do próprio povo-de-santo  que cultua  Exú, pelo menos em sua grande parte.&lt;br /&gt;Assim é retratado Exú por  padre Baudin:&lt;br /&gt;"O chefe de todos os  gênios maléficos, o pior deles e o mais temido, é  Exú, palavra que significa o  rejeitado; também chamado Elegbá ou  Elegbara, o forte, ou ainda Ogongo Ogó, o  gênio do bastão nodoso.&lt;br /&gt;"Para se prevenir de  sua maldade, os negros colocam em suas casas o  ídolo de Olarozê, gênio protetor  do lar, que, armado de um bastão ou  sabre, lhe protege a entrada. Mas, a fim de  se pôr a salvo das  crueldades de Elegbá, quando é preciso sair de casa para  trabalhar, não  se pode jamais esquecer de dar a ele parte de todos os  sacrifícios.  Quando um negro quer se vingar de um inimigo, ele faz uma copiosa   oferta a Elegbá e o presenteia com uma forte ração de aguardente ou de  vinho de  palma. Elegbá fica então furioso e, se o inimigo não estiver  bem munido de  talismãs, correrá grande perigo.&lt;br /&gt;"É este gênio malvado  que, por si mesmo ou por meio de seus  companheiros espíritos, empurra o homem  para o mal e, sobretudo, o  excita para as paixões vergonhosas. Muitas vezes, vi  negros que,  punidos por roubo ou outras faltas, se desculpavam dizendo: 'Eshu  l'o  ti mi', isto é, 'Foi Exú' que me impeliu'.&lt;br /&gt;&lt;img align="left" height="380" hspace="12" src="http://www.aucar.com.br/img/fexu1.jpg" width="277" /&gt;"A imagem hedionda desse gênio malfazejo  é colocada na frente de todas as casas, em todas as praças e em todos os  caminhos.&lt;br /&gt;"Elegbá é representado  sentado, as mãos sobre os joelhos, em completa  nudez, sob uma cobertura de  folhas de palmeira. O ídolo é de terra, de  forma humana, com uma cabeça enorme.  Penas de aves representam seus  cabelos; dois búzios formam os olhos, outros, os  dentes, o que lhe dá  uma aparência horrível.&lt;br /&gt;"Nas grandes  circunstâncias, ele é inundado de azeite de dendê e sangue  de galinha, o que  lhe dá uma aparência mais pavorosa ainda e mais  nojenta. Para completar com  dignidade a decoração do ignóbil símbolo do  Príapo africano, colocam-se junto  dele cabos de enxada usados ou  grossos porretes nodosos. Os abutres, seus  mensageiros, felizmente vêm  comer as galinhas, e os cães, as outras vítimas a  ele imoladas, sem os  quais o ar ficaria infecto.&lt;br /&gt;"O templo principal  fica em Woro, perto de Badagry, no meio de um  formoso bosque encantado, sob  palmeiras e árvores de grande beleza.  Perto da laguna em que se realiza uma  grande feira, o chão é juncado de  búzios que os negros atiram como oferta a  Elegbá, para que ele os  deixe em   paz. Uma vez por ano, o feiticeiro de Elegbá junta os búzios   para comprar um escravo que lhe é sacrificado, e aguardente para animar  as  danças, ficando o resto para o feiticeiro.&lt;br /&gt;"O caso seguinte  demonstra a inclinação de Elegbá para fazer o mal.&lt;br /&gt;O texto termina assim, sem  entrar em pormenores que certamente eram  impróprios à formação pudica do  missionário, há a vaga referência a  Príapo, o deus fálico greco-romano,  guardião dos jardins e pomares, que  no sul da Itália imperial veio a ser  identificado com o deus Lar dos  romanos, guardião das casas e também das  praças, ruas e encruzilhadas,  protetor da família e patrono da sExúalidade. Não  há referências  textuais sobre o caráter diabólico atribuído pelo missionário a  Exú,  que a descrição prenuncia, mas há um dado muito interessante na gravura   que ilustra a descrição e que revela a direção da interpretação de  Baudin. Na  ilustração aparece um homem sacrificando uma ave a Exú,  representado por uma  estatueta protegida por uma casinhola situada  junto à porta de entrada da casa.  A legenda da figura diz: "Elegbá, o  malvado espírito ou o Demônio".  Príapo e Demônio, as duas qualidades de  Exú para os cristãos. Já está lá, nesse  texto católico de 1884, o  binômio pecaminoso impingido a Exú no seu confronto  com o Ocidente:  sexo e pecado, luxúria e danação, fornicação e maldade.&lt;br /&gt;&lt;img align="left" height="576" hspace="12" src="http://www.aucar.com.br/img/fexu2.jpg" width="253" /&gt;Nunca  mais Exú se livraria da imputação dessa  dupla pecha, condenado a ser o  orixá mais incompreendido e caluniado do panteão  afro-brasileiro, como  bem lembrou Juana Elbein dos Santos, praticamente a  primeira  pesquisadora no Brasil a se interessar pela recuperação dos atributos   originais africanos de Exú, atributos que foram no Brasil amplamente  encobertos  pelas características que lhe foram impostas pelas  reinterpretações católicas  na formação do modelo sincrético que  gabaritou a religião dos orixás no Brasil.&lt;br /&gt;Para os antigos iorubás, os  homens habitam a Terra, o Aiê, e os  deuses orixás, o Orum. Mas muitos laços e  obrigações ligam os dois  mundos. Os homens alimentam continuamente os orixás,  dividindo com eles  sua comida e bebida, os vestem, adornam e cuidam de sua  diversão. Os  orixás são parte da família, são os remotos fundadores das  linhagens  cujas origens se perdem no passado mítico. Em troca dessas oferendas,   os orixás protegem, ajudam e dão identidade aos seus descendentes  humanos.  Também os mortos ilustres merecem tal cuidado, e sua lembrança  os mantêm vivos  no presente da coletividade, até que um dia possam  renascer como um novo membro  de sua mesma família. É essa a simples  razão do sacrifício: alimentar a família  toda, inclusive os mais  ilustres e mais distantes ancestrais, alimentar os pais  e mães que  estão na origem de tudo, os deuses, numa reafirmação permanente de  que  nada se acaba e que nos laços comunitários estão amarrados, sem solução  de  continuidade, o presente da vida cotidiana e o passado relatado nos  mitos, do  qual o presente é reiteração.&lt;br /&gt;As oferendas dos homens aos  orixás devem ser transportadas até o  mundo dos deuses. Exú tem este encargo, de  transportador. Também é  preciso saber se os orixás estão satisfeitos com a  atenção a eles  dispensada pelos seus descendentes, os seres humanos. Exú  propicia essa  comunicação, traz suas mensagens, é o mensageiro. É fundamental  para a  sobrevivência dos mortais receber as determinações e os conselhos que  os  orixás enviam do Aiê. Exú é o portador das orientações e ordens, é o  porta-voz  dos deuses e entre os deuses. Exú faz a ponte entre este  mundo e mundo dos  orixás, especialmente nas consultas oraculares. Como  os orixás interferem em  tudo o que ocorre neste mundo, incluindo o  cotidiano dos viventes e os  fenômenos da própria natureza, nada  acontece sem o trabalho de intermediário do  mensageiro e transportador  Exú. Nada se faz sem ele, nenhuma mudança, nem mesmo  uma repetição. Sua  presença está consignada até mesmo no primeiro ato da  Criação: sem  Exú, nada é possível. O poder de Exú, portanto, é incomensurável.&lt;br /&gt;Exú deve então receber os  sacrifícios votivos, deve ser propiciado,  sempre que algum orixá recebe  oferenda, pois o sacrifício é o único  mecanismo através do qual os humanos se  dirigem aos orixás, e o  sacrifício significa a reafirmação dos laços de  lealdade, solidariedade  e retribuição entre os habitantes do Aiê e os  habitantes do Orum.  Sempre que um orixá é interpelado, Exú também o é, pois a  interpelação  de todos se faz através dele. É preciso que ele receba oferenda,  sem a  qual a comunicação não se realiza. Por isso é costume dizer que Exú não   trabalha sem pagamento, o que acabou por imputar-lhe, quando o ideal  cristão do  trabalho desinteressado da caridade se interpôs entre os  santos católicos e os  orixás, a imagem de mercenário, interesseiro e  venal.&lt;br /&gt;Como mensageiro dos deuses,  Exú tudo sabe, não há segredos para ele,  tudo ele ouve e tudo ele transmite. E  pode quase tudo, pois conhece  todas as receitas, todas as fórmulas, todas as  magias. Exú trabalha  para todos, não faz distinção entre aqueles a quem deve  prestar serviço  por imposição de seu cargo, o que inclui todas as divindades,  mais os  antepassados e os humanos. Exú não pode ter preferência por este ou   aquele. Mas talvez o que o distingue de todos os outros deuses é seu  caráter de  transformador: Exú é aquele que tem o poder de quebrar a  tradição, pôr as  regras em questão, romper a norma e promover a  mudança. Não é pois de se  estranhar que seja considerado perigoso e  temido, posto que se trata daquele  que é o próprio princípio do  movimento, que tudo transforma, que não respeita  limites e, assim, tudo  o que contraria as normas sociais que regulam o  cotidiano passa a ser  atributo seu. Exú carrega&amp;nbsp;  qualificações morais e intelectuais próprias  do responsável pela  manutenção e funcionamento do status quo,  inclusive representando o princípio  da continuidade garantida pela  sExúalidade e reprodução humana, mas ao mesmo  tempo ele é o inovador  que fere as tradições, um ente portanto nada confiável,  que se imagina,  por conseguinte, ser dotado de caráter instável, duvidoso,   interesseiro, turbulento e arrivista.&lt;br /&gt;Para um iorubá ou outro  africano tradicional, nada é mais importante  do que ter uma prole numerosa e  para garanti-la é preciso ter muitas  esposas e uma vida sExúal regular e  profícua. É preciso gerar muitos  filhos, de modo que, nessas culturas antigas,  o sexo tem um sentido  social que envolve a própria idéia de garantia da  sobrevivência  coletiva e perpetuação das linhagens, clãs e cidades. Exú é o  patrono  da cópula, que gera filhos e garante a continuidade do povo e a  eternidade  do homem. Nenhum homem ou mulher pode se sentir realizado e  feliz sem uma  numerosa prole, e a atividade sExúal é decisiva para  isso. É da relação íntima  com a reprodução e a sExúalidade, tão  explicitadas pelos símbolos fálicos que o  representam, que decorre a  construção mítica do gênio libidinoso, lascivo,  carnal e desregrado de  Exú-Elegbara.&lt;br /&gt;Isso tudo contribuiu  enormemente para modelar sua imagem  estereotipada de orixá difícil e perigoso  que os cristãos reconheceram  como demoníaca. Quando a religião dos orixás,  originalmente politeísta,  veio a ser praticada no Brasil do século XIX por  negros que eram ao  mesmo tempo católicos, todo o sistema cristão de pensar o  mundo em  termos do bem e do mal deu um novo formato à religião africana, no  qual  um novo papel esperava por Exú.&lt;br /&gt;&lt;img align="left" height="368" hspace="12" src="http://www.aucar.com.br/img/fexu3.jpg" width="225" /&gt;O  sincretismo não é, como se pensa, uma  simples tábua de correspondência  entre orixás e santos católicos, assim como  não representava o simples  disfarce católico que os negros davam ao seus orixás  para poder  cultuá-los livres da intransigência do senhor branco, como de modo   simplista se ensina nas escolas até hoje. O sincretismo representa a  captura da  religião dos orixás dentro de um modelo que pressupõe, antes  de mais nada, a  existência de dois pólos antagônicos que presidem  todas as ações humanas: o bem  e o mal; de um lado a virtude, do outro o  pecado. Essa concepção, que é  judaico-cristã, não existia na África.  As relações entre os seres humanos e os  deuses, como ocorre em outras  antigas religiões politeístas, eram orientadas  pelos preceitos  sacrificiais e pelo tabu, e cada orixá tinha suas normas  prescritivas e  restritivas próprias aplicáveis aos seus devotos particulares,  como  ainda se observa no candomblé, não havendo um código de comportamento e   valores único aplicável a toda a sociedade indistintamente, como no   cristianismo, uma lei única que é a chave para o estabelecimento  universal de  um sistema que tudo classifica como sendo do bem ou do  mal, em categorias  mutuamente exclusivas.&lt;br /&gt;No catolicismo, o sacrifício  foi substituído pela oração e o tabu,  pelo pecado, regrado por um código de  ética universalizado que opera o  tempo todo com as noções de bem e mal como  dois campos em luta: o de  deus, que os católicos louvam nas três pessoas do  Pai, Filho e Espírito  Santo, que é o lado do bem, e o do mal, que é o lado do  diabo em suas  múltiplas manifestações. Abaixo de deus estão os anjos e os  santos,  santos que são humanos mortos que em vida abraçaram as virtudes   católicas, às vezes por elas morrendo.&lt;br /&gt;O lado do bem, digamos, foi  assim preenchido pelos orixás, exceto  Exú, ganhando Oxalá, o orixá criador da  humanidade, o papel de Jesus  Cristo, o deus Filho, mantendo-se Oxalá no topo da  hierarquia, posição  que já ocupava na África, donde seu nome Orixalá ou Orixá  Nlá, que  significa o Grande Orixá. O remoto e inatingível deus supremo Olorum   dos iorubás ajustou-se à concepção do deus Pai judaico-cristão, enquanto  os  demais orixás ganharam a identidade de santos. Mas ao vestirem a  camisa de  força de um modelo que pressupõe as virtudes católicas, os  orixás sincretizados  perderam muito de seus atributos originais,  especialmente aqueles que, como no  caso da sExúalidade entendida como  fonte de pecado, podem ferir o campo do bem,  como explicou Monique  Augras, ao mostrar que muitas características africanas  das Grandes  Mães, inclusive Iemanjá e Oxum, foram atenuadas ou apagadas no  culto  brasileiro dessas deusas e passaram a compor a imagem pecaminosa de   Pombagira, o Exú feminizado do Brasil, no outro pólo do modelo, em que  Exú reina como o  senhor do mal.&lt;br /&gt;Foi sem dúvida o processo de  cristianização de Oxalá e outros orixás  que empurrou Exú para o domínio do  inferno católico, como um  contraponto requerido pelo molde sincrético. Pois, ao  se ajustar a  religião dos orixás ao modelo da religião cristã, faltava evidentemente   preencher o lado satânico do esquema deus-diabo, bem-mal,  salvação-perdição,  céu-inferno, e quem melhor que Exú para o papel do  demônio? Sua fama já não era  das melhores e mesmo entre os seguidores  dos orixás sua natureza, que não se  ajusta aos modelos comuns de  conduta, e seu caráter não acomodado, autônomo e  embusteiro já faziam  dele um ser contraventor, desviante e marginal, como o  diabo. A  propósito do culto de Exú na Bahia do final do século XIX, o médico   Raimundo Nina Rodrigues, professor da Faculdade de Medicina da Bahia e  pioneiro  dos estudos afro-brasileiros, escreveu em 1900 as seguintes  palavras:&lt;br /&gt;&lt;img align="left" height="395" hspace="12" src="http://www.aucar.com.br/img/fexu4.jpg" width="312" /&gt;“Exú,&amp;nbsp;   Bará ou Elegbará é um santo ou orixá que os afro‑baianos têm grande   tendência a confundir com o diabo. Tenho ouvido mesmo de negros&amp;nbsp;  africanos que todos os santos podem se servir  de Exú para mandar tentar  ou perseguir a uma pessoa. Em uma pelo motivo mais  fútil, não é raro  entre nós ouvir-se gritar pelos mais prudentes: Fulano olha  Exú!  Precisamente como diriam velhas beatas: Olha a tentação do demônio! No   entanto, sou levado a crer que esta identificação é apenas o produto de  uma  influência do ensino&amp;nbsp; católico”.&lt;br /&gt;Transfigurado no diabo, Exú  teve que passar por algumas mudanças para  se adequar ao contexto cultural  brasileiro hegemonicamente católico.  Assim, num meio em que as conotações de  ordem sExúal eram fortemente  reprimidas, o lado priápico de Exú foi muito  dissimulado e em grande  parte esquecido. Suas imagens brasileiras perderam o  esplendor fálico  do explícito Elegbara, disfarçando-se tanto quanto possível  seus  símbolos sExúais, pois mesmo sendo transformado em diabo, era então um   diabo de cristãos, o que impôs uma inegável pudicícia que Exú não  conhecera  antes. Em troca ganhou chifres, rabo e até mesmo os pés de  bode próprios de demônios  antigos e medievais dos católicos.&lt;br /&gt;Com o avanço das concepções  cristãs sobre a religião dos orixás, ao  qual vieram se juntar no final do  século XIX as influências do  espiritismo kardecista, que também absorvera  orientações, visões e  valores éticos cristãos, Exú foi cada vez mais empurrado  para o lado do  mal, cada vez mais obrigado, pelos seus próprios seguidores   sincréticos, a desempenhar o papel do demônio.&lt;br /&gt;O preceito segundo o qual  Exú sempre recebe oferenda antes das demais  divindades serem propiciadas, e que  nada mais representa que o  pagamento adiantado que Exú deve ganhar para levar  as oferendas aos  outros deuses, acabou sendo bastante desvirtuado. Passou-se a  acreditar  que as oferendas e homenagens preliminares a Exú devem ser feitas  para  que ele simplesmente não tumultue ou atrapalhe as cerimônias realizadas  a  seguir. Grande parte dos devotos dos orixás pensam e agem como se  Exú devesse  assim ser evitado e afastado, momentaneamente distraído com  as homenagens,  neutralizado como o diabo com que agora é confundido.  Seu culto transformou-se  assim num culto de evitação. Isto pode ser  observado hoje em qualquer parte do  Brasil, na maior parte dos  terreiros de candomblé e umbanda, e também na África  e em Cuba. Faz-se   a oferenda não para que Exú cumpra sua missão de levar aos orixás as  oferendas  e pedidos dos humanos e trazer de volta as respostas, mas  simplesmente para que  ele não impeça por meio de suas artimanhas,  brincadeiras e ardis a realização  de todo o culto. Exú é pago para não  atrapalhar, transformou-se num empecilho,  num estorvo, num embaraço.  Como se não bastasse, é tido como aquele que se  vende por um prato de  farofa e um copo de aguardente.&lt;br /&gt;É evidente que em certos  terreiros da religião dos orixás, sobretudo em  uns poucos candomblés antigos mais  próximos das raízes culturais  africanas, cultiva-se uma imagem de Exú calcada  em seu papel de orixá  mensageiro dos deuses, cujas atribuições não são muito  diferentes  daquelas trazidas da África. Nesse meio restrito, sua figura  continua  sendo contraditória e problemática, mas é discreta sua ligação   sincrética com o diabo católico. O mesmo não ocorre quando olhamos para a   imagem de Exú cultivada por religiões oponentes, imagem que é  largamente  inspirada nos próprios cultos afro-brasileiros e que  descrevem Exú como  entidade essencialmente do mal. A imagem de Exú  consolidada por essas  religiões, especialmente as evangélicas, que usam  fartamente o rádio e a  televisão como meios de propaganda religiosa,  extravasa para os mais diferentes  campos religiosos e profanos da  cultura brasileira e faz dele o diabo  brasileiro por excelência.&lt;br /&gt;A imagem de Exú, o Diabo, é  fartamente explorada pelas religiões que  disputam seguidores com a umbanda e o  candomblé no chamado mercado  religioso, especialmente as igrejas neopentecostais.  Como mostrou&amp;nbsp;  Ricardo Mariano, o  neopentecostalismo caracteriza-se por "enxergar a  presença e ação do diabo  em todo lugar e em qualquer coisa e até  invocar a manifestação de demônios nos  cultos" para humilhá-los e os  exorcizar, demônios aos quais os evangélicos  atribuem todos os males  que afligem as pessoas e que identificam como sendo,  especialmente,  entidades da umbanda, deuses do candomblé e espíritos do  kardecismo,  ocupando os Exús e pombagiras um lugar de destaque no palco em que  os  pastores exorcistas fazem desfilar o diabo em suas múltiplas versões. Em   ritos de exorcismo televisivos da Igreja Universal do Reino de Deus,  que  representa hoje o mais radical e agressivo oponente cristão das  religiões  afro-brasileiras, Exús e pombagiras são mostrados no corpo  possuído de novos  conversos saídos da umbanda e do candomblé, com a  exibição de posturas e gestos  estereotipados aprendidos pelos  ex-seguidores nos próprios terreiros  afro-brasileiros. Todos os males,  inclusive o desemprego, a miséria, a crise familiar,  entre outras  aflições que atingem os cotidianos das pessoas, sobretudo os  pobres,  são considerados pelos neopentecostais como tendo origem no diabo,   identificado preferencialmente com as entidades afro-brasileiras,  conforme  também mostra Ronaldo Almeida. O desemprego, por exemplo, ao  invés de ser  considerado como decorrente das injustiças sociais e  problemas da estrutura da  sociedade, como explicariam os católicos das  comunidades eclesiais de base, é  visto pela Igreja Universal como  resultante da possessão de alguma entidade  como Exú Tranca Rua ou Exú  Sete Encruzilhadas. Neste caso, o exorcismo deve  expulsar o Exú que  provoca o desemprego.&lt;br /&gt;Os evangélicos se valem  ritualmente do transe de incorporação  afro-brasileiro para trazer à cena as  entidades que eles identificam  como demoníacas e se propõem a expulsar em ritos  que chamam de  libertação. Mariza Soares identifica outro paralelo muito  expressivo  entre o rito umbandista do transe e o rito exorcista pentecostal.  Diz  ela: "A sexta-feira é conhecida na umbanda como o dia das giras de Exú   que se dão geralmente à noite. A meia-noite, 'hora grande' de sexta para  sábado  é o momento em que os Exús se manifestam e trabalham. É  justamente nesta mesma  hora que nas igrejas “evangélicas” estão sendo  realizadas as cerimônias onde  esses Exús são invocados para, em  seguida, serem expulsos dos corpos das  pessoas presentes".&lt;br /&gt;Ao descrever um ritual  exorcista presenciado em um templo da Igreja  Universal no bairro de Santa  Cecília, no centro de São Paulo, em que se  expulsava uma entidade que foi  incorporada através do transe e que se  identificou como Exú Tranca Rua, Mariano  registrou os versos do cântico  então entoado freneticamente pelos fiéis:  "Tranca Rua e Pombagira  fizeram combinação/ combinaram acabar com a vida  do cristão/ torce,  retorce, você não pode não/ eu tenho Jesus Cristo dentro do  meu  coração". Eles acreditam que há um pacto firmado entre as entidades   demoníacas para se apossar dos homens e os destruir pela doença, pelo   infortúnio, pela morte. É o que representa Exú para os neopentecostais,  mas  essa imagem está longe de estar confinada às suas igrejas.&lt;br /&gt;Entre os seguidores do  catolicismo, a velha animosidade contra as  religiões afro-brasileiras, que  parecia arrefecida desde a década de  1960, quando a igreja católica deixou de  lado a propaganda contra a  umbanda, que chamava de "baixo  espiritismo", reavivou-se com a  Renovação Carismática. Movimento  conservador que divide com o  pentecostalismo muitas características, inclusive  a intransigência para  com outras religiões, o catolicismo carismático voltou a  bater na  tecla de que as divindades e entidades afro-brasileiras não passam de   manifestações do diabo, que se apresenta a todos, sem disfarce, nas  figuras de  Exús e pombagiras. Está de volta a velha perseguição  católica aos cultos  afro-brasileiros, agora sem contar com o braço  armado do estado, cuja polícia,  pelo menos até o início da década de  1940, prendia praticantes e fechava  terreiros, mas podendo se valer de  meios de propaganda igualmente eficazes.  Exú, o Diabo, mobiliza e  legitima, aos olhos cristãos, o ódio religioso contra  a umbanda e o  candomblé, corporificado em verdadeira guerra religiosa de  evangélicos  contra afro-brasileiros.&lt;br /&gt;Essa é a concepção mais  difundida que se tem de Exú na sociedade  brasileira, é o que se vê na televisão  e o que se dissemina pela mídia.  Na&amp;nbsp;  idéia mais corrente que se tem de Exú, ele está sempre associado  com a  magia negra, com a produção do mal e até mesmo com a morte, uma  idéia que  certos feiticeiros que se apresentam como sacerdotes  afro-brasileiros fazem  questão de propagar. É amplo o espectro da  contrapropaganda que vitimiza o  orixá mensageiro, contra o qual parece  confluirem as mais diferentes dimensões  do preconceito que envolve em  nosso país os negros e a herança africana. De fato,  em vários episódios  de magia negra ocorridos recentemente no Brasil, com o  assassinato de  crianças e adultos, Exú e Pombagira têm sido apontados pela  mídia como  motivadores e promotores do ato criminoso. Num desses casos,  ocorrido  na década de 1980, no Rio de Janeiro, um comerciante foi morto a mando   da mulher por causa de sua suposta impotência sExúal. Depois de ter  fracassada  a aplicação de vários procedimentos mágicos supostamente  recomendados por  Pombagira, ela mesma teria sugerido o uso de arma de  fogo para que a mulher se  livrasse do incapaz e incômodo marido. Os  implicados acabaram condenados, mas a  própria Pombagira, em transe,  acabou comparecendo à presença do juiz. E lá  estavam todos os  ingredientes que têm, por mais de dois séculos, alimentado a  concepção  demoníaca que se forjou de Exú entre nós: sexo, magia negra, atentado  à  vida, crime.&lt;br /&gt;No interior do segmento  afro-brasileiro, podemos contudo observar nos  dias de hoje um movimento que  encaminha Exú numa espécie de retorno aos  seus papéis e status africanos  tradicionais. Em terreiros de candomblé  que defendem ou reintroduzem  concepções, mitologia e rituais buscados  na tradição africana, tanto quanto  possível, especialmente naqueles  terreiros que têm lutado por abandonar o  sincretismo católico, Exú é  enfaticamente tratado como um orixá igual aos  demais, buscando-se  apagar as conotações de diabo, escravo e inimigo que lhe  tem sido  comumente atribuídas.&lt;br /&gt;No candomblé cada membro do  culto deve ser iniciado para um orixá  específico, que é aquele considerado o  seu antepassado mítico, sua  origem de natureza divina. Os que eram  identificados pelo jogo oracular  dos búzios como filhos de Exú estavam sujeitos  a ser reconhecidos como  filhos do diabo e, por isso, acabavam sendo iniciados  para outro  orixá, especialmente para Ogum Xoroquê, uma qualidade de Ogum com   profundas ligações com o mensageiro. Até pouco tempo, eram raros e  notórios os  filhos de Exú iniciados para Exú. Isso vem mudando à medida  que avança o  movimento de dessincretização e já há filhos de Exú  orgulhosos de sua origem.&lt;br /&gt;Hoje em dia, em muitos  terreiros de candomblé, concepções e práticas  católicas que foram incorporadas  à religião dos orixás em solo  brasileiro vão sendo questionadas e deixadas de  lado. Quando isso  ocorre, Exú vai perdendo, dentro do mundo afro-brasileiro, a  condição  de diabo que a visão&amp;nbsp;  maniqueísta do catolicismo a respeito do bem e do  mal a ele impingiu,  uma vez que foi exatamente a cristianização dos  orixás que transformou Oxalá em Jesus Cristo, Iemanjá  em Nossa Senhora,   outros orixás em santos católicos, e Exú no diabo. Nesse processo de   dessincretização, que é um dos aspectos do processo de africanização por  que  passa certo segmento do candomblé, Exú tem alguma chance de voltar  a ser  simplesmente o orixá mensageiro que detém o poder da  transformação e do  movimento, que vive na estrada, freqüenta as  encruzilhadas e guarda a porta das  casas, orixá controvertido e não  domesticável, porém nem santo nem demônio.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Características&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="style7"&gt;   &lt;table border="1" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;       &lt;td valign="top" width="158"&gt;Cor&lt;/td&gt;       &lt;td valign="top" width="530"&gt;Preto    e Vermelho&lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;       &lt;td valign="top" width="158"&gt;Fio    de Contas&lt;/td&gt;       &lt;td valign="top" width="530"&gt;Preto    e Vermelho&lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;       &lt;td valign="top" width="158"&gt;Ervas&lt;/td&gt;       &lt;td valign="top" width="530"&gt;Pimenta,    capim tiririca, urtiga. Arruda, salsa, hortelã&lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;       &lt;td valign="top" width="158"&gt;Símbolo&lt;/td&gt;       &lt;td valign="top" width="530"&gt;Bastão    – agô, Tridente&lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;       &lt;td valign="top" width="158"&gt;Pontos    da Natureza&lt;/td&gt;       &lt;td valign="top" width="530"&gt;Encruzilhadas    e passagens.&lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;       &lt;td valign="top" width="158"&gt;Flores&lt;/td&gt;       &lt;td valign="top" width="530"&gt;Cravos    Vermelhos&lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;       &lt;td valign="top" width="158"&gt;Essências&lt;/td&gt;       &lt;td valign="top" width="530"&gt;-&lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;       &lt;td valign="top" width="158"&gt;Pedras&lt;/td&gt;       &lt;td valign="top" width="530"&gt;Granada,    Rubi, Turmalina Negra, Onix&lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;       &lt;td valign="top" width="158"&gt;Metal&lt;/td&gt;       &lt;td valign="top" width="530"&gt;Ferro&lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;       &lt;td valign="top" width="158"&gt;Saúde&lt;/td&gt;       &lt;td valign="top" width="530"&gt;Dores    de cabeça relacionadas a problemas de fígado&lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;       &lt;td valign="top" width="158"&gt;Planeta&lt;/td&gt;       &lt;td valign="top" width="530"&gt;Mercúrio&lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;       &lt;td valign="top" width="158"&gt;Dia    da Semana&lt;/td&gt;       &lt;td valign="top" width="530"&gt;Segunda-feira&lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;       &lt;td valign="top" width="158"&gt;Elemento&lt;/td&gt;       &lt;td valign="top" width="530"&gt;Fogo&lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;       &lt;td valign="top" width="158"&gt;Chakra&lt;/td&gt;       &lt;td valign="top" width="530"&gt;Básico,    Sacro&lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;       &lt;td valign="top" width="158"&gt;Saudação&lt;/td&gt;       &lt;td valign="top" width="530"&gt;Laroiê    Exú, Exú ê, Exú Amogibá&lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;       &lt;td valign="top" width="158"&gt;Bebida&lt;/td&gt;       &lt;td valign="top" width="530"&gt;Cachaça&lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;       &lt;td valign="top" width="158"&gt;Animais&lt;/td&gt;       &lt;td valign="top" width="530"&gt;Cachorro,    Galinha Preta&lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;       &lt;td valign="top" width="158"&gt;Comidas&lt;/td&gt;       &lt;td valign="top" width="530"&gt;Padê&lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;       &lt;td valign="top" width="158"&gt;Numero&lt;/td&gt;       &lt;td valign="top" width="530"&gt;-&lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;       &lt;td valign="top" width="158"&gt;Data    Comemorativa&lt;/td&gt;       &lt;td valign="top" width="530"&gt;13    de Junho&lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;       &lt;td valign="top" width="158"&gt;Sincretismo&lt;/td&gt;       &lt;td valign="top" width="530"&gt;Diabo,    Santo Antônio.&lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;       &lt;td valign="top" width="158"&gt;&lt;h4&gt;Incompatibilidades&lt;/h4&gt;&lt;/td&gt;       &lt;td valign="top" width="530"&gt;Leite,    Comidas Brancas e Sal&lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Atribuições&lt;br /&gt;Vigia as passagens, abre e  fecha os caminhos.Por isso ajuda a  resolver problemas da vida fora de casa e a  encontrar caminhos para  progredir,além de proteger contra perigos e inimigos.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Lendas  De Exú&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;h5 align="center"&gt;&lt;strong&gt;Porque Exú Recebe Oferendas Antes Dos Outros Orixás&lt;/strong&gt;&lt;/h5&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Exu foi o primeiro filho de  Iemanjá e Oxalá.  Ele era muito levado e gostava de fazer brincadeiras com todo  mundo.  Tantas fez que foi expulso de casa. Saiu vagando pelo mundo, e então o   país ficou na miséria, assolado por secas e epidemias. O povo consultou  Ifá,  que respondeu que Exu estava zangado porque ninguém se lembrava  dele nas  festas; e ensinou que, para qualquer ritual dar certo, seria  preciso oferecer  primeiro um agrado a Exu. Desde então, Exu recebe  oferendas antes de todos, mas  tem que obedecer aos outros Orixás, para  não voltar a fazer tolices. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;h5 align="center"&gt;&lt;strong&gt;Vingança de Exú&lt;/strong&gt;&lt;/h5&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Um homem rico tinha uma  grande criação de  galinhas. Certa vez, chamou um pintinho muito travesso de  Exú,  acrescentando vários xingamentos. Para se vingar, Exú fez com que o  pinto  se tornasse muito violento. Depois que se tornou galo, ele não  deixava nenhum  outro macho sossegado no galinheiro: feria e matava  todos os que o senhor comprava.  Com o tempo, o senhor foi perdendo a  criação e ficou pobre. Então, perguntou a  um babalaô o que estava  acontecendo. O sacerdote explicou que era uma vingança  de Exú e que ele  precisaria fazer um ebó pedindo perdão ao Orixá. Amedrontado,  o senhor  fez a oferenda necessária e o galo se tornou calmo, permitindo que ele   recuperasse a produção.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Exú Instaura O  Conflito Entre Iemanjá, Oiá E Oxum&lt;br /&gt;Um dia, foram juntas ao  mercado Iansã e Oxum, esposas de Xangô, e  Iemanjá, esposa de Ogum. Exú entrou  no mercado conduzindo uma cabra,  viu que tudo estava em paz e decidiu plantar  uma discórdia.  Aproximou-se de Iemanjá, Iansã e Oxum e disse que tinha um  compromisso  importante com Orumilá. &lt;br /&gt;Ele deixaria a cidade e  pediu a elas que vendessem sua cabra por  vinte búzios. Propôs que ficassem com  a metade do lucro obtido.  Iemanjá, Oiá e Oxum concordaram e Exú partiu. A cabra  foi vendida por  vinte búzios. Iemanjá, Iansã e Oxum puseram os dez búzios de  Exú a  parte e começaram a dividir os dez búzios que lhe cabiam. Iemanjá contou   os búzios. Haviam três búzios para cada uma delas, mas sobraria um.  Não era  possível dividir os dez em três partes iguais. Da mesma forma  Iansã e Oxum  tentaram e não conseguiram dividir os búzios por igual. Aí  as três começaram a  discutir sobre quem ficaria com a maior parte.&lt;br /&gt;Iemanjá disse: “É costume  que os mais velhos fiquem com a maior  porção. Portanto, eu pegarei um búzio a  mais”.&amp;nbsp; Oxum rejeitou a  proposta de  Iemanjá, afirmando que o costume era que os mais novos  ficassem com a maior porção,  que por isso lhe cabia.&lt;br /&gt;Iansã intercedeu, dizendo  que, em caso de contenda semelhante, a  maior parte caberia à do meio. As três  não conseguiam resolver a  discussão.&lt;br /&gt;Não havia meio de resolver a  divisão. Exú voltou ao mercado para ver  como estava a discussão. Ele disse:  “Onde está minha parte?”. &lt;br /&gt;Elas deram a ele dez búzios  e pediram para dividir os dez búzios  delas de modo eqüitativo. Exú deu três a  Iemanjá, três a Oiá e três a  Oxum. O décimo búzio ele segurou. Colocou-o num  buraco no chão e cobriu  com terra. Exú disse que o búzio extra era para os  antepassados,  conforme o costume que se seguia no Orun.&lt;br /&gt;Toda vez que alguém recebe  algo de bom, deve-se lembrar dos  antepassados. Dá-se uma parte das colheitas,  dos banquetes e dos  sacrifícios aos Orixás, aos antepassados. Assim também com  o dinheiro.  Este é o jeito como é feito no Céu. Assim também na terra deve ser.   Quando qualquer coisa vem para alguém, deve-se dividi-la com os  antepassados.  “Lembrai que não deve haver disputa pelos búzios.”&lt;br /&gt;Iemanjá, Oiá e oxum reconheceram  que Exú estava certo. E concordaram em aceitar três búzios cada. &lt;br /&gt;Todos os que souberam do  ocorrido no mercado de Oió passaram a ser  mais cuidadosos com relação aos  antepassados, a eles destinando sempre  uma parte importante do que ganham com  os frutos do trabalho e com os  presentes da fortuna. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Exú Torna-Se O  Amigo Predileto De Orumilá&lt;br /&gt;Como se explica a grande  amizade entre Orumilá e Exú, visto que eles são opostos em grandes  aspectos?&amp;nbsp; &lt;br /&gt;Orumilá, filho mais velho de  Olorum, foi quem trouxe aos humanos o  conhecimento do destino pelos búzios.  Exú, pelo contrario, sempre se  esforçou para criar mal-entendidos e rupturas,  tanto aos humanos como  aos Orixás. Orumilá era calmo e Exú, quente como o fogo. &lt;br /&gt;Mediante o uso de conchas  adivinhas, Orumilá revelava aos homens as  intenções do supremo deus Olorum e os  significados do destino. Orumilá  aplainava os caminhos para os humanos,  enquanto Exú os emboscava na  estrada e fazia incertas todas as coisas. O  caráter de Orumilá era o  destino, o de Exú, era o acidente. Mesmo assim ficaram  amigos íntimos. &lt;br /&gt;Uma vez, Orumilá viajou com  alguns acompanhantes. Os homens de seu  séqüito não levavam nada, mas Orumilá  portava uma sacola na qual  guardava o tabuleiro e os Obis que usava para ler o  futuro. &lt;br /&gt;Mas na comitiva de Orumilá  muitos tinham inveja dele e desejavam  apoderar-se de sua sacola de adivinhação.  Um deles mostrando-se muito  gentil, ofereceu-se para carregar a sacola de  Orumilá. Um outro também  se dispôs à mesma tarefa e eles discutiram sobre quem  deveria carregar a  tal sacola.&amp;nbsp; &lt;br /&gt;Até que Orumilá encerrou o  assunto dizendo: "Eu não estou cansado. Eu mesmo carrego a sacola". &lt;br /&gt;Quando Orumilá chegou em  casa, refletiu sobre o incidente e quis  saber quem realmente agira como um  amigo de fato. Pensou então num  plano para descobrir os falsos amigos. Enviou  mensagens com a notícia&amp;nbsp;  de que havia morrido e escondeu-se atrás da casa,  onde não podia ser  visto. E lá Orumilá esperou. &lt;br /&gt;Depois de um tempo, um de  seus acompanhantes veio expressar seu  pesar. O homem lamentou o acontecido,  dizendo ter sido um grande amigo  de Orumilá e que muitas vezes o ajudara com  dinheiro. Disse ainda que,  por gratidão, Orumilá lhe teria deixado seus  instrumentos de  adivinhar.&amp;nbsp; &lt;br /&gt;A esposa de Orumilá pareceu  compreendê-lo, mas disse que a sacola  havia desaparecido. E o homem foi embora  frustrado. Outro homem veio  chorando, com artimanha pediu a mesma coisa e  também&amp;nbsp; foi embora  desapontado. E assim, todos os que vieram fizeram o  mesmo pedido. Até  que Exú chegou. &lt;br /&gt;Exú também&amp;nbsp; lamentou  profundamente a morte do suposto amigo. Mas  disse que a tristeza maior seria da  esposa, que não teria mais pra quem  cozinhar. Ela concordou e perguntou se  Orumilá não lhe devia nada. Exú  disse que não. A esposa de Orumilá persistiu,  perguntando se Exú não  queria a parafernália de adivinhação. Exú negou outra  vez. Aí Orumilá  entrou na sala, dizendo: "Exú, tu és sim meu verdadeiro  amigo!". Depois  disso nunca&amp;nbsp; teve amigos tão íntimos, tão íntimos  como Exú e Orumilá. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Exú Leva Aos  Homens O Oráculo De Ifá&lt;br /&gt;Em épocas remotas os deuses  passaram fome. Às vezes, por longos  períodos, eles não recebiam bastante comida  de seus filhos que viviam  na Terra. Os deuses cada vez mais se indispunham uns  com os outros e  lutavam entre si guerras assombrosas. Os descendentes dos  deuses não  pensavam mais neles e os deuses se perguntavam o que poderiam fazer.   Como ser novamente alimentados pelos homens? Os homens não faziam mais   oferendas&amp;nbsp; e os deuses tinham fome. Sem a proteção dos deuses, a  desgraça  tinha se abatido sobre a Terra e os homens viviam doentes,  pobres, infelizes.  Um dia Exú pegou a estrada e foi em busca de  solução. Exú foi até Iemanjá em  busca de algo que pudesse recuperar a  boa vontade dos homens. Iemanjá lhe  disse: "Nada conseguirás. Xapanã já  tentou afligir os homens com doenças,  mas eles não vieram lhe oferecer  sacrifícios". &lt;br /&gt;Iemanjá disse: "Exú  matará todos os homens, mas eles não lhe darão o  que comer. Xangô já lançou  muitos raios e já matou muitos homens, mas  eles nem se preocupam com ele. Então  é melhor que procures solução em  outra direção. Os homens não tem medo de  morrer. Em vez de ameaçá-los  com a morte, mostra a eles alguma coisa que seja  tão boa que eles  sintam vontade de tê-la. E que, para tanto, desejem continuar  vivos". &lt;br /&gt;Exú retornou o seu caminho e  foi procurar Orungã.&amp;nbsp;Orungã lhe disse:  "Eu sei por que vieste. Os  dezesseis deuses tem fome. É preciso dar aos  homens alguma coisa de que eles  gostem, alguma coisa que os satisfaça.  Eu conheço algo que pode fazer isso. É  uma grande coisa que é feita  com dezesseis caroços de dendê. Arranja os cocos  da palmeira e entenda  seu significado. Assim poderás conquistar os  homens". &lt;br /&gt;Exú foi ao local onde havia  palmeiras e conseguiu ganhar dos macacos  dezesseis cocos. Exú pensou e pensou,  mas não atinava no que fazer com  eles. Os macacos&amp;nbsp; então lhe disseram:  "Exú, não sabes o que fazer com  os dezesseis cocos de palmeira? Vai  andando pelo mundo e em cada lugar  pergunta o que significam esses cocos de  palmeira. Deves ir a dezesseis  lugares para saber o que significam esses cocos  de palmeira. Em cada  um desses lugares recolheras dezesseis odus, recolherás  dezesseis  histórias, dezesseis oráculos. Cada história tem a sua sabedorias,   conselhos que podem ajudar os homens. Vai juntando os odus e ao final de  um ano  terás aprendido o suficiente. Aprenderás dezesseis vezes  dezesseis odus. Então  volta para onde moram os deuses. Ensina aos  homens o que terás aprendido e os  homens irão cuidar de Exú de novo".  Exú fez&amp;nbsp; o que lhe foi dito e  retornou ao Orun, o Céu dos Orixás. Exú  mostrou aos deuses os odus que havia  aprendido e os deuses disseram:  "Isso é muito bom". &lt;br /&gt;Os deuses, então, ensinaram  o novo saber aos seus descendentes, os  homens. Os homens então puderam saber  todos os dias os desígnios dos  deuses e os acontecimentos do porvir. Quando  jogavam os dezesseis cocos  de dendê e interpretavam o odu que eles indicavam,  sabiam da grande  quantidade de mal que havia no futuro. Eles aprenderam&amp;nbsp; a  fazer  sacrifícios aos Orixás para afastar os males que os ameaçavam. Eles   recomeçavam a sacrificar animais e a cozinhar suas carnes para os  deuses. Os  Orixás estavam satisfeitos e felizes. Foi assim que Exú  trouxe aos homens o  Oráculo de Ifá.&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Deixe seu comentário &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8515260348765746061-1102017051364599746?l=misteriosumbanda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/feeds/1102017051364599746/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2011/10/exu-nos-dias-de-hoje.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/1102017051364599746'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/1102017051364599746'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2011/10/exu-nos-dias-de-hoje.html' title='Exu nos dias de hoje.'/><author><name>Francisco Allison Peixoto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16897482633341248553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8515260348765746061.post-5218602719577472632</id><published>2011-10-06T21:22:00.001-07:00</published><updated>2011-10-06T21:22:41.370-07:00</updated><title type='text'>A Amizade e o corte de Exu elegbára</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;ÒWE ÀI&lt;u&gt;S&lt;/u&gt;ÃTA             &lt;u&gt;             S&lt;/u&gt;Í&lt;u&gt;S&lt;/u&gt;ÀKAWÉ ÈTO IRUN &lt;u&gt;E&lt;/u&gt;L&lt;u&gt;É&lt;/u&gt;GBÁRA&lt;br /&gt;PARÁBOLA DA FIDELIDADE MITO DO PENTEADO DE&lt;u&gt;E&lt;/u&gt;L&lt;u&gt;É&lt;/u&gt;GBÁRA&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;"Contam os nagôs ìgbó’s que, em uma época              incontável, &lt;u&gt;Ò&lt;/u&gt;runmìlà, certa noite, após ter andado pelo Mundo              por um longo período juntamente com seus discípulos, pregando as              boas novas e seus mandamentos, resolveu testar a amizade e a              fidelidade dos seus seguidores. Após ter feito vigília durante toda uma noite, &lt;u&gt;             Ò&lt;/u&gt;runmìlà aguardou os primeiros raios do Sol surgirem no Leste,              para chamar à sua presença seus discípulos, os Dezesseis              Conselheiros. Quando todos se apresentaram, Òrúnmìlà disse-lhes:              ‘Quero que vocês tragam para mim a fórmula mágica do Rere Àilópin (O              Bem da Longevidade).’ Seus discípulos imediatamente lhe perguntaram:              ‘Viveremos também longa vida, caso a encontremos?’. &lt;u&gt;Ò&lt;/u&gt;runmìlà              respondeu-lhes: ‘Aquele que a achar e à minha presença trouxer,              comigo terá longa duração de vida’. Imediatamente, os conselheiros              saíram à procura do tão bem-querer, para poderem desfrutar do mesmo              juntamente com &lt;u&gt;Ò&lt;/u&gt;runmìlà. Após vários dias de jornada, os conselheiros,              cansados e debilitados, resolveram voltar para casa, desistindo,              dessa maneira, de procurar ‘O Bem-querer’ solicitado pelo amado              mestre. Ao chegarem próximo da residência de &lt;u&gt;Ò&lt;/u&gt;runmìlà,              observaram que diversas pessoas do vilarejo corriam pelas ruas em              prantos, outras faziam grandes alaridos pronunciando: ‘&lt;u&gt;Ò&lt;/u&gt;runmìlà              npaláro, Ìkú nmúkurò (&lt;u&gt;Ò&lt;/u&gt;runmìlà morreu, Ìkú o levou embora)’.             &lt;br /&gt;Após ouvirem as lamentações, os conselheiros              aceleram os passos em direção à casa do tão amado mestre. Quando da              morada do mesmo se aproximaram, mal conseguiam se locomover entre as              pessoas que se aglomeravam diante da mesma. Com sacrifício e rudeza,              conseguiram adentrar a casa de &lt;u&gt;Ò&lt;/u&gt;runmìlà. Lá estava inerte              sobre o leito o corpo do amado líder espiritual. &lt;br /&gt;Nesse meio tempo, os dezesseis conselheiros              ficaram parados tais quais estátuas diante do corpo apático de &lt;u&gt;Ò&lt;/u&gt;runmìlà.              Entremente, um a um foi se retirando lentamente do local,              pronunciando: ‘De que valeu sairmos em busca do Bem da Longevidade?              Nosso mestre está morto, não o temos mais, mesmo que tivéssemos              achado esse bem, não saberíamos utilizar a fórmula. Está tudo              acabado! Nada mais temos a fazer a não ser pedir o povo do local que              o enterre para nós’. Em seguida, logo após solicitar que sepultassem o              corpo de &lt;u&gt;Ò&lt;/u&gt;runmìlà, os conselheiros seguiram viagem afora,              dizendo que iriam, a partir daquela data, pregar mundo afora os              ensinamentos que lhes foram dados por seu amado mestre. Todos se              retiraram, com exceção de &lt;u&gt;E&lt;/u&gt;l&lt;u&gt;é&lt;/u&gt;gbará, seu amigo              inseparável, que havia chegado naquele momento e que, debruçado,              ficou sobre o corpo inerte de &lt;u&gt;Ò&lt;/u&gt;runmìlà. &lt;br /&gt;No momento em que o Olóri &lt;u&gt;Õ&lt;/u&gt;gá Ìlétò (Chefe              Supremo do Vilarejo) ia dar início ao translado do corpo para a              sepultura, &lt;u&gt;E&lt;/u&gt;l&lt;u&gt;é&lt;/u&gt;gbára começou a chorar incessantemente              sobre o corpo de &lt;u&gt;Ò&lt;/u&gt;runmìlà. Por mais que tentassem tirá-lo,              mais ele se agarrava ao cadáver. Em determinado momento, todos os              presentes viram as mãos do cadáver se moverem em direção à cabeça de             &lt;u&gt;E&lt;/u&gt;l&lt;u&gt;é&lt;/u&gt;gbára. Este, estatelado, ao colocar suas mãos sobre              as que lhe acariciavam os cabelos, viu que se tratava de um afago de              seu tão amado mestre &lt;u&gt;Ò&lt;/u&gt;runmìlà. Sem nada entender, &lt;u&gt;E&lt;/u&gt;l&lt;u&gt;é&lt;/u&gt;gbára              lhe pergunta: ‘Como é possível isto? Tu não estavas morto ainda              pouco? Porventura deram-te escondido de mim a fórmula do Bem da              Longevidade, que mandaste buscar e, após ingerire-la,              ressuscitaste?’ &lt;br /&gt;&lt;u&gt;             Ò&lt;/u&gt;runmìlà continuando a acariciar-lhe os              cabelos disse-lhe: ‘Decidi, após uma noite de vigília, fingir que              havia morrido para testar a fidelidade e a veneração de todos ao meu              redor.’ Continuando o diálogo, disse &lt;u&gt;Ò&lt;/u&gt;runmìlà: ‘Estou              desapontado! De todos que vivem à minha volta, tu foste outra vez o              único que não me decepcionou.’ Em continuidade ao colóquio,              perguntou &lt;u&gt;Ò&lt;/u&gt;runmìlà a &lt;u&gt;E&lt;/u&gt;l&lt;u&gt;é&lt;/u&gt;gbára: ‘Por que              raspaste a cabeça somente dos lados deixando o restante dos cabelos              no alto, na nuca e ao centro, ficando o mesmo com um formato de              falo?’ ‘Mestre, eu estava em fase de preparatório para ser iniciado              em teus mistérios, quando soube da notícia da tua morte.              Imediatamente, deixei tudo para trás e vim correndo ver-te pela              última vez.’ Disse-lhe &lt;u&gt;E&lt;/u&gt;l&lt;u&gt;é&lt;/u&gt;gbára. &lt;br /&gt;&lt;u&gt;             Ò&lt;/u&gt;runmìlà, ao admitir e comprovar com aquele              gesto a dedicação e fidelidade de &lt;u&gt;E&lt;/u&gt;l&lt;u&gt;é&lt;/u&gt;gbára, abraçou o              amigo dizendo-lhe: ‘Desejo que deixes teus cabelos crescerem desta              forma, isto é, raspado aos lados e no meio não, pois este penteado              será, a partir de hoje, o símbolo da nossa amizade e do meu              agradecimento.’" &lt;br /&gt;Comentários: O mito acima, apesar de nos mostrar              uma prova de amizade, dedicação e fidelidade, mostra-nos também o              quanto &lt;u&gt;E&lt;/u&gt;l&lt;u&gt;é&lt;/u&gt;gbára e &lt;u&gt;Ò&lt;/u&gt;runmìlà são intrínsecos              quanto ao destino dos seres humanos, uma vez que &lt;u&gt;Ò&lt;/u&gt;rúnmìlà é a              revelação e È&lt;u&gt;s&lt;/u&gt;ù, o princípio, o "dinâmico" e o "apático".&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Pergunta semelhante também é feita pelos Conselheiros              a &lt;u&gt;Ò&lt;/u&gt;runmìlà, quando dos relatos do Àmúlù Ìká-Fún - 235ª Junção              Oracular de Ifá - "&lt;i&gt;Os Dezesseis Mandamentos de Ifá.&lt;/i&gt;"&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Representação de um pênis - Símbolo da fecundidade da natureza,              entre alguns povos do Oriente.&lt;sup&gt;&lt;br /&gt;&lt;/sup&gt;Que tem apatia. Ausência de afetos e paixões; indiferença.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8515260348765746061-5218602719577472632?l=misteriosumbanda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/feeds/5218602719577472632/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2011/10/amizade-e-o-corte-de-exu-elegbara.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/5218602719577472632'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/5218602719577472632'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2011/10/amizade-e-o-corte-de-exu-elegbara.html' title='A Amizade e o corte de Exu elegbára'/><author><name>Francisco Allison Peixoto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16897482633341248553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8515260348765746061.post-6416480326945883695</id><published>2011-09-23T09:55:00.000-07:00</published><updated>2011-09-23T09:55:51.057-07:00</updated><title type='text'>IROKO</title><content type='html'>&lt;div class="posttitle"&gt;     &lt;h2&gt;&lt;a href="http://ocandomble.wordpress.com/os-orixas/iroko/" rel="bookmark" title="Link Permanente para Iroko"&gt;Iroko&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://ocandomble.files.wordpress.com/2008/08/iroko_peq.jpg"&gt;&lt;img alt="" class="alignnone size-full wp-image-360" height="448" src="http://ocandomble.files.wordpress.com/2008/08/iroko_c.jpg?w=344&amp;amp;h=448" width="344" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Dia da Semana&lt;/strong&gt;: Terça-feira.&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Cores&lt;/strong&gt;: Branco, Verde (ou Cinza) e Castanho&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Símbolo&lt;/strong&gt;: Lança, Grelha&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Domínios&lt;/strong&gt;: Tempo, Vida e Morte&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Saudação&lt;/strong&gt;: Iroko I Só! Eeró!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Iroko ou Tempo, como também é conhecido, é um  Orixá muito antigo. Iroko foi à primeira árvore plantada e pela qual  todos os restantes Orixás desceram à Terra. Iroko é a própria  representação da dimensão Tempo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Iroko, Iroco ou Roko (do iorubá Íròkò) é um orixá  cultuado no candomblé do Brasil pela nação Ketu e, como Loko, pela nação  Jeje. Corresponde ao Inquice Tempo na nação Angola ou Congo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Em todas as reuniões dos Orixás está sempre  presente Iroko, calado num canto, anotando todas as decisões que  implicam directamente na sua acção eterna. É um Orixá pouco conhecido  dos seres vivos ou mortos, nascidos ou por nascer. Toda a criação está  nos seus desígnios.&lt;br /&gt;É o Orixá Iroko, implacável e inexorável, que governa o Tempo e o  Espaço, que acompanha, e cobra, o cumprimento do Karma de cada um de  nós, determinando o início e o fim de tudo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Conhecido e respeitado na Mesopotâmia e Babilónia  como Enki, o Leão Alado, que acompanha todos os seres do nascimento ao  infinito; cultuado no Egipto como Anúbis, o deus Chacal que determina a  caminhada infinita dos seres desde o nascimento até atravessar o Vale da  Morte. Também venerado como Teotihacan entre os Incas e Viracocha entre  os Maias como o Senhor do Início e do Fim; também presente no Panteão  Grego e Romano, onde era conhecido e respeitado como Cronus, o Senhor do  Tempo e do Espaço, que abriga e conduz a todos inexoravelmente ao  caminho da Eternidade.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;É o Tempo também das mudanças climáticas, as  variações do tempo-clima. Guardião das florestas centenárias é o  colectivo das árvores grandiosas, guardião da ancestralidade.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Em África, a sua morada é a árvore iroko, Milicia  excelsa (antes classificada como Chlorophora excelsa), chamada “amoreira  africana” na África de língua portuguesa. É uma árvore majestosa,  encontrada da Serra Leoa à Tanzânia, que atinge 45 metros de altura e  até 2,7 metros de diâmetro.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;No Brasil, onde essa árvore não existe, diz-se que  Iroko habita a gameleira branca, Ficus gomelleira ou Ficus doliaria  (também chamada figueira-branca, guapoí, ibapoí, figueira-brava e  gameleira-branca-de-purga). Nos terreiros, costuma-se manter uma dessas  árvores como morada de Iroko, assinalada por um “ojá” (laço de pano  branco) ao seu redor.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Iroko representa a ancestralidade, os nossos  antepassados, pais, avós, bisavós, etc., representa também o seio da  natureza, a morada dos Orixás.&lt;br /&gt;Desrespeitar Iroko (a grande e suntuosa árvore) é o mesmo que  desrespeitar a sua dinastia, os seus avós, o seu sangue… Iroko  representa a história do Ylê (casa), assim como do seu povo…  protegendo-o sempre das tempestades.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Ao contrário da maioria dos orixás, este não  costuma “baixar” nas festas de santo, nem ser “feito” na cabeça dos  fiéis. É reverenciado por meio de oferendas à árvore que o representa.  Os animais a ele consagrados são a tartaruga e o papagaio.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Iroko é um Orixá pouco cultuado tanto no Brasil  como em Portugal, e os seus filhos também são muito raros. Os seus  filhos, no entanto, são sempre muito protegidos pelo seu Orixá.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;Características dos filhos de Iroko&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Os filhos de Iroko são tidos como eloquentes, ciumentos, camaradas, inteligentes, competentes, teimosos, turrões e generosos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Gostam de diversão: dançar e cozinhar; comer e beber bem.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Apaixonam-se com facilidade e gostam de liderar.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Dotados de senso de justiça, são amigos queridos,  mas também podem ser inimigos terríveis, no entanto, reconciliam-se  facilmente.&lt;/div&gt;Um defeito grande, é o facto de não conseguirem guardar segredos.&lt;br /&gt;DEIXE SEU COMENTÁRIO&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8515260348765746061-6416480326945883695?l=misteriosumbanda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/feeds/6416480326945883695/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2011/09/iroko.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/6416480326945883695'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/6416480326945883695'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2011/09/iroko.html' title='IROKO'/><author><name>Francisco Allison Peixoto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16897482633341248553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8515260348765746061.post-7157581678556866317</id><published>2011-09-12T18:39:00.001-07:00</published><updated>2011-09-12T18:39:31.514-07:00</updated><title type='text'>Eku no Culto dos Voduns - Jeje</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Eku no culto dos Voduns&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, é visto como um  Deus acompanhado sempre de um avun. Essa é uma das razões que, dentro  dos Templos de Voduns, a entrada desse animal é proibida. Porém, os  sacerdotes reservam uma área fora dos templos, onde esses animais são  criados para que sejam os guardiões das almas, impedindo-as de entrarem  nos Templos além de encaminhá-las.     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Vodunos, Bokonos,  Ahougans, Sofós, Vodunsis e outros, acreditam que Vodum Ewa sempre  espreita o temido Deus Eku para que esse nunca pegue ninguém  desprevenido, além de sempre tentar desviá-lo de seu &lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_CO23Lgg-jDY/Rx3kQoYbM7I/AAAAAAAAAA8/1qfxm_lT0Ok/s1600-h/iku.jpg"&gt;&lt;img align="left" alt="Jeje a morte" border="0" height="190" src="http://1.bp.blogspot.com/_CO23Lgg-jDY/Rx3kQoYbM7I/AAAAAAAAAA8/1qfxm_lT0Ok/s320/iku.jpg" title="Jeje a morte" width="209" /&gt;&lt;/a&gt;caminho.     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os  velhos Vodunos contam-nos várias histórias para justificar a proibição  de avuns em Templos Voduns. Vejamos algumas delas:     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 -  Um dia, Aveheketi estava pescando e enchendo um balaio com muitos uhui,  que levaria para sua aldeia, para saciar a fome dos seus. Daí, enquanto  ele estava distraído em sua pescaria, os avuns vieram e sem que ele os  visse, devoraram todos os uhui. Quando Aveheketi terminou sua pescaria e  voltou-se para o balaio, o encontrou vazio e ainda pode avistar os  avuns se afastando com seus uhui. Desse dia em diante, Aveheketi proibiu  a presença de avuns em seus domínios, ato esse que foi seguido por toda  a sua família que é a de Heviosso. Nos kwes de Jeje, principalmente  aqueles regidos por Heviosso ou mesmo Xangô, é proibido a presença de  avuns. Aveheketi diz que em Kwes que tem avuns, nenhum membro da família  Heviosso comparece.     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 - Um avun roubou o fogo de Dan,  de Dan Wedo, das divindades celestes ou do Grande-Espírito para trazê-lo  na ponta de sua husi, e por isso, os Voduns têm pavor de avuns.     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3  - A repulsa ao avun nos Templos dos Voduns, é a interdição implacável  sofrida por esse animal, pelos muçulmanos, povo que muito influenciou a  cultura africana. Eles fazem do avun, a imagem daquilo que a criação  comporta de mais vil. O avun, devorador de oku é um animal impuro. Por  essa razão também, acreditam que os deuses jamais entram em um Templo  onde se encontra um avun.     &lt;br /&gt;Não há, sem dúvida, mitologia alguma  que não tenha associado o avun à morte, aos infernos, ao mundo  subterrâneo, aos impérios invisíveis regidos pelas divindades ctonianas  ou selênicas.     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira função mítica do avun  universalmente atestada, é a de guia do homem na noite da iku, após ter  sido seu companheiro no dia da vida.     &lt;br /&gt;Vemos, em muitas culturas, o  avun emprestar seu rosto a todos os grandes guias de almas. Têm por  missão aprisionar ou destruir os inimigos da luz e guardar as Portas dos  locais sagrados, reino dos okus, país de gelo e de trevas.     &lt;br /&gt;Algumas tradições chegam a criar avuns especialmente destinados a acompanhar e a guiar os okus no Além.     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atribui-se  também ao avun como intercessor entre este mundo e o outro, atuando  como intermediário quando os vivos querem interrogar os okus e as  divindades subterrâneas do país dos okus.     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na África, o  avun possui a dom da clarividência e, além de sua familiaridade com iku e  com as forças invisíveis da noite, é considerado um grande feiticeiro.      &lt;br /&gt;É um costume africano, em seus banquetes funerários, oferecerem  aos avuns a parte que caberia ao oku, após ter pronunciado estas  palavras:     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A heaiye hesóa iwo ho hebo     &lt;br /&gt;Ébe ti eke oku sòa tiwo hoho ti bo"     &lt;br /&gt;"Quando vivias, eras tu mesmo quem comia.     &lt;br /&gt;Mas agora que estás morto, é tua alma que come!"     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também  na cultura africana, encontramos feiticeiros com trajes feitos de peles  curtidas de avun, o que mostra o poder divinatório outorgado a esse  animal.     &lt;br /&gt;Em Porto Novo, Maupoil, num de seus relatos, conta que  um de seus informantes, confiou-lhe o seguinte: a fim de reforçar o  poder de seu oráculo divinatório, ele o deixaria enterrado durante  alguns dias dentro da barriga de um avun que imolara especialmente com  essa finalidade.     &lt;br /&gt;Enfim, seu conhecimento do mundo do Além, bem  como do mundo em que vivem os seres humanos, faz do avun senhor e  conquistador do fogo, sempre ligado a iku, a clarividência, a feitiçaria  e as forças invisíveis.     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vocabulário e tradução:     &lt;br /&gt;Vodunos - sacerdotes     &lt;br /&gt;Bakonos - sacerdote de Fá     &lt;br /&gt;Ahougan - sacerdote feito de Vodum     &lt;br /&gt;Sofó - sacerdotisa feita de Vodum     &lt;br /&gt;vodunsis - feitos de Voduns (yao)     &lt;br /&gt;Avun - cão     &lt;br /&gt;Eku - Deus da Morte     &lt;br /&gt;Iku - morte     &lt;br /&gt;Husi - cauda     &lt;br /&gt;Uhui - peixe     &lt;br /&gt;Dan Wedo - Deus do arco-íris, arco-íris     &lt;br /&gt;Oku - cadáver, morto&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.kwecejaneji.org/"&gt;www.kwecejaneji.org&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8515260348765746061-7157581678556866317?l=misteriosumbanda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/feeds/7157581678556866317/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2011/09/eku-no-culto-dos-voduns-jeje.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/7157581678556866317'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/7157581678556866317'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2011/09/eku-no-culto-dos-voduns-jeje.html' title='Eku no Culto dos Voduns - Jeje'/><author><name>Francisco Allison Peixoto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16897482633341248553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_CO23Lgg-jDY/Rx3kQoYbM7I/AAAAAAAAAA8/1qfxm_lT0Ok/s72-c/iku.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8515260348765746061.post-1849377725899442596</id><published>2011-08-20T12:06:00.001-07:00</published><updated>2011-08-20T12:06:37.895-07:00</updated><title type='text'>Ogum</title><content type='html'>OGUM&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o Orixá Senhor das contendas, deus da guerra. Seu nome, traduzido para o português, significa luta, briga, batalha. É a divindade da metalurgia, do ferro, aço e outros metais fortes. Ogun é a força incontrolável e dominadora, do movimento, do choque. Patriarca dos exércitos, dono das armas. Ogum é o poder do sangue que corre nas veias. Orixá da manutenção da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como Exu, Ogum está presente no calor, na ira, no ódio, na cólera. Está&amp;nbsp; presente nas batalhas, brigas, empurrões, na vontade de exterminar. É um Orixá, uma força da Natureza que se faz presente nos momentos de impacto e nos momentos fortes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O encantamento de Ogun, aquilo que gera sua presença, se faz, como disse antes, nos momentos de impacto, tais&amp;nbsp; como o choque entre dois objetos de metal; uma colisão no ar, no mar e na terra; no estrondo de algo pesado&amp;nbsp; caindo ao chão. Seu encanto está na explosão, no derramamento do ferro fundido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia a dia vamos encontrar esta força denominada Ogun nos estaleiros, nas oficinas de lanternagem, nos ferreiros, nos quartéis, no disparo de uma arma, no ato de se afiar uma lâmina, no trabalho com um serrote, no choque do martelo fincando um prego na parede, no despertar de um relógio, num grito de raiva na dor aguda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A faca que penetra na carne, a bala que fura a carne, faz o encantamento da força da Natureza, Ogun. É o orixá do impacto, da detonação. O sangue que corre em nosso corpo é um fenômeno regido por Ogun. A vida mantida acesa num ser, é regida por Ogun, Orixá da defesa e da guerra, ele pode até evitar uma briga, mas gosta de lutar e é imbatível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ogun também é a viagem, a estada longe, os veículos. Ogun é a jornada, a empreitada, a luta do dia a dia.. É a estrada de ferro, o impacto do trem nos trilhos. Ele é o próprio trem... ele é o próprio trilho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando como um Orixá impiedoso e cruel, ele pode até passar essa imagem, mas sabe ser dócil e amável. No candomblé é o grande general, marechal e todas as lutas, o grande guardião, pai rígido e severo, mas apaixonado e compreensível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ogun é franqueza, a decisão, a convicção, a certeza, o fato consumado, as vias de fato. Ogun é o empilhamento de metais, a bateria que gera a energia, a pilha; é a própria energia, vibrante, incontrolável, devastador, Ogun é a vida em sua plenitude.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ogun também está presente nas construções, nas edificações, no cimento que vai unir tijolos e construir casas. Ogun é a muralha, o obstáculo difícil de ser vencido. É o amianto, o aço, o ferro, a bauxita, o manganês, o carvão mineral, a prata, o ouro maciço, o diamante em estado bruto.Ele é também a lapidação, o aparelho cirúrgico, o aparelho dentário, o próprio dente. É o ato de cortar, morder, devorar, sem piedade e com a negritude da fome. Ogun também é o zinco, o cobre, o alumínio, o parafuso, o prego, a mola, a viga, a estrutura, o concreto, a dureza, a firmeza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mitologia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ogun é filho de Iemanjá e irmão mais velho de Exu e Oxossi. Por este ultimo nutre um enorme sentimento, um amor de irmão verdadeiro e poderoso, capaz de matar e aniquilar quem puser em risco a tranqüilidade de seu mano Oxossi. Há quem&amp;nbsp; diga, até, que Ogun zela mais pelos filhos de Oxossi que pelos seus próprios, tal é o sentimento que ele tem pelo irmão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ogum era um caçador, tranqüilo, calmo, pacato. Bom filho, bom irmão, atencioso e trabalhador. Era ele quem provia sua casa e família, pois Exu gostava de viajar pelo mundo. Oxossi, ao contrario, era mais descansado e contemplativo. Como irmão mais velho, então Ogun cuidava da caça, dos concertos, etc. Mas, dentro de seu coração, existia um enorme desejo em “ganha o mundo”, como seu irmão Exu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num belo dia, ao voltar de uma exaustiva caçada, Ogun viu sua casa e família ameaçada por guerreiros de terras distantes. Ao ver a casa em chamas e seus entes queridos clamando por socorro, Ogun tomou-se de ira e, sozinho, cheio de ódio, arrasou com os agressores, não deixando um só de pé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daí por diante Ogun iniciou Oxossi na arte das caça; mostrou-lhe os caminhos e trilhas da floresta e lhe disse:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sempre que estiveres em perigo pense no seu irmão. Onde eu estiver voltarei para defendê-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aproximou-se de Iemanjá e se despediu:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mãe, preciso ir. Preciso vencer e conquistar. Está no meu sangue, essa é a minha vontade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desta forma, Ogun partiu e tornou-se o maior guerreiro do mundo. Mesmo sem exercito, vencia todos os exércitos, conquistando tudo aquilo que queria. Ogun&amp;nbsp; se tornou a vitória, a força da conquista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse Orixá, de temperamento explosivo e coração quente, é a força da Natureza talvez mas temida e respeita. Ogun é o gás, a explosão, a guerra, o choque de dois carros, o ferro retorcido, a luta entre os homens e os animais. Ogun é a valentia, a bravura, a coragem, a estocada, a largada, a chegada vitoriosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ogun também é o ciúme, o desabafo, a disputa. Senhor dos metais e incapaz de ser derrotado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O elemento de Ogun é a terra, e dependendo das qualidades , ou sejam sua fundamentação, carrega também os elementos água e ar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando você sentir seu pulso, seu coração batendo, tenha certeza, Ogun está presente. Quando sentir que seu sangue corre nas veias, pense com convicção. Ogun está presente. Enquanto sentir que existe vida dentro de si, saiba, Ogun a está mantendo e abençoado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dados&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dia: terça feira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data: 13 de junho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Metal: ferro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cor: Azul Marinho e Verde&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte dos corpo: mãos, sangue&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comida: feijoada e inhame&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arquétipos: impetuosos, autoritários, cautelosos, trabalhadores, desconfiado e um pouco egoísta&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Símbolos: espada, faca e facão&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8515260348765746061-1849377725899442596?l=misteriosumbanda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/feeds/1849377725899442596/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2011/08/ogum.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/1849377725899442596'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/1849377725899442596'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2011/08/ogum.html' title='Ogum'/><author><name>Francisco Allison Peixoto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16897482633341248553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8515260348765746061.post-7333798118410138230</id><published>2011-08-03T20:53:00.000-07:00</published><updated>2011-08-03T20:53:19.142-07:00</updated><title type='text'>Exu</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-large;"&gt;&lt;div align="CENTER"&gt;&lt;b&gt;EXÚ&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family: Arial; font-size: medium;"&gt;&lt;div align="CENTER"&gt; &lt;img border="0" height="425" src="http://dofonodelogum.sites.uol.com.br/imagensorixas/Exu.jpg" width="283" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #1752ff; font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;A palavra “Exu” significa, em ioruba, “esfera”, aquilo que é infinito, que não  tem começo nem fim. Exu é o principio de tudo, a força da criação, o nascimento,  o equilíbrio negativo do Universo, o que não quer dizer coisa ruim. Exu é a  célula mater da geração da vida, o que gera o infinito, infinita vezes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;É considerado o primeiro, o primogênito; responsável e grande mestre dos  caminhos; o que permite a passagem o inicio de tudo. Exu é a força&amp;nbsp; natural viva  que formenta o crescimento. É o primeiro passo em tudo. É o gerador do que  existe, do que existiu e do que ainda vai existir.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Exu está presente, mais que em tudo e todos, na concepção global da existência.  É a capacidade dinâmica de tudo que tem vida. Principalmente dos seres humanos  que carregam, em seu plexo, o elemento dinâmico denominado Exu.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;É&amp;nbsp; aquilo que no candomblé&amp;nbsp; chamamos de Bára, ou seja “no corpo”, preso a ele. É  o que nos dá capacidade de agir, andar, refletir, idealizar. Sem&amp;nbsp; o elemento  Bára, a vida sadia é impossível. Sem ele, o homem seria excepcional, retardado,  impossível de coordenar e determinar suas próprias atitudes e caminhos de vida..&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Realmente, Exu está presente em tudo. E damos como&amp;nbsp; exemplo inicial a concepção  da geração da vida. O membro ereto do macho tem a presença de Exu- aliás, em  terras da África, o membro rijo é o símbolo da vida, o símbolo de Exu - ; a  penetração na fêmea, tema a regência de Exu; a ejaculação é coordenada por Exu;  o percurso do espermatozóide dentro da fêmea, é regido por Exu; também na  fecundação do óvulo&amp;nbsp; Exu está presente. E quando a primeira célula da vida esta  formada, a presença de Exu se faz necessária. Já na multiplicação da célula, a  regência passa por Oxum, que vai reger o feto até o nascimento.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Exu também está presente no calor, no fogo, na quentura. Presente se faz nos  lugares poucos arejados, nos lugares onde existem multidões, nos ambientes  fechados e cheios.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Exu está na alteração do ânimo, na discussão, na divergência, no nervosismo.  Está presente no medo, no pavor, na falta de controle do ser humano. Também está  perto na gargalhada, no riso farto, na alegria incontida. Para nós brasileiros,  amantes do futebol, Exu está presente no grito de “gol”, que soltamos de forma  feliz e nervosa. É o desprendimento do nervosismo contido no peito.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Exu é a velocidade, a rapidez do deslocamento. É a bagunça generalizada e o  silêncio completo. Diz-se que Exu é a contradição. É o sim e o não; o ser e o  não ser. Exu é a confusão de idéias que temos. É a invenção,&amp;nbsp; descoberta. Exu é&amp;nbsp;  o namoro, é o desejo, é o sentimento de paixão desenfreadas e é também o  desprezo. Exu é a voz, o grito, a comunicação. É a indignação e a resignação. É  a confusão dos conceitos ba´sico. Aquele que ludibria, engana, e confunde; mas  também ajuda, dá caminhos, soluciona. É aquele que traz dor e a felicidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Para se ter uma noção do comportamento e da regência paradoxal de Exu, cito um  de seus Orikis (versos sarados), que diz;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;“ Exu matou um pássaro  ontem, com a pedra que jogou hoje”&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&amp;nbsp;Assim, pode-se ter uma idéia exata de quem Exu é, como é, e como rege as coisas.  Ele esta presente em tudo..... em nada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Exu esta presente no consumo de substâncias tóxicas, no álcool, na droga, no  fumo. Ele&amp;nbsp; é&amp;nbsp; o sólido, o liquido e o gasoso. Está nas conversas de esquinas, de  bares, de restaurantes, de praças. Está na aceitação ou&amp;nbsp; recusa de qualquer  coisa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Está presente também nas refeições, pois ele é quem rege o ato de mastigar e  engolir. A gula é atributo de Exu. Está no coito, no prazer sexual, na preguiça;  mas também está presente na disposição, na energia, sem querer com isso carregar  peso, pois Exu não gosta de carregar peso. Outro Oriki fala claramente sobre  esta sua particularidade:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;“ Xonxô obé, odara kolori  erú”&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&amp;nbsp;&lt;i&gt;&lt;b&gt;“ A lâmina (sobre a cabeça) é afiada; ele não tem cabeça para carregar  fardos”&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Exu é tudo isso e mais. Fogo é o seu elemento, mas a Terra e o Ar são bem  conhecidos de Exu. É a&amp;nbsp; presença constante!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Mitologia&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Exu é filho de Iemanjá e irmão de Ogun e Oxossi. Dos três é o mais agitado, capcioso, inteligente, inventivo,  preguiçoso e alegre.É aquele que inventa historias, cria casos e o que tentou  violar a própria mãe.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Numa de suas muitas histórias, podemos entender exatamente suas capacidade  inventiva, sua conduta maquiavélica e sua maneira pratica de resolver seus  assuntos e saciar seus desejos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Conta-se que dois grandes amigos tinham, cada um deles,um pedaço de terra,  dividido por uma cerca. Diariamente os dois iam trabalhar, capinando e revirando  a terra, para&amp;nbsp; plantio.Exu, interessado nas terras, fez a proposta para  adquiri-las, o que foi negado pelos agricultores. Aborrecido, mas determinado a  possuir aqueles dois terrenos, Exu procurou agir. Colocou na cerca um boné. De  um lado branco, de outro vermelho. Naquela manhã, os amigos lavradores chegaram  cedo para trabalhar a terra e viram o boné na cerca. Um deles via o lado branco  e outro o lado vermelho.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Em dado momento, um dos amigos pergunto: -&amp;nbsp; “O que este boné branco faz em minha  cerca?” Ao que o outro retrucou: - “Branco? Mas, o boné é vermelho!”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;- Não, não, amigo. O boné é branco, como algodão!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;- Não, não é mesmo! É vermelho como o sangue!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;- Não sei como você pode ver vermelho, se é branco, está louco?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;- Não, o louco é você, que vê branco, se a coisa é vermelha!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Bem, daí desencadeou-se a maior discussão, até chegarem à luta corporal. E com  as mesmas ferramentas de trabalho, mataram-se.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Exu, que de longe assistiu a tudo, esperando o desfecho já imaginado por ele,  aproximou-se e assumiu a posse das terras, não sem antes fazer um comentário,  bem ao seu estilo:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;- Mas que gentes confusas, que não consegue solucionar problemas tão simples!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Esse é o tipo de Exu!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Não quero passar a impressão de que se trata de uma coisa ruim, má, mas Exu é&amp;nbsp;  nosso próprio interior, é a nossa intimidade, o nosso poder de ser bom ou mau,  de acordo, com nossa própria vontade. Exu é o ponto mais obscuro do ser humano e  é, ao mesmo tempo, aquilo que existe de mais óbvio e claro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Assim é Exu, Senhor dos caminhos, pai da verdade e da mentira. O Deus da  contradição, do calor, das estradas, do princípio ativo de vida. O mestre de  tudo... e nada!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Dados&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="color: #1752ff;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Dia:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt; &lt;/span&gt;Segunda Feira&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #1752ff; font-size: medium;"&gt;Data:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; Não existe especificamente,  pois todos os dias são de Exu.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #1752ff; font-size: medium;"&gt;Metal:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; Não tem, sua matéria é a  terra, pois nasceu da terra em forma de pênis.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #1752ff; font-size: medium;"&gt;Cor:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; Preto e Vermelho&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #1752ff; font-size: medium;"&gt;Partes do Corpo:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; Sensações de sede  e de fome, cavidade do Ori (cabeça), cavidade do útero, atividade sexual (não da  atividade procriadora, da fecundação, pois ele é o resultado, o descendente),  placenta fecundada, os pés (bola dos pés), uma parte do fígado (a outra é de  Oya).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #1752ff; font-size: medium;"&gt;Comida:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; Sangue de bode, galos,  galinhas, farofa de azeite de dendê, carnes mal passadas, pimenta e bebidas  alcoólicas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="color: #1752ff;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Arquétipos&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  magros, altos, sorridentes, extrovertidos demais, alegres, ambiciosos, com fé na  vida, esperançosos para melhorar, positivo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="color: #1752ff; font-size: medium;"&gt;&lt;b&gt;Símbolos:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; Ogo (bastão cheio de  tranças de palha numa ponta com cabaças dependuradas, nas quais ele traz suas  bebidas. O Ogo é todo enfeitado de búzios).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8515260348765746061-7333798118410138230?l=misteriosumbanda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/feeds/7333798118410138230/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2011/08/exu.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/7333798118410138230'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/7333798118410138230'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2011/08/exu.html' title='Exu'/><author><name>Francisco Allison Peixoto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16897482633341248553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8515260348765746061.post-3130603726426743229</id><published>2011-07-28T17:44:00.000-07:00</published><updated>2011-07-28T17:44:20.268-07:00</updated><title type='text'>Oxalá</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-large;"&gt; &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;OXALÁ&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt; &lt;div align="left"&gt; &lt;span style="font-family: Arial; font-size: medium;"&gt;&lt;img border="0" height="425" src="http://dofonodelogum.sites.uol.com.br/imagensorixas/oxala.jpg" width="283" /&gt;&lt;img border="0" height="425" src="http://dofonodelogum.sites.uol.com.br/imagensorixas/oxaguian.jpg" width="283" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;    &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Se  Exu é o começo de tudo, Oxalá é o fim. Se Exu&amp;nbsp; é o principio da vida, Oxalá é o  principio da morte. Equilíbrio positivo do Universo, é o pai da brancura, da  paz, da união, da fraternidade entre&amp;nbsp; os povos da Terra e do Cosmo. Pai dos  Orixás, é considerado o fim pacífico de todos os seres. Orixá&amp;nbsp; da ventura, da  compreensão, da&amp;nbsp; amizade, do entendimento, do fim da confusão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;O  branco, nos cultos Afro-Brasileiros, é a cor principal. É, entretanto, o luto, a  cor de Oxalá, pois Oxalá é aquele Orixá que vai determinar o fim da vida, o fim  da estrada do ser humano. Daí sua cor ser considerada a cor do luto, nos Cultos.  Oxalá é ofim da vida, é o momento de partir em paz, com a certeza do dever  cumprido.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Embora não gostemos dela, nem que a queiramos com certeza, a morte é uma  conseqüência da própria vida. Exu inicia, Oxalá termina. É assim nas rodas de  Candomblé, no xirês, quando louvamos todos Orixás. Começamos por Exu, terminamos  com Oxalá.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;A  religião, então, encara o fator morte com a mesma naturalidade com que encara os  demais assuntos, pois ele faz parte da Natureza e sabemos que tudo tem um  inicio, um meio e um fim. Também o Culto vai encarar esta evidência com lógica e  vai determinar uma regência, ou melhor, inúmeras regências, para essa força  chamada Oxalá.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;A  morte é descanso final, e se é o descanso final é a paz. Oxalá&amp;nbsp; é o Orixá da  paz. Ele é o pai da brancura, cor do luto no Candomblé. Portanto ele é o pai a  morte, ou melhor dizendo, é o principio do fim da vida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Mas  Oxalá&amp;nbsp; também tem outras atribuições na Natureza. É ele que vai proporcionar a  paz entre os homens; é ele que vai trazer o entendimento, a compreensão, o  sossego, a fraternidade, não somente entre os homens, mas também em sua relação  com outras forças da natureza, pois é comum nas Casas de Santo oferecemos  comidas e flores, para que Oxalá&amp;nbsp; venha apaziguar uma situação de conflito, uma  determinada cabeça. É ele que servirá de mediador para que haja uma solução, uma  definição.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Oxalá, portanto, está presente nos momentos em que a calma é estabelecida. Rege  a tranqüilidade, o silêncio, a paz do ambiente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Oxalá é o equilíbrio das coisas, mantendo-as suavemente estabilizado e em  posição de espera ou definição, de acordo com o caso, de acordo com a situação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;É,  portanto, a organização final, da maneira mais pacífica possível.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Mitologia&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Oxalá era marido de Nanã, Senhora do Portal da vida e da morte. Senhora da  fronteira de uma dimensão (a nossa) para outras.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Por  determinação da própria Nanã, somente os seres femininos tinham o acesso ao  Portal, não permitindo a aproximação dela de seres do sexo masculino, sob  hipótese alguma. Esta determinação servia para todos, inclusive para o próprio  Oxalá.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;E  assim foi, durante muito tempo. Porém, Oxalá&amp;nbsp; não se conformava em não poder  conhecer o Portal, não só por ser marido de Nanã, como por sua própria  importância no panteão dos Orixás.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Assim, pensou, até que encontrou a melhor forma de burlar as determinações de  sua esposa. Não fugindo de sua cor branca, vestiu-se de mulher, colocou o Adê  (coroa) com os “chorões”, no rosto, próprio das Iabás (mulheres) e aproximou-se  do Portal, satisfazendo, enfim, sua curiosidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Foi  pego, porém, por Nanã, exatamente no momento em que via o outro lado da  dimensão. Nanã aproximou-se e determinou:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;-Já  que tu, meu marido, vestiste-te de mulher para desvendar um segredo importante,  vou compartilhá-lo contigo. Terás, então, a incumbência de ser o principio do  fim, aquele que tocará o cajado três vezes ao solo para determinar o fim de um  ser. Porém, jamais conseguiras te desfazer das vestes femininas e, daqui para  frente, terá todas as oferendas fêmeas!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;E  Oxalá, conhecido por Olufan, passou a comer não mais como demais santos Aborós  (homens), mas sim cabras e galinhas como as Iabás. E jamais se defez das vestes  de mulher. Em compensação, transformou-se no Senhor do principio da morte e  conheceu todo o seu segredo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Oxalá, portanto, é o fim. Não o fim trágico, mas pacífico, de tudo que existe no  mundo. E por isso merece todo o carinho que lhe damos. Por isso, é o nosso  salvador, nosso conselheiro, aquele que vem nos momentos de angustia para trazer  algo que esse mundo precisa demasiadamente: Paz.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&amp;nbsp;Mitologia de  Oxaguian&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&amp;nbsp;Oxalá, rei de Ejigbô, vivia em guerra.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Ele  tinha muitos nomes, uns o chamavam de Elemoxó, outros de Ajagunã, ou ainda  Aquinjolê, filho de Oguiriniã.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Gostava de guerrear e comer.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Gostava muito de uma mesa farta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Comia caracóis, canjica, pombos brancos, mas gostava mais de inhame amassado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Jamais se sentava estavam sempre atrasados, pois eram muito demorado preparar o  inhame.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Elejigbô, o rei do Ejigbô, estava assim sempre faminto, sempre castigando as  cozinheiras, sempre chegando tarde para fazer a guerra.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Oxalá&amp;nbsp; então consultou os babalaôs, fez suas oferendas a Exu e trouxe para a  humanidade uma nova invenção.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;O  rei de Ejigbô inventou o pilão e com&amp;nbsp; o pilão ficou mais fácil preparar o inhame  e Elejigbô pode ser fartar e fazer todas as suas guerras.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Tão  famoso ficou o rei por seu apetite pelo inhame que todos agora o chamam de  “Orixá Comedor de Inhame Pilado”, o mesmo que Oxaguian na língua do lugar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Dados&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;i&gt; &lt;b&gt;&lt;span style="color: #1752ff; font-size: medium;"&gt;Oxalufan&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="color: #1752ff; font-size: medium;"&gt;&lt;b&gt;Dia:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; sexta feira&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="color: #1752ff; font-size: medium;"&gt;&lt;b&gt;Data:&lt;/b&gt; &lt;/span&gt;15 de janeiro;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="color: #1752ff; font-size: medium;"&gt;&lt;b&gt;Metal: &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;prata, ouro branco, chumbo e  níquel;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="color: #1752ff; font-size: medium;"&gt;&lt;b&gt;Cor:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; branco leitoso;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="color: #1752ff; font-size: medium;"&gt;&lt;b&gt;Partes do corpo:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; parte genital  masculina, rins, sêmen, os 16 dentes do maxilar inferior (cauris) que pertencem  a Oxalá.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="color: #1752ff; font-size: medium;"&gt;&lt;b&gt;Comida:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; ebô, acaçá, o ibi (caracol)  e o inhame.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="color: #1752ff; font-size: medium;"&gt;&lt;b&gt;Arquétipo:&lt;/b&gt; &lt;/span&gt;calmos, mas capazes de  liderar, bondosos e tolerantes;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="color: #1752ff; font-size: medium;"&gt;&lt;b&gt;Símbolos:&lt;/b&gt; &lt;/span&gt;apaasoró (cajado)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;b&gt; &lt;i&gt;&lt;span style="color: #1752ff; font-size: medium;"&gt;Oxaguian&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="color: #1752ff; font-size: medium;"&gt;&lt;b&gt;Dia:&lt;/b&gt; &lt;/span&gt;sexta feira;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="color: #1752ff; font-size: medium;"&gt;&lt;b&gt;Data:&lt;/b&gt; &lt;/span&gt;15 de janeiro;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="color: #1752ff; font-size: medium;"&gt;&lt;b&gt;Metal&lt;/b&gt;:&lt;/span&gt; todos os metais brancos;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="color: #1752ff; font-size: medium;"&gt;&lt;b&gt;Cor:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; branco e leitoso;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="color: #1752ff; font-size: medium;"&gt;&lt;b&gt;Comida:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; inhame pilado;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="color: #1752ff; font-size: medium;"&gt;&lt;b&gt;Arquétipo:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; altos e robustos, porte  majestoso, olhar ao mesmo tempo altivo e travesso, elegante e amigo das  mulheres, alegre, gosta profundamente da vida, revela-se muitas vezes irônicos,  malicioso, prolixo, brincalhão, idealista e defensor dos injustiçados, intuitivo  quanto ao futuro. Seu pensamento original antecipa o de sua época, espírito  brilhante, facilidade de argumentação. Se rico é generoso e até pródigo. Embora  guerreiro não é agressivo, nem brutal.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;fonte: http://dofonodelogum.sites.uol.com.br/oxala.html&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8515260348765746061-3130603726426743229?l=misteriosumbanda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/feeds/3130603726426743229/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2011/07/oxala.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/3130603726426743229'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/3130603726426743229'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2011/07/oxala.html' title='Oxalá'/><author><name>Francisco Allison Peixoto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16897482633341248553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8515260348765746061.post-1495852911083291126</id><published>2011-06-17T21:18:00.001-07:00</published><updated>2011-06-17T21:18:23.710-07:00</updated><title type='text'>Jurema sagrada</title><content type='html'>Jurema sagrada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jurema sagrada como tradição "mágica" religiosa, ainda é um assunto pouco estudado. É&lt;br /&gt;uma tradição nordestina que se iniciou com o uso desta planta pelos indígenas da região norte e nordeste do Brasil, mas que, atualmente possui influências as mais variadas, e que vão desde a feitiçaria européia até a pajelança, xamanismo indígena, passando pelas religiões africanas, pelo catolicismo popular, e até mesmo pelo esoterismo moderno, psicoterapia psicodélica e pelo cristianismo esotérico. No contexto do sincretismo brasileiro afro-ameríndio, a presença ou não da jurema como elemento sagrado do culto vem estabelecer a diferença principal entre as práticas de umbanda e do catimbó.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A planta&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de bastante conhecida no Nordeste do Brasil ainda não há um consenso sobre qual a classificação exata da planta popularmente conhecida por Jurema. A Jurema (Acacia Jurema mart.) é uma das muitas espécies das quais a Acácia é o gênero. Várias espécies de Acácia nativas do nordeste brasileiro recebem o nome popular de Jurema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As Acácias sempre foram consideradas plantas sagradas por diferentes povos e culturas de todo o mundo; Os Egípcios e Hebreus veneravam a "Acacia nilotica" (Sant, Shittim, Senneh), os Hindus a "Acacia suma" (Sami), os Árabes a "Acacia arabica" (Al-uzzah), os Incas e outros povos indígenas da América do sul veneravam a "Acacia cebil"(vilca, Huillca, Cebil), os nativos do Orinoco a "Acacia niopo" (Yopo) e os índios do nordeste brasileiro tinham na "Acacia jurema" (Jurema, Jerema, Calumbi) a sua árvore sagrada, a sua Acacia, ao redor da qual desenvolveu-se essa tradição hoje conhecida como "Jurema sagrada".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Culto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O culto da Jurema está para a Paraíba, assim como o de Iroko está para a Bahia. Esta arvore tipicamente Nordestina, era venerada pelos índios potiguares e tabajaras, da Paraíba, muitos séculos antes da descoberta Brasil. Em Pernambuco, existe um município cujo nome é Jurema devido a grande quantidade destas árvores que ali se encontra. A jurema (mimosa hostilis), depois de crescida, é uma frondosa árvore que vive mais de 200 anos. Todas as partes dessa árvore são aproveitadas: a raiz, a casca, as folhas e as sementes, utilizadas em banhos de limpeza, infusões, ungüentos, bebidas e para outros fins ritualísticos. Os devotos iniciados nos rituais do culto são chamados de “Juremeiros”. Foi na cidade de Alhandra, município a poucos quilômetros de João Pessoa, que esse culto, na forma do Catimbó alcançou fama. A Jurema já era cultuada na antiguidade por pelo menos dois grandes grupos indígenas, o dos tupis e o dos cariris também chamados de tapuias. Os tupis se dividiam em tabajaras e potiguares, que eram inimigos entre si. Na época da fundação da Paraíba, os tabajaras formavam um grupo de aproximadamente cinco mil índios. Eles ocupavam o litoral e fundaram as aldeias Alhandra e a de Taquara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Origens&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A jurema sagrada é remanescente da tradição religiosa dos índios que habitavam o litoral da Paraiba, Rio Grande do Norte e no Sertão de Penambuco e dos seus pajés, grandes conhecedores dos mistérios do além, plantas e dos animais. Depois da chegada dos africanos no Brasil, quando estes fugiam dos engenhos onde estavam escravizados, encontravam abrigo nas aldeias indígenas, e através desse contato, os africanos trocavam o que tinham de conhecimento religioso em comum com os índios. Por isso até hoje, os grandes mestres juremeiros conhecidos, são sempre mestiços com sangue índio e negro. Os africanos contribuíram com o seu conhecimento sobre o culto dos mortos egun e das divindades da natureza os orixás voduns e inkices. Os índios, estes contribuíram com o conhecimento de invocações dos espíritos de antigos pajés e dos trabalhos realizados com os encantados das matas e dos rios. Daí a jurema se compor de duas grandes linhas de trabalho: a linha dos mestres de jurema e a linha dos encantados.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8515260348765746061-1495852911083291126?l=misteriosumbanda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/feeds/1495852911083291126/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2011/06/jurema-sagrada.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/1495852911083291126'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/1495852911083291126'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2011/06/jurema-sagrada.html' title='Jurema sagrada'/><author><name>Francisco Allison Peixoto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16897482633341248553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8515260348765746061.post-7094701049389812877</id><published>2011-06-01T19:55:00.000-07:00</published><updated>2011-06-01T19:57:13.334-07:00</updated><title type='text'>Rede Social www.ismeon.com</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-fNXYv1SspwM/Teb79xcx3YI/AAAAAAAAAbM/oIzsoeaqGRc/s1600/aa.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="249" src="http://1.bp.blogspot.com/-fNXYv1SspwM/Teb79xcx3YI/AAAAAAAAAbM/oIzsoeaqGRc/s320/aa.png" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saravá á todos leitores do meu blog! Gostaria que todos irmãos se cadastrassem na minha nova rede social www.ismeon.com. Bom construi junto com meu sócio esse site, ele e novo e estou pedindo que todos se cadastrem e participe do grupo "umbanda" e do meu blog la http://www.ismeon.com/umbanda/. O ismeon e uma Rede Social onde os usuários podem postar fotos, bater papo com os amigos, griar blog, criar grupos, paquerar, baixar músicas e logo lgo terá muito mais, também gostaria de falar que conto com todos vocês e continuarei a postar aqui nesse blog.&lt;br /&gt;Saravá á todos e um grande Asé ooo&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8515260348765746061-7094701049389812877?l=misteriosumbanda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/feeds/7094701049389812877/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2011/06/rede-social-wwwismeoncom.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/7094701049389812877'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/7094701049389812877'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2011/06/rede-social-wwwismeoncom.html' title='Rede Social www.ismeon.com'/><author><name>Francisco Allison Peixoto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16897482633341248553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-fNXYv1SspwM/Teb79xcx3YI/AAAAAAAAAbM/oIzsoeaqGRc/s72-c/aa.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8515260348765746061.post-2882365703054709339</id><published>2011-05-17T21:23:00.001-07:00</published><updated>2011-05-17T21:23:42.383-07:00</updated><title type='text'>Yewá</title><content type='html'>Yewá&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;África&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Yewa ou Ewá, Orixá do rio Yewa, que fica na antiga tribo Egbado (atual cidade de Yewa) no estado de Ogun na Nigéria. Orixá identificada no jogo do merindilogun pelo odu obeogunda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Verger conta que na Nigéria, Abimbola publicou um itan Ifá (história de Ifa), falando "que de certa feita estando Iyewa à beira do rio, com um igba (gamela) cheio de roupa para lavar, avistou de longe um homem que vinha correndo em sua direção. Era Ifá que vinha esbaforido fugindo de Iku (a morte). Pedindo seu auxílio, Iyewa despejou toda roupa no chão, que se encontrava no igba, emborcou-o em cima de Ifa e sentou-se. Daí a pouco chega a morte perguntando se não viu passar por ali um homem e dava a descrição. Iyewa respondeu que viu, mas que ele havia descido rio abaixo e a morte seguiu no seu encalço. Ao desaparecer, Ifa saiu debaixo do igba e levou Iyewá para casa, a fim de torná-la sua mulher."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Brasil&lt;br /&gt;Ewá - escultura de Carybé em madeira, em exposição no Museu Afro-Brasileiro, Salvador, Bahia, Brasil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ewá, Euá, Iyewa, Orixá feminino, é a divindade do rio e da lagoa Iyewà na Nigéria. Uma das iabás, considerada ora irmã de Iansã, ora esposa de Oxumarê. Seu nome significa maezinha do carater.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Verger em suas pesquisas diz: "Na Bahia é cultuada somente em três casas antigas, devido à complexidade de seu ritual. As gerações mais novas não captaram conhecimentos necessários para a realização do seu ritual, daí se ver, constantemente, alguém dizer que fez uma obrigação para Iyewa , quando na realidade o que foi feito é o que se faz normalmente para Oxum ou Oyá." Em 1981, houve uma saída de Iyewá no Ilê Axé Opô Afonjá, após mais de 30 anos da iniciação da anterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As cores de seus colares (fio-de-contas) são o vermelho e azul(tranparentes). Usa como insígnias a âncora e a espada, ofá que utiliza na guerra ou na caça, brajás de búzios, roupa enfeitada com iko (palha da costa) tingida. Gosta de pato, também de pombos, odeia galinhas. Há um vodun daomeano com o mesmo nome, cultuado em São Luís do Maranhão. Saudação – "Riró!".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Arquétipo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É raro encontrar uma filha de Yewá. Els são valentes e guerreiras, muito belas e conquistadoras. Sabem o que querem e vão até o fim. São prestativas e se preservam quanto a moral e educação, ou expor seus sentimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * Lendas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O seu grande ewó (coisa proibida) é a galinha. Corre a lenda entre as casas antigas da Bahia que cultuam Iyewa, que certa vez indo para o rio lavar roupa, ao acabar, estendeu-a para secar. Nesse espaço veio a galinha e ciscou, com os pés, toda sujeira que se encontrava no local, para cima da roupa lavada, tendo Iyewa que tornar a lavar tudo de novo. Enraivecida, amaldiçoou a galinha, dizendo que daquele dia em diante haveria de ficar com os pés espalmados e que nem ela nem seus filhos haveriam de comê-la, daí, durante os rituais de Iyewa, galinha não passar nem pela porta. Verger encontrou esse ewó na África e uma lenda idêntica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conta-se que Iyewá era uma linda virgem que se entregou a Xangô, despertando o ciúme e a ira de Iansã. Para fugir da senhora dos ventos e tempestades, se escondeu nas florestas com Oxóssi, tornando-se uma guerreira e caçadora.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8515260348765746061-2882365703054709339?l=misteriosumbanda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/feeds/2882365703054709339/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2011/05/yewa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/2882365703054709339'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/2882365703054709339'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2011/05/yewa.html' title='Yewá'/><author><name>Francisco Allison Peixoto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16897482633341248553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8515260348765746061.post-360165548215717581</id><published>2011-05-06T09:24:00.001-07:00</published><updated>2011-05-06T09:26:14.534-07:00</updated><title type='text'>Candomblé não é Umbanda</title><content type='html'>&lt;blockquote&gt;&lt;br /&gt;Elucidar de uma forma definitiva a diferença entre Candomblé e Umbanda, é  um dos meus grandes objetivos com esta obra, pois a frase mais comum  que ouvimos como candomblecista, após uma explanação mesmo que resumida é  que: eu achava que tudo era a mesma "coisa". O que primeiro respondo  quando me perguntam sobre a diferença entre Candomblé e Umbanda, é que:  não há semelhança, esta eu considero a melhor resposta, pois é o fato,  não há a menor semelhança. A começar pelas origens, o Candomblé é uma  religião africana que existe desde os tempos mais remotos daquele  continente, que é o berço da terra, de forma que se funde sua origem com  os primeiros contatos de pessoas que lá chegaram, existem citações na  teologia africana que Odudúwa era Nimrod, o conquistador caldeu primo de  Abraão e neto de Caim, que foi designado por Olodumarè para levar a  remissão e a palavra de Olurún (Deus) aos filhos de Caim que,  amaldiçoados, viviam na África. Este fato data de 1850 A.C., sendo que  Caim pode ter vivido entre 2100 a 2300 A.C. - Oranian , neto de Odudúwa ,  viveu em 1500 e seu filho Xangô por volta de 1400. As coincidências  existentes nos rituais africanos, como a Kaballah hebraica, são imensas,  e vem provar a tese da estreita ligação entre Abraão, pai dos semitas, e  Odudúwa, (Nimrod) pai dos africanos. Isso pode ser constatado no  relacionamento existente entre o símbolo de um elemental africano  chamado Dan a serpente, e uma das 12 tribos de Israel, cujo nome é Dan, e  seu símbolo, a serpente telúrica. Citação que faremos adiante na  Teologia Yorubana que fala da criação da terra. De uma forma básica, no  Candomblé não existem "incorporações" de espíritos, pois os orixás, de  quem sentimos força e vibrações, são energias puras da natureza, que não  passaram pela vida, ou seja não são "entidades", mas elementais puros  da natureza, criados por Olorún. No Candomblé a consulta é feita através  da leitura esotérico/divinatória do jogo de búzios (no Brasil), forma  de leitura exclusiva do povo candomblecista, que trataremos em capítulo  próprio, e o tratamento para cada caso, é feito com elementos da  natureza, oriundos dos reinos vegetal, animal e mineral, através e ebós,  oferendas, Orôs (rezas) e rituais africanos. A Umbanda por sua vez, sem  qualquer demérito a quem a pratica, pois se levada de uma forma séria e  consciente tem seu mérito, valor e aplicação, é uma religião  brasileira, que advém do sincretismo católico-feitichista, necessário em  uma época de grande repressão das religiões africanas, em que era  proibido o culto dos orixás na sua forma de origem, e esta adaptação se  fez necessária, a partir desta premissa, a Umbanda começou tomar corpo,  com algum conhecimento de alguns africanos no trato com seus ancestrais,  que era comum a "incorporação" de algum ente falecido, por um elégún  (aquele que é montado por) por motivos familiares. É muito comum nos  dias de hoje, Ilês que praticam Candomblé e Umbanda, porém em dias,  horários e formas diferenciados, mas é uma atitude não compactuada, bem  como a utilização do sincretismo com os santos católicos, pelas  tradicionais Casas de Candomblé cujas raízes foram plantadas no Nordeste  do país, mais precisamente em Pernambuco e na Bahia. A Umbanda por sua  vez, a consulta é feita através de um médium "incorporado" , e os  "trabalhos" pelo espírito ali incorporado com seus elementos rituais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a class="subtitle" href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=8515260348765746061&amp;amp;postID=360165548215717581"&gt;A verdade a qualquer custo - Doa a quem doer&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Umbanda é deste século, e utiliza os orixás do Candomblé, sob outra  forma e outro aspecto, em especial, vou me ater a figura de Exú. Na sua  qualidade de ser ambivalente, positivo e negativo, bem e mal, de uma  forma definitiva, esta situação de bem e mal, também está associado à  todos os seres humanos, e nem por isso, somos o diabo, ninguém é  totalmente bom, 24 horas por dia, 360 dias por ano, a sua vinda inteira;  o inverso também é verdadeiro, convivemos com o bem e o mal, porém Exú,  na sua condição, só fará alguma coisa, se e somente se, for mandado,  portanto quem faz o mal na realidade é quem pede, e que pela própria lei  da natureza, pagará, pois segundo a lei mais certa que existe, a lei do  retorno - "Toda ação gera uma reação, com a mesma intensidade, em  sentido contrário", quer dizer, tudo que vai, volta, a experiência nos  comprova isto, e geralmente, da forma que mais dói, no bolso ou na saúde  (tarda mas não falha); isso posto, em quem está a maldade? Sem  mandante, ela simplesmente não existiria, e, mais uma vez EXÚ PAGA O  PATO. Em mais de vinte anos de pesquisa, e não foi pouca, as maiores e  melhores obras, dos maiores e melhores autores, sobre religiões  africanas, sejam brasileiros, ingleses, franceses, africanos,  babalorixás, antropólogos, babalaôs, nunca li nada que se referisse à  exú mulher, ao contrário, sua forma é fálica (forma de pênis), sempre no  sentido de elemento fecundador, fertilizador e nunca elemento  fecundado, nunca houve qualquer simbolismo ou ligação com uma "vagina",  em sua ambivalência, assume situações duplas, mas nunca, macho e fêmea.  Tudo se inicia, com a palavra bombogira, que é o nome dado à Exú macho  por excelência na nação de Angola, uma corruptela desta palavra,  utilizada somente pela Umbanda, gerou a expressão "pombogira", como  forma de um exú mulher, em cuja manifestação, a pessoa, seja homem  (homem?) ou mulher, assume uma atitude sensual, atrevida e em alguns  lugares, sob esta manifestação, a prática do ato sexual em si; é muito  comum, se a mulher tem vontade, libido forte ou até mesmo por  necessidade (a prostituição), é porque uma pombagira está "encostada", o  que seria uma situação normal, natural; A POMBA GIRA PAGA O PATO.  Qualquer incorporação, deste gênero, que se fale com as pessoas, beba ou  fume em público, não é Candomblé, é umbanda; a única manifestação  "semelhante" no Candomblé, é a figura do Erè, que, assim como o orixá, é  um elemental da natureza, com uma conduta infantilizada, e que nunca  passou pela vida, portanto não é um egun (espírito de morto), tem função  específica, uma delas, se comunicar pelo orixá, justamente pelo fato de  que ele não fala, que nos referimos como "estado de erê", tal pessoa  está com, ou de, erê. A incorporação, eu imagino, vem de necessidade do  ser humano (que é incrédulo por natureza), de crer e confiar, para crer,  tem que "ver" algo, no caso o espírito manifestado, falar com ele,  ouvir coisas que confirmem ser real ( o que muitas vezes acontece), e  para confiar, o consultor não poderá se "lembrar" do que ouviu, como  confidência, ou segredo, pois em várias situações, estão envolvidos,  conversas e pedidos escusos, se utilizando assim da "inconsciência"  relatada nas religiões africanas, a qual também a coloco, em outro  capítulo da forma como a vejo e sinto. Falo muita propriedade e  experiência, pela vivência de muitos anos no meio, o objetivo não é em  momento algum, desmascarar quem quer que seja, muito menos denegrir,  desmerecer ou tirar o valor da Umbanda, pelo contrário, bem praticada e  bem conduzida, tem enorme valor e função social na comunidade, quer  seja: na solução de problemas de saúde, família, trabalho, amor...  Existe forte vibração de uma energia, no ato da "incorporação", variando  muito de pessoa para pessoa, em muitos casos, com real valor e força,  porém, a inconsciência total ... o único objetivo é a realidade, que é  benéfica para todos nós, a medida em que nada temos que esconder.&lt;/blockquote&gt;http://translenza.com.br/orixa/lnk_topicos.php?id=15&lt;br /&gt;Comente esse Post&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8515260348765746061-360165548215717581?l=misteriosumbanda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/feeds/360165548215717581/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2011/05/candomble-nao-e-umbanda.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/360165548215717581'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/360165548215717581'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2011/05/candomble-nao-e-umbanda.html' title='Candomblé não é Umbanda'/><author><name>Francisco Allison Peixoto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16897482633341248553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8515260348765746061.post-284019442379138778</id><published>2011-05-06T09:22:00.001-07:00</published><updated>2011-05-06T09:22:10.834-07:00</updated><title type='text'>Atabaque</title><content type='html'>A história do atabaque&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em  nossas giras de Umbanda, é muito comum se ter presente o ataba­que, um  instrumento lendário e de origem afro. Esse instrumento dá ritmo e axé  aos cultos, possibilitando uma melhor incorporação e dando maior energia  aos trabalhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O atabaque é um instrumento Sagrado,  Consagrado e Firmado por Ori­­xás e Guias e tem uma força pode­rosa, que  em uma gira faz toda a di­ferença. Para aprendermos um pouco mais sobre  o atabaque e seus funda­mentos trago algumas informações interessantes  sobre o mesmo, relacio­nado aos cultos afro religiosos, dentre eles,  Umbanda e Candomblé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a Wikipédia, “O Atabaque de  Origem Africana, hoje muito utili­zado nos cultos aos orixás, de&amp;nbsp;  reli­giõ­es também de origem afro, “E na verdade o caminho e a ligação  en­tre o homem e seus orixás, os to­ques são o código de acesso e a  chave para o mundo espiritual “( Romário Itararé há 35 anos toca  atabaques e instru­mentos de percussão)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há três tipos de  atabaque:&amp;nbsp; Rum, Rum­pi e o Lê. O Rum é o atabaque maior, o Rumpi seria o  segundo ataba­que maior, tendo como importância responder ao atabaque  Rum, e o Lê seria o terceiro atabaque onde fica o Ogã que está iniciando  ou aprendiz que acompanha o Rumpi. O Rum também é usado para dobrar ou  repicar o toque para que não fique um toque repetitivo. Importante saber  que cada atabaque tem suas obrigações a serem feitas, pois o atabaque  praticamente repre­senta um Orixá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem vários tipos de  toques, Angola que se toca com mão e Ketu que se toca com a varinha. Na  Angola existem vários tipos de toques, onde cada toque é destinado a um  Orixá, por exemplo, Congo de Ouro, Angolão que seria desti­nado a  Oxossi, Ygexá que seria destinado a Oxum, etc. O mesmo acontece com  Ketu, que se toca com varinha de goiabeira ou bambu, chamada aguidani.O  couro também mere­ce cuidados, como passar dendê e deixar no sol para  que ele, o couro, fique mais esticado e possa produzir um som melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um  Ogã seria como um Tatá da Casa e na maioria das vezes seu conhecimento é  quase superior a um Zelador de Santo. Para ser um Ogã não basta saber  tocar, e sim, saber o fundamento da Casa, sali­entando que saber o canto  na hora certa, é de gran­de importância para um Terrei­ro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem  também outros tipos de componentes que se usam junto com os ataba­ques,  como por exemplo, o agogô, chocalho, triângulo, pandeiro, etc. Existe  também o Abatá, que seria um tambor, com os dois lados com couro, que se  usa muito no Rio Grande do Sul e na nação Tambor de Mina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os tambores começaram a apa­recer nas escavações arqueológicas do período neolítico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O  tambor mais antigo foi en­contrado em uma escavação de 6.000 anos A.C.  Os primeiros tambores provavelmente consistiam em um pedaço de tronco de  árvore oco. Es­tes troncos eram cobertos nas bor­das com peles de  alguns répteis, e eram percutidos com as mãos, depois foram usadas peles  mais resistentes e apareceram as primeiras baquetas. O tambor com duas  peles veio mais tarde, assim como a variedade de tamanho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De  origem africana, o atabaque é usado em quase todos os rituais  afro-brasileiros, típico do Candomblé e da Umbanda e de outros estilos  relacio­nados e influenciados pela tradição africana. De uso tradicional  na música ritual e religiosa são empregados para evocar os Orixás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;Texto de: &lt;strong&gt;Marcos Vinicius Caraccio&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;Umbanda Carismática&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;a href="http://www.umbandacarismatica.org.br/"&gt;http://www.umbandacarismatica.org.br &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;      &lt;span class="article_separator"&gt;Comente esse poste.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8515260348765746061-284019442379138778?l=misteriosumbanda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/feeds/284019442379138778/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2011/05/atabaque.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/284019442379138778'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/284019442379138778'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2011/05/atabaque.html' title='Atabaque'/><author><name>Francisco Allison Peixoto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16897482633341248553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8515260348765746061.post-4415767775410094671</id><published>2011-04-28T13:33:00.000-07:00</published><updated>2011-04-28T13:33:26.638-07:00</updated><title type='text'>CAMBONO</title><content type='html'>É o médium que participa nas giras de assistências como auxiliar dos Guias em terra, podendo ser designado na hora dos trabalhos, pelo Primeiro Cambono, pela Ialorixá ou pela Iabá.&amp;nbsp; O cambono é a viga mestre do trabalho, sua energia é fundamental na sustentação vibracional da casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda que muitas vezes eles passem despercebidos aos consulentes e assistência durante um trabalho, são os cambonos os grandes responsáveis pelo bom andamento de um trabalho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele não incorpora seus mentores, durante o atendimento da Assistência. Não pode comentar, nem contar a outras pessoas o diálogo do Guia com os Assistidos. Cambonos sãos médiuns preparados&amp;nbsp; ao trabalho de auxiliar e servir os mentores e guias durante os trabalhos e também preparados para a doutrinação de espíritos menos esclarecidos, são treinados para terem uma concentração excepcional para o auxilio na firmeza do ritual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele tem como responsabilidade cuidar dos apetrechos do Guia, buscando garantir a organização dos objetos e a conservação e limpeza do ambiente (uso de cinzeiros, copos, etc) bem como guardando nos lugares corretos os objetos emprestados pela Casa Espiritual (pemba, prancheta, etc). Outra responsabilidade sua é a anotação, bem legível, e correta das orientações do Guia, bem como do material que for solicitado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cambonos não são empregados de nenhum médium ,ou entidade e nem pode virar empregado particular de ninguém. Todos que tem essa função deverão ajudar a todas as entidades, não escolhendo por afinidades (gostar mais ou menos de uma entidade ou médium).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele avisa ao Fiscal, que controla a entrada da assistência, quando o Guia estiver pronto para atender a Assistência. Deve permanecer no local que foi designado, auxiliando o Guia ou a corrente, sempre vibrando em harmonia para o sucesso dos trabalhos e cantando os Pontos solicitados e adequados para cada momento específico, de acordo com a necessidade. Comunica também ao Fiscal, quando houver necessidade da Assistência ser atendida por outro Guia da corrente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para uma boa organização das atividades do Centro, ele deve anotar os trabalhos deixados no Centro com o nome do médium e Guia, assim como a data de retirada dos mesmos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É ele também que limpa os pontos riscados, sempre após obter a autorização do Guia, pedindo licença, e com muito respeito. Compete ao Cambono também, auxiliar a Entidade comunicante, caso o assistido encontre dificuldades de compreensão na mensagem transmitida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, o Cambono é o grande ajudante anônimo do Centro. É ele quem tem todas as obrigações modestas do Centro e é um grande trabalhador anônimo. Lembrando que o Cambono, ainda não é um iniciado, nem sempre tendo condições de responder a todas as dúvidas e necessidades da assistência, assim também como ocorre com alguns médiuns desenvolvidos. Ele é um mensageiro, um interlocutor, que facilita o bom andamento dos trabalhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maioria dos médiuns, quando adentram o chão do terreiro, tornando-se filho da casa, iniciam sua trajetória cambonando durante os trabalhos e giras. É nessa fase que começa a interação do “novo” filho aos cultos , religiosidade e responsabilidade, que aos poucos vão tornando-se mais perseverantes e firmes nos propósitos de missão que a cada um é necessário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada caso é&amp;nbsp; peculiar de cada um, visto que como todos nós temos a missão de trabalhar em caridade pelo próximo, cada um a sua forma e ao seu tempo. Motivo este pelo qual não temos como ditar uma regra para todos que adentram a Umbanda Sagrada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem casos que quando a pessoa procura o templo ou terreiro buscando auxílio, percebe-se que esta pessoa “esta madura” no sentido de desenvolvimento mediúnico e logo quando passa por consulta com a Entidade Chefe, percebe-se que começa o processo de incorporação de imediato. Em contrapartida, existe pessoas que tornam-se filhos da casa, batizam, vestem o branco e trabalham ativamente no terreiro cambonando, levando algum tempo para tornar-se um médium desenvolvido. Isto se dá pelo motivo de fórum íntimo de cada pessoa. Cada um tem a necessidade de trabalho e auxílio em suas funções com a espiritualidade, conforme ele mesmo escolheu, ou conforme sua necessidade de estudo, entendimento e integração com a espiritualidade em questão. A ansiedade é um fator que pode atrapalhar significadamente o desenvolvimento mediúnico, por isso é bom sempre lembrar-mos&amp;nbsp; que a mediunidade não é mérito para ninguém e sim provação ao qual devemos corresponder com trabalho humilde e resignado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É importante a conscientização do Cambono em aproveitar todas as oportunidades de reflexão e crescimento, pois acompanhando diversos atendimentos, e sempre pensando naquilo que também lhe diz respeito, obterá muitas reflexões produtivas ao seu crescimento espiritual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cambono, assim como todos os médiuns, deve estar sempre disponível e de bom humor, para receber as pessoas carinhosamente, que vão ao Centro em busca de caridade. Ele é um cartão de visitas, e deve buscar sempre exercer a caridade, com humildade. Sabendo aproveitar, o Cambono é uma das funções que oferece as maiores e melhores possibilidades de crescimento espiritual.&lt;br /&gt;Postagem retirada do site http://www.tendadeumbanda.com.br/&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8515260348765746061-4415767775410094671?l=misteriosumbanda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/feeds/4415767775410094671/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2011/04/cambono.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/4415767775410094671'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/4415767775410094671'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2011/04/cambono.html' title='CAMBONO'/><author><name>Francisco Allison Peixoto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16897482633341248553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8515260348765746061.post-8009415486425338553</id><published>2011-04-20T21:16:00.000-07:00</published><updated>2011-04-20T21:16:26.605-07:00</updated><title type='text'>Ogum na Umbanda</title><content type='html'>Ogum na Umbanda&lt;br /&gt;Ogum Megê&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ogum é um orixá cultuado nas religiões de Umbanda e Candomblé, correspondendo a São Jorge, na Igreja Católica no sincretismo religioso. Seu dia é o 23 de abril.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Características&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logum ou Ologum (olo = senhor, Gum = guerra, ou seja, o senhor da guerra ou guerreiro) é uma divindade da cultura Iorubá, região onde localiza-se hoje a Nigéria. Nos domínios de Obéocutá, seu culto era essencialmente agrário, como ainda o é, é a divindade do ferro, quem produz as ferramentas necessárias ao cultivo. Nesta Região, poucos são os que dominam a arte de funndir e moldar o ferro de forma manual. Por isso, todos que dominam esta técnica são protegidos de Ogum. Na Africa, a organização teológica funciona difrente à forma como se desenvolve a religiosidade afro no Brasil. Lá, as pessoas acreditam que a divindade Iorubá é um ancestral comum aos moradores da tribo, cidade, ou etnia. No caso, grande parte das pessoas que praticam as religiões "tradicionais" da região de Obéocutá, acreditam que Ogum seria seu ancestral divinizado. Quanto ao mito, ogum é lembrado como conquistador e caçador, a quem sempre defendeu os seus e sempre proveu de alimentos sua tribo. Contudo, no Brasil seu mito muda de aspecto, devido a lógica da escravidão, os africanos acabam por exaltar outros aspectos desta divindade, de forma a contamplar seus anseios, buscando se livrar dos castigos dos seus Senhores, passavam então a privilegiar o aspecto guerreiro e violênto da divindade. Ogum é o guerreiro, general destemido e estratégico, é aquele que veio para ser o vencedor das grandes batalhas, o desbravador que busca a evolução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Defensor dos desamparados, segundo a lenda, Ogum andava pelo mundo comprando a causa dos indefesos, sempre muito justo e benevolente. Ele era o ferreiro dos orixás, senhor das armas e dono das estradas. Irreverente, pois é um orixá valente, traz na espada tudo o que busca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o protetor dos policiais, ferreiros, escultores, caminhoneiros e todos os guerreiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * Santo correspondente na Igreja Católica: São Jorge no Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul. Santo António de Pádua na Bahia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * Cores predominantes de ogum nas guias: Azul marinho no Candomblé. Vermelho na Umbanda, sendo que na Umbanda do Rio Grande do Sul muitos terreiros utilizam o verde, vermelho e branco. Entretanto as cores são determinadas pelo guia e conforme o reino em que trabalham e para qual Orixá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Umbanda há diversos falangeiros seus como Ogum Beira-Mar, Ogum Marinho, Ogum 7 Ondas, Ogum 7 Cachoeiras, Ogum Megê, Ogum Timbiri, Ogum Yara, Ogum Dilê, Ogum Matinata, Ogum Rompe Mato, Ogum 7 Espadas, Ogum de Malê das Matas, Ogum 7 Escudos, Ogum 7 Lanças entre outros.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8515260348765746061-8009415486425338553?l=misteriosumbanda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/feeds/8009415486425338553/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2011/04/ogum-na-umbanda.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/8009415486425338553'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/8009415486425338553'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2011/04/ogum-na-umbanda.html' title='Ogum na Umbanda'/><author><name>Francisco Allison Peixoto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16897482633341248553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8515260348765746061.post-4964614336557928269</id><published>2011-04-06T22:47:00.001-07:00</published><updated>2011-04-06T22:47:39.791-07:00</updated><title type='text'>A ORIGEM DO HINO DA UMBANDA,</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Hino da Umbanda:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Hino da Umbanda foi composto à 42  anos, na década de 60, por um cego, que em busca de sua cura foi  procurar ajuda do Caboclo das Sete Encruzilhadas.Não conseguindo por ser  sua cegueira kármica, fez o hino da Umbanda para mostrar que poderia  ver o mundo e nossa religião de outra maneira. Embora não tenha  conseguido sua cura, ficou apaixonado pela religião..&lt;br /&gt;As iniciais de  seu nome J. M. Alves, e segundo consta já desencarnou e infelizmente não  existem registros sobre seu nome completo.&lt;br /&gt;Apresentou o hino ao caboclo das sete encruzilhadas que gostou tanto que resolveu apresentá-lo como Hino da Umbanda.&lt;br /&gt;Em  1961, no 2º Congresso de Umbanda, presidido pelo Sr. Henrique Landi, o  hino foi oficialmente adotado como oficial da nossa amada Umbanda.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tirar os sapatos:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os escravos, mesmo os que serviam de  criados na Casa Grande, ainda que fossem uniformizados, não podiam usar  sapatos. Os pés descalços eram um símbolo de usa condição “inferior”.Os  negros quando libertos, assim que podiam compravam um par de sapatos,  uma demonstração (dentro dos valores da sociedade branca) de sua nova  condição.Entretanto, quando entravam em seus espaços sagrados, seus  templos, pequenas Áfricas, deixavam aquele símbolo (os sapatos) na  entrada. Afinal, estavam em solo africano (pequena África), ali os  valores da sociedade branca nada significavam.É claro que tem também a  ver com respeito ao solo sagrado, acredito, mas essa outra perspectiva é  muito interessante.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;Acender Velas:&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A vela acesa dentro do terreiro tem o  objetivo de movimentar ou colocar em ação a “energia ígnea”, tal qual o  charuto aceso, o alguidar com álcool, o carvão… &lt;br /&gt;A Umbanda, na sua  essência e por ser mágica, trabalha com os elementos da natureza: –  água, ar, terra, fogo, mineral, vegetal e mineral.&lt;br /&gt;A energia ígnea  além de transmutar é também um condutor energético. Esta energia é  fundamental ao equilíbrio mental no campo da razão. A absorção dela é  vital para que alcancemos um ponto de equilíbrio em todos os sentidos da  Vida. Assim como cada substância tem seu ponto de equilíbrio, medido em  graus Celsius ou Fahrenheit, nós também temos esse ponto. e dependendo  da absorção dessa energia ígnea, tanto podemos acelerar quanto paralisar  nosso racional, deixando de usar a razão e recorrer à emoção ou aos  instintos. O uso religioso das velas justifica-se porque quando as  acendemos, elas tanto consomem energias do prana quanto o energizam, e  seus halos luminosos interpenetram as sete dimensões básicas da vida,  enviando a elas suas irradiações ígneas e conseqüentemente nossos  pedidos feitos.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8515260348765746061-4964614336557928269?l=misteriosumbanda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/feeds/4964614336557928269/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2011/04/origem-do-hino-da-umbanda.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/4964614336557928269'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/4964614336557928269'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2011/04/origem-do-hino-da-umbanda.html' title='A ORIGEM DO HINO DA UMBANDA,'/><author><name>Francisco Allison Peixoto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16897482633341248553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8515260348765746061.post-5573453823234999516</id><published>2011-04-06T22:45:00.000-07:00</published><updated>2011-04-06T22:45:25.227-07:00</updated><title type='text'>O ATO DE BATER CABEÇA,</title><content type='html'>Através de algumas pesquisas, observamos diversos materiais que muito  ajudou a entender&amp;nbsp; aspectos e curiosidades da nossa querida Umbanda.  Incentivamos a postarem informações e/ou curiosidades que sejam para o  nosso crescimento.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O ato de bater cabeça:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O ato de bater cabeça, talvez seja a parte da ritualística umbandista  cuja simbologia esteja no inconsciente coletivo da humanidade desde o  princípio dos tempos.&lt;br /&gt;O ato de levar a cabeça ao solo é encontrado,  praticamente, em todas as religiões e foi trazido para alguns protocolos  do mundano tendo em vista que em muitas sociedades os seus soberanos  eram tidos como representantes terrenos da divindade.&lt;br /&gt;Seu significado pode ser interpretado como (reconhecimento) da  submissão do ser humano diante da onipotência da deidade, muitas vezes  representada através de fenômenos da Natureza, Ou seja, a aceitação de  nossas limitações diante daquilo que não podemos controlar. Trata-se,  portanto, de um sinal de respeito e de entrega.&lt;br /&gt;Também pode ser  entendido como representação de humildade, bem como uma forma de  agradecimento (exemplo: a Mãe-Terra que, através de seus mistérios, nos  dá tudo o que nos sustenta e mantém).&lt;br /&gt;Pode-se, então, dizer que na  Umbanda bater cabeça significa respeito pela deidade, orixás, guias e  entidades que são representadas tanto pelo conga ou congar, como por  pontos de força ou energia (a tronqueira e os atabaques), e ainda nas  figuras dos sacerdotes e sacerdotisas ou mais velhos na religião.&lt;br /&gt;A ritualística pode variar de terreiro para terreiro, função de doutrina e fundamentos próprios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;"Quem não pode com a mandinga não carrega patuá":&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mandinga&lt;/strong&gt; = Povo de uma tribo na costa africana onde hoje é a Etiópia&lt;br /&gt;Existe uma ligeira confusão de que a palavra Mandinga trata-se de  feitiço, o porquê desta confusão, é em virtude da seguinte e celebre  frase: “quem não pode com Mandinga Não carrega Patuá”.&lt;br /&gt;Então vamos lá, no tempo da escravidão uma variedade de escravos de  etnias diferentes foram trazidos ao nosso continente entre eles “Os  mandingas”, quem eram negros do continente Africano no lado oriental da  África.&lt;br /&gt;Estes negros tinham como religião a mulçumana, que se baseia no  alcorão, eram instruídos e sabiam ler e escrever na língua arábica e  cumpriam a risca os mandamentos do alcorão: rezar virado para Meca seis  vezes ao dia e etc.… Também eram submissos aos seus patrões, pois  entediam que deveriam cumprir o destino a eles destinado por Alá… assim  ganhavam a confiança dos feitores das fazendas e tinham mais liberdades  que os outros escravos e era sempre galgado ao posto de Capitão do mato,  posto este que lhe davam o direito de caçar negros fujões.&lt;br /&gt;Estes “Mandingas” carregam uma pequena bolsa de pano pendurado ao pescoço que davam o nome de “&lt;strong&gt;Patuá&lt;/strong&gt;”,  e dentro dessa pequena bolsa havia uma página do alcorão, para que o  mesmo pudesse fazer a oração diária… os negros observam que quando fugia  um “Mandinga” e era encontrado por um capitão do mato também “Mandinga”  nada acontecia com o mesmo. Então esses negros passaram a fazer um  pequeno saco igual aos dos mandingas e carregarem ao pescoço e quando  fugiam imaginavam eles que nada lhes aconteceria, mas ledo engano… um  mandinga quando encontrava outro abria o saco retirava a folha do  Alcorão e lia o texto. Os outros negros não sabiam ler e colocava dentro  do patuá uma folha de papel qualquer, o Mandinga se revoltava e irado  com o ocorrido não contava tempo matava o negro Fujão… daí advém a  celebre frase acima “&lt;strong&gt;quem não pode com mandinga não carrega patuá&lt;/strong&gt;”&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Tocar o chão e os nove planos:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Acreditavam os nagôs que existiam nove espaços (planos) no além.  Entre os quatro superiores e os quatro inferiores, havia um plano  intermediário que se localizava (exatamente) no espaço ocupado por nosso  planeta; esse seria o plano astral terrestre. Era através desse espaço  que chegavam a Terra os Orixás e ancestrais vindos dos vários outros  planos.&lt;br /&gt;Surgiam, pois, para os nagôs, os orixás e ancestrais de dentro da  Terra. Assim, quando desejam chamar os orixás, os nagôs tocavam três  vezes os solos (após o nome de o orixá ser pronunciado).&lt;br /&gt;O solo diante dos tambores também era tocado (antes ou depois de  tocarem com os dedos o próprio atabaque), afinal, quem chamava (através  do som) os orixás eram os tambores.&lt;br /&gt;O solo era sempre tocado três vezes; o três representa na cultura nagô &lt;strong&gt;ação&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;movimento&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;expansão&lt;/strong&gt;… Tocar o solo três vezes era o gestual que significava o “&lt;strong&gt;assim seja&lt;/strong&gt;”, o cumpra-se. Então quando, por exemplo, o nome de Ogum pronunciado, todos tocavam três vezes o solo; “&lt;strong&gt;assim seja&lt;/strong&gt;”, “&lt;strong&gt;que Ogum venha até nós&lt;/strong&gt;”…&lt;br /&gt;No Brasil, os africanos, para consagrar o solo, para transformar o  terreiro em uma pequena África, enterravam relíquias trazidas (da  África), transformando (ritualmente) o solo brasileiro em solo africano (&lt;strong&gt;”chão” dos seus orixás&lt;/strong&gt;).&lt;br /&gt;&lt;h3 style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8515260348765746061-5573453823234999516?l=misteriosumbanda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/feeds/5573453823234999516/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2011/04/o-ato-de-bater-cabeca.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/5573453823234999516'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/5573453823234999516'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2011/04/o-ato-de-bater-cabeca.html' title='O ATO DE BATER CABEÇA,'/><author><name>Francisco Allison Peixoto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16897482633341248553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8515260348765746061.post-1284002658599641163</id><published>2011-04-06T11:33:00.001-07:00</published><updated>2011-04-06T11:40:11.482-07:00</updated><title type='text'>Caboclos e Baianos.</title><content type='html'>Os caboclos e caboclas, na Umbanda e no Candomblé de Caboclo, são representantes do mundo natural e dos espíritos. O termo “caboclos” pode derivar do tupi kara'ïwa, "homem branco", e oka, "casa", do tupi caa-boc, "o que vem da floresta" ou de kari’boca, "filho do homem branco". Originalmente se referia ao índio escravizado ou catequizado ou ao mestiço de branco e indígena, em oposição aos silvícolas resistentes à assimilação e cristianização, chamados pejorativamente de "bugres" ou "tapuias".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Umbanda, parece passar por um eufemismo respeitoso, dadas as conotações negativas do termo "índio" no século XIX, quando se formou o Candomblé de Caboclo, ou mesmo início do século XX, quando a Umbanda, influenciada por esse culto (e também pelo Catimbó, pelo Candomblé, pelo espiritismo kardecista e por outras correntes esotéricas), foi oficialmente inaugurada, em 15 de novembro de 1908, com a manifestação do Caboclo das Sete Encruzilhadas no bairro de Neves, em Niterói (RJ), através do médium Zélio Fernandino de Moraes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os caboclos mais tradicionais são os "caboclos índios" ou "caboclos de penas". Outras figuras populares do folclore nacional foram gradualmente acrescentadas a essa categoria, que hoje inclui boiadeiros, ciganos, marinheiros e baianos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na concepção mais difundida, sistematizada por Matta e Silva nos anos 50, os caboclos e caboclas se organizam em falanges subordinadas a cinco dos orixás: Oxalá, Ogum, Xangô, Oxóssi e Iemanjá. Os três primeiros reúnem apenas caboclos, Iemanjá apenas caboclas e Oxóssi, caboclos de ambos os sexos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Caboclos de penas &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O caboclo tradicional é valente, selvagem antes de tudo, destemido, intrépido, ameaçador, sério e muito competente nas artes das curas. Enquanto o preto-velho consola e sugere, o caboclo ordena e determina. O preto-velho acalma, o caboclo arrebata. O preto-velho contempla, reflete, assente, recolhe-se na imobilidade de sua velhice e de seu passado escravo; o caboclo mexe-se, intriga, canta e dança como o guerreiro livre que um dia foi. Os caboclos fumam charuto e os preto-velhos, cachimbo; todas as entidades da umbanda fumam — a fumaça e seu uso ritual marcam a herança indígena da umbanda, aliança constitutiva com o passado do solo brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Produto do sincretismo da pajelança indígena com os ritos afro-brasileiros, os caboclos resultam da associação dos orixás, voduns e inquices com figuras ameríndias, ligadas às florestas e às matas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os caboclos e caboclas geralmente são representados como indígenas muito idealizados. Freqüentemente usam cocares vistosos, calças e saiotes e raramente se assemelham aos verdadeiros indígenas brasileiros. São moldados pelos bons selvagens do imaginário nacional, tal como concebidos por José de Alencar e outros autores da literatura romântica indigenista do século XIX, e mesmo pela imagem dos índios de filmes estadunidenses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seus nomes ligam–se aos seus domínios e supostas origens étnicas, às vezes associado ao nome do orixá ao qual supostamente estão subordinados e do qual, muitas vezes, são uma simples transposição para o imaginário da Umbanda. Alguns deles têm nomes de personagens indígenas da história, do folclore e da literatura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os do sexo masculino mais conhecidos, contam-se: Araponga, Araribóia, Águia-Branca, Águia-da-Mata, Aimoré, Araribóia, Araúna, Arranca-Toco, Arruda, Beira-Mar, Boiadeiro, Caçador, Caramuru, Carijó, Catumbi, Cipó, Cobra-Coral , Coração da Mata, Corisco, Flecha-Dourada, Flecha-Ligeira, Flecheiro, do Fogo, Gira Mundo, Girassol, Guaraci, Guarani, Humaitá, Inca, do Vento, Jibóia, João da Mata, Junco Verde, Juremeiro, Laçador, Laje Grande, Lírio Verde, Lua, Mata Virgem, Ogum Beira-Mar, Ogum Iara, Ogum da Lei, Ogum da Lua, Ogum Malê, Ogum das Matas, Ogum Matinada, Ogum Megê, Ogum dos Rios, Ogum Rompe-Mato, Olho de Lobo, do Oriente, Oxóssi da Mata, Pajé, Pantera Negra, Pedra-Branca, Pele-Vermelha, Pena Azul, Pena-Branca, Pena-Dourada, Pena-Preta, Pena-Roxa, Pena-Verde, Pena-Vermelha, Peri, Quebra-Demanda, Rei-da-Mata, Rompe-Folha, Rompe-Mato, Roxo, Samambaia, Serra Negra, Sete-Cachoeiras, Sete-Cobras, Sete-Demandas, Sete-Encruzilhadas, Sete-Estrelas, Sete-Flechas, Sete-Folhas-Verdes, Sete-Montanhas, Sete-Pedreiras, Sol, Sultão da Mata, Tibiriçá, Tira-Teima, Treme-Terra, Tupã, Tupi, Tupi-Guarani, Tupinambá, Tupiniquim, Ubirajara, Ubirajara Flecheiro, Ubiratã, Urubatão, Vence Tudo, Ventania, Vigia das Matas, Vira Mundo, Xangô Agodô, Xangô Cao, Xangô da Mata, Xangô Pedra-Branca, Xangô Pedra-Preta, Xangô Sete-Cachoeiras, Xangô Sete-Montanhas e Xangô Sete-Pedreiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do sexo feminino, são nomes mais conhecidos: Araci, Estrela-do-mar, Caboclinha da Mata, Caçadora, Diana da Mata, Guaraciara, Iansã, Iara, Indaiá, Iracema Flecheira, Jacira, Jandira Flecheira, Jarina, Jupira, Jurema, Jurema da Mata, Jurema do Mar, Jurema do Rio, Jurema Flecheira, Juremeira, Juçara, Cabocla do Mar, Cabocla da Mata, Nanã Burucum e Oxum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O boiadeiro é um caboclo que em vida foi um valente do Sertão e está ligado com a imagem do peão boiadeiro - habilidoso, valente e de muita força física. Vem sempre gritando e agitando os braços como se possuisse na mão, um laço para laçar um novilho. Sua dança simboliza o peão sobre o cavalo a andar nas pastagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veste-se como o sertanejo, com roupas e chapéu de couro, e cumpre um papel ritual muito semelhante aos caboclos índios que se cobrem de vistosos cocares. Igualmente são bons curadores. Fazem o "descarrego" com chicotes, laços e berrantes. Gostam de "meladinha", cachaça com mel de abelha, mas também bebem vinho. Fumam cigarro, cigarro de palha e charutos. Seus pratos preferido são carne de boi com feijão tropeiro, abóbora e farofa de torresmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto os "caboclos de penas" são quase sempre sisudos e de poucas palavras, é possível encontrar alguns boiadeiros sorridentes e conversadores. De voz grave, é difícil entender o que falam. Supõe-se que os boiadeiros trazem lições do tempo onde o respeito aos mais velhos, a natureza, a família e aos animais falavam mais alto. Representam a liberdade e a determinação do homem do campo, em contraste com a humildade dos pretos-velhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando o médium é mulher, o boiadeiro pede para que seja colocado um pano colorido, bem apertado, para disfarçar os seios. Estes panos acabam, por vezes, como um identificador da entidade, pela sua cor ou composição de cores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os nomes mais conhecidos incluem-se Boiadeiro Sete-Luas, Caboclo Jundiara, Caboclo Jubiara, Caboclo Sete Laços, Caboclo Laço de Ouro, Caboclo Lajedo Grande, Navizala, Boiadeiro da Jurema, Boiadeiro do Lajedo, Boiadeiro do Rio Carreiro, Boiadeiro do Ingá, Boiadeiro Navizala, Boiadeiro de Imbaúba, João Boiadeiro, Boiadeiro Chapéu de Couro, Boiadeiro Juremá, Zé Mineiro, Zé do Laço, Boiadeiro do Chapadão e Boiadeiro das Sete Campinas, Alfredo Mineiro e João Carreiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixe seu comentário, dúvidas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8515260348765746061-1284002658599641163?l=misteriosumbanda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/feeds/1284002658599641163/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2011/04/caboclos-e-baianos.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/1284002658599641163'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/1284002658599641163'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2011/04/caboclos-e-baianos.html' title='Caboclos e Baianos.'/><author><name>Francisco Allison Peixoto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16897482633341248553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8515260348765746061.post-8146095428894338946</id><published>2011-03-23T23:08:00.001-07:00</published><updated>2011-03-23T23:08:56.703-07:00</updated><title type='text'>Orixá</title><content type='html'>Na mitologia yoruba, orixás yoruba Òrìsà; em espanhol Oricha; em inglês Orisha) são divindades ou semideuses criados pelo deus supremo Olorun. Os orixás são guardiões dos elementos da natureza e representam todos os seus domínios no aye (a realidade física em que os humanos estão inseridos segundo a tradição iorubá). Também existem orixás intermediários entre os homens e o panteão africano que não são considerados deuses, são considerados "ancestrais divinizados após à morte". Os orixás são cultuados no Brasil, Cuba, República Dominicana, Porto Rico, Jamaica, Guiana, Trinidad e Tobago, Estados Unidos, México e Venezuela e hoje na Europa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na mitologia, há menção de 600 orixás primários, divididos em duas classes, os 400 dos Irun Imole e os 200 Igbá Imole, sendo os primeiros do Orun ("céu") e os segundos da Aiye ("Terra").&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estão divididos em orixás da classe dos Irun Imole, e dos Ebora da classe dos Igbá Imole, e destes surgem os orixás Funfun (brancos, que vestem branco, como Oxalá e Orunmilá), e os orixás Dudu (pretos, que vestem outras cores, como Obaluayê e Xangô).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * Exu, orixá guardião dos templos, encruzilhadas, passagens, casas, cidades e das pessoas, mensageiro divino dos oráculos.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * Ogum, orixá do ferro, guerra, fogo, e tecnologia, deus da sobrevivência.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * Oxóssi, orixá da caça e da fartura.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * Logunedé, orixá jovem da caça e da pesca.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * Xangô, orixá do fogo e trovão, protetor da justiça.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * Ayrà, usa branco, tem profundas ligações com Oxalá e com Xangô.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * Obaluaiyê, orixá das doenças epidérmicas e pragas, orixá da cura.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * Oxumaré, orixá da chuva e do arco-íris, o Dono das Cobras, Deus da transformação.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * Ossaim, orixá das Folhas sagradas, conhece o segredo de todas elas.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * Oyá ou Iansã, orixá feminino dos ventos, relâmpagos, tempestades, e do amor.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * Oxum, orixá feminino dos rios, do ouro, deusa das riquizas materias e espirituiais, e da fertilidade.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * Iemanjá, orixá feminino dos mares e limpeza, mãe de muitos orixás.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * Nanã, orixá feminino dos pântanos e da morte, mãe de Obaluaiê. Mais velha orixá do panteão africano.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * Yewá, orixá feminino do Rio Yewa, considerada a deusa da beleza, da adivinhação e da fertilidade.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * Obá, orixá feminino do Rio Oba, uma das esposas de Xangô, é a deusa do amor.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * Axabó, orixá feminino da família de Xangô.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * Ibeji, divindade protetor dos gêmeos.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * Irôco, orixá da árvore sagrada, (gameleira branca no Brasil).&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * Egungun, Ancestral cultuado após a morte em Casas separadas dos Orixás.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * Iyami-Ajé, é a sacralização da figura materna, a grande mãe feiticeira.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * Omulu, Orixá da morte.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * Onilé, orixá do culto de Egungun.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * Onilê, orixá que carrega um saco nas costas e se apóia num cajado.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * Oxalá, orixá do Branco, da Paz, da Fé.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * OrixaNlá ou Obatalá, o mais respeitado, o pai de quase todos orixás, criador do mundo e dos corpos humanos.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * Ifá ou Orunmila-Ifa, Ifá é o porta-voz de Orunmila, orixá da adivinhação e do destino, ligado ao Merindilogun.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * Odudua, orixá também tido como criador do mundo, pai de Oranian e dos yoruba.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * Oranian, orixá filho mais novo de Odudua.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * Baiani, orixá também chamado Dadá Ajaká.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * Olokun, orixá divindade do mar.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * Olossá, orixá dos lagos e lagoas.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * Oxalufan, qualidade de Oxalá velho e sábio.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * Oxaguian, qualidade de Oxalá jovem e guerreiro.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * Orixá Oko, orixá da agricultura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Africa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na África cada orixá estava ligado a uma cidade ou a uma nação inteira; tratava-se de uma série de cultos regionais ou nacionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sàngó em Oyo, Yemoja na região de Egbá, Iyewa em Egbado, Ogún em Ekiti e Ondo, Òsun em Ilesa, Osogbo e Ijebu Ode, Erinlé em Ilobu, Lógunnède em Ilesa, Otin em Inisa, Osàálà-Obàtálá em Ifé, Osàlúfon em Ifon e Òságiyan em Ejigbo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A realização das cerimônias de adoração ao Òrìsá é assegurada pelos sacerdotes designados para tal em sua tribo ou cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Brasil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, existe uma divisão nos cultos: Ifá, Egungun, Orixá, Vodun e Nkisi, são separados pelo tipo de iniciação sacerdotal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * O culto de Ifá só inicia Babalawos, não entram em transe.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * O culto aos Egungun só inicia Babaojés, não entram em transe.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * O Candomblé Ketu inicia Iaôs, entram em transe com Orixá.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * O Candomblé Jeje inicia Vodunsis, entram em transe com Vodun.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * O Candomblé Bantu inicia Muzenzas, entram em transe com Nkisi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em cada templo religioso são cultuados todos os orixás, diferenciando que nas casas grandes tem um quarto separado para cada Orixá, nas casas menores são cultuados em um único (quarto de santo) termo usado para designar o quarto onde são cultuados os orixás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns orixás são só assentados no templo para serem cultuados pela comunidade, exemplo: Odudua, Oranian, Olokun, Olossa, Baiani, Iyami-Ajé que não são iniciados Iaôs para esses orixás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Iyalorixá ou o Babalorixá são responsáveis pela iniciação dos Iaôs e pelo culto de todo e qualquer orixá assentado no templo, auxiliada pelas pessoas designadas para cada função. Exemplo o Babaojé que cuida da parte dos Eguns e Babalosaim que é o encarregado das folhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de serem de origem daomeana, Nanã, Obaluaiyê, Iroko, Oxumarê e Yewá, são cultuados nas casas de nação Ketu, mas são muito raros os Iaôs que são iniciados, houve casos de passar vinte ou trinta anos sem se iniciar ninguém para esses orixás que são cultuados em locais separados dos outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem orixás que já viveram na terra, como Xangô, Oyá, Ogun, Oxossi, viveram e morreram, os que fizeram parte da criação do mundo esses só vieram para criar o mundo e retiraram-se para o Orun, o caso de Obatalá, e outros chamados Orixá funfun (branco).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem orixás que são cultuados pela comunidade em árvores como é o caso de Iroko, Apaoká, os orixás individuais de cada pessoa que é uma parte do orixá em si e são a ligação da pessoa, iniciada com o orixá divinizado; ou seja, uma pessoa que é de Xangô, seu orixá individual, é uma parte daquele Xangô divinizado, com todas as características, ou arquétipos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe muita discussão sobre o assunto: uns dizem que o orixá pessoal é uma manifestação de dentro para fora, do Eu de cada um ligado ao orixá divinizado, outros dizem ser uma incorporação mas é rejeitada por muitos membros do candomblé, justificam que nem o culto aos Egungun é de incorporação e sim de materialização. Espíritos (Eguns) são despachados (afastados) antes de toda cerimônia ou iniciação do candomblé.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8515260348765746061-8146095428894338946?l=misteriosumbanda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/feeds/8146095428894338946/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2011/03/orixa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/8146095428894338946'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/8146095428894338946'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2011/03/orixa.html' title='Orixá'/><author><name>Francisco Allison Peixoto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16897482633341248553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8515260348765746061.post-1389228757524896400</id><published>2011-03-23T22:46:00.000-07:00</published><updated>2011-03-23T22:46:16.792-07:00</updated><title type='text'>Olorum(DEUS)</title><content type='html'>Na Mitologia Yoruba, e no Culto de Ifá é chamado Olódùmarè ou Olorun, nas religiões afro-brasileiras é chamado de Olorum, é o Dono do Orun céu e Criador do Orun e do Aiye, o céu e a terra. É associado fortemente com a cor branca, e controla tudo. É o Deus Pai Criador de tudo e de todos. Embora reconhecido e louvado como Único e Soberano, não existe templo individual para Ele. De acordo com um dos mitos da criação yoruba, ele delegou os poderes de criação do Aiye para seu primeiro e mais velho filho Orisanla ou Obatalá&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; KOSI OBA KAN AFI OLORUN&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Nao há outro senhor senão Deus&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Pesquisa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reverendo T.J.Bowen-1845: Todo o povo yoruba acredita em um Deus universal, criador e guardião de todas as coisas, a quem, em geral denominam Olorun (O-li-orun), proprietário ou senhor do céu. Algumas vezes dão-lhe outros nomes, como Olodumare, aquele que sempre é justo, Oga-Ogo, o glorioso que é elevado, Oluwa, Senhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;M. D'Avezac-1857: Eles têm conhecimento de um Deus único, superior a qualquer outro e denominam-no Obba Ol-oroun ou rei-do-céu (diz-se também simplesmente Oloroun, isto é, olou-oroun ou senhor do céu); não lhe erigem estátuas ou templos; é o ser imaterial, invisível, eterno, a vontade suprema que criou e governa todas as coisas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8515260348765746061-1389228757524896400?l=misteriosumbanda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/feeds/1389228757524896400/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2011/03/olorumdeus.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/1389228757524896400'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/1389228757524896400'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2011/03/olorumdeus.html' title='Olorum(DEUS)'/><author><name>Francisco Allison Peixoto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16897482633341248553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8515260348765746061.post-9093703741284067938</id><published>2011-03-23T22:31:00.000-07:00</published><updated>2011-03-23T22:31:24.986-07:00</updated><title type='text'>Oranyan</title><content type='html'>&amp;nbsp;Oranyan e um Orixá pouco cultuado no Brasil e pouco conhecido também, mais que tem grande importancia no culto aos Orixás.&lt;br /&gt;Oranyan (também conhecido como Oranmiyan) foi um rei Yoruba da cidade de Ife, Nigéria. Era o filho mais novo de Oduduwa e foi o mais poderoso de todos, e mais famoso em toda nação Yoruba. Famoso como caçador e pelas grandes e numerosas conquistas. Foi o fundador do Reino de Oyo. Em Ifé existe um monolito que tem o nome Opa Òrànmíyàn em sua homenagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma de suas mulheres, Torosi, que era filha de Elémpe, rei da nação Tapá (Nupe), foi a mãe de Xangô que mais tarde veio ser o Alaafin de Oyo no lugar de seu irmão mais velho Dadá Ajaká, Oranian colocou seu outro filho, Eweka, como rei de Benim, e se tornou o Óòni de Ifé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;História&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pierre Verger, em "Orixás, Editora Corrupio" descreve um Itan que fala do nascimento de Oranyan:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; "Oranyan foi concebido em condições muito singulares, que sem dúvida, espantariam os geneticistas modernos. Uma lenda relata como Ogum, durante uma de suas expedições guerreiras, conquistou a cidade de Ogotún, saqueou-a e trouxe um espólio importante. Uma prisioneira de rara beleza chamada Lakanjê agradou-lhe tanto que ele não respeitou sua virtude. Mais tarde, quando Oduduwa, pai de Ogum, a viu, ficou perturbado, desejou-a por sua vez e fez dela uma de suas mulheres. Ogum, amedrontado, não ousou revelar a seu pai o que se passara entre ele e a bela prisioneira. Nove meses mais tarde, Oranyan nascia. O seu corpo era verticalmente dividido em duas cores. Era preto de um lado, pois Ogum tinha a pele escura, e pardo do outro, como Oduduwa, que tinha a pele muito clara... Essa característica de Oranyan é representada todos os anos em Ifé, por ocasião da festa de Olojó, quando o corpo dos servidores do Oòni é pintado de preto e branco. Eles acompanham Óòni de seu palácio até Òkè Mògún, a colina onde se ergue um monolito consagrado a Ogum. Essa grande pedra é cercada de màrìwò òpè, franjas de palmeiras desfiadas, e, nesse dia, os sacrifícios de cão e galo são aí pendurados. Óòni chega vestido suntuosamente, tendo na cabeça a coroa de Oduduwa. É uma das raras ocasiões, talvez mesmo a única do ano, em que ele a usa publicamente, fora do palácio. Chegando diante da pedra de Ogum, ele cruza por um instante sua espada com Osògún, chefe do culto de Ogum em Ifé, em sinal de aliança, apesar do desprazer experimentado por Odùduà quando descobriu que não era o único pai de Oranyan."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8515260348765746061-9093703741284067938?l=misteriosumbanda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/feeds/9093703741284067938/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2011/03/oranyan.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/9093703741284067938'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/9093703741284067938'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2011/03/oranyan.html' title='Oranyan'/><author><name>Francisco Allison Peixoto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16897482633341248553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8515260348765746061.post-2704478541291328291</id><published>2011-03-23T22:12:00.001-07:00</published><updated>2011-03-23T22:12:25.023-07:00</updated><title type='text'>Orum, o Céu na visão YORUBÁ</title><content type='html'>Orun é uma palavra da língua yoruba que define, na mitologia yoruba, o céu ou o mundo espiritual, paralelo ao Aiye, mundo físico. Tudo que existe no Orun coexiste no Aiye através da dupla existência Orun-Aiye.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mensan orun ou os noves Céus(YORUBÁ)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mensan Orun ("nove céus" ou "nove planetas", em iorubá) são todos espaços abstratos paralelos ao Aiye, local onde Olodumare ("Deus Yoruba"), os orixás e os "espíritos" (egunguns) habitam. Justamente aqueles que não precisam do èmí ("sopro divino").&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mensan Orun também é um dos títulos pertinente à Oya, carinhosamente chamada pelo povo do santo de Oya mensan orum, Oyamensan ou simplesmente Iyansan, pelo fato de ser a responsável de levar o espírito dos mortos ao seus respectivos oruns.&lt;br /&gt;[editar] Nove tipos de Orun&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * Orun Rere. Espaço reservado para aqueles que foram bons durante a vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * Orun Alàáfià. Espaço de muita paz e tranquilidade, reservado para pessoas de gênio brando, ou índole pacífica, bondosa, pacata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * Orun Funfun. Reservado para os inocentes, sinceros, que tenha pureza de sentimento, pureza de intenções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * Orun Bàbá Eni. Reservado para os grandes sacerdotes e sacerdotisas, Babalorixás, yalorixás, Ogans, Ekedes, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * Orun Aféfé. Local de oportunidades e correção para os espíritos, possibilidades de reencarnação, volta ao Aiye.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * Orun Ìsòlú ou Àsàlú. Local de julgamento por olodumare para decidir qual dos respectivos oruns o espírito será dirigido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * Orun Àpáàdì. Reservado para os espíritos impossíveis de ser reparados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * Orun Burúkú. Espaço ruim, ibonan "quente como pimenta", reservado para as pessoas más.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * Orun Mare. Espaço para aqueles que permanecem, tem autoridade absoluta sobre tudo o que há no céu e na terra e são incomparáveis e absolutamente perfeitos, os supremos em qualidades e feitos, reservado à Olodumare, olorun e todos os orixás e divinizados.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8515260348765746061-2704478541291328291?l=misteriosumbanda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/feeds/2704478541291328291/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2011/03/orum-o-ceu-na-visao-yoruba_23.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/2704478541291328291'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/2704478541291328291'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2011/03/orum-o-ceu-na-visao-yoruba_23.html' title='Orum, o Céu na visão YORUBÁ'/><author><name>Francisco Allison Peixoto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16897482633341248553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8515260348765746061.post-5249261638896601613</id><published>2011-03-23T21:58:00.001-07:00</published><updated>2011-03-23T21:58:24.846-07:00</updated><title type='text'>Religião Yorubá</title><content type='html'>A religião yoruba abrange as crenças e práticas religiosas dos yorubas, tanto na África (principalmente na Nigéria e República do Benim), e no Novo Mundo, onde tem influenciado e deu origem a várias religiões afro-americanas, como a Santería em Cuba e Candomblé no Brasil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entende-se por religião yoruba a religião do povo yoruba que tem uma forte relação entre os mundos sobrenatural (Orun céu) e o natural (Aiye terra), que se complementam entre si.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cidade de Ilê-Ifé é considerada pelos yorubas o lugar de origem de suas primeiras tribos. lfé é o berço de toda religião tradicional yoruba é um lugar sagrado, onde as divindades orixás funfun chegaram, criaram e povoaram o mundo e depois ensinaram aos mortais como os cultuarem, nos primórdios da civilização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A semana yoruba era de quatro dias, cada dia correspondia a um elemento da natureza, chamada ossé, é dedicado a uma divindade (Ojô Awô, Ojô Ogum, Ojô Xangô, Ojô Obatalá).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Elementos: Terra, Ar, Água e Fogo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada dia tem 4 Odus, num total de 16 Odus principais, que desdobrando-se entre si, perfazem o total de 256 odus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tradição religiosa africana no Brasil conta com diversas raízes. Uma delas é a Nagô Yoruba. A principal é a Ketu. Esta Nação tem Chefe da Casa Real ao Orixá Oxossi, que é o apócope de "Oxoto kan soso", o Caçador de uma flecha só. Todas as pessoas consagradas nesta Nação tem sua cabeça pintada com waji (azul) que é a cor Real de Ketu.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8515260348765746061-5249261638896601613?l=misteriosumbanda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/feeds/5249261638896601613/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2011/03/religiao-yoruba.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/5249261638896601613'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/5249261638896601613'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2011/03/religiao-yoruba.html' title='Religião Yorubá'/><author><name>Francisco Allison Peixoto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16897482633341248553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8515260348765746061.post-6601056981578337758</id><published>2011-02-16T20:43:00.001-08:00</published><updated>2011-02-16T20:43:47.357-08:00</updated><title type='text'>Catimbó</title><content type='html'>Catimbó é um conjunto específico de atividades mágico-religiosas, originárias da Região Nordeste do Brasil. Conhecido desde meados do século XVII, o catimbó resulta da fusão entre as práticas de magia provenientes da Europa e rituais indígenas de pajelança, que foram agregados ao contexto das crenças do catolicismo. Conforme a região de culto, influências africanas podem ser notadas, de forma limitada, entretanto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Stricto sensu, o catimbó não pode ser considerado uma religião, uma vez que não reúne em sua estrutura elementos doutrinários próprios, como dogmas ou liturgias. Assim, concebe-se o catimbó como um culto, um sistema mágico calcado sobre os preceitos do catolicismo popular. Nas sessões, cultuam-se os santos católicos, a Virgem Maria e Jesus Cristo, bem como as ervas sagradas e a árvore da Jurema, onde se apoia toda a organização do catimbó.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Jurema (Mimosa hostilis), nativa do agreste e sertão nordestinos, é um arbusto Fabáceo, do qual se fabrica uma bebida psicoativa de mesmo nome. Tal bebida, também conhecida como Vinho da Jurema, é composto por uma variedade de ervas, ao qual se adiciona cachaça ou vinho branco. A ingestão da Jurema, em conjunto com os toques, as cantigas rituais do catimbó, provoca um estado de transe profundo, interpretado pelos Catimbozeiros, como a incorporação dos Mestres da Jurema. Estas entidades espirituais, que supostamente habitariam o Mundo Encantado ou Juremá, teriam sido adeptos do catimbó que, ao morrerem, se "encantaram", ou seja, foram milagrosamente transportados a este estamento espiritual, de onde poderiam atender os vivos pela realização de curas e aconselhamento, desde que para tal fossem requeridos através da incorporação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conceito&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Etimologia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A origem do termo catimbó é controversa, embora a maior parte dos pesquisadores afirme que deriva da língua tupi antiga, onde caa significa floresta e timbó refere-se a uma espécie de torpor que se assemelha à morte. Desta forma, catimbó seria a floresta que conduz ao torpor, numa clara referência ao estado de transe ocasionado pela ingestão do vinho da jurema, em sua diversidade de ervas. Outras teorias, porém, relacionam o vocábulo com a expressão cat, fogo, e imbó, árvore, neste mesmo idioma. Assim, fogo na árvore ou árvore que queima relataria a sensação de queimor momentâneo que o consumo da Jurema ocasiona. Em diversos estados do nordeste brasileiro, onde os rituais de catimbó são associados unicamente à prática de magia negra, a palavra ganha um significado pejorativo, podendo englobar qualquer atividade mágica realizada no intuito de prejudicar outrem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terminologia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O termo catimbozeiro é usado para designar os adeptos do catimbó, embora, ofensivamente, também possa referir-se a qualquer praticante de magia negra, Candomblé ou Quimbanda. O vocábulo Juremeiro, também pode, embora erroneamente, referir-se aos praticantes de catimbó; entretanto, em linhas gerais, o tratamento é destinado ao indivíduo que, além do culto a Jurema, é devoto dos orixás do panteão africano, integrando, assim, a nação Xambá ou Xangô. Ademais, diversos credos distintos fazem uso dos efeitos psicóticos da Jurema, embora nenhum deles possa, de fato, ser considerados Catimbó.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Origem do culto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O culto à árvore da Jurema remonta a tempos imemoriais, anteriores, inclusive à colonização portuguesa na América. A altura, diversas tribos indígenas da atual Região Nordeste do Brasil, reverenciavam a Jurema por suas propriedades psicoativas, inserido-a em diversos ritos de comunicação com as divindades de seu panteão através do transe, alguns dos quais ainda preservados pelas comunidades da região. O Toré, uma forma específica de culto à Jurema, é, por vezes a única forma de identificação cultural remanescente entre os ameríndios do Nordeste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta variedade de cultos, entretanto, foi severamente reduzida por ocasião do contato europeu, de forma que a tradição da Jurema sagrada teve de ser adaptada aos preceitos católicos, devido à forte repressão colona aos cultos considerados pagãos. Assim, o vasto panteão aborígene foi gradualmente suprimido, sendo adotado, nos rituais da população cabocla, as mesmas deidades do catolicismo tradicional. O culto aos antepassados, porém, por sua grande influência, foi mantido e, ademais, adaptado à realidade dos Mestres da Jurema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entidades espirituais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Catimbó, assim como a maior parte das religiões xamânicas, é considerado um culto de transe e possessão, no qual as entidades, conhecidas como Mestres, se apoderariam do corpo do Catimbozeiro e, momentameamente, tomariam todos os domínios básicos do organismo. Entretanto, diferentemente do que ocorre na Umbanda, onde os espíritos se organizam em direita e esquerda conforme a natureza positiva ou negativa que possuam, os Mestres são relativamente neutros, podendo operar tanto boas quanto más ações. Tais Mestres seriam figuras ilustres do Catimbó, que, quando vivos, teriam realizado diversos atos de caridade por intermédio do uso de ervas e propriedades xamânicas, de modo que por ventura de sua morte, teriam sido transportados a uma das Cidades místicas do Juremá, localizada nas imediações de um arbusto de Jurema plantado pelo Mestre anteriormente a seu falecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Caboclos da Jurema&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Subordinados aos mestres, encontram-se as entidades conhecidas como Caboclos da Jurema. Esta forma de espírito ancestral, representa os pajés e guerreiros indígenas falecidos, envidados ao Mundo Encantado de forma a auxiliarem os Mestres na realização de boas obras. Os Caboclos são sempre invocados no início do culto, antes mesmo da incorporação seus superiores. Estes seres espirituais, seriam os responsáveis pela prescrição de ervas medicinais, banhos e rezas que afastariam o mau-olhado e o infortúnio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Estrutura do Juremá&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O universo espiritual do catimbó segue o mesmo padrão estamental do catolicismo (de onde se origina as crenças de céu, inferno e purgatório bastante difundida entre os Catimbozeiros) diferindo, apenas, pela adição do Juremá, onde habitariam os Mestres da Jurema e seus subordinados. Segundo a crença, o Juremá seria composto de uma profusão de aldeias, cidades e estados, os quais trariam um rígida organização hierárquica, envolvendo todas as entidades Catimbozeiras, tais como caboclos da jurema e encantados, sob o comando de um ou até três Mestres.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8515260348765746061-6601056981578337758?l=misteriosumbanda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/feeds/6601056981578337758/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2011/02/catimbo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/6601056981578337758'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/6601056981578337758'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2011/02/catimbo.html' title='Catimbó'/><author><name>Francisco Allison Peixoto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16897482633341248553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8515260348765746061.post-3683730502624511554</id><published>2011-02-05T13:04:00.000-08:00</published><updated>2011-02-05T13:10:43.862-08:00</updated><title type='text'>Falangeiros de Orixás</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_sVZ8j8gaEX8/TU28e3e2ZiI/AAAAAAAAAZY/UEw_5VdOeUw/s1600/Zo3y3v1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_sVZ8j8gaEX8/TU28pXIp9oI/AAAAAAAAAZc/32pDe9pfO5A/s1600/ogum.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_sVZ8j8gaEX8/TU28pXIp9oI/AAAAAAAAAZc/32pDe9pfO5A/s1600/ogum.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;Falangeiros de orixás ou simplesmente Falangeiros são os representantes diretos de cada Orixá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não são espíritos, mas sim a própria vibração do Orixá. Diferem-se dos capangueiros (estes sim, espíritos desencarnados, com luz e sabedoria) que trabalham para determinado Orixá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para melhor entendimento os falangeiros são as qualidades dos Orixás, exemplo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * Ogum (Orixá) + Beira-Mar (qualidade do Ogum que trabalha à Beira do Mar em sintonia com Iemanjá e Xangô) = Ogum-Beira Mar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este desdobramento de Ogum está presente nos assuntos atinentes a conquista material e de fortuna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * Ogum (Orixá) + Sete Ondas (qualidade de Ogum que trabalha em Alto-mar em sintonia com o povo do mar) = Ogum Sete Ondas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este desdobramento de Ogum está presente nos assuntos atinentes a conquistas diplomáticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * Ogum (Orixá) + Pedreira (qualidade de Ogum que trabalha nas pedreiras e cachoeiras) = Ogum da Pedreira, Ogum das Sete Pedreiras, Ogum da Cachoeira, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este desdobramento de Ogum está presente nos assuntos pertinentes a assuntos relacionados a Justiça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * Ogum (Orixá) + Megê (qualidade de Ogum que trabalha na Linha das Almas) = Ogum Megê das Almas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este desdobramento de Ogum, gerado pela união dos elementos terra (Omulu) e fogo, está presente nos assuntos atinentes a desmanche de magia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * Ogum (Orixá) + Matinata (regência da Lua, noite e madrugada em sintonia com Oxalá) = Ogum Matinata. Está relacionado a regências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * Ogum (Orixá) + de Lê (qualidade de Ogum mesclado com Xangô, trabalha com a Lei) = Ogum de Lê. Este desdobramento de Ogum está presente nos assuntos atinentes a execução de justiça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * Ogum (Orixá) + Rompe-Mato (qualidade de Ogum mesclado com Oxóssi, desbravador, caçador) = Ogum Rompe-Mato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este desdobramento de Ogum está presente nos assuntos pertinentes a coisas de solução rápida, revigorantes e de conquista de espaço de maneira geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * Ogum (Orixá) + de Ronda/Naruê (guardião e vigilante dos caminhos em sintonia com Exú) = Ogum de Ronda, Ogum Naruê etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Está relacionado a rondar, proteger, guardar e previnir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já os capangueiros são principalmente os (caboclos), exemplo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * Caboclo Rompe-Mato (anda junto a Ogum Rompe Mato);&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * Caboclo Beira-Mar (anfa junto a Ogum Beira Mar).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8515260348765746061-3683730502624511554?l=misteriosumbanda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/feeds/3683730502624511554/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2011/02/falangeiros-de-orixas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/3683730502624511554'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/3683730502624511554'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2011/02/falangeiros-de-orixas.html' title='Falangeiros de Orixás'/><author><name>Francisco Allison Peixoto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16897482633341248553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_sVZ8j8gaEX8/TU28pXIp9oI/AAAAAAAAAZc/32pDe9pfO5A/s72-c/ogum.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8515260348765746061.post-2995059251227609705</id><published>2011-02-02T08:45:00.000-08:00</published><updated>2011-02-02T08:45:52.478-08:00</updated><title type='text'>Yara</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_sVZ8j8gaEX8/TUmJqDM_AEI/AAAAAAAAAZQ/0Uc-xd-GdTQ/s1600/000_0001.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_sVZ8j8gaEX8/TUmJqDM_AEI/AAAAAAAAAZQ/0Uc-xd-GdTQ/s1600/000_0001.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Não se sabe se ela é morena, loira ou ruiva, mas tem olhos verdes e costuma banhar-se nos rios, cantando uma melodia irresistível. Os homens que a vêem não conseguem resistir a seus desejos e pulam nas águas e ela então os leva para o fundo; quase nunca voltam vivos. Os que voltam ficam loucos e apenas uma benzedeira ou algum ritual realizado por um pajé consegue curá-los. Os índios têm tanto medo da Iara que procuram evitar os lagos ao entardecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;História&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Iara antes de ser sereia era uma índia guerreira, a melhor de sua tribo. Seus irmãos ficaram com inveja de Iara pois só ela recebia elogios de seu pai que era pajé, e um dia eles resolveram tentar matá-la. De noite quando Iara estava dormindo seus irmãos entraram em sua cabana, só que como Iara tinha a audição aguçada os ouviu e teve que matá-los para se defender e, com medo de seu pai, fugiu. Seu pai propôs uma busca implacável por Iara. E conseguiram pegá-la; como punição Iara foi jogada bem no encontro do rio Negro com Solimões. Os peixes a trouxeram à superfície e de noite a lua cheia a transformou em uma linda sereia, de longos cabelos e olhos verdes.&lt;br /&gt;Iara era, segundo outros, a deusa dos peixes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;mito&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Moça bonita, de cabelos demasiadamente longos, que sempre mora numa fonte em centro de mata.&lt;br /&gt;Vez por outra, nas horas mortas da noite, especialmente em noite de luar, canta.&lt;br /&gt;Diz que duma voz tão boa, bonita e tocante que o homem que a ouve morre de paixão por ela.&lt;br /&gt;Quando o Homem se apaixona por ela, ele é levado ao fundo do lago e é devorado pela Iara&lt;br /&gt;Não se entende nada de suas cantigas porque canta em língua de índio. Se a mãe-d'água por acaso um dia morre, sua fonte seca.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8515260348765746061-2995059251227609705?l=misteriosumbanda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/feeds/2995059251227609705/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2011/02/yara.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/2995059251227609705'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/2995059251227609705'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2011/02/yara.html' title='Yara'/><author><name>Francisco Allison Peixoto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16897482633341248553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_sVZ8j8gaEX8/TUmJqDM_AEI/AAAAAAAAAZQ/0Uc-xd-GdTQ/s72-c/000_0001.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8515260348765746061.post-6559836860115347986</id><published>2011-01-26T05:24:00.000-08:00</published><updated>2011-01-26T05:34:38.330-08:00</updated><title type='text'>Uma breve historia do caboclo Ubirajara</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_sVZ8j8gaEX8/TUAiqL5RIsI/AAAAAAAAAZA/pI2uzDzniJQ/s1600/images.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_sVZ8j8gaEX8/TUAiqL5RIsI/AAAAAAAAAZA/pI2uzDzniJQ/s1600/images.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_sVZ8j8gaEX8/TUAirDr2gaI/AAAAAAAAAZE/G12elUZEUKI/s1600/images.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_sVZ8j8gaEX8/TUAixifM4_I/AAAAAAAAAZI/SEHKmZujQ94/s1600/lbomba.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Segundo o próprio Ubirajara, ele era um guerreiro da tribo dos Tupinambá, e nasceu aproximadamente em 1556 no território onde hoje e á Bahia. Segundo seu Ubirajara, ele foi feito guerreiro muito jovem porque na quela época sua tribo estava em guerra com os homens brancos(Os portugueses) E sua tribo inimiga os tupiniquins, a maioria estava doente e os jovens eram recrutados e treinados muito sedo. Com 16 anos ele enfrentou os portugueses e quase foi morto, mais quando ele completou 20 anos destruiu mais de 200, e o líder branco foi comido pela tribo. Ele ganhou fama porque só foi vitória quando ele liderava, sua fama foi tanta que os portugueses já tinham medo de andar nas matas onde pertenciam os tupinambás, e principalmente do índio com os peitos largos, alguns portugueses chamavam seu Ubirajara de fantasma da morte, ou o próprio Diabo. Na nova lei estabelecida entre os tupinambas era devorar os que sobrevivessem, e piedade não era muito praticada entre eles, Ubirajara também invocava os espíritos da floresta, e principalmente os guerreiros e devoto firme de Tupã (Deus em tupi-guarani), gostava de usar arco e flecha, escalava perfeitamente as árvores, sanguinário, com uma aparência séria e bonita, forte, feição fechada, com 30 anos Ubirajara se torna Cacique e lidera mais uma investida contra o homem branco, nessa investida eles matam mais de 1000 portugueses e tem apenas 67 perdas. Ubirajara relata que nunca perdeu uma guerra, á única guerra que ele e sua tribo não ganhou foi a ignorância, pois com o ritual do canibalismo, ele e a tribo inteira pegaram doenças graves, doenças que os índios não estavam preparados para enfrentar, e sua tribo foi extinta em 1604, Ubirajara morreu doente por volta de 1580.&lt;br /&gt;Essa e a história do Caboclo Ubirajara, contada por ele mesmo em uma oportunidade que tivemos para conversar. Ele me falou que muitos irmãos dizem que ele e seu nome e um nome de uma grande linha de umbanda, outros dizem que ele nunca foi índio, e isso só aumentou o mito Ubirajara, mais que ele deixe bem claro, fui índio brasileiro, guerreiro e hoje cumpro minha missão com meus irmãos e filhos de santo em nome de Deus.&lt;br /&gt;Saravá os caboclos!&lt;br /&gt;Saraja Seu Ubirajara!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8515260348765746061-6559836860115347986?l=misteriosumbanda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/feeds/6559836860115347986/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2011/01/uma-breve-historia-do-caboclo-ubirajara.html#comment-form' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/6559836860115347986'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/6559836860115347986'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2011/01/uma-breve-historia-do-caboclo-ubirajara.html' title='Uma breve historia do caboclo Ubirajara'/><author><name>Francisco Allison Peixoto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16897482633341248553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_sVZ8j8gaEX8/TUAiqL5RIsI/AAAAAAAAAZA/pI2uzDzniJQ/s72-c/images.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8515260348765746061.post-942556709684589359</id><published>2011-01-20T16:13:00.001-08:00</published><updated>2011-01-20T16:16:05.282-08:00</updated><title type='text'>Kitembo</title><content type='html'>Kitembo&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; É o Nkisi responsável pelo tempo de forma geral, e especificamente, pelas mudanças climáticas (como chuva, sol, vento etc), portanto, atribuído a ele, o domínio sobre as estações do ano. É representado, nas Inzô (casa) de Angola e Congo, por um mastro com uma bandeira branca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O Tempo é tão importante que ele é um Nkisi (e os africanos a muito sabem disso), tem um dito que diz “O TEMPO DÁ, O TEMPO TIRA, O TEMPO PASSA E A FOLHA VIRA, muitas vezes precisamos que o tempo nos seja favorável, e outras não, quero dizer, precisamos de tempo curto e longo, com o bom uso do Tempo, muitas coisas se modificam, ou podemos modificar”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Nas Casas de Angola e Congo, na cultura Bantu, na frente das casas de Candomblé, existe uma grande árvore com raízes que saem do chão, e são envoltas com um grande pano branco, está árvore é chamada de Gameleira, aonde representa e se planta o assentamento de Kitembo que é de fundamental necessidade a sua existência numa casa de candomblé, pois sendo Kitembo o Pai e Rei de Angola, nada se faz sem sua autorização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Conhecido também como Nkisi da gameleira branca, onde é feito seu ritual e suas oferendas, esta árvore foi trazida pelos africanos, mas pela sua existência com certa facilidade em regiões litorâneas, é possível que já existisse no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Kitembo para os povos bantus é o próprio tempo. É a árvore primordial. A primeira dádiva da terra aos homens. Existe desde o principio dos tempos e a tudo assistiu, a tudo resistiu, e a tudo resistirá. Kitembo é a essência da vida produtiva. Do poder da terra. É também a permanência dentro da impermanência e impermanência na permanência. O ciclo vital, que não muda com o transcorrer da eternidade. A infinita e generosa oferta que a natureza nos faz, desde que saibamos reverencia-la e louvá-la. Diz o mito que no principio de tudo, o primeiro Nkisi nascido era kitembo. Kitembo era capaz de muita magia, tanto para o bem quanto para o mal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Como já disse Tempo ou kitembo é um Nkisi da mbutu (nação) de Angola, é o dono da bandeira de Angola, que podemos ver em qualquer casa de Candomblé, perto do assentamento de Kitembo, uma grande vara com uma bandeira branca no topo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Kitembo é o Nkisi senhor das estações do ano, regente das mutações climáticas. Ainda, é considerado o Pai da Maianga, que é o banho usado pelos seguidores e iniciados da Nação de Angola, tendo sua maior vibração justamente ao ar livre, ou seja, no tempo. É exatamente ali, no tempo, que este banho feito de ervas e outros elementares vai consagrar através de tempo este iniciado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Kitembo está associado à escala do crescimento, por isso sua ferramenta é uma escada com uma lança voltada para cima, em referência ao próprio tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Como expliquei, este Nkisi rege as estações do ano e está ligado ao frio, ao calor, a seca, as tempestades, ao ambiente pesado e ao ambiente agradável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Conta uma lenda de Angola, que Kitembo era um homem muito agitado que fazia e resolvia muitas coisas ao mesmo tempo. Entretanto, este homem vivia reclamando e cobrando de Nzambi que o dia era muito pequeno para fazer e resolver tudo que quisesse. Um dia, Nzambi lhe disse: “Eu errei em sua criação, pois você é muito apressado”. Ele então respondeu a Nzambi: “Não tenho culpa se o dia é pequeno e as horas miúdas, não dando tempo para realizar tudo que planejo”. A partir desse momento, Nzambi então determinou que esse homem passa-se a controlar o tempo. Tendo domínio sobre os elementares e movimentos da natureza. Assim nasceu o Nkisi Kitembo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8515260348765746061-942556709684589359?l=misteriosumbanda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/feeds/942556709684589359/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2011/01/kitembo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/942556709684589359'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/942556709684589359'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2011/01/kitembo.html' title='Kitembo'/><author><name>Francisco Allison Peixoto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16897482633341248553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8515260348765746061.post-3817924860756118374</id><published>2011-01-17T18:58:00.001-08:00</published><updated>2011-01-17T18:58:53.249-08:00</updated><title type='text'>Pombagira</title><content type='html'>&lt;div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;taghw&gt;As Pomba-Giras, companheiras dos Exus, são espirítos que conhecem o coração e os sentimentos dos seres humanos e podem &lt;a href="http://religiaoespirita.com/umbanda/pombagira/#" onclick="Pal208236894hw.aqkqhblqnaj(&amp;quot;ajudar&amp;quot;);return false;" oncontextmenu="return false;" onmouseout="Pal208236894hw.hideMaybe(this, &amp;quot;ajudar&amp;quot;); this.style.cursor=&amp;quot;hand&amp;quot;; this.style.textDecoration=&amp;quot;underline&amp;quot;; this.style.borderBottom=&amp;quot;dotted 1px&amp;quot;; " onmouseover="Pal208236894hw.hwShow(event, this, &amp;quot;ajudar&amp;quot;); this.style.cursor=&amp;quot;hand&amp;quot;; this.style.textDecoration=&amp;quot;underline&amp;quot;; this.style.borderBottom=&amp;quot;solid&amp;quot;;" style="border-bottom: 1px dotted; color: #cc0000; text-decoration: underline;"&gt;ajudar&lt;/a&gt; principalmente a resolver problemas conjugais e       sentimentais.&lt;/taghw&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt; Pomba-gira foi logo no início de sua incorporação dizendo que viera para mudar o conceito do poderoso e subjugador machismo ostentado por Exus e por todos os homens, vaidosos de sua força e poder sobre as mulheres.&lt;span id="more-479"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;Pomba-gira construiu o arquétipo da mulher livre das convenções sociais, liberal, exibicionista, provocante, insinuante, desbocada, sensual e libidinosa, quebrando tudo que ensinava que todos os espíritos tinham que ser certinhos ao incorporarem de forma sisuda, respeitável e aceitável pelas pessoas. Ela foi logo se apresentando como a “moça” da rua, apreciadora de um bom champagne e de uma saborosa cigarrilha, de batom vermelho provocante e suas exageradas jóias.&amp;nbsp; Escrachada e provocativa, ela mexeu com o imaginário popular e muitos a associaram à mulher da rua, à rameira oferecida, e ela não só não foi contra essa associação como até confirmou: “É isso mesmo”!&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;taghw&gt;&amp;nbsp; E todos se deixaram cair diante dela, de sua beleza, feminilidade e liberalidade, e como que encantados por sua força conseguiram abrir-lhe o íntimo e confessarem-lhe que eram infelizes porque não tinham coragem de ser como elas. Aí punham para fora seus recalques, suas frustrações, suas mágoas, tristezas e ressentimentos com o sexo e seus parceiros. A todos ela ouviu com compreensão, e a ninguém negou seus conselhos e sua &lt;a href="http://religiaoespirita.com/umbanda/pombagira/#" onclick="Pal208236894hw.aqkqhblqnaj(&amp;quot;ajuda&amp;quot;);return false;" oncontextmenu="return false;" onmouseout="Pal208236894hw.hideMaybe(this, &amp;quot;ajuda&amp;quot;); this.style.cursor=&amp;quot;hand&amp;quot;; this.style.textDecoration=&amp;quot;underline&amp;quot;; this.style.borderBottom=&amp;quot;dotted 1px&amp;quot;; " onmouseover="Pal208236894hw.hwShow(event, this, &amp;quot;ajuda&amp;quot;); this.style.cursor=&amp;quot;hand&amp;quot;; this.style.textDecoration=&amp;quot;underline&amp;quot;; this.style.borderBottom=&amp;quot;solid&amp;quot;;" style="border-bottom: 1px dotted; color: #cc0000; text-decoration: underline;"&gt;ajuda&lt;/a&gt; num campo que domina como ninguém mais é capaz.&amp;nbsp; Sua desenvoltura e seu poder fascinam até os mais introvertidos que, diante dela, se abrem e confessam suas necessidades. Quem não iria admirar e amar arquétipo tão humano e tão liberalizado de sentimentos reprimidos à custa de muito sofrimento?&lt;/taghw&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt; Pomba-gira é isto. É um dos mistérios do nosso divino criador que rege sobre a sexualidade feminina. Critiquem-na os que se sentirem ofendidos com seu poderoso charme e poder de fascinação.&amp;nbsp; Esse arquétipo forte e poderoso já pôs por terra, muito falso moralismo, libertando muitas pessoas que, se Freud tivesse conhecido, não teria sido tão atormentado com suas descobertas sobre a personalidade oculta dos seres humanos. Mas para azar dele e sorte nossa, a Umbanda tem nas suas Pomba-giras, ótimas psicólogas que, logo de cara, vão dando o diagnóstico e receitando os procedimentos para a cura das repressões e depressões íntimas.&amp;nbsp; Afinal, em se tratando de coisas íntimas e de intimidades, nesse campo ela é mestra e tem muito a nos ensinar.&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;strong&gt;Cor:&lt;/strong&gt; preto, vermelho, dourado&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Guia:&lt;/strong&gt; contas pretas e vermelhas  intercaladas ou não,  ou apenas vermelha com a firma preta.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;taghw&gt;Flor:&lt;/taghw&gt;&lt;/strong&gt; Rosas vermelhas&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Comida:&lt;/strong&gt; Farofa de milho com coxas de frango&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Roupas:&lt;/strong&gt; Saia rodada curta ou comprida, vestidos, blusas com paetês, bustiês, Coroa, pulseiras, anéis, brincos, colares, batons, perfume, etc&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Local:&lt;/strong&gt; encruzilhadas em T, reino&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Comemoração&lt;/strong&gt;:  23 de Fevereiro&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Saudação Pomba-gira&lt;/strong&gt;: Pomba-gira é mojubá!&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8515260348765746061-3817924860756118374?l=misteriosumbanda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/feeds/3817924860756118374/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2011/01/pombagira.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/3817924860756118374'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/3817924860756118374'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2011/01/pombagira.html' title='Pombagira'/><author><name>Francisco Allison Peixoto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16897482633341248553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8515260348765746061.post-1755807325701158421</id><published>2011-01-17T18:57:00.000-08:00</published><updated>2011-01-17T18:57:25.076-08:00</updated><title type='text'>Assentamento de Exu</title><content type='html'>&lt;div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;Todos os que conhecem a Umbanda e os demais cultos afro brasileiros sabem que, antes de qualquer trabalho ser iniciado, é preciso ir até a tronqueira ou casa de Exu e firmá-lo, para que ele possa atuar por fora do espaço espiritual do templo (Tenda ou Ilê Axé), protegendo-o das investidas de hordas de espíritos “caídos” que estão atuando contra as pessoas que buscam auxílio espiritual e religioso que possa livrá-las dessas perseguições terríveis.&lt;span id="more-2034"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;br class="spacer_" /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;br class="spacer_" /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;Para que um trabalho transcorra em paz, harmonia e equilíbrio, e para que os guias espirituais possam atuar em benefício das pessoas e trabalhar os seus problemas, é preciso que tronqueira esteja firmada, porque assim, ativada, ela é um portal para o vazio relativo regido pelo senhor Exu guardião ligado ao Orixá de frente do médium dirigente do templo.&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;br class="spacer_" /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;br class="spacer_" /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;Um Exu guardião é assentado na tron­queira, e vários outros são “firmados” dentro dela, sendo que estes estão ligados a outros senhores Exus guardiões de reinos e de domínios regidos por outros Orixás.&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;br class="spacer_" /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;br class="spacer_" /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;Os outros não podem ser assentados, senão dois vazios relativos se abrem “ao redor” do espaço espiritual “interno” do templo, e a ação de um interfere na do outro.&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;Um só Exu guardião é assentado, e todos os outros são só “firmados” na tronqueira, pois, se dois forem assentados na mesma, a ação de um interferirá na ação do outro vazio relativo aberto no “lado de fora” do templo.&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;br class="spacer_" /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;Assentar o Exu e a &lt;a href="http://religiaoespirita.com/umbanda/pombagira/" title="Pombagira"&gt;Pombagira&lt;/a&gt; guardiã no mesmo cômodo ou “casa de esquerda” é aceitável, porque o campo de ação dele se abre no “lado de fora” e o campo dela abre-se para dentro do “lado de dentro” do templo, criando apolarização com o campo do Exu guardião.&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;br class="spacer_" /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;. O campo do Exu guardião é o vazio relativo que se abre no lado de fora do espaço espiritual interno do templo.&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;br class="spacer_" /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;. O campo da Pombagira guardiã é o “abismo” que se abre para “dentro”, a partir do espaço espiritual interno do templo.&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;br class="spacer_" /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;. Esses dois Orixás são indispensáveis para o equilíbrio de um trabalho espiritual, porque um atua por fora e o outro atua por dentro do templo.&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;br class="spacer_" /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;. Um se abre para fora, repetindo o mistério das realidades, e o outro se abre para dentro, repetindo o mistério das dimensões.&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;br class="spacer_" /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;. Exu retira do “espa­ço infinito” tudo e todos que estiverem gerando desequilíbrio ou causando desarmonia.&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;br class="spacer_" /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;. Pombagira recolhe ao âmago do espaço in­finito tudo e todos que o estiverem desarmoni­zan­do.&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;br class="spacer_" /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;São duas formas pare­cidas de atuação, mas Exu retira, e Pombagira inte­rioriza.&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;br class="spacer_" /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;Comparando o espaço infinito com um vulcão, Exu seria o ato de erup­ção, quando ele descarrega a intensa pressão interna. Já a ação de Pombagira, seria a das rachaduras internas , que a pressão abre dentro da crosta, nas quais correm e acumulam-se toneladas de lava vulcânica, que se acomodam e, lenta­mente, se resfriam e se cristalizam, gerando enormes acúmulos de minérios e cristais de rochas.&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;br class="spacer_" /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;br class="spacer_" /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://religiaoespirita.com/umbanda/exu-e-pombagira/" title="Exu e Pombagira"&gt;Exu e Pombagira&lt;/a&gt; são indispensáveis aos trabalhos espirituais, porque junto com os consulentes vêm todas as suas cargas energéticas e vibratórias negativas; suas cargas espirituais e elementais que sobrecarregam o espaço espiritual interno, que deve ter essas duas “válvulas” de escape funcionando em perfeita sintonia e sincronizadas com todo o trabalho que está sendo realizado pelos guias espirituais.&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;br class="spacer_" /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;br class="spacer_" /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;Se essas “válvulas” estiverem fun­cionando bem, o trabalho realizado não sobrecarregará os guias espirituais que trabalharam pelas pessoas. Porém se não funcionarem corretamente, eles terão que recolher todas as sobrecargas e irem descarregando-as lentamente nos pontos de forças da natureza, mas à custa de muitos esforços.&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;br class="spacer_" /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;Portanto, com isso entendido, espe­ra­mos que os umbandistas entendam o porquê de terem que firmar seu Exu e sua Pombagira antes de abrirem seus trabalhos espirituais.&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;br class="spacer_" /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;Exu e Pombagira geram muitos fato­res e executam muitas funções na Criação e, em algumas dessas funções, formam linhas de trabalhos espirituais.&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;br class="spacer_" /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;br class="spacer_" /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;Eles também formam pares. Em algumas oca­siões são complemen­ta­res; em outras, são opos­tos; em outras, são com­plementares e opostos ao mesmo tempo.&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;br class="spacer_" /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;Só pelas suas funções aqui já descritas, tornam-se indispensáveis à paz, à harmonia e ao equilíbrio dos trabalhos espirituais realizados pelos médiuns umbandistas, tanto os realizados dentro dos centros quanto os realizados fora dele.&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;br class="spacer_" /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;br class="spacer_" /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;Afinal, não são poucos os médiuns que, movidos pela bondade, vão até a residência de pessoas com graves problemas ou demandas para ajudá-las e, por não tomarem a precaução de firmar Exu e Pombagira antes de trabalhar para elas, ao invés de ajudá-las realmente, só pegam cargas que irão desequilibrá-los também.&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;br class="spacer_" /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;br class="spacer_" /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;Para se fazer um bom trabalho na residência de alguém, assim que chegar, deve-se ir até o quintal, riscar um ponto de Exu, colocar um copo com pinga, firmar as velas nos seus pólos mágicos e invocar o Orixá Exu e o seu Exu guardião, pedindo-lhes que descarreguem todas as sobrecargas e recolham todas as demandas feitas contra os moradores da casa e até contra ela.&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;br class="spacer_" /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;br class="spacer_" /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;O mesmo deve ser feito com Pomba­gira para que, só então, o médium comece a trabalhar espiritualmente, porque, aí sim, todas as cargas e demandas terão por onde ser descarregadas. E mesmo as entidades negativas que tiverem de ser transportadas para que recolham suas projeções negativas virão de forma ordenada e equilibrada, não causando nenhum problema durante o trabalho.&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;br class="spacer_" /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;br class="spacer_" /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;Quando se vai com alguém na natureza para descarregá-lo, tanto o médium deve firmar suas forças em sua casa como deve, pelo menos, firmar Exu ou Pombagira no campo vibratório escolhido, para não ter contratempo algum durante o trabalho de descarr ego na natureza.&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;br class="spacer_" /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;br class="spacer_" /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;São medidas indispensáveis para que um bom trabalho seja realizado e tudo transcorra em paz.&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;br class="spacer_" /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;br class="spacer_" /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;b&gt;Espero ter conseguido transmitir os fundamentos necessários para que o ato de “firmar” a esquerda não seja mal interpretado, e sim visto como indis­pen­sável para que bons trabalhos sempre sejam realizados, tanto em benefício próprio quanto dos nossos semelhantes.&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8515260348765746061-1755807325701158421?l=misteriosumbanda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/feeds/1755807325701158421/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2011/01/assentamento-de-exu.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/1755807325701158421'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/1755807325701158421'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2011/01/assentamento-de-exu.html' title='Assentamento de Exu'/><author><name>Francisco Allison Peixoto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16897482633341248553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8515260348765746061.post-6264226149011360477</id><published>2011-01-09T10:38:00.000-08:00</published><updated>2011-01-09T10:38:31.051-08:00</updated><title type='text'>Caboclos, marinheiros, baianos e ciganos</title><content type='html'>Os caboclos e caboclas, na Umbanda e no Candomblé de Caboclo, são representantes do mundo natural e dos espíritos. O termo “caboclos” pode derivar do tupi kara'ïwa, "homem branco", e oka, "casa", do tupi caa-boc, "o que vem da floresta" ou de kari’boca, "filho do homem branco". Originalmente se referia ao índio escravizado ou catequizado ou ao mestiço de branco e indígena, em oposição aos silvícolas resistentes à assimilação e cristianização, chamados pejorativamente de "bugres" ou "tapuias".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Umbanda, parece passar por um eufemismo respeitoso, dadas as conotações negativas do termo "índio" no século XIX, quando se formou o Candomblé de Caboclo, ou mesmo início do século XX, quando a Umbanda, influenciada por esse culto (e também pelo Catimbó, pelo Candomblé, pelo espiritismo kardecista e por outras correntes esotéricas), foi oficialmente inaugurada, em 15 de novembro de 1908, com a manifestação do Caboclo das Sete Encruzilhadas no bairro de Neves, em Niterói (RJ), através do médium Zélio Fernandino de Moraes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os caboclos mais tradicionais são os "caboclos índios" ou "caboclos de penas". Outras figuras populares do folclore nacional foram gradualmente acrescentadas a essa categoria, que hoje inclui boiadeiros, ciganos, marinheiros e baianos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na concepção mais difundida, sistematizada por Matta e Silva nos anos 50, os caboclos e caboclas se organizam em falanges subordinadas a cinco dos orixás: Oxalá, Ogum, Xangô, Oxóssi e Iemanjá. Os três primeiros reúnem apenas caboclos, Iemanjá apenas caboclas e Oxóssi, caboclos de ambos os sexos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * 1 Caboclos de penas&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * 2 Ciganos&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * 3 Marinheiros&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * 4 Baianos&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; o 4.1 Uma lenda de caboclo baiano&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; * 5 Referências&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caboclos de penas &lt;br /&gt;O caboclo tradicional é valente, selvagem antes de tudo, destemido, intrépido, ameaçador, sério e muito competente nas artes das curas. Enquanto o preto-velho consola e sugere, o caboclo ordena e determina. O preto-velho acalma, o caboclo arrebata. O preto-velho contempla, reflete, assente, recolhe-se na imobilidade de sua velhice e de seu passado escravo; o caboclo mexe-se, intriga, canta e dança como o guerreiro livre que um dia foi. Os caboclos fumam charuto e os preto-velhos, cachimbo; todas as entidades da umbanda fumam — a fumaça e seu uso ritual marcam a herança indígena da umbanda, aliança constitutiva com o passado do solo brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caboclo Ogum Rompe-Mato, do sincretismo da pajelança indígena com os ritos afro-brasileiros, os caboclos resultam da associação dos orixás, voduns e inquices com figuras ameríndias, ligadas às florestas e às matas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os caboclos e caboclas geralmente são representados como indígenas muito idealizados. Freqüentemente usam cocares vistosos, calças e saiotes e raramente se assemelham aos verdadeiros indígenas brasileiros. São moldados pelos bons selvagens do imaginário nacional, tal como concebidos por José de Alencar e outros autores da literatura romântica indigenista do século XIX, e mesmo pela imagem dos índios de filmes estadunidenses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seus nomes ligam–se aos seus domínios e supostas origens étnicas, às vezes associado ao nome do orixá ao qual supostamente estão subordinados e do qual, muitas vezes, são uma simples transposição para o imaginário da Umbanda. Alguns deles têm nomes de personagens indígenas da história, do folclore e da literatura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cabocla Iracema Flecheira, os do sexo masculino mais conhecidos, contam-se: Araponga, Araribóia, Águia-Branca, Águia-da-Mata, Aimoré, Araribóia, Araúna, Arranca-Toco, Arruda, Beira-Mar, Boiadeiro, Caçador, Caramuru, Carijó, Catumbi, Cipó, Cobra-Coral , Coração da Mata, Corisco, Flecha-Dourada, Flecha-Ligeira, Flecheiro, do Fogo, Gira Mundo, Girassol, Guaraci, Guarani, Humaitá, Inca, do Vento, Jibóia, João da Mata, Junco Verde, Juremeiro, Laçador, Laje Grande, Lírio Verde, Lua, Mata Virgem, Ogum Beira-Mar, Ogum Iara, Ogum da Lei, Ogum da Lua, Ogum Malê, Ogum das Matas, Ogum Matinada, Ogum Megê, Ogum dos Rios, Ogum Rompe-Mato, Olho de Lobo, do Oriente, Oxóssi da Mata, Pajé, Pantera Negra, Pedra-Branca, Pele-Vermelha, Pena Azul, Pena-Branca, Pena-Dourada, Pena-Preta, Pena-Roxa, Pena-Verde, Pena-Vermelha, Peri, Quebra-Demanda, Rei-da-Mata, Rompe-Folha, Rompe-Mato, Roxo, Samambaia, Serra Negra, Sete-Cachoeiras, Sete-Cobras, Sete-Demandas, Sete-Encruzilhadas, Sete-Estrelas, Sete-Flechas, Sete-Folhas-Verdes, Sete-Montanhas, Sete-Pedreiras, Sol, Sultão da Mata, Tibiriçá, Tira-Teima, Treme-Terra, Tupã, Tupi, Tupi-Guarani, Tupinambá, Tupiniquim, Ubirajara, Ubirajara Flecheiro, Ubiratã, Urubatão, Vence Tudo, Ventania, Vigia das Matas, Vira Mundo, Xangô Agodô, Xangô Cao, Xangô da Mata, Xangô Pedra-Branca, Xangô Pedra-Preta, Xangô Sete-Cachoeiras, Xangô Sete-Montanhas e Xangô Sete-Pedreiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do sexo feminino, são nomes mais conhecidos: Araci, Estrela-do-mar, Caboclinha da Mata, Caçadora, Diana da Mata, Guaraciara, Iansã, Iara, Indaiá, Iracema Flecheira, Jacira, Jandira Flecheira, Jarina, Jupira, Jurema, Jurema da Mata, Jurema do Mar, Jurema do Rio, Jurema Flecheira, Juremeira, Juçara, Cabocla do Mar, Cabocla da Mata, Nanã Burucum e Oxum.&lt;br /&gt;&lt;b style="color: blue;"&gt;&amp;nbsp;Boiadeiros&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;. O boiadeiro é um caboclo que em vida foi um valente do Sertão e está ligado com a imagem do peão boiadeiro - habilidoso, valente e de muita força física. Vem sempre gritando e agitando os braços como se possuisse na mão, um laço para laçar um novilho. Sua dança simboliza o peão sobre o cavalo a andar nas pastagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veste-se como o sertanejo, com roupas e chapéu de couro, e cumpre um papel ritual muito semelhante aos caboclos índios que se cobrem de vistosos cocares. Igualmente são bons curadores. Fazem o "descarrego" com chicotes, laços e berrantes. Gostam de "meladinha", cachaça com mel de abelha, mas também bebem vinho. Fumam cigarro, cigarro de palha e charutos. Seus pratos preferido são carne de boi com feijão tropeiro, abóbora e farofa de torresmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto os "caboclos de penas" são quase sempre sisudos e de poucas palavras, é possível encontrar alguns boiadeiros sorridentes e conversadores. De voz grave, é difícil entender o que falam. Supõe-se que os boiadeiros trazem lições do tempo onde o respeito aos mais velhos, a natureza, a família e aos animais falavam mais alto. Representam a liberdade e a determinação do homem do campo, em contraste com a humildade dos pretos-velhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando o médium é mulher, o boiadeiro pede para que seja colocado um pano colorido, bem apertado, para disfarçar os seios. Estes panos acabam, por vezes, como um identificador da entidade, pela sua cor ou composição de cores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os nomes mais conhecidos incluem-se Boiadeiro Sete-Luas, Caboclo Jundiara, Caboclo Jubiara, Caboclo Sete Laços, Caboclo Laço de Ouro, Caboclo Lajedo Grande, Navizala, Boiadeiro da Jurema, Boiadeiro do Lajedo, Boiadeiro do Rio Carreiro, Boiadeiro do Ingá, Boiadeiro Navizala, Boiadeiro de Imbaúba, João Boiadeiro, Boiadeiro Chapéu de Couro, Boiadeiro Juremá, Zé Mineiro, Zé do Laço, Boiadeiro do Chapadão e Boiadeiro das Sete Campinas, Alfredo Mineiro e João Carreiro&lt;br /&gt;Ciganos Edit Ciganos sectionEdit&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Ciganos dizem o futuro mas não costumam curar. São cultuados com taças com vinho ou com água, doces finos e frutas, cristais, incensos e cristais. A padroeira dos ciganos, Santa Sara Kali é tida como sua orientadora e suas imagens são também encontradas nos altares. Quando incorporados, costumam falar "portunhol", dançam e tocam castanholas e pandeiros. Alguns exus e pombagiras também se apresentam como ciganos e ciganas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Supõe-se que os ciganos que se apresentam como caboclos foram, na maioria, nômades que viveram nos séculos XIV, XV e XVI e que alguns presenciaram fatos históricos notáveis, como a Queda da Bastilha na França.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os nomes mais conhecidos, incluem-se os ciganos Pablo, Vladimir, Ramirez, Juan, Pedrovic, Artemio, Iago, Igor, Vitor e as ciganas Esmeralda, Cármen, Salomé, Carmencita, Rosita, Madalena, Yasmin, Maria Dolores, Zaira, Sunakana, Sulamita, Vlavira, Iiarin e Sarita. São comemorados no dia 24 de maio, dia de Santa Sara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style="color: blue;"&gt;&lt;u&gt;&lt;i&gt;Marinheiros&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Os marinheiros, ou os espíritos da marujada, sabem ler e contar, e conhecem dinheiro, o que não acontece com nenhuma outra entidade, mas carregam muito dos vícios do homem do mar: gostam muito de mulher da vida, bebem em demasia, são sempre infiéis no amor, e caminham sempre com pouco equilíbrio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São considerados parte da linha de Iemanjá (povo d'água). Supõe-se que são espíritos de antigos piratas, marujos, guardas-marinhas, pescadores e capitães, pessoas que viviam e trabalhavam no mar. Sua mensagem é que se pode lutar e desbravar o desconhecido, do nosso interior ou do mundo que nos rodeia com fé, confiança e trabalho em grupo. Mostram-se sinceros, sentimentais e amigáveis, dispostos a ajudar em problemas amorosos ou na procura de alguém, de um "porto seguro".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A gira de marinheiro e alegre e descontraída. São sorridentes e animados e com palavras macias e diretas eles vão bem fundo na alma dos consulentes e em seus problemas. A marujada coloca seus bonés e, enquanto trabalham, cantam, fumam charuto, cigarro ou cigarrilha e bebem uísque, vodka, vinho e cachaça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Geralmente usam bonés, calças, camisa e jaleco, em cores brancas de marinheiros e azul marinho de capitães. Recebem oferendas na orla do mar, em lugar seco sobre a areia. Recusam conchas, estrelas do mar ou outros objetos do mar, pois consideram que ter objetos pertencentes ao mar traz má sorte. Aceitam, porém, oferendas de búzios, que não são considerados adornos, mas símbolos de dinheiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os nomes mais conhecidos, estão Seu Martim Pescador, Maria do Cais, Chico do Mar, Beira Mar ,Zé Pescador, Seu Marinheiro Japonês e Seu Iriande.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Baianos&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Baiano Severino, Baianos e baianas têm a aparência de caboclos e pretos-velhos, mas se comportam como exus e pombagiras. Fumam cigarro de palha e tomam batida de coco. Os homens geralmente carregam uma peixeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O baiano representa a força do fragilizado, o que sofreu e aprendeu na "escola da vida" como ajudar. A bravura e irreverência atribuídas ao migrante nordestino parece ser responsáveis pelo fato de os baianos terem se tornado uma entidade freqüente e importante nas giras paulistas nos últimos anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando se referem aos exus usam o termo "Meu Cumpadre". Mostram com eles afinidade e proximidade e costumam trazer recados do "povo da rua". Enfrentam os invasores (quiumbas, obsessores) de frente, com falas do gênero "venha me enfrentar, vamos vê se tu pode comigo". Buscam sempre o encaminhamento e doutrinação, mas quando o Zombeteiro não aceita e insiste em perturbar algum médium ou consulente, então o Baiano se encarrega de "amarrá-lo" para que não mais perturbe ou até o dia que tenha se redimido e queira realmente ser ajudado. Costumam dizer que se estão "trabalhando" é porque não foram santos em seu tempo e também estão ali para passarem um pouco do que sabem e principalmente aprenderem com o povo da terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Reginaldo Prandi, lembrando que as giras (sessões rituais de transe com canto e dança) são organizadas separadamente para entidades da "direita" (Umbanda) e da "esquerda" (Quimbanda), pode-se imaginar que os baianos — de criação muito recente, mas com uma popularidade que já quase alcança a dos caboclos e pretos-velhos — são uma espécie de disfarce pelo qual exu e pombagira podem participar das giras da "direita" sem serem molestados. Se um dia a umbanda separou o bem do mal, com a intenção inescondível de cultuar a ambos, parece que, com o tempo, ela vem procurando apagar essa diferença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os baianos representariam esta disposição. São as entidades da "direita" mais próximas da "esquerda" em termos do comportamento estereotipado: eles são zombeteiros, não escondem seu escárnio por fiéis e clientes e falam com despudor em relação às questões de caráter sexual, revelando com destemperança, para quem quiser ouvir, pormenores da intimidade das pessoas.&lt;br /&gt;Nas giras eles se apresentam com forte traço regionalista, com sotaque característico. Gostam de conversar e contar causos, mas também dão broncas. São “do tipo que não levam desaforo pra casa”, possuem uma capacidade de ouvir e aconselhar, conversam bastante, falam baixo e manso, são carinhosos e passam segurança ao consulente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os nomes mais populares de baianos estão Severino da Bahia, Zé do Coco, Zé da Lua, Simão do Bonfim, João do Coqueiro, Maria das Graças, Maria das Candeias, Sete Ponteiros, Mané Baiano, Zé do Berimbau, Maria do Alto Do Morro, Zé do Trilho Verde, Maria do Balaio, Maria Baiana, Maria dos Remédios e Zé do Prado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns dos baianos supostamente foram cangaceiros do bando de Lampião, associados no imaginário popular à luta contra as injustiças sociais. Incluem, além do próprio Lampião, Corisco, Maria Bonita, Jacinto, Raimundo, Cabeleira, Zé do Sertão, Sinhô Pereira, Chumbinho e Sabino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Têm sido associados aos baianos também os "malandros", inspirados no tipo tradicional do malandro carioca, possivelmente as entidades mais ambivalentes da Umbanda, visto aparecerem também como exus. O mais conhecido é Zé Pelintra, ao qual se associam Zé Navalha, Sete-Facadas, Zé-da-Madrugada, Sete-Navalhadas, Zé da Lapa e Nego da Lapa, entre outros.&lt;br /&gt;Uma lenda de caboclo baiano Edit Uma lenda de caboclo baiano sectionEdit&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um conto diz que Lampião e Zé Pelintra, no além, estiveram a ponto de brigar por causa de Maria Bonita, que o segundo resolveu cortejar. Lampião ameaçou mandar Zé Pelintra para o inferno. Zé Pelintra zombou da ameaça, pois "entra e sai de lá a toda hora". Lampião puxou a peixeira e chamou seu bando, ou falange, quando apareceu Severino da Bahia, antigo babalorixá de Salvador, que conhecia os dois e tinha muita afeição por ambos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Severino convenceu-os a baixar as armas e conversar. Explicou a Zé Pelintra que Lampião lutou por melhores condições de vida, distribuição de terras, fim da fome e do coronelismo, mas cometeu muitos abusos. Zé Pelintra, por sua vez, nascera no sertão de Alagoas, migrara para o Rio de Janeiro e driblara os problemas da vida, a fome, a miséria, as tristezas, com seu jeito esperto e foi transformado em herói depois da morte, embora também cometesse muitas violências. Zé e Lampião descobriram que eram muito parecidos e igualmente valorizavam a justiça, a amizade e a lealdade. Severino então convenceu-os a participar da Umbanda e trabalhar pelos pobres e excluídos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teria nascido então a Linha mais alegre, divertida e "humana" da Umbanda, que acolheria a qualquer um que quisesse lutar contra os abusos, a pobreza, a injustiça, as diferenças sociais e teria na amizade e no companheirismo sua marca registrada. Uma linha de guerreiros, que um dia excederam-sese na força, mas que passavam a lutar com as armas da paz. Dizem ainda que continua a queda de Zé Pelintra por Maria Bonita, mas ele a deixou de lado devido ao respeito pelo irmão Lampião e passou a namorar uma pombagira que conheceu na Umbanda. É por isso que ele às vezes "baixa" disfarçado de exu.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8515260348765746061-6264226149011360477?l=misteriosumbanda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/feeds/6264226149011360477/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2011/01/caboclos-marinheiros-baianos-e-ciganos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/6264226149011360477'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/6264226149011360477'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2011/01/caboclos-marinheiros-baianos-e-ciganos.html' title='Caboclos, marinheiros, baianos e ciganos'/><author><name>Francisco Allison Peixoto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16897482633341248553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8515260348765746061.post-1431927544850467966</id><published>2010-12-28T09:57:00.000-08:00</published><updated>2010-12-28T09:59:00.426-08:00</updated><title type='text'>Exu, Orixá guia ou Demônio?</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Comic Sans MS; font-size: small;"&gt;Exu é um dos grandes pontos de conflito    na UMBANDA com relação a outras religiões, por falta de entendimento, pela ignorância    e pelo preconceito.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS; font-size: small;"&gt;Muitos acreditam que nossos amigos Exus    são Demônios, maus, ruins, perversos, que bebem sangue e se regosijam com as    desgraças que podem provocar (&lt;a href="http://www.stephenking.com.br/"&gt;Stephen    King&lt;/a&gt; perto deles é um pobre inocente).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS; font-size: small;"&gt;É necessário entender que    no sincretismo afro-católico (&lt;span style="color: red;"&gt;imposto num processo    de aculturação dos Negros pelos padres Católicos&lt;/span&gt;)    os Orixás foram associados aos Santos Católicos, inclusive Exu, que é representado    por Santo Antônio (Santo Antônio de Pemba, Santo Antônio de Ouro Fino, etc.).    &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS; font-size: small;"&gt;Mas Porquê este Orixá, irmão de Ogum,    animado, gozador, alegre, extrovertido, sincero e sobretudo amigo, foi comparado    com o Diabo das profundezas macabras dos INFERNOS? Bem, para conhecer está história    vamos viajar para 6.000 anos atrás, local, Mesopotâmia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS; font-size: small;"&gt;A Demonologia Mesopotâmica influenciou    diversos povos: Hebreus, Gregos, Romanos, Cristãos e outros. Sobrevive até hoje    nos rituais Satânicos que muitos já devem ter escutado e visto notícias na televisão    e lido nos jornais nacionais e internacionais, principalmente na Europa e EUA.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS; font-size: small;"&gt;Na Mesopotâmia os males da vida que não    constituíssem catástrofes naturais eram atribuídas aos Demônios ( No mundo atual    as pessoas continuam a fazer isso). Os Sacerdotes, para combater as forças do    mal, tinham que conhecer o nome dos Demônios e perfaziam enormes listas, quase    intermináveis. O Demônio mau era conhecido genericamente como UTUKKU. O grupo    de 7 (sete) Demônios maus é com freqüência encontrado em encantamentos antigos.    Se dividiam em Machos e Fêmeas. Tinham a forma de meio Humano e meio Animal:    Cabeça e tronco de Homem ou Mulher, cintura e pernas de cabra e garras nas mãos.    Com sede de sangue, de preferência Humano, mas aceitavam de outros animais.    Os Demônios freqüentavam os túmulos, caminhos (encruzas), lugares ermos, desertos,    especialmente a noite.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS; font-size: small;"&gt;Nem todos eram maus, haviam os Demônios    Bons que eram envocados para combater os Maus. Demônios benignos são representados    como gênios guardiões, em número de 7 (sete), que guardam as porteiras, portas    dos templos, cemitérios, encruzas, casas e palácios.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS; font-size: small;"&gt;Bom, os Negros africanos em suas danças    nas senzalas, nas quais os brancos achavam que eram a forma deles saudarem os    Santos, incorporavam alguns Exus, com seu brado e jeito maroto e extrovertido    assustavam os brancos que se afastavam ou agrediam os Negros escravos dizendo    que eles estavam possuídos por Demônios.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS; font-size: small;"&gt;Com o passar do tempo, os brancos tomaram    conhecimento dos sacrifícios que os Negros ofereciam a Exu, o que reafirmou    sua Hipótese de que essa forma de incorporação era devido a Demônios.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS; font-size: small;"&gt;Assim, como Exu não é bobo, assumiu, sem    dizer que sim ou que não, esse estereótipo colocado pelo branco.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS; font-size: small;"&gt;As cores de Exu, também reafirmaram os    medos e a fascinação que rondavam as pessoas mais sensíveis.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS; font-size: small;"&gt;Assim, o que aconteceu foi uma associação    indevida, maldosa, entre aos Demônios Judaico-Cristãos e os Exus    Africanos, simplesmente por similaridades em relação a cores,    moradas, manifestação de personalidade, etc. Isso com o tempo    foi caindo no gosto popular, na psique de pessoas mentalmente e espiritualmente    pertubadas e comesu a se construir "a visão real", de que Exu    é o Demônio.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS; font-size: small;"&gt;Muitos médiuns despreparados ou    anímicos, ou pertubados mental e espiritualmente, recebiam Exus que diziam-se    Demônios. Nessa onda de horror ou de terror, alguns autores Umbandistas    do passado, por falta de conhecimento ou por ignorância, fizeram tabelas    de "nomes cabalísticos dos diabos", associando esses nomes    aos Exus de Umbanda, como: Exu Marabô ou diabo Put Satanaika, Exu Mangueira    ou diabo Agalieraps, Exu-Mor ou diabo Belzebu, Exu Rei das Sete Encruzilhadas    ou diabo Astaroth, Exu Tranca Ruas ou diabo Tarchimache, Exu Veludo ou diabo    Sagathana, Exu Tiriri ou diabo Fleuruty, Exu dos Rios ou diabo Nesbiros e Exu    Calunga ou diabo Syrach. Sob as ordens destes e comandando outros mais estão:    Exu Ventania ou diabo Baechard, Exu Quebra Galho ou diabo Frismost, Exu das    Sete Cruzes ou diabo Merifild, Exu Tronqueira ou diabo Clistheret, Exu das Sete    Poeiras ou diabo Silcharde, Exu Gira Mundo ou diabo Segal, Exu das Matas ou    diabo Hicpacth, Exu das Pedras ou diabo Humots, Exu dos Cemitérios ou    diabo Frucissière, Exu Morcego ou diabo Guland, Exu das Sete Portas ou    diabo Sugat, Exu da Pedra Negra ou diabo Claunech, Exu da Capa Preta ou diabo    Musigin, Exu Marabá ou diabo Huictogaras, e o nosso Exu-Mulher, Exu Pombagira,    simplesmente Pombagira ou diabo Klepoth. Mas há também os Exus    que trabalham sob as ordens do orixá Omulu, o senhor dos cemitérios,    e seus ajudantes Exu Caveira ou diabo Sergulath e Exu da Meia-Noite ou diabo    Hael, cujos nomes mais conhecidos são Exu Tata Caveira (Proculo), Exu    Brasa (Haristum) Exu Mirim (Serguth), Exu Pemba (Brulefer) e Exu Pagão    ou diabo Bucons.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS; font-size: small;"&gt;Comerciantes inescrupulosos ou, simplesmente,    ignorântes, criaram imagens de Exus como diabos, cada vez mais estranhos    e aterradores (cifres, rabos, partes de animais ...). construindo no imaginário    de muitos médiuns e da população Brasileira, um esteriótipo    de Exu = Diabo, Exu = Satanás, Exu = Coisa Ruim.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS; font-size: small;"&gt;Hoje em dia as casas de Umbanda (centros,    terreiros, tendas ...), pelos estudos, pelo conhecimento e pela orientação    dos reais Exus, estão abolindo essas imagens e condenando seu uso. Assim    como, recriminando médiuns e supostas entidades que se manifestam dessa    maneira dentro dos Terreiros. Porém, o mal foi feito, o esteriótipo    atingiu o psique das mentes mais fracas e, muitas vezes, vemos em certos canais    de televisão que fazem programas religiosos, a invocação    dessas aberrações e a indevida associação aos Exus    de Umbanda. O que podemos dizer é que quem incoca a Deus, Deus o tem;    quem invoca do Diabo, o diabo o tem.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS; font-size: small;"&gt;Algumas correntes religiosos estão    alimentando na população que participam de seus ritos, a visão    de que a culpa para a masela de suas vidas são os Diabos, os Exus, que    vêm babando, cam as mãos tortas, grunindo, gritando ( "vou    levar, vou levar ... !!!"), todos tortos e formatados dentro de um psique    moldado e caricato. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS; font-size: small;"&gt;Essas religiões e/ou seitas, estão    alimentando o medo, a ignorância, o preconceito, a discriminação    e a ilusão de que a culto pela dor alheia é caisado pela Umbanda    e pelos seus guias, principalmente os Exus. Então fiquem sabendo que    isso é mentira, é ilusão é ignorância.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS; font-size: small;"&gt;Exu combate o mal, ele devolve o que mandam    de ruim, é justo, tem eqüidade em suas decisões e em seus    trabalhos. Ele não é, e nunca foi o diabo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Mais então quem e Exu?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS; font-size: small;"&gt;Ele é o guardião dos caminhos, soldado    dos Pretos-velhos e Caboclos, emissário entre os homens e os Orixás, lutador    contra o mau, sempre de frente, sem medo, sem mandar recado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS; font-size: small;"&gt;Exu não faz mau a ninguém, mas joga para    cima de quem merece, quem realmente é mau o mau que essa pessoa fez a outra.    Ele devolve, as vezes com até mais força, os trabalhos que alguns fizeram contra    outros. Por isso, algumas pessoas consideram esse Orixá malvado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS; font-size: small;"&gt;Existem entidades que se dizem Exu e que    fazem somente o mau em troca de presentes aos seus médiuns ou por grandes e    custosas obrigações, serviços. Não se engane, Exu que é Exu, não faz mau, a    não ser com quem merece e além disso, quando ajuda a uma pessoa não pede nada    em troca, a não ser que a pessoa tome juízo, se comporte bem na vida, acredite    em Deus e tenha fé.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS; font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Exu, &lt;span style="color: red;"&gt;O Guia&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS; font-size: small;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS; font-size: small;"&gt;Existem dois portadores do nome Exu. Um    é o Orixá Exu. O outro, são os Guias chamados de Exu (espíritos,    muitos, não mais reencarnacionais) que vêm na emanação    principal de Exu (O Orixá) que lhes deu suas características,    seus gostos, seus hábitos. Porém, esses Exus, também são    subordinados a um Orixá regente, que pode ser Omulu, Xangô, Oxossí,    ... &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS; font-size: small;"&gt;Correntes antigas, Esotéricas, montaram    uma hierarquia para os Exus (Guias), relacionando 7 (sete) Exus (Guias) principais,    considerados como os 7 (sete) chefes de Legião, que comandam e coordenam outros    Exus (Falanges), sendo que cada um de seus comandados também comandam mais 7    (sete), seguindo uma ordem hierárquica de cima para baixo de 7 (sete) em 7 (sete).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS; font-size: small;"&gt;São eles os 7 (sete) Exus guardiões ou    principais:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS; font-size: small;"&gt;Sr. Sete Encruzilhadas;&lt;/span&gt; &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS; font-size: small;"&gt;Sr. Marabô;&lt;/span&gt; &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS; font-size: small;"&gt;Sr. Tranca Ruas;&lt;/span&gt; &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS; font-size: small;"&gt;Sr. Tiriri;&lt;/span&gt; &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS; font-size: small;"&gt;Sr. Gira Mundo;&lt;/span&gt; &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS; font-size: small;"&gt;Sr. Veludo;&lt;/span&gt; &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS; font-size: small;"&gt;Sra. Pomba Gira ou Bombo Gira.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS; font-size: small;"&gt;Cada um desses amigos trabalha dentro das    7 (sete) linhas da UMBANDA, lutando contra o mal e ajudando as pessoas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;  &lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: Comic Sans MS; font-size: large;"&gt;Seu jeito    e seu trabalho.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS; font-size: small;"&gt;Exu gosta de rir, brincar    com as pessoas, dizer alguns palavrões, nem todos fazem isso, ser franco e direto,    não faz rodeios nem mente. Gosta de beber e fumar, ao contrário do que muitos    pensam a bebida e o fumo são peças de aproximação, fazendo com que as pessoas    se identifiquem, fiquem mais descontraídas como se estivessem em uma festa.    Caso não tenha bebida, ou fuma, ele trabalha do mesmo jeito, porque sua finalidade    e ajudar àqueles que precisam.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS; font-size: small;"&gt;Alguns Exus foram pessoas como: Políticos,    Médicos, Advogados, Trabalhadores, Vadios, Prostitutas, Pessoas comuns, Padres,    etc. Que cometeram alguma falha e escolheram, ou foram escolhidos, a vir nessa    forma para redimir seus erros passados, outros, são espíritos evoluídos que    escolheram ajudar e continuar sua evolução atendendo e orientando as pessoas    e combatendo o mal. Assim, quem diz que os Exus são Demônios, na concepção de    que são ruins, ou espíritos sem luz, baixos, não sabe o que está dizendo, ou    não conhecem a história de cada Exu, os porquês de sua ritualística, seu modo    de trabalho ou sua missão. Não se julga um livro por sua capa ou a pessoa pela    sua aparência!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS; font-size: small;"&gt;Em seus trabalhos Exu corta demandas, desfaz    trabalhos e feitiços e magia negra, feitos por espíritos malignos. Ajudam nos    descarregos retirando os encostos e espíritos obsessores e os encaminhando para    luz ou para que possam cumprir suas penas em outros lugares do astral inferior.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS; font-size: small;"&gt;Seu dia é a Segunda-feira, sua bebida,    cada um tem a sua, sua roupa, quando lhe é permitido tem cores preta e vermelha.    Não aceita sacrifícios de animais, mas se a pessoa quiser acender uma vela (preta    e vermelha) na encruza, colocar charutos ou cigarros, cachaça ou outra bebida    de agrado é bem vindo. Pode-se colocar, também, rosas para as pomba giras com    champanhe, pois elas gostam.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS; font-size: small;"&gt;Assim é Exu.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS; font-size: small;"&gt;As Vezes temido, as vezes amado, mas sempre    alegre, honesto e combatente da maldade no mundo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt; &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS; font-size: medium;"&gt;Salve meus amigo&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS; font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8515260348765746061-1431927544850467966?l=misteriosumbanda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/feeds/1431927544850467966/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2010/12/exu-e-um-dos-grandes-pontos-de-conflito.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/1431927544850467966'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/1431927544850467966'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2010/12/exu-e-um-dos-grandes-pontos-de-conflito.html' title='Exu, Orixá guia ou Demônio?'/><author><name>Francisco Allison Peixoto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16897482633341248553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8515260348765746061.post-7551219951183451867</id><published>2010-12-28T09:33:00.000-08:00</published><updated>2010-12-28T09:33:02.347-08:00</updated><title type='text'>Zé Pelintra</title><content type='html'>&lt;h1 align="center"&gt;&lt;strong&gt;Malandros&lt;/strong&gt;&lt;/h1&gt;&lt;img align="left" height="279" hspace="12" src="http://www.aucar.com.br/img/ze.jpg" width="170" /&gt; &lt;br /&gt;Os malandros têm como principal característica de identificação, a malandragem, o amor pela noite, pela música, pelo jogo, pela boemia e uma atração pelas mulheres(principalmente pelas prostitutas, mulheres da noite, etc...). Isso quer dizer que em vários lugares de culturas e características regionais completamente diferentes, sempre haverá um malandro. O malandro de Pernambuco, dança côco, xaxado, passa a noite inteira no forró; no Rio de Janeiro ele vive na Lapa, gosta de samba e passa suas noites na gafieira. Atitudes regionais bem diferentes, mas que marcam exatamente a figura do malandro.&lt;br /&gt;No Rio de Janeiro aproximou-se do arquétipo do antigo malandro da Lapa, contado em histórias, músicas e peças de teatro. Alguns quando se manifestam se vestem a caráter. Terno e gravata brancos. Mas a maioria, gosta mesmo é de roupas leves, camisas de seda, e justificam o gosto lembrando que: “a seda, a navalha não corta”. Navalha esta que levavam no bolso, e quando brigavam, jogavam capoeira (rabos-de-arraia, pernadas), às vezes arrancavam os sapatos e prendiam a navalha entre os dedos do pé, visando atingir o inimigo. Bebem de tudo, da Cachaça ao Whisky, fumam na maioria das vezes cigarros, mas utilizam também o charuto. São cordiais, alegres, dançam a maior parte do tempo quando se apresentam, usam chapéus ao estilo Panamá.&lt;br /&gt;Podem se envolver com qualquer tipo de assunto e têm capacidade espiritual bastante elevada para resolvê-los, podem curar, desamarrar, desmanchar, como podem proteger e abrir caminhos. Têm sempre grandes amigos entre os que os vão visitar em suas sessões ou festas. &lt;br /&gt;Existem também as manifestações femininas da malandragem, Maria Navalha é um bom exemplo. Manifesta-se como características semelhantes aos malandros, dança, samba, bebe e fuma da mesma maneira. Apesar do aspecto, demonstram sempre muita feminilidade, são vaidosas, gostam de presentes bonitos, de flores principalmente vermelhas e vestem-se sempre muito bem.&lt;br /&gt;Ainda que tratado muitas vezes como Exu, os Malandros não são Exus. Essa idéia existe porque quando não são homenageados em festas ou sessões particulares, manifestam-se tranqüilamente nas sessões de Exu e parecem um deles. Os Malandros são espíritos em evolução, que após um determinado tempo podem (caso o desejem) se tornarem Exus. Mas, desde o início trabalham dentro da linha dos Exus.&lt;br /&gt;Pode-se notar o apelo popular e a simplicidade das palavras e dos termos com os quais são compostos os pontos e cantigas dessas entidades. Assim é o malandro, simples, amigo, leal, verdadeiro. Se você pensa que pode enganá-lo, ele o desmascara sem a menor cerimônia na frente de todos. Apesar da figura do malandro, do jogador, do arruaceiro, detesta que façam mal ou enganem aos mais fracos. Salve a Malandragem!&lt;br /&gt;Na Umbanda o malandro vem na linha dos Exus, com sua tradicional vestimenta: Calça Branca, sapato branco(ou branco e vermelho), seu terno branco, sua gravata vermelha, seu chapéu branco com uma fita vermelha ou chapéu de palha e finalmente sua bengala.&lt;br /&gt;Gosta muito de ser agradado com presentes, festas, ter sua roupa completa, é muito vaidoso, tem duas características marcantes:&lt;br /&gt;Uma é de ser muito brincalhão, gosta muito de  dançar, gosta muito da presença de mulheres, gosta de elogiá-las ,etc...&lt;br /&gt;Outra é ficar mais sério, parado num canto assim como sua imagem, gosta de observar o movimento ao seu redor mas sem perder suas características.&lt;br /&gt;Às vezes muda um pouco, pede uma outra roupa, um terno preto, calças e sapatos também pretos, gravata vermelha e às vezes até cartola. Em alguns terreiros ele usa até uma capa preta.&lt;br /&gt;E outra característica dele é continuar com a mesma roupa da direita, com um sapato de cor diferente, fuma cigarros, cigarilhas ou até charutos, bebe batidas, pinga de coquinho, marafo, conhaque e uísque, rabo-de-galo; é sempre muito brincalhão, extrovertido. &lt;br /&gt;Seu ponto de força é na subida de morros, esquinas, encruzilhadas e até em cemitérios, pois ele trabalha muito com as almas, assim como é de característica na linha dos pretos velhos e exus. Sua imagem costuma ficar na porta de entrada dos terreiros, pois ele também toma conta das portas, das entradas, etc...&lt;br /&gt;É muito conhecido por sua irreverência, suas guias podem ser de vários tipos, desde coquinhos com olho de Exu, até vermelho e preto, vermelho e branco ou preto e branco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img align="left" height="283" hspace="12" src="http://www.aucar.com.br/img/ze1.jpg" width="291" /&gt;&lt;strong&gt;História de Zé Pilintra&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;José dos Anjos, nascido no interior de Pernambuco, era um negro forte e ágil, grande jogador e bebedor, mulherengo e brigão. Manejava uma faca como ninguém, e enfrentá-lo numa briga era o mesmo que assinar o atestado de óbito. Os policiais já sabiam do perigo que ele representava. Dificilmente encaravam-no sózinhos, sempre em grupo e mesmo assim não tinham a certeza de não saírem bastante prejudicados das pendengas em que se envolviam.&lt;br /&gt;Não era mal de coração, muito pelo contrário, era  bondoso, principalmente com as mulheres, as quais tratava como rainhas.&lt;br /&gt;Sua vida era a noite. Sua alegria, as cartas, os dadinhos a bebida, a farra, as mulheres e por que não, as brigas. Jogava para ganhar, mas não gostava de enganar os incautos, estes sempre dispensava, mandava embora, mesmo que precisasse dar uns cascudos neles. Mas ao contrário, aos falsos espertos, os que se achavam mais capazes no manuseio das cartas e dos dados, a estes enganava o quanto podia e os considerava os verdadeiros otários. Incentivava-os ao jogo, perdendo de propósito quando as apostas ainda eram baixas e os limpando completamente ao final das partidas. Isso bebendo aguardente, cerveja, vermouth, e outros alcoólicos que aparecessem.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br clear="all" /&gt; &lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Zé Pilintra no Catimbó&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;img align="left" height="279" hspace="12" src="http://www.aucar.com.br/img/ze2.jpg" width="229" /&gt;No Nordeste do Pais, mas precisamente em Recife (na religião que conhecemos como Catimbó), ainda que nas vestes de um malandrão, a figura de Zé Pelintra, tem uma conotação completamente diferente. Lá, ele é doutor, é curador, é Mestre e é muito respeitado. Em poucas reuniões não aparece seu Zé. &lt;br /&gt;O reino espiritual chamado “Jurema”, é o local sagrado onde vivem os Mestres do Catimbó, religião forte do Nordeste, muito aproximada da Umbanda, mas que mantém suas características bem independentes. Na Jurema, Seu Zé, não tem a menor conotação de Exu, a não ser quando a reunião é de esquerda, por que o Mestre tem essa capacidade. Tanto pode vir na direita ou na esquerda. Quando vem na esquerda, não é que venha para praticar o mal, é justamente o contrário, vem revestido desse tipo de energia para poder cortá-la com mais propriedade e assim ajudar mais facilmente aos que vem lhe rogar ajuda.&lt;br /&gt;No Catimbó, Seu Zé usa bengala, que pode ser qualquer cajado, fuma cachimbo e bebe cachaça. Dança côco, Baião e Xaxado, sorri para as mulheres, abençoa a todos, que o abraçam e o chamam de padrinho.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Nomes de Alguns Malandros e  Malandras:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Zé Pilintra&lt;br /&gt;Zé Malandro&lt;br /&gt;Zé do Coco&lt;br /&gt;Zé da Luz&lt;br /&gt;Zé de Légua&lt;br /&gt;Zé Moreno&lt;br /&gt;Zé Pereira&lt;br /&gt;Zé Pretinho&lt;br /&gt;Malandrinho&lt;br /&gt;Camisa Listrada&lt;br /&gt;7 Navalhadas&lt;br /&gt;Maria do Cais&lt;br /&gt;Maria Navalha&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8515260348765746061-7551219951183451867?l=misteriosumbanda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/feeds/7551219951183451867/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2010/12/ze-pelintra.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/7551219951183451867'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/7551219951183451867'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2010/12/ze-pelintra.html' title='Zé Pelintra'/><author><name>Francisco Allison Peixoto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16897482633341248553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8515260348765746061.post-3402995446579581338</id><published>2010-12-28T09:25:00.000-08:00</published><updated>2010-12-28T09:25:40.763-08:00</updated><title type='text'>Uma breve historia de Pai Joaquim</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_sVZ8j8gaEX8/TRodil_EO5I/AAAAAAAAAY8/ophJD8j5RF4/s1600/%25C3%258Dndice.jpeg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_sVZ8j8gaEX8/TRodil_EO5I/AAAAAAAAAY8/ophJD8j5RF4/s1600/%25C3%258Dndice.jpeg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: xx-small;"&gt;O PORQUE DO NOME DE  PAI JOAQUIM DE ANGOLA E O SEU CHAPÉU DE PALHA&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: maroon;"&gt; &lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 7pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;  SÃO MUITOS OS MISTÉRIOS QUE ENVOLVEM O POVO, AS LINHAS, O UNIVERSO DA NOSSA  UMBANDA QUERIDA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; GRANDES FIGURAS  ENTREMEIAM COM A CORDA DA HUMANIDADE, UMA DESTA FIGURA É O GRANDE PRETO-VELHO  PAI MANOEL &lt;br /&gt;JOAQUIM DE ANGOLA, QUE BAIXA NOS TERREIROS LEVANDO SUA MISSÃO DE AMOR E ESSE  AMOR É TÃO GRANDE QUE NINGUÉM PARA, &lt;br /&gt;PARA TENTAR DESVENDAR QUEM FOI ESTA LENDÁRIA FIGURA ENTRE OS PRETOS VELHOS DE  UMBANDA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; PAI JOAQUIM OU  IQUEMÍ FOI UM NEGRO FORTE, GUERREIRO, FILHO PROMETIDO DE UMA FAMÍLIA REAL  AFRICANA, ORIUNDA DE &lt;br /&gt;ANGOLA, ÁFRICA PARA REINAR JUNTO AO SEU POVO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; IQUEMÍ ERA UM PRÍNCIPE  MAJESTOSO, AMAVA SUA LIBERDADE, SEUS AMORES, UM LEGITIMO FILHO DO ORIXÁ XANGÔ.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; MAS ENTRE GUERRA DE  BRIGAR PELO PODER, IQUEMÍ FOI APRISIONADO POR UMA TRIBO INIMIGA QUE O ENTREGARAM  AOS &lt;br /&gt;MERCADORES BRANCOS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; IQUEMÍ O GRANDE  GUERREIRO, PRÍNCIPE DE SUA TRIBO ESTAVA EM DESESPERO, PRESO COMO UM ANIMAL, VEIO  NO PORÃO DE UM &lt;br /&gt;NAVIO AOS GRITOS DE DESESPERO DOS SEUS INIMIGOS DE COR.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O MERCADOR DE ESCRAVO,  DONO DO NAVIO AONDE VINHA IQUEMÍ, SOUBE DO DESTAQUE DE TER UM PRÍNCIPE ENTRE OS  OUTROS &lt;br /&gt;ESCRAVOS, OBSERVOU O SEU PORTE, SUA BELEZA, SEUS DENTES PERFEITOS E SEU CORPO  MÚSCULOS, MAS VIU NOS SEUS OLHOS QUE &lt;br /&gt;NÃO SE SUBMETERIA AOS MAUS TRATOS EM SE TORNAR UM ESCRAVO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O MERCADOR DE ESCRAVOS  CHAMAVA-SE MANOEL JOAQUIM, NASCIDO EM LISBOA DECIDIU FICAR COM IQUEMÍ NA SUA  FAZENDA &lt;br /&gt;NAS TERRAS DA BAHIA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; ASSIM IQUEMÍ CHEGOU A  BAHIA FOI PARA A FAZENDA DO MERCADOR.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; MAS IQUEMÍ NÃO ACEITAVA  SER ESCRAVO, O MERCADOR SE AFEIÇOOU DE IQUEMÍ DEVIDO A SUA VALENTIA, SUA FORÇA E &lt;br /&gt;DESTAQUE ENTRE OS NEGROS, MAL SABIA QUE SOBRE A LUZ DE OXALÁ AMBOS ERAM  ALMAS AFINS UNIDOS PELO DESTINO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; IQUEMÍ FOI CONQUISTANDO A  AMIZADE DO SENHOR MANOEL JOAQUIM, QUE SÓ TEVE UM FILHO QUE MORREU CEDO COM A&lt;br /&gt;PESTE, GOSTAVA DE IQUEMÍ COMO DE UM FILHO E UM DIA LHE DISSE:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - NEGRO, TU NÃO TENS UM  NOME, UM NOME VERDADEIRO, UM NOME ONDE VAIS SER CONHECIDO, VOU PENSAR COMO TE  CHAMAR.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O MERCADOR ADOECEU SERIA  MENTE, ANTES DE MORRER BATIZA IQUEMÍ DE MANOEL JOAQUIM DE LUANDA, UM PEDIDO DE  IQUEMÍ.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; SUA FAMA CORREU TERRAS,  ENVELHECENDO SE TORNOU PAI DE TODOS. PAI MANOEL JOAQUIM DE LUANDA ( PAI JOAQUIM&lt;br /&gt;&amp;nbsp;D’ANGOLA)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; SEU PAPEL NA ESCRAVIDÃO  FOI IMPORTANTÍSSIMO, PROMOVIA A PAZ ENTRE SEUS IRMÃOS DE COR. BONDOSO, UM  VERDADEIRO &lt;br /&gt;CRISTÃO, PAI JOAQUIM RECEBEU SEU PRIMEIRO CHAPÉU DE PALHA, DADO POR BISPO DA  IGREJA LOCAL QUANDO SUA CABEÇA JÁ ERA &lt;br /&gt;TODA BRANQUINHA. SOFREU MUITO NO CATIVEIRO, MAS JAMAIS ESQUECEU SUA GRANDE E  VELHA MÃE ÁFRICA.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8515260348765746061-3402995446579581338?l=misteriosumbanda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/feeds/3402995446579581338/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2010/12/uma-breve-historia-de-pai-joaquim.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/3402995446579581338'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/3402995446579581338'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2010/12/uma-breve-historia-de-pai-joaquim.html' title='Uma breve historia de Pai Joaquim'/><author><name>Francisco Allison Peixoto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16897482633341248553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_sVZ8j8gaEX8/TRodil_EO5I/AAAAAAAAAY8/ophJD8j5RF4/s72-c/%25C3%258Dndice.jpeg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8515260348765746061.post-5920099925045649059</id><published>2010-12-28T09:15:00.000-08:00</published><updated>2010-12-28T09:16:40.153-08:00</updated><title type='text'>Pretos velhos</title><content type='html'>&lt;b&gt;Pretos-velhos&lt;/b&gt; são espíritos que se apresentam em corpo fluídico de velhos africanos que viveram nas senzalas, majoritariamente como escravos que morreram no tronco ou de velhice, e que adoram contar as histórias do tempo do cativeiro. Sábios, ternos e pacientes, dão o amor, a fé e a esperança aos "seus filhos".&lt;br /&gt;São entidades desencarnadas que tiveram pela sua idade avançada, o poder e o segredo de viver longamente através da sua sabedoria, apesar da rudeza do cativeiro demonstram fé para suportar as amarguras da vida, consequentemente são espíritos guias de elevada sabedoria geralmente ligados à Confraria da Estrela Azulada dentro da Doutrina Umbandista do Tríplice Caminho (AUMBANDHAM - alegria e pureza + fortaleza e atividade + sabedoria e humildade), trazendo esperança e quietude aos anseios da consulência que os procuram para amenizar suas dores, ligados a vibração de Omolu, são mandingueiros poderosos, com seu olhar prescrutador sentado em seu banquinho, fumando seu cachimbo, benzendo com seu ramo de arruda,rezando com seu terço e aspergindo sua água fluidificada, demandam contra o baixo astral e suas baforadas são para limpeza e harmonização das vibrações de seus médiuns e de consulentes. Muitas vezes se utilizam de outros benzimentos, como os utilizados pelo Pai José de Angola, que se utiliza de um preparado de "guiné" (pedaços de caule em infusão com cachaça) que coloca nas mãos dos consulentes e solicita que os mesmos passem na testa e nuca, enquanto fazem os seus pedidos mentalmente; utiliza-se também de vinho moscatel, com o que constantemente brinda com seus "filhos" em nome da vitória que está por vir.&lt;br /&gt;São os Mestres da sabedoria e da humildade. Através de suas várias experiências, em inúmeras vidas, entenderam que somente o Amor constrói e une a todos, que a matéria nos permite existir e vivenciar fatos e sensações, mas que a mesma não existe por si só, nós é que a criamos para estas experiências, e que a realidade é o espírito. Com humildade, apesar de imensa sabedoria, nos auxiliam nesta busca, com conselhos e vibrações de amor incondicional. Também são Mestres dos elementos da natureza, a qual utilizam em seus benzimentos.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Os Pretos Velhos&lt;/b&gt;: Os espíritos da humildade, sabedoria e paciência.&lt;br /&gt;Os Pretos Velhos são entidades cultuadas pelas religiões afro-brasileiras, em especial a Umbanda. Nos trabalhos espirituais desta religião, os médiuns incorporam entidades que possuem níveis de evolução e arquétipos próprios. Estas se dividem em três níveis:&lt;br /&gt;&lt;dl&gt;&lt;dd&gt;&lt;b&gt;As Crianças&lt;/b&gt; – chamadas eres, ou ibejis, representam a pureza, a inocência, daí sua característica infantil.&lt;/dd&gt;&lt;/dl&gt;&lt;dl&gt;&lt;dd&gt;&lt;b&gt;Os Caboclos&lt;/b&gt; – onde se incluem os Boiadeiros, Caboclos e Caboclas, representam a força, a coragem, portanto apresentam a forma do adulto, do herói, do guerreiro, do índio ou soldado.&lt;/dd&gt;&lt;/dl&gt;&lt;dl&gt;&lt;dd&gt;&lt;b&gt;Os Pretos Velhos&lt;/b&gt; – incluem os Tios e Tias, Pais e Mães, Avôs e Avós todos com a forma do idoso, do senhor de idade, do escravo. Sua forma idosa representa a sabedoria, o conhecimento, a fé. A sua característica de ex-escravo passa a simplicidade, a humildade, a benevolência e a crença no “poder maior”, no Divino.&lt;/dd&gt;&lt;/dl&gt;&lt;div class="thumb tright"&gt;&lt;div class="thumbinner" style="width: 182px;"&gt;&lt;a class="new" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Wikipedia:Carregar_ficheiro?wpDestFile=Pretos_velhos.png" title="Ficheiro:Pretos velhos.png"&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;div class="thumbcaption"&gt;Casal de Pretos-Velhos&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;A grande maioria dos terreiros de Umbanda, assim também suas entidades possuem a fé Cristã, ou seja, acreditam e cultuam Jesus Cristo (Oxalá). Entidades aqui tomada no sentido de espíritos que auxiliam aos encarnados, o mesmo que guia de luz.&lt;br /&gt;A característica desta linha seria o conselho, a orientação aos consulentes devido a elevação espiritual de tais entidades, são como psicólogos, receitam auxílios, remédios e tratamentos caseiros para os males do corpo e da alma.&lt;br /&gt;Os Pretos Velhos seriam as entidades mais conhecidas nacionalmente, mesmo por leigos que só ouviram falar destas religiões Afro-Brasileiras. O Preto Velho é lembrado também pelo instrumento que normalmente utiliza, o cachimbo.&lt;br /&gt;Os nomes de alguns Pretos Velhos comuns de que se tem notícia são Pai João, Pai Joaquim de Angola, Pai José de Angola, Pai Francisco, Vovó Maria Conga, Vovó Catarina. Pai Jacó, Pai Benedito, Pai Anastácio, Pai Jorge, Pai Luís, Mãe Maria, Mãe Cambina, Mãe Sete Serras, Mãe Cristina, Mãe Mariana, Maria Conga, Vovó Rita, Vovó Joana dentre outros.&lt;br /&gt;Na Umbanda os Pretos Velhos são homenageados no dia 13 de maio, data que foi assinada a Lei Áurea, a abolição da escravaturano Brasil.&lt;br /&gt;Os pontos servem para saudar a presença das entidades, diferentemente do que geralmente se pensa, não foram feitos para chamar, mas sim para agradecer a presença, como um "Olá".&lt;br /&gt;Pontos de preto velho:&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Saudação dos Pretos Velhos quando iniciada uma gira&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="poem"&gt;&lt;b&gt;Bate tambor&lt;/b&gt; lá na Angola, bate tambor&lt;br /&gt;Bate tambor&lt;br /&gt;lá na Angola, bate tambor...&lt;br /&gt;Bate tambor, Pai Joaquim*...&lt;br /&gt;Bate tambor, Maria Conga*...&lt;br /&gt;Bate tambor, Pai Mané*...&lt;/div&gt;(* coloca-se o nome dos pretos velhos da casa)&lt;br /&gt;&lt;hr /&gt;&lt;div class="poem"&gt;Eu andava perambulando,&lt;br /&gt;sem ter nada p'ra comer&lt;br /&gt;Fui pedir as Santas Almas&lt;br /&gt;Para vir me socorrer&lt;br /&gt;Foi as Almas que me ajudou&lt;br /&gt;Foi as almas que me ajudou&lt;br /&gt;Meu Divino Espírito Santo&lt;br /&gt;Glória Deus, Nosso Senhor&lt;br /&gt;Nessa casa&lt;br /&gt;tem quatro cantos&lt;br /&gt;Cada canto tem um santo&lt;br /&gt;Pai e filho, Espírito Santo&lt;br /&gt;Nessa casa tem 4 cantos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem vem, que vem lá de tão longe?&lt;br /&gt;São os pretos velhos que vem trabalhar&lt;br /&gt;Quem vem, que vem lá de tão longe?&lt;br /&gt;São os pretos velhos que vem trabalhar&lt;br /&gt;Ô da-me forças pelo amor de Deus, meu pai&lt;br /&gt;Ô da-me forças pros trabalhos teus&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Zum zum zum&lt;br /&gt;Olha só Jesus quem é&lt;br /&gt;Eu rezo para santas almas&lt;br /&gt;Inimigo cai&lt;br /&gt;Eu fico de pé&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O preto por ser preto&lt;br /&gt;Não merece ingratidão&lt;br /&gt;O preto fica branco&lt;br /&gt;Na outra encarnação&lt;br /&gt;No tempo da escravidão&lt;br /&gt;Como o senhor me batia&lt;br /&gt;Eu chamava por Nossa Senhora, Meu Deus!&lt;br /&gt;Como as pancadas doíam&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tira o cipó do caminho,&lt;br /&gt;oi criança&lt;br /&gt;Deixa a vovó atravessar&lt;br /&gt;Tira o cipó do caminho,&lt;br /&gt;oi criança&lt;br /&gt;Deixa a vovó atravessar&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;A bença Vovô&lt;br /&gt;Quando precisar lhe chamo&lt;br /&gt;A bença Vovô&lt;br /&gt;Quando precisar lhe chamo&lt;br /&gt;Zambi lhe trouxe, Zambi vai lhe levar&lt;br /&gt;Agradeço a toalha de renda de chita de pai Oxalá&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vovô já vai, já vai pra Aruanda...&lt;br /&gt;Abença meu pai, proteção pra nossa banda&lt;/div&gt;Pontos de Pretos Velhos:&lt;br /&gt;Negro está molhado de suor, mas tá feliz porque Deus o libertou (bis);&lt;br /&gt;Ô sinhá sinha, segura a chibata não deixa bater, faz uma prece prá negro morrer, negro não quer mais sofrer (bis);&lt;br /&gt;Ponto p/firmar a gira: Viva Deus, viva a Gloria, viva o rosário de nossa Senhora (bis);&lt;br /&gt;Ponto para benzimentos: Pai João d"angola com sua ternura, sentado no tronco ele benze as criaturas(bis), a estrela de Oxalá seu ponto iluminou, ele é Pai João d"angola ele é nosso protetor;&lt;br /&gt;Ponto de subida de pretos velhos: Já vai pretos velhos subindo pro céu e nossa senhora cobrindo com véu (bis).&lt;br /&gt;A linha de &lt;b&gt;Preto Velho&lt;/b&gt;, na Umbanda, são Entidades que se apresentam estereotipados como anciãos negros conhecedores profundos da magia Divina e manipulação de ervas, o qual aplicam frequentemente em sua atuação na Umbanda, porém no Candomblé são considerados Eguns.&lt;br /&gt;Crê-se que em referência à dor e aflição sofrida pelo povo negro (período de trevas no território brasileiro), a linha de &lt;i&gt;preto velho&lt;/i&gt; reflete a humildade, a paciência e a perseverança característica da atuação da linha nominada de Yorima, cujo apresenta-se de pés no chão, cachimbo de barro bem rústico, quando não cigarro de palha, café, e um fio de contas de rosários (Lágrimas de Nossa Senhora) e cruzes, figas e breves os quais utilizam magisticamente em sua atuação astral.&lt;br /&gt;Os &lt;i&gt;pretos velhos&lt;/i&gt; apresentam-se com nomes de individualizam sua atuação, conforme nação ou orixá regente, evidenciando sua atuação propriamente dita.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Os nomes comumente usados são:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Pai Joaquim;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Pai Francisco;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Pai Maneco de Aruanda;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Pai João;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Pai José;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Pai Mané;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Pai Antônio;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Pai Roberto;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Pai Cipriano;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Pai Tomaz;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Pai Jobim;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Pai Roberto;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Pai Guiné;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Pai Jacó;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Pai Benedito;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Velho Liberato&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Rei Congo&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;b&gt;ou femininos:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Vó Cambinda;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Vó Cecília;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Vó Maria Conga;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Vó Catarina;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Vó Ana;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Vó Quitéria;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Vó Benedita;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Vó Cambinda;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Vó Minerva;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Tia Luiza;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;Em sua linha de atuação eles apresentam-se pelos seguintes codinomes, conforme acontecia na época da escravidão, onde os negros eram nominados de acordo com a região de onde vieram:&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Congo&lt;/b&gt;_ Ex: (Pai Francisco do Congo), refere-se a pretos velhos ativos na linha de &lt;b&gt;Iansã&lt;/b&gt;;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Aruanda&lt;/b&gt;_ Ex: (Pai Francisco de Aruanda), refere-se a pretos velhos ativos na linha de &lt;b&gt;Oxalá&lt;/b&gt;. (OBS: Aruanda quer dizer céu);&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;D´Angola&lt;/b&gt;_ Ex: (Pai Francisco D´Angola), refere-se a pretos velhos ativos na linha de &lt;b&gt;Ogum&lt;/b&gt;;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Matas&lt;/b&gt;_ Ex: (Pai Francisco das Matas), refere-se a pretos velhos ativos na linha de &lt;b&gt;Oxóssi&lt;/b&gt;;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Calunga, Cemitério ou das Almas&lt;/b&gt;_ Ex: (Pai Francisco da Calunga, Pai Francisco do Cemitério ou Pai Francisco das Almas), refere-se a pretos velhos ativos na linha de &lt;b&gt;Omolu/ Obaluayê&lt;/b&gt;;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;b&gt;Entre diversas outras nominações tais como:&lt;/b&gt; _Guiné, Moçambique, da Serra, da Bahia, etc...&lt;br /&gt;Muitos Pretos Velhos podem apresentar-se como Tio, Tia, Pai, Mãe, Vó ou Vô, porém todos são Pretos Velhos. Na gira eles só comem o que for feito de milho como por exemplo:&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Bolo de milho, pamonha, cural e etc.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;dl&gt;&lt;dd&gt;"AS SETE LÁGRIMAS DE UM PRETO VELHO".&lt;/dd&gt;&lt;/dl&gt;Num cantinho de um terreiro, sentado num banquinho, fumando o seu cachimbo um triste Preto Velho chorava. De seus olhos molhados, esquisitas lágrimas desciam-lhe pela face e... Foram sete.&lt;br /&gt;A Primeira... A estes indiferentes que vem no Terreiro em busca de distração, para saírem ironizando aquilo que suas mentes ofuscadas não podem conceber;&lt;br /&gt;A Segunda... A esses eternos duvidosos que acreditam, desacreditando, na expectativa de um milagre que os façam alcançar aquilo que seus próprios merecimentos negam;&lt;br /&gt;A Terceira... Aos maus, aqueles que somente procuram a umbanda em busca de vingança, desejando sempre prejudicar ao semelhante;&lt;br /&gt;A Quarta... Aos frios e calculistas, que sabem que existe uma força espiritual e procuram beneficiar-se dela de qualquer forma, e não conhecem a palavra gratidão;&lt;br /&gt;A Quinta... Chega suave, tem o sorriso, o elogio da flor dos lábios, mas se olharem bem seu semblantes verão escrito: creio na Umbanda, nos teus Caboclos e no teu Zambi, mas somente se resolverem o meu caso ou me curarem disto ou daquilo;&lt;br /&gt;A Sexta... Aos fúteis, que vão de centro em centro, não acreditando em nada, buscam aconchego, conchavos e seus olhos revelam um interesse diferente;&lt;br /&gt;A Sétima... Como foi grande e como deslizou pesada! Foi à última lágrima, aquela que vive nos olhos de todos os Orixás. Aos médiuns vaidosos (as), que só aparecem no Centro em dia de festa e faltam as doutrinas. Esquecem que existem tantos irmãos precisando de caridade e tantas criancinhas precisando de amparo material e espiritual.&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;As Sete Lágrimas De Um Preto Velho&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8515260348765746061-5920099925045649059?l=misteriosumbanda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/feeds/5920099925045649059/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2010/12/pretos-velhos-sao-espiritos-que-se.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/5920099925045649059'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/5920099925045649059'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2010/12/pretos-velhos-sao-espiritos-que-se.html' title='Pretos velhos'/><author><name>Francisco Allison Peixoto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16897482633341248553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8515260348765746061.post-7259091331065506094</id><published>2010-12-09T11:02:00.000-08:00</published><updated>2010-12-09T11:02:44.962-08:00</updated><title type='text'>culto a baba egum</title><content type='html'>&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/w_ryJEC6yAQ?fs=1" width="425" frameborder="0" height="344"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8515260348765746061-7259091331065506094?l=misteriosumbanda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/feeds/7259091331065506094/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2010/12/culto-baba-egum.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/7259091331065506094'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/7259091331065506094'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2010/12/culto-baba-egum.html' title='culto a baba egum'/><author><name>Francisco Allison Peixoto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16897482633341248553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/w_ryJEC6yAQ/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8515260348765746061.post-1662185607787907165</id><published>2009-10-03T23:29:00.000-07:00</published><updated>2010-06-15T19:23:13.094-07:00</updated><title type='text'>Umbanda (Umbanda Religion)</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_sVZ8j8gaEX8/SsegUR7cJnI/AAAAAAAAAIw/gujIpRPlTqo/s1600-h/escravos1.1.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5388451749442627186" src="http://3.bp.blogspot.com/_sVZ8j8gaEX8/SsegUR7cJnI/AAAAAAAAAIw/gujIpRPlTqo/s320/escravos1.1.jpg" style="cursor: pointer; float: right; height: 267px; margin: 0pt 0pt 10px 10px; width: 320px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_sVZ8j8gaEX8/Ssefr94ZGJI/AAAAAAAAAIo/opK3NyXJl6M/s1600-h/150px-Jacques_Etienne_Arago_-_Castigo_de_Escravos,_1839.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5388451056866367634" src="http://2.bp.blogspot.com/_sVZ8j8gaEX8/Ssefr94ZGJI/AAAAAAAAAIo/opK3NyXJl6M/s320/150px-Jacques_Etienne_Arago_-_Castigo_de_Escravos,_1839.jpg" style="cursor: pointer; float: left; height: 186px; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 150px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_sVZ8j8gaEX8/Ssefrot2BJI/AAAAAAAAAIg/1eKfpzXf5PE/s1600-h/NEGROS.JPG" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5388451051184981138" src="http://2.bp.blogspot.com/_sVZ8j8gaEX8/Ssefrot2BJI/AAAAAAAAAIg/1eKfpzXf5PE/s320/NEGROS.JPG" style="cursor: pointer; float: left; height: 314px; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 320px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Para se falar de Umbanda, temos que pensar primeiro o que ela representa, quais fundamentos, suas origens, e o que ele representa para a comunidade umbandista. Mais o que é Umbanda? Umbanda e uma mistura de várias religiões, mais com raízes africanas, ou seja um sincretismo religioso. As primeiras manifestações umbandistas sugiram no Quilombo dos palmares, e outros Quilombos espalhados pelo país, quando os negros e alguns índios fugindo de seus senhores, se refugiaram em terras distantes para poder viver livres, mais alguns negros já tinham se convertido para o catolicismo, e outros que vieram do Norte da África, tinha como sua religião Muçulmana, esses eram os Malês, e os índios com suas crenças, misturaram tudo e ai começou á nascer a Umbanda, Alguns Arqueólogos e historiadores encontraram no antigo Quilombo dos Palmares em Alagoas, imagens de Orixás e santos Católicos em um único lugar, onde seria um terreiro de Umbanda, mais o que o branco não sabia é que a escravidão fazia que negros até então inimigos lutassem pela á mesma situação, pois todos eram irmãos do mesmo sofrimento e causa.&lt;br /&gt;&lt;ol&gt;&lt;h5&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Como tudo começou.&lt;/h5&gt;&lt;/ol&gt;Não existem registros precisos dos primeiros escravos negros que chegaram ao Brasil. A tese mais aceita é a de que em 1538, Jorge Lopes Bixorda, arrendatário de pau-brasil, teria traficado para a Bahia os primeiros escravos africanos. &lt;br /&gt;Eles eram capturados nas terras onde viviam na África e trazidos à força para a América, em grandes navios, em condições miseráveis e desumanas. Muitos morriam durante a viagem através do oceano Atlântico, vítimas de doenças, de maus tratos e da fome. &lt;br /&gt;Os escravos que sobreviviam à travessia, ao chegar ao Brasil, eram logo separados do seu grupo lingüístico e cultural africano e misturados com outros de tribos diversas para que não pudessem se comunicar. Seu papel de agora em diante seria servir de mão-de-obra para seus senhores, fazendo tudo o que lhes ordenassem, sob pena de castigos violentos. Além de terem sido trazidos de sua terra natal, de não terem nenhum direito, os escravos tinham que conviver com a violência e a humilhação em seu dia-a-dia. &lt;br /&gt;A minoria branca, a classe dominante socialmente, justificava essa condição através de idéias religiosas e racistas que afirmavam a sua superioridade e os seus privilégios. As diferenças étnicas funcionavam como barreiras sociais.&lt;br /&gt;O escravo tornou-se a mão-de-obra fundamental nas plantações de cana-de-açúcar, de tabaco e de algodão, nos engenhos, e mais tarde, nas vilas e cidades, nas minas e nas fazendas de gado.&lt;br /&gt;Além de mão-de-obra, o escravo representava riqueza: era uma mercadoria, que, em caso de necessidade, podia ser vendida, alugada, doada e leiloada. O escravo era visto na sociedade colonial também como símbolo do poder e do prestígio dos senhores, cuja importância social era avalizada pelo número de escravos que possuíam. &lt;br /&gt;A escravidão negra foi implantada durante o século XVII e se intensificou entre os anos de 1700 e 1822, sobretudo pelo grande crescimento do tráfico negreiro. O comércio de escravos entre a África e o Brasil tornou-se um negócio muito lucrativo. O apogeu do afluxo de escravos negros pode ser situado entre 1701 e 1810, quando 1.891.400 africanos foram desembarcados nos portos coloniais.&lt;br /&gt;O "quilombo" mais famoso pela sua duração e resistência, foi o de Palmares, estabelecido no interior do atual estado de Alagoas, na Serra da Barriga, sítio arqueológico tombado recentemente. Este "quilombo" se organizou em diferentes aldeias interligadas, sendo constituído por vários milhares de habitantes e possuindo forte organização político-militar.&lt;br /&gt;&lt;h5&gt;&lt;/h5&gt;&lt;h5&gt;&lt;/h5&gt;&lt;h5&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Como eram tratados os escravos?&lt;/h5&gt;Antes de romper o sol, os negros eram despertados através das badaladas de um sino e formados em fila no terreiro para serem contados pelo feitor e seus ajudantes, que após a contagem rezavam uma oração que era repetida por todos os negros.&lt;br /&gt;Após ingerirem um gole de cachaça e uma xícara de café como alimentação da manhã, os negros eram encaminhados pelo feitor para os penosos labor nas roças, e as oito horas da manhã o almoço era trazido por um dos camaradas do sitio em um grande balaio que continha a panela de feijão que era cozido com gordura e misturado com farinha de mandioca, o angu esparramado em largas folhas de bananeiras, abóbora moranga, couve rasgada e raramente um pedaço de carne de porco fresca ou salgada que era colocada no chão, onde os negros acocoravam-se para encher as suas cuias e iam comer em silêncio, após se saciarem os negros cortavam o fumo de rolo e preparavam sem pressa o seus cigarros feitos com palha de milho, e após o descanso de meia hora os negros continuavam a labuta até às duas horas quando vinha o jantar, e ao por do sol eram conduzidos de volta à fazenda onde todos eram passados em revista pelo feitor e recebiam um prato de canjica adoçada com rapadura como ceia e eram recolhidos a senzala.&lt;br /&gt;E em suas jornadas diárias, os negros também sofriam os mais variados tipos de castigo (, nas cidades o principal castigo era os açoites que eram feitos publicamente nos pelourinhos que constituíam-se em colunas de pedras erguidas em praças pública e que continha na parte superior algumas pontas recurvadas de ferro onde se prendiam os infelizes escravos.&lt;br /&gt;E cujas condenação à pena dos açoites eram anunciados pelos rufos dos tambores para uma grande multidão que se reunia para assistir ao látego do carrasco abater-se sobre o corpo do negro escravo condenado para delírio da multidão excitada que aplaudia, enquanto o chicote abria estrias de sangue no dorso nu do negro escravo que ficava à execração pública. &lt;br /&gt;E um outro método de punição dado aos negros foi o castigo dos bolos que consistia em dar pancada com a palmatória nas palmas das mãos estendidas dos negros, e que provocavam violentas equimoses e ferimentos no apitélio delicado das mãos.&lt;br /&gt;Em algumas fazendas e engenhos, as crueldades dos senhores de engenho e feitores atingiram a extremas e incríveis métodos de castigos ao empregarem no negro o anavalhamento do corpo seguido de salmoura, marcas de ferro em brasa, mutilações, estupros de negras escravas, castração, fraturas dos dentes a marteladas e uma longa e infinita teoria de sadismo requintado. No sul do Brasil, os senhores de engenhos costumavam mandar atar os punhos dos escravos e os penduravam em uma trava horizontal com a cabeça para baixo, e sobre os corpos inteiramente nus, eles untavam de mel ou salmoura para que os negros fossem picados por insetos.   &lt;br /&gt;E através de uma série de instrumentos de suplícios que desafiava a imaginação das consciências mais duras para a contenção do negro escravo que houvesse cometido qualquer falha, e no tronco que era um grande pedaço de madeira retangular aberta em duas metades com buracos maiores para a cabeça e menores para os pés e as mãos dos escravos, e para colocar-se o negro no tronco abriam-se as suas duas metades e se colocavam nos buracos o pescoço, os tornozelos ou os pulsos do escravo e se fechava as extremidades com um grande cadeado, o vira mundo era um instrumento de ferro de tamanho menor que o tronco, porém com o mesmo mecanismo e as mesmas finalidades de prender os pés e as mãos dos escravos, o cepo era um instrumento que consistia num grosso tronco de madeira que o escravo carregava à cabeça, preso por uma longa corrente a uma argola que trazia ao tornozelo.&lt;br /&gt;O libanto era um instrumento que prendia o pescoço do escravo numa argola de ferro de onde saía uma haste longa.&lt;br /&gt;Que poderia terminar com um chocalho em sua extremidade e que servia para dar o sinal quando o negro quando o negro andava, ou com as pontas retorcidas com a finalidade de prender-se aos galhos das árvores para dificultar a fuga do negro pelas matas, as gargalheiras eram colocadas no pescoço dos escravos e dela partiam uma corrente que prendiam os membros do negro ao corpo ou serviam para atrelar os escravos uns aos outros quando transportados dos mercados de escravos para as fazendas, e através das algemas, machos e peias os negros eram presos pelas mãos aos tornozelos o que impedia do escravo de correr ou andar depressa, com isto dificultava a fuga dos negros, e para os que furtavam e comiam cana ou rapadura escondido era utilizado a mascara, que era feita de folhas de flandes e tomava todo o rosto e possuía alguns orifícios para a respiração do negro, com isto o escravo não podia comer nem beber sem a permissão do feitor, os anjinhos eram um instrumento de suplicio que se prendiam os dedos polegares da vitima em dois anéis que eram comprimidos gradualmente para se obter à força a confissão do escravo incriminado por uma falta grave.&lt;br /&gt;&lt;h4&gt;Quais foram as primeiras etnias africanas a vir para o Brasil?&lt;/h4&gt;No brasil, angolanos e congoleses foram misturasdos e vendidos genericamente como escravos. Para os senhores de engenho e mercadores, eles eles não passavam de uma só coisa eram negociados como negros bantos, denominação geral da etnia.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Dessa forma, os escravos desses dois países africanos passavam a conviver em senzalas como filhos da mesma terra, com idioma, rituais e costumes bem parecidos. Em maior número, angolanos fizeram predominar seus fundamentos religiosos e mesmo seu dialeto mais conhecido o quimbundo-e, com o passar dos tempos, angolanos e congoleses não eram mais diferenciados, bem como seus rituais religiosos. Em linhas gerais, tudo que se refereia aos negros bantos eram conhecido como parte do ritual Angola. Por isso a primeira etnia a vir no Brasil foram os Bantos.&lt;br /&gt;&amp;nbsp; Depois com a chegada dos iorubanos os rituais africanos sofreram mais uma mistura ritualista, foram com essa etnia que conhecemos hoje o nome Orixá, pois os bantos se referem aos Orixás de Inquice.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Umbanda&lt;br /&gt;To speak of Umbanda, have to think first what it represents, including foundations, its origins and what he represents to the community umbandista. What is more Umbanda? Umbanda and a mixture of various religions, most with African roots, ie a religious syncretism. The first manifestations umbandistas suggest the Quilombo dos Palmares Quilombo and others around the country, when blacks and some Indians fleeing from their masters, took refuge in distant lands in order to live free, plus some blacks had already converted to Catholicism, and others who came from North Africa, had as their Muslim religion, those were the evils, and the Indians with their beliefs, mixed everything and there began to dawn Umbanda, some archaeologists and historians met at the former Quilombo dos Palmares in Alagoas, images of Catholic saints and Orisha in one place, where would a yard of Umbanda, the more that white did not know that slavery was that blacks fought the enemy until then will the same situation, because they were siblings of the same suffering and cause.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; How it all began.&lt;br /&gt;There are no accurate records of the first black slaves who came to Brazil. The most accepted theory is that in 1538, Jorge Lopes Bixorda, tenant of Brazil wood, would have trafficked to Bahia the first African slaves. They were captured in the lands where they lived in Africa and forcibly brought to America in large vessels, in poor conditions and inhumane. Many died during the voyage across the Atlantic Ocean, victims of disease, abuse and hunger. Slaves who survived the journey, returning to Brazil, were soon separated from their African cultural and linguistic group and mixed with others from different tribes so they could not communicate. His role from now on would serve as manpower for their masters, doing everything they ordained, under penalty of violent punishment. Besides having been brought from their homeland, they do not have any right, slaves had to live with violence and humiliation in their day to day. The white minority, the ruling class socially justified this condition by religious ideas and racist who asserted their superiority and their privileges. Ethnic differences functioned as social barriers. The slave became the manpower fundamental plantation cane sugar, tobacco and cotton in the mills, and later, in towns and cities, mines and cattle ranches. In addition to manpower, the slave represented wealth: it was a commodity which, if necessary, could be sold, rented, donated and auctioned. The slave in colonial society was seen as a symbol of power and prestige of lords, whose social importance was endorsed by the number of slaves they owned. Negro slavery was established during the seventeenth century and intensified in the years 1700 and 1822, mainly by growth of the slave trade. The slave trade between Africa and Brazil has become a very lucrative business. The height of the influx of black slaves can be set between 1701 and 1810, when 1.8914 million Africans were landed in colonial ports. The "Quilombo" most famous for its duration and strength, was to Palmares, established within the current state of Alagoas, in the Serra da Barriga, archaeological site recently overturned. This "Quilombo" is organized into different interconnected villages, consisting of several thousand inhabitants, and possessing strong political-military organization.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; How were slaves treated? Before the sun break, blacks were awakened by the pealing of a bell and trained in a row in the yard to be counted by the foreman and his assistants, after which the count prayed a prayer that was repeated by all blacks. After eating a pint of Guinness and a cup of coffee as the morning feeding, blacks were referred by the factor for the arduous labor in the fields, and eight hours of the morning the breakfast was brought by one of the buddies place in a large basket that contained a pot of beans that were cooked with fat and mixed with cassava flour, the cornmeal mush spread on large banana leaves, pumpkin, cabbage and rarely a torn piece of fresh pork or salt which was placed on the floor where the blacks squatted to fill their bowls and they would eat in silence, after being satiated the black smoke roll cutting and preparing the unhurried their cigarettes made with corn husks, and after half an hour the rest of the blacks continued to toil up to two hours when he came to dinner and the sunset were taken back to the farm where they were all passed in review by the foreman and received a plate of hominy meal sweetened with molasses as the slave quarters and were collected. And in their daily journeys, blacks also suffered all kinds of punishment (in the cities was the main punishment beatings that were made publicly in the pillory, which were set up in columns of stones erected in public squares and contained at the top some tips curved iron which arrested the unfortunate slaves. And whose conviction to the punishment of flogging were announced by the casings of the drums to a large crowd that gathered to watch the executioner's whip fell over the body of the black slave condemned to the delight of the excited crowd cheering as he opened the whip striation blood on the naked back of the black slave who became the public execration. And another method of punishment given to blacks was the punishment of the cakes that was to give blows with the paddle on the palms outstretched for blacks, and violent causing bruises and injuries apitélio delicate hands. On some farms and plantations, the cruelties of plantation owners and foremen have reached the extreme methods of punishment and amazing in the employ anavalhamento the black body followed by brine, hot iron brands, mutilations, rape of black slaves, castration, fractures teeth of a hammer and a long and infinitely refined theory of sadism. In southern Brazil, the planters used to have to tie the wrists of slaves and hung in a horizontal head hangs down, and on the bodies fully naked, they anointed with honey or brine to make black people were bitten by insects . And through a series of instruments of torment that challenged the imagination of consciences harder to contain the black slave who had committed no fault, and that the trunk was a large open rectangular piece of wood in two halves with larger holes for the head and smaller for feet and hands of slaves, and to put up the black trunk opened up its two halves and placed in the holes the neck, ankles or wrists of the slave and was closing the ends with a large lock, the world saw was an instrument of iron of size smaller than the trunk, but with the same mechanism and the same purposes of holding the feet and hands of slaves, the block was an instrument consisting of a thick wooden trunk that slave carried to the head, fastened by a long chain to a ring that brought the ankle. The libanto was an instrument that attaches the neck of a slave iron ring from which came a long stem. That could end with a rattle on their end, serving to give the signal when the black when the black man was walking, or with the ends twisted in order to attach themselves to the branches of trees to impede the escape of the negro in the woods, the Gargalheiras were placed on the necks of slaves, and it broke a chain that bound the members of the black body or had to tow the slaves transported each other when the slave markets to farms, and through the handcuffs, males and blacks were ties holding hands to the ankles which prevented the slave from running or walking quickly, with this hindered the flight of blacks, and those who stole and ate sugar cane or molasses was used to mask hidden, which was made of sheets of Flanders and took all face and had some holes for breathing black, with this the slave could not eat or drink without permission from the maker, the angels were an instrument of torture which arrested the victim's thumbs in two rings that were compressed gradually to obtain by force the confession incriminated the slave grave misconduct. What were the first African ethnic groups to come to Brazil? In Brazil, Angolan and Congolese misturasdos and were generally sold as slaves. For the planters and merchants, they they were just one thing blacks were traded as Bantus, the general name of ethnicity.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Thus, the slaves of these two African countries went to live in slave quarters as children of the same land, with language, rituals and customs very similar. In many Angolans did dominate their religious foundations and even their dialect Kimbundu the best known-and, with the passage of time, Angolan and Congolese were no more differentiated, as well as their religious rituals. Generally speaking, everything that refers to blacks as Bantus were known part of the ritual Angola. So the first race to come in Brazil were the Bantu.&lt;br /&gt;&amp;nbsp; After the arrival of the African Yoruban rituals suffered a more ritualistic mixture, were from this ethnic group that we know the name Orisha, since the Bantu refer to the Orisha of inquices. Posted by Allison at 23:29&lt;div class="post-body entry-content"&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="post-author vcard"&gt; &lt;span class="fn"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="post-timestamp"&gt;&lt;a class="timestamp-link" href="http://misteriosumbanda.blogspot.com/2009/10/umbanda.html" rel="bookmark" title="permanent link"&gt;&lt;abbr class="published" title="2009-10-03T23:29:00-07:00"&gt;&lt;/abbr&gt;&lt;/a&gt; &lt;/span&gt; &lt;span class="post-comment-link"&gt; &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8515260348765746061-1662185607787907165?l=misteriosumbanda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/feeds/1662185607787907165/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2009/10/umbanda.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/1662185607787907165'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/1662185607787907165'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2009/10/umbanda.html' title='Umbanda (Umbanda Religion)'/><author><name>Francisco Allison Peixoto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16897482633341248553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_sVZ8j8gaEX8/SsegUR7cJnI/AAAAAAAAAIw/gujIpRPlTqo/s72-c/escravos1.1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8515260348765746061.post-6391478123750601845</id><published>2009-10-03T23:10:00.000-07:00</published><updated>2010-06-15T19:25:52.066-07:00</updated><title type='text'>Ogã</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_sVZ8j8gaEX8/SsmQIHwyxOI/AAAAAAAAAQI/bKfOZjNageM/s1600-h/atabaque1c%C3%B3pia.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5388996898322564322" src="http://2.bp.blogspot.com/_sVZ8j8gaEX8/SsmQIHwyxOI/AAAAAAAAAQI/bKfOZjNageM/s320/atabaque1c%C3%B3pia.jpg" style="cursor: pointer; float: left; height: 314px; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 295px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ogan é o nome genérico para diversas funções masculinas dentro de uma casa de Candomblé. É o sacerdote escolhido pelo orixá para estar lúcido durante todos os trabalhos. Ele não entra em transe, mas mesmo assim não deixa de ter a intuição espiritual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os atabaques do candomblé só podem ser tocados pelo Alagbê (nação Ketu), Xicarangoma (nações Angola e Congo) e Runtó (nação Jeje) que é o responsável pelo Rum (o atabaque maior), e pelos ogans nos atabaques menores sob o seu comando, é o Alagbê que começa o toque e é através do seu desempenho no Rum que o Orixá vai executar sua coreografia, de caça, de guerra, sempre acompanhando o floreio do Rum. O Rum é que comanda o Rumpi e o Lê.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os atabaques são chamados de Ilú na nação Ketu, e Ngoma na nação Angola, mas todas as nações adotaram esses nomes Rum, Rumpi e Le para os atabaques, apesar de ser denominação Jeje.&lt;br /&gt;Candomblé Jeje&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os cargos de Ogan na nação Jeje são assim classificados:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pejigan que é o primeiro Ogan da casa Jeje. O mais velho de todos os ogans geralmente mais sábio. Tem a função de cuidar do Peji, altar dos santos e zelar pelo assentamentos dos filhos da casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O segundo é o Runtó que é o tocador do atabaque Run, porque na verdade os atabaques Run, Runpi e Lé são Jeje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Axogun - É um ogan de suma importância no Candomblé, é o responsável pela execução sacrificial dos animais votivos, é um especialista no que faz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Candomblé Ketu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alagbê - O chefe dos tocadores de atabaques, os instrumentos de percussão, dominante do atabaque Rum, que através dele o Orixá fará sua dança e com isso comandando os atabaques Rumpi e Lê.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ogan gibonã - Zelador da casa de exu, outro ogan de suma importância, pois seus conhecimento ajudam na firmeza da casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ogan Apontado - Pessoa apontada como possível candidato a Ogan. Equivalente ao Ogan suspenso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ogan Suspenso - Pessoa escolhida por um Orixá para ser um Ogan, é chamado suspenso, por ter passado pela cerimônia onde é colocado em uma cadeira e suspenso pelos Ogans da casa, significando que futuramente será confirmado e passará por todas obrigação para ser um Ogan.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há também outros Ogans como Gaipé, Runsó, Gaitó, Arrow, Arrontodé.&lt;br /&gt;[editar] Candomblé Bantu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Tata NGanga Lumbido - Ogã, guardião das chaves da casa.&lt;br /&gt;* Kambondos - Ogãs.&lt;br /&gt;* Kambondos Kisaba ou Tata Kisaba - Ogã responsável pelas folhas.&lt;br /&gt;* Tata Kivanda ou Tata Pocó - Ogã responsável pelos sacrifícios animais (mesmo que axogun).&lt;br /&gt;* Tata Muloji - Ogã preparador dos encantamentos com as folhas sagradas e cabaças.&lt;br /&gt;* Tata Mavambu - Ogã ou filho de santo que cuida da casa de exú (de preferência um homem; as mulheres não devem exercer essa função, uma vez que mestruam, só o podendo fazer após a menopausa).&lt;br /&gt;* Xicarangoma - O chefe dos tocadores de atabaques, os instrumentos de percussão.&lt;br /&gt;Responsabilidade de um Ogã&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É responsabilidade do ogã, não só no dia da jira como em qualquer dia de trabalho, olhar pelos demais médiuns, bem como pela integridade e pelo bom funcionamento do terreiro. O ogã, especialmente, tem a responsabilidade de se comportar como um médium exemplar e de orientar os demais médiuns a seguir um comportamento apropriado. O ogã é responsável pela jira e pelo transcorrer do trabalho espiritual da casa. O preparo de um ogã abrange a consciência do trabalho que desempenham e de sua responsabilidade, a consciência da energia que está envolvida no trabalho—é isso que faz um ogã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É tradicional que o ogã seja sempre do sexo masculino. Essa tradição é fundamentada no fato de que sua função exige uma estabilidade emocional que é dificultada pela sensibilidade mediúnica e pelos ciclos hormonais característicos do sexo feminino. O ogã aprende e participa de diversas funções na casa, inclusive as que incluem manipulações energéticas ligadas à proteção contra trabalhos de magia. Nessas situações, um médium do sexo feminino estaria mais propenso a ser afetado emocionalmente do que um médium do sexo masculino, devido à diferença de sensibilidade mediúnica entre os sexos. Assegurar-se que todos os ogãs são do sexo masculino é, assim, uma forma de proteger os médiuns do sexo feminino (as quais são mais aptas que os médiuns do sexo masculino para outras funções dentro da casa, de igual importância).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ogã anuncia a linha e “puxa” a vibração das entidades na jira, pois o mentor espiritual dos ogãs é o responsável por criar as condições adequadas que atraem as linhas que irão se comunicar. Assim, vê-se a importância dos ogãs saberem os pontos e o que cada ponto significa, a energia que cada ponto traz. A vibração espiritual associada com o médium que está girando está completamente associada com a vibração do canto e da voz dos ogãs. De todos os médiuns, principalmente os ogãs têm a função de concentrar e canalizar as energias durante o trabalho espiritual. O ogã, assim, precisa aprender não só a cantar com o voz, mas, também, com a alma, com o coração. Como o pai-no-santo precisa, muitas vezes, estar incorporado durante a jira, os ogãs não devem contar com ele para saber que linha e que pontos devem cantar. Com o passar do tempo, o ogã conquista uma grande sintonia com os médiuns e com os guias de cada médium, por estar diretamente conectado com os espíritos e as linhas de trabalho que estão encarregados a trabalhar em cada médium. Por isso, a preparação mediúnica antes dos trabalhos é particularmente importante para o bom desempenho de suas funções. Devido a essa conecção, os demais médiuns respondem, na ausência do pai-no-santo durante a jira, à forma de trabalho determinada pelos ogãs. Com a incorporação da entidade, é natural que os ogãs saibam intuitivamente, e pela experiência e observação, o tipo entidade (caboclo, exu, preto-velho etc) e a linha (o orixá) para a qual ela trabalha. Essa sintonia entre os ogãs e as entidades, quando apurada, dá força às entidades, aos médiuns e ao trabalho, de forma geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ogã na Umbanda&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quase igual no candomblé, a diferença e que na Umbanda á palavra Ogã e utilizada para referir o tocador de Atabaque, mais com as funções do candomblé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ogan is the generic name for various functions within a male house of Candomblé. It is the priest chosen by the deity to be lucid during all work. He does not go into a trance, yet not without spiritual intuition.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The drums of Candomblé can only be touched by Alagbê (Ketu nation), Xicarangoma (nations Angola and Congo) and Runt (Jeje nation) that is responsible for Rum (the largest conga), and the slogans on drums minors under their command is the Alagbê getting the touch and it is through their performance on Rum that Orisha will perform the choreography, hunting, war, always following the flourish of Rum. Rum is commanding the rump and the Reads.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The drums are called Ilu Ketu in the nation, Angola and Ngoma in the nation but all nations have adopted these names Rum, Rump and Le for the drums, despite being name Jeje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Candomblé&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The positions of the nation Ogan Jeje are rated as follows:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pejigan which is the first house Ogan Jeje. The oldest of all the slogans usually wiser. Its function is to take care of Peji, altar of saints and ensure the settlement of the children's home.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The second is the runt who is the bass player from the Run, because in fact the drums Run, and Runpi Lé are Jeje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Axogun - ogan is an extremely important in Candomblé, is responsible for carrying sacrificial animals votive, is an expert at it.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Candomblé Ketu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alagbê - The head of the players on drums, percussion instruments, conga dominant Rum, that through him the Orisha do your dance and thereby commanding the drums and Rumpi Reads.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ogan Gibon - Caretaker's house exu, ogan another extremely important, because their knowledge helps in firming the house.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ogan Appointed - Person identified as a possible candidate for Ogan. Equivalent to Ogan suspended.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ogan Suspended - chosen by a person to be an Orisha Ogan, is called suspended, for having gone through a ceremony where it is placed in a chair and suspended by Ogans the house, meaning that the future will be acknowledged by all and will be a must for Ogan.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;There are also other Ogans as Gaipé, Runs, Gaita, Arrow, Arrontodé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[Edit] Candomblé Bantu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Tata Nganga lumber - Oga, keeper of the keys of the house.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Kambondos - ogãs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Kambondos Kisaba or Tata Kisaba - Oga responsible for the leaves.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Tata or Tata Kivanda Pocó - Oga responsible for animal sacrifices (even Axogun).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Tata Muloji - Oga preparer of enchantment with the sacred leaves and gourds.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Tata Mavambu - Oga or child of caring for the holy house of Exu (preferably a man, women should not exercise that function, since mestruam, only being able to do after menopause).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Xicarangoma - The head of the players on drums, percussion instruments.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Responsibility of the Oga&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oga is responsible not only on the jira as any working day, looking for other mediums as well as the integrity and proper functioning of the yard. The ogã, especially, has a responsibility to behave as an exemplary medium and target other mediums below a proper behavior. OGA is responsible for jira and the course of the work's spiritual home. The preparation of a ogã covers the awareness of the work they perform and their responsibility, awareness of energy that is involved in the work-that is what makes a ogã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;It is traditional that the oga is always male. This tradition is based on the fact that their function requires an emotional stability that is complicated by psychic sensitivity and the hormonal cycles typical female. The ogã learns and participates in various functions in the house, including those that include manipulation of energy linked to the protection work of magic. In these situations, a medium females would be more likely to be affected emotionally than a medium male, due to the difference in psychic sensitivity between the sexes. Ensure that all ogãs are male is thus a way of protecting female mediums (which are more likely than male mediums for other functions within the house, of equal importance).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The ogã announces the line and "pulls" the vibe of the entities in jira, as the spiritual mentor of ogãs is responsible for creating the right conditions to attract the lines that will communicate. Thus, one sees the importance of knowing ogãs points and what each point means, the energy that each item brings. The spiritual vibration associated with the medium that is spinning is fully associated with the vibration of singing and voice of ogãs. In all mediums, especially ogãs have the function to concentrate and channel the energies for spiritual work. The ogã therefore need to learn not only to sing with the voice but also with the soul, with heart. Like his father-in-saint must often be incorporated during the jira, the ogãs should not count on him to know that line and that points should sing. Over time, the conquest ogã a great match with mediums and with the guides of each medium, by being directly connected with the spirits and lines of work they are responsible to work in each medium. Therefore, the psychic preparation before the work is particularly important for the proper performance of their duties. Because of this connection, the other mediums respond in the absence of the father-in-saint during jira, how to work determined by ogãs. With the incorporation of the entity, it is natural that ogãs know intuitively and by experience and observation, the entity type (native, exu, black-old etc) and line (the deity) for which she works. This line between ogãs and organizations, when found, gives strength to the authorities, to mediums and to work in general.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oga in Umbanda&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;And almost equal in Candomblé, and that the difference in Oga and Umbanda to the word used to refer to the player Atabaque more with the functions of Candomblé.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8515260348765746061-6391478123750601845?l=misteriosumbanda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/feeds/6391478123750601845/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2009/10/oga.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/6391478123750601845'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/6391478123750601845'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2009/10/oga.html' title='Ogã'/><author><name>Francisco Allison Peixoto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16897482633341248553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_sVZ8j8gaEX8/SsmQIHwyxOI/AAAAAAAAAQI/bKfOZjNageM/s72-c/atabaque1c%C3%B3pia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8515260348765746061.post-3791006702373407142</id><published>2009-10-03T23:04:00.000-07:00</published><updated>2010-06-15T19:27:35.070-07:00</updated><title type='text'>Combono</title><content type='html'>O Combono e o maior feiticeiro do terreiro, pois e ele quem ouve os trabalhos passados para o consulente, e conhece as ervas, magia, horas magicas. O combono tem que ter um coração humilde, pois e ele que tem a responsabilidade de cuidar e atender os pedidos das entidades. Quando um Combono chega no terreiro, antes dos trabalhos ele tem que salvar o altar, salvar todos as entidades da casa, acender uma vela para seu protetor, depois dos trabalhos , ele quando chegar em casa, e muito importante que tome banho de descarrego, e sempre pedir que as entidades os limpem antes de ir embora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The Comboni and the greatest wizard of the yard, because he who listens and works passed to the asker, and know the herbs, magic, magical hours. The Comboni have to have a humble heart, and because he who has the responsibility to care for and meet the requests of the authorities. When a Comboni arrives in the yard before the work he has to save the altar, save all the entities of the house, light a candle to his patron, after work, when he got home, and very important to take bath unloading, and always ask the authorities to clean up before leaving.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8515260348765746061-3791006702373407142?l=misteriosumbanda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/feeds/3791006702373407142/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2009/10/combono.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/3791006702373407142'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/3791006702373407142'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2009/10/combono.html' title='Combono'/><author><name>Francisco Allison Peixoto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16897482633341248553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8515260348765746061.post-8241934467649695861</id><published>2009-10-03T23:01:00.000-07:00</published><updated>2010-06-15T19:41:24.279-07:00</updated><title type='text'>Linha do oriente na umbanda (Line of the east in Umbanda)</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_sVZ8j8gaEX8/SsmMVb7bhnI/AAAAAAAAAQA/sBHZzJIpv0I/s1600-h/Imagem+081.JPG" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5388992729027675762" src="http://4.bp.blogspot.com/_sVZ8j8gaEX8/SsmMVb7bhnI/AAAAAAAAAQA/sBHZzJIpv0I/s320/Imagem+081.JPG" style="cursor: pointer; float: left; height: 150px; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 120px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_sVZ8j8gaEX8/SsmMU_ZaN4I/AAAAAAAAAP4/mHVf08Oqn04/s1600-h/cigana6-4.gif" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5388992721368790914" src="http://1.bp.blogspot.com/_sVZ8j8gaEX8/SsmMU_ZaN4I/AAAAAAAAAP4/mHVf08Oqn04/s320/cigana6-4.gif" style="cursor: pointer; float: left; height: 320px; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 256px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_sVZ8j8gaEX8/SsmMUj6SgCI/AAAAAAAAAPw/7Zxy05-VFWI/s1600-h/ASD.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5388992713990504482" src="http://4.bp.blogspot.com/_sVZ8j8gaEX8/SsmMUj6SgCI/AAAAAAAAAPw/7Zxy05-VFWI/s320/ASD.jpg" style="cursor: pointer; float: left; height: 320px; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 260px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A Linha do Oriente é dividida em 07 falanges e composta em sua maioria por entidades de origem oriental é nessa linha que se encontram as falanges dos hindus, árabes, japoneses, chineses, mongóis, egípcios romanos, etc. Compõem-se estas falanges de espíritos que tiveram encarnação nesses povos e que através do ensino das ciências ocultas, praticam a caridade pregada na Umbanda..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta Linha procurou abrigar as mais diversas entidades, que a princípio não se encaixavam na matriz formadora do brasileiro (índio, português e africano). Podendo, a  Linha do Oriente vir representada por entidades da linha de caboclo ou pretos-velhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As entidades que compõem esta linha são discretas, falando pouco, com linguajar perfeito e bastante correto, sendo que não gostam de dar consultas, e se precisam passar algum ensinamento ao consulente, o fazem através de frases curtas e cheias de significados. Os mais altos conhecimentos esotéricos da antiguidade são conhecidos, no plano astral, pelas entidades que se manifestam nessa Linha, já que nela estão representados grandes mestres do ocultismo (Esoterismo - Cartomancia - Quiromancia - Astrologia - Numerologia - Grafologia - etc.).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atuando com a arte da cura, as entidades da Linha do Oriente buscam fazer o encarnado compreender bem as causas de suas enfermidades e a necessidade de mudança nessas causas, bem como a necessidade de seguirem à risca os tratamentos indicados. São entidades que vêm com a missão de humanizar corações endurecidos e fecundar a fé, os valores espirituais, morais e éticos no mental humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Linha do Oriente é regida por Oxalá, e por Pai Xangô, fogo e calor divino, sendo que as entidades dessa Linha atuam nas irradiações dos diversos orixás, conforme as demais falanges da Umbanda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É chefiada por São João Batista, que tem o comando dos povos do oriente, onde se manifestam espíritos de profetas, apóstolos, iniciados, cabalistas, anacoretas, ascetas, pastores, santos, instrutores e peregrinos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Linha do Oriente, que é chefiada por São João Batista, é constituída pelas seguintes Legiões:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Legião dos Hindus - Chefiada por Zartú&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Legião de Médicos e Cientistas - Chefiada por José de Arimatéia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Legião de Árabes e Marroquinos - Chefiada por Jimbaruê&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Legião de Japoneses, Chineses - Chefiada por Ori do Oriente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Legião dos Egipcianos, Astecas, Mongóis e Esquimós, Incas e outras raças antigas - Chefiadas por Inhoarairi, Imperador Inca antes de Cristo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. Legião dos Índios Caraíbas - Chefiadas por Itaraiaci&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. Legião dos Gauleses, Romanos e outras raças européias - Chefiada por Marcus I - Imperador Romano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The East Line is divided into 07 phalanges and composed mostly of bodies of Oriental origin is in this line are the phalanges of the Hindus, Arabs, Japanese, Chinese, Mongols, Egyptians, Romans, etc.. These phalanges consist of spirits who had these people and that incarnation through education of the occult sciences, practicing charity preached in Umbanda ..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;This line sought shelter many different entities, which at first did not fit in the array of Brazilian educator (Indian, Portuguese and African). Being able to come from the East Line entities represented by the line of mestizo or black children.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The entities that make up this line are discrete, speaking little, with perfect language and quite correct, and do not like to give advice, and if they need to spend teaching the asker, do this through short phrases and full of meanings. The highest esoteric knowledge of antiquity are known in the astral plane, the entities that manifest themselves in that line, since there are represented the great masters of the occult (Esoteric - Fortune Telling - Palmistry - Astrology - Numerology - graphology - etc.).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Working with the art of healing, the entities of the East Line seek to understand the red and the causes of their illnesses and the need for change in these cases, as well as the need to strictly follow the treatments indicated. Are entities that come with the mission of humanizing hardened hearts and fertilize the faith, spiritual values, moral and ethical standards on human mental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The East Line is governed by Hopefully, Shango and Father, the divine fire and heat, and the entities that act in line irradiations of various deities, as the other phalanges of Umbanda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;It is led by St. John the Baptist, in command of the peoples of the east, where they are manifested spirits of prophets, apostles, started, Kabbalists, hermits, ascetics, pastors, saints, pilgrims and instructors.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Line East, which is headed by St. John the Baptist, consists of the following Legions:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Legion of Hindus - Headed by Zartú&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Legion of Physicians and Scientists - Headed by Joseph of Arimathea&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Legion of Arabs and Moroccans - Headed by Jimbaruê&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Legion of Japanese, Chinese - Headed by Ori East&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Legion of the Egyptians, Aztecs, Mongols, Eskimos, Incas and other ancient races - Headed by Inhoarairi, Inca Emperor BC&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. Legion of Caribbean Indians - Headed by Itaraiaci&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. Legion of the Gauls, Romans and other European races - Led by Marcus I - Roman Emperor&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8515260348765746061-8241934467649695861?l=misteriosumbanda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/feeds/8241934467649695861/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2009/10/linha-do-oriente-na-umbanda.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/8241934467649695861'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/8241934467649695861'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2009/10/linha-do-oriente-na-umbanda.html' title='Linha do oriente na umbanda (Line of the east in Umbanda)'/><author><name>Francisco Allison Peixoto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16897482633341248553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_sVZ8j8gaEX8/SsmMVb7bhnI/AAAAAAAAAQA/sBHZzJIpv0I/s72-c/Imagem+081.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8515260348765746061.post-2847538822880536910</id><published>2009-10-03T22:44:00.000-07:00</published><updated>2010-06-15T19:46:44.275-07:00</updated><title type='text'>O que é Umbanda (What is Umbanda)</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_sVZ8j8gaEX8/SsmK4CLT0gI/AAAAAAAAAPo/f-rwKv839EY/s1600-h/UMBANDA.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5388991124387123714" src="http://3.bp.blogspot.com/_sVZ8j8gaEX8/SsmK4CLT0gI/AAAAAAAAAPo/f-rwKv839EY/s320/UMBANDA.jpg" style="cursor: pointer; float: left; height: 240px; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 320px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_sVZ8j8gaEX8/SsmK31LT-gI/AAAAAAAAAPg/8xX1T8OWMw4/s1600-h/exuzepilintra.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5388991120897473026" src="http://2.bp.blogspot.com/_sVZ8j8gaEX8/SsmK31LT-gI/AAAAAAAAAPg/8xX1T8OWMw4/s320/exuzepilintra.jpg" style="cursor: pointer; float: left; height: 319px; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 320px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Umbanda é uma religião formada dentro da cultura religiosa brasileira que sincretiza elementos vários, inclusive de outras religiões como o catolicismo, o espiritismo e as religiões afro-brasileiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os conceitos aqui relatados podem diferir em alguns tópicos por se tratar de uma visão generalista e enciclopédica. Por se tratar de um conjunto religioso com várias ramificações, as informações aqui expostas buscam informar aos leitores da forma mais abrangente possível e sem discriminação ou preconceitos, pois todas as "Umbandas" têm suas razões de existir e de serem cultuadas.&lt;br /&gt;As raízes da Umbanda são difusas. Existem diversas ramificações onde podemos encontrar influências indígenas (Umbanda de Caboclo), Africanas (Umbandomblé, Umbanda traçada) e diversas outras de cunho esotérico (Umbanda Esotérica, Umbanda Iniciática). Existe também a "Umbanda popular", onde encontraremos um pouco de cada coisa ou um cadinho de cada ancestralidade, onde o sincretismo (associação de santos católicos aos orixás africanos) é muito comum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não existe uma fonte única que reflita a origem da Umbanda. Cada vertente tem as suas origens e história. Mais recentemente, na década de 1970, aceitou-se que Zélio Fernandino de Moraes teria sido o anunciador da Umbanda através do Caboclo das Sete Encruzilhadas (1908) em determinados moldes, fazendo com que ela pudesse ser institucionalizada como religião. Porém, o trabalho dos guias (pretos velhos, caboclos, crianças, exus, etc.) é bem anterior a Zélio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mantém-se na Umbanda o sincretismo religioso com o catolicismo e os seus santos, assim como no antigo Candomblé dos escravos, por uma questão de tradição, pois antigamente fazia-se necessário como uma forma de tornar aceito o culto afro-brasileiro sem que fosse visto como algo estranho e desconhecido, e, portanto, perseguido e combatido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há discordância sobre as cores votivas de cada orixá conforme o local do Brasil e a tradição seguida por seus seguidores. Da mesma forma quanto ao Santo sincretizado a cada orixá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns exemplos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Ogum - São Jorge OU Santo Antonio na bahia;&lt;br /&gt;* Oxóssi - São Sebastião;&lt;br /&gt;* Xangô - São Jerônimo,São João Batista, São Miguel Arcanjo&lt;br /&gt;* Iemanjá - Nossa Senhora dos Navegantes;&lt;br /&gt;* Oxum - Nossa Senhora da Conceição;&lt;br /&gt;* Iansã - Santa Bárbara;&lt;br /&gt;* Omolu - São Roque;&lt;br /&gt;* Obá - Santa Rita de Cássia,Santa Joana d'Arc&lt;br /&gt;* Obaluaê - São Lázaro;&lt;br /&gt;* Nanã - Sant'Anna;&lt;br /&gt;* Egunitá - Santa Sara Kali,&lt;br /&gt;* Oxalá - Divino Jesus Cristo, o Ser Cristalino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Os fundamentos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os fundamentos da Umbanda variam conforme a vertente que a pratique.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem alguns conceitos básicos que são encontrados na maioria das casas e assim podem, com certa ressalva e cuidado, ser generalizados para todas as formas de Umbanda. São eles:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* A existência de uma fonte criadora universal, um Deus supremo, chamado Olorum ou Zambi;&lt;br /&gt;* A obediência aos ensinamentos básicos dos valores humanos, como: fraternidade, caridade e respeito ao próximo. Sendo a caridade uma máxima encontrada em todas as manifestações existentes;&lt;br /&gt;* O culto aos orixás como manifestações divinas, em que cada orixá controla e se confunde com um elemento da natureza do planeta ou da própria personalidade humana, em suas necessidades e construções de vida e sobrevivência;&lt;br /&gt;* A manifestação dos Guias para exercer o trabalho espiritual incorporado em seus médiuns ou "cavalos";&lt;br /&gt;* O mediunismo como forma de contato entre o mundo físico e o espiritual, manifesta de diferentes formas;&lt;br /&gt;* Uma doutrina, uma regra, uma conduta moral e espiritual que é seguida em cada casa de forma variada e diferenciada, mas que existe para nortear os trabalhos de cada terreiro;&lt;br /&gt;* A crença na imortalidade da alma;&lt;br /&gt;* A crença na reencarnação e nas leis cármicas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Um Deus único e superior&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deus, em sua benevolência e em sua força emana de si e através dos orixás e dos guias (espíritos desencarnados) seu amor, auxiliando os homens em sua caminhada para a elevação espiritual e intelectual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sincretismo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Indígeno, africano, católico, espírita, outras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Umbanda é uma junção de elementos africanos (orixás e culto aos antepassados), indígenas (culto aos antepassados e elementos da natureza), Catolicismo (o europeu, que trouxe o cristianismo e seus santos que foram sincretizados pelos Negros Africanos), Espiritismo(fundamentos espíritas, reencarnação, lei do carma, progresso espiritual etc).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Umbanda prega a existência pacífica e o respeito ao ser humano, à natureza e a Deus. Respeitando todas as manifestações de fé, independentes da religião. Em decorrência de suas raízes, a Umbanda tem um caráter eminentemente pluralista, compreende a diversidade e valoriza a diferenças. Não há dogmas ou liturgia universalmente adotadas entre os praticantes, o que permite uma ampla liberdade de manifestação da crença e diversas formas válidas de culto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A máxima dentro da Umbanda é "Dê de graça, o que de graça recebestes: com amor, humildade, caridade e fé".&lt;br /&gt;&amp;nbsp;O culto umbandista&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Umbanda tem como lugar de culto o templo, terreiro ou Centro, que é o local onde os Umbandistas se encontram para realização do culto aos orixás e dos seus guias, que na Umbanda se denominam giras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O chefe do culto no Centro é o Sacerdote ou Sacerdotisa (pode ser Babá, Zelador, Dirigiente, Diretor(a) de culto, Mestre(a), sempre dependendo da forma escolhida por cada casa). São os médiuns mais experientes e com maior conhecimento, normalmente fundadores do terreiro. São quem coordenam as sessões/giras e que irão incorporar o guia-chefe, que comandará a espiritualidade e a materialidade durante os trabalhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale lembrar que o termo pai-de-santo ou mãe-de-santo não deve ser aplicado na religião de Umbanda, pois estes termos são oriundos do Candomblé, que é uma religião diferente da Umbanda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como uma religião espiritualista, a ligação entre os encarnados e os desencarnados se faz por meio dos médiuns. Na Umbanda existem várias classes de médiuns, de acordo com o tipo de mediunidade. Normalmente há os médiuns de incorporação, que irão "emprestar" seus corpos para os guias e para os orixás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há também os atabaqueiros, que transmitem a vibração da espiritualidade superior por via dos atabaques, criando um campo energético favorável à atração de determinados espíritos, sendo muitas vezes responsáveis pela harmonia da gira. Há os Corimbas, que são os que comandam os cânticos e as cambonas que são encarregadas de atender as entidades, provisionando todo o material necessário para a realização dos trabalhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora caiba ao sacerdote ou à sacerdotisa responsável o comando vibratório do rito, grande importância é dada à cooperação, ao trabalho coletivo de toda a corrente mediúnica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a Umbanda, as entidades que são incorporadas pelos médiuns podem ser pretos-velhos, caboclos, boiadeiros, mineiros, crianças, marinheiros, ciganos, baianos, orientais e exus.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;As sessões&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O culto nos terreiros é dividido em sessões de desenvolvimento e de consulta, e essas, são subdivididas em giras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas sessões de consulta, onde comumente podemos encontrar Pretos-Velhos, Caboclos, Ciganos... As pessoas conversam com as entidades a fim de obter ajuda e conselhos para suas vidas, curas, descarregos, e para resolver problemas espirituais diversos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As ocorrências mais comuns nessas sessões são o "passe" e o descarrego.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No passe, a entidade reorganiza o campo energético astral da pessoa, energizando-a e retirando toda a parte fluídica negativa que nela possa estar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Médiuns&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Médium é toda pessoa que, segundo a Doutrina Espírita, que tem a capacidade de se comunicar com entidades desencarnadas ou espíritos, seja pela mecânica da incorporação, pela vidência (ver), pela audiência (ouvir) ou pela psicografia (escrever movido pelos espíritos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Umbanda crê que o médium tem o compromisso de servir como um instrumento de guias ou entidades espirituais superiores. Para tanto, deve se preparar através do estudo, desenvolvendo a sua mediunidade, sempre prezando a elevação moral e espiritual, a aprendizagem conceitual e prática da Umbanda, respeitar os guias e orixás; ter assiduidade e compromisso com sua casa, ter caridade em seu coração, amor e fé em sua mente e espírito, e saber que a Umbanda é uma prática que deve ser vivenciada no dia-a-dia, e não apenas no terreiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das regras básicas da umbanda é que a mediunidade não deve ser vista ou vivenciada vaidosamente como um dom ou poder maior concedido ao médium, segundo os umbandistas, mas sim como um compromisso e uma oportunidade que lhe foi dada para resgate kármico e expiação de faltas pregressas antes mesmo da pessoa reencarnar. Por isso não deve ser encarada como um fardo ou como uma forma de ganhar dinheiro, mas como uma oportunidade valiosa para praticar o bem e a caridade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe médiuns que acabam distorcendo o verdadeiro papel que lhes foi dado e se envaidecem, agindo de forma leviana em suas vidas. O médium deve tangir sua vida como sendo um mensageiro de Deus, dos orixás e guias. Ter um comportamento moral e profissional dignos, ser honesto e íntegro em suas atitudes, pois do contrário acaba atraindo forças negativas, obsessores ou espíritos revoltados que vagam pelo mundo espiritual atrás de encarnados desequilibrados que estejam na mesma faixa vibracional que eles. Por isso, desenvolver a mediunidade é um processo que deve ser encarado de forma séria e regido através de um profundo estudo da religião, e seguido por conceitos morais e éticos. Ser orientado e iniciado por uma casa que pratica o bem é essencial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pessoas que são médiuns devem levar sempre a sério sua missão, ter muito amor e dar valor ao que fazem, tendo sempre boa-vontade nos trabalhos de seu terreiro e na vida diária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O médium deve tomar, sempre que necessário, os banhos de descarrego adequados aos seus orixás e guias, estar pontualmente no terreiro com sua roupa sempre limpa, conversar sempre com o chefe espiritual do terreiro quando estiver com alguma dúvida, problema espiritual ou material.&lt;br /&gt;Paramentos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Umbanda, os médiuns usam normalmente como paramentos apenas roupas brancas, podendo estar os pés descalços, representando a simplicidade e a humildade. Mas há Umbandas que também utilizam roupas com as cores de cada linha. Por exemplo, em giras de Ogum se utiliza camisas ou batas vermelhas e calças e saias brancas. Nas giras de esquerda as roupas são pretas, sendo que as filhas de santo podem se vestir de vermelho e preto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode ocorrer, por exemplo, que uma entidade de Preta-velha solicite uma saia ou um lenço para amarrar os cabelos; isso visa a proporcionar que o médium se pareça mais com a entidade que está incorporando. Também há os apetrechos dos guias. Por exemplo, os Caboclos costumam utilizar cocares, alguns utilizam machadinhas de pedra, chocalhos, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma outra visão sobre os paramentos e apetrechos materiais utilizados pelos médiuns é de que são usados pelos espíritos como condensadores de energia: um modo de concentrar a energia e depois enviá-la, se positiva, ou dissipá-la no elemento apropriado, quando negativa.&lt;br /&gt;POLOS ATIVOS E POLOS PASSIVOS&lt;br /&gt;A Linha da Fé&lt;br /&gt;Oxalá é passivo   -   Oyá-Tempo é ativa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Linha do Amor&lt;br /&gt;Oxum é ativa   -   Oxumaré é passivo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Linha do Conhecimento&lt;br /&gt;Oxossi é ativo  -  Obá é passiva&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Linha da Razão&lt;br /&gt;Xangô é passivo  -  Iansã é ativa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Linha da Ordem&lt;br /&gt;Ogum é passivo  -  Egunitá é ativa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Linha da Evolução&lt;br /&gt;Obaluaiê é ativo  -  Nanã é passiva&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Linha da Geração&lt;br /&gt;Iemanjá é passiva  -  Omulu é ativo  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As sete linhas de Umbanda&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I. LINHA DE OXALÁ [Liderada por Jesus Cristo] ─ Falanges: 1. Santo Antônio | 2. São Cosme e Damião ["espíritos-crianças", não necessariamente infantes mas, antes, Espíritos com mentalidade infantil] | 3. Santa Rita | 4. Santa Catarina | 5. Santo Expedito | 6. São Francisco de Assis. Esta Linha dedica-se a desmanchar trabalhos de magia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II. LINHA DE IEMANJÁ [Liderada por Oxun] ─ Falanges: 1. Ondinas de Nanã | 2. caboclas do Mar | 3. Indaiá dos Rios | 4. Iara dos Marinheiros | 5. Tarimã das Caluga-Caluguinhas da Estrela Guia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III. LINHA DO ORIENTE ─ Falanges: Hindus, árabes, chineses e outros orientais além de europeus. Dedicados à medicina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IV. LINHA DE OXOSSI ─ Falanges: 1. Urubatão | 2. Araribóia | 3. Caboclo das Sete Encruzilhadas [aquele do fundador Zélio Fernandino] | 4. Águia Branca. Indígenas, caboclos, são curandeiros que protegem contra magia e ministram passes, prescrevem ervas medicinais em preparados para banhos, defumações ou uso tópico. Estes preparados são chamados amacys.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;V. LINHA DE XANGÔ ─ Falanges: 1. Iansã | 2. caboclo do Sol | 3. Caboclo da Lua | 4. Caboclo Pedra Branca | 5. Caboclo do Vento | Caboclo Treme Terra. Pela característica do orixá que dá nome à linha, supõe-se que atue em casos de problemas judiciais, demandas, litígios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VI. LINHA DE OGUM ─ Falanges: 1. Ogum Beira-Mar | 2. Ogum-Iara |  3. Ogum-Megê | 4. Ogum Rompe-Mato. Estas falanges tratam das brigas, das situações de disputa pessoal, discórdias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VII. LINHA AFRICANA ─ Falanges: 1. Povo da Costa | 2. Pai Francisco | 3. Povo do Congo | 4. Povo de Angola | 5. Povo de Luanda | 6. Povo de Cabinda | 7. Povo da Guiné. Esta falange dedica-se à prática do bem em geral e, ao que tudo indica, dentro da confusa divisão das Linhas e Falanges, esta linha africana possivelmente inclui a chamada Falange ou seria [sub-falange?] dos Pretos-Velhos  e a das Almas [que o estudo comparado indica ser sinônima da Falange Povo de Angola].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Umbanda is a religion formed within the Brazilian religious culture that syncretize several elements, including other religions such as Catholicism, spiritualism and religion african-Brazilian.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The concepts reported here may differ on some issues because it is a generalist view and encyclopedic. Because it is a religious complex with multiple branches, the information presented here seek to inform readers as widely as possible and without discrimination or prejudice, since all "Umbanda" have their reasons to exist and be worshiped.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The roots of Umbanda are diffuse. There are several branches where we can find Indian influences (Umbanda Caboclo), African (Umbandomblé, Umbanda drawn) and a number of other esoteric (Esoteric Umbanda, Umbanda Initiation). There is also the "Umbanda popular," where we will find a little of everything or a crucible of each ancestry, where syncretism (Association of Catholic saints with African deities) is very common.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;There is no single source that reflects the origin of Umbanda. Each side has its origins and history. More recently, in the 1970s, it was accepted that Zélio Fernandino de Moraes had been the announcer through the Umbanda Caboclo Sete Crossroads (1908) in some manner, so that she could be institutionalized as a religion. However, the work of the guides (old black, Indians, children, exits, etc..) Is well above the Zélio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Remains in the Umbanda religious syncretism with Catholicism and his saints, as in the Candomblé of former slaves, as a matter of tradition, because formerly it was necessary as a way to become accepted worship african american without it being seen as something strange and unknown, and thus persecuted and combated.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;There is disagreement about the colors of each orisha votive as the location of Brazil and the tradition followed by his followers. In the same way as the Holy syncretized each orisha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Some examples:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Ogun - St. George OR San Antonio at bay;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Oxóssi - San Sebastián;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Xango - St. Jerome, St. John the Baptist, St. Michael the Archangel&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Iemanjá - Nossa Senhora dos Navegantes;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Oshun - Our Lady of Conception;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Iansã - Santa Barbara;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Omolu - San Roque;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Oba - St. Rita of Cascia, Saint Joan of Arc&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Obaluaê - St. Lazarus;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nanã * - Santa Anna;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Egunitá - Santa Sara Kali&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* I hope - Jesus Christ the Divine Being, Crystal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;The fundamentals&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The fundamentals of Umbanda vary depending on which side to practice.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;There are some basic concepts that are found in most homes and thus can, with some caveat and caution, be generalized to all forms of Umbanda. They are:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* The existence of a universal creative source, one supreme God, called Olorum or Zambia;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Obedience to the teachings of basic human values such as brotherhood, charity and respect for others. Being a charity the maximum found in all forms exist;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* The worship of deities as divine manifestations, each orisha controls and merges with an element of nature or the planet's own human personality, your needs and constructions of life and survival;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* The demonstration of the Guides to exercise the spiritual work embedded in their mediums or "horses";&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* The mediumship as a means of contact between the physical and the spiritual world, manifested in different ways;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* A doctrine, a rule, a spiritual and moral conduct that is followed in each house so varied and different, but that exists to guide the work of each yard;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* The belief in the immortality of the soul;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* The belief in reincarnation and karmic laws;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;One God and higher&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;God in his grace and his power emanates from each other and through the orishas and the guides (disembodied spirits) their love, helping the men in their journey towards spiritual and intellectual elevation.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Syncretism&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Indigenous, African, Catholic, spiritualist, others.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Umbanda is an amalgamation of African elements (deities and ancestor worship), indigenous (ancestor worship and elements of nature), Catholicism (the Europeans, who brought Christianity and his saints who were syncretized by Black Africans), Spiritualism (pleas spirit, reincarnation, the law of karma, spiritual progress, etc.).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Umbanda preaches peaceful existence and respect for human beings, nature and God. Respecting all manifestations of faith, independent of religion. Because of its roots, Umbanda has an eminently pluralistic includes diversity and values the differences. There is no dogma or liturgy universally adopted among practitioners, which allows extensive freedom of belief and expression of various forms of worship are valid.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The maximum within Umbanda is "Give for free what you receive for free: with love, humility, charity and faith."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;The cult umbandista&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Umbanda has a place of worship the temple courtyard or the Centre, which is where the Umbanda are to perform the worship of deities and their guides, which are denominated in Umbanda cute.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The head of the cult at the center is the priest or priestess (may be Nanny, Janitor, Dirigiente, Director (a) of worship, Mestre (a), where depending on the form chosen by each house). Mediums are more experienced and more knowledge, usually the founders of the yard. Who are coordinating the sessions / neat and that will incorporate the chief guide, who will head the materiality and spirituality throughout the work.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Remember, the term saint-father or mother of the saint should not be applied in the religion of Umbanda, since these terms are from Candomblé, which is a different religion Umbanda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As a spiritualist religion, the connection between the incarnate and the discarnate is achieved through the mediums. In Umbanda mediums there are several classes, according to the type of mediumship. Usually there are the mediums of incorporation, which will "borrow" their bodies to the guides and the deities.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;There are also atabaqueiros, which transmit the vibration of higher spirituality by way of the drums, creating an energy field in favor of the attraction of certain spirits and are often responsible for the harmony of the spins. There are corymb who are controlling the chants and Cambona that are entrusted to serve the entities, provisioning all the material necessary for the completion of works.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Although it is the priest or priestess responsible for the vibration control of the rite, great importance is given to cooperation, the collective work of all current psychic.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;According to Umbanda, entities that are incorporated by mediums can be black-old, Indians, cowboys, miners, children, sailors, gypsies, Bahia, eastern and exits.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Sessions&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Worship in the yards is divided into development sessions and consultation, and these are subdivided into cute.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In the consultation sessions, where we often find Black-Old, Caboclo, Gypsies ... People talk with authorities to get help and advice for their lives, cures, dumps, and to solve various spiritual problems.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The most common occurrences in these sessions are the "pass" and unload.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In passing, the entity reorganizes the astral energy field of the person, energizing it and removing all the fluid part that it might be negative.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mediums&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Medium is any person who, according to the Spiritist Doctrine, which has the ability to communicate with discarnate entities or spirits, either by mechanical incorporation, by clairvoyance (see), the audience (hearing) or by automatic writing (writing moved by the spirits) .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Umbanda believe that the medium is committed to serve as an instrument of higher spiritual guides or entities. To do so, should prepare by studying, developing his mediumship, always maintaining high moral and spiritual, conceptual learning and practice of Umbanda, meet the guides and deities; to take attendance and commitment to their home, have charity in your heart , love and faith in your mind and spirit, and know that Umbanda is a practice that should be experienced in day-to-day, not just in the yard.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;One of the basic rules of ubuntu is that mediumship should not be seen or experienced how vainly a gift or higher power granted to the medium, according to Umbanda, but as a commitment and an opportunity that was given to karmic redemption and atonement for sins stunted even before they reincarnate. Therefore should not be seen as a burden or as a way to make money, but as a valuable opportunity to do good and charity.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;There mediums who end up distorting the true role given to them and they glory, acting lightly in their lives. The medium should impel his life as a messenger of God, the deities and guides. Have a moral and professional conduct worthy, be honest and upright in their attitudes, otherwise just attracting negative forces or spirits obsessing angry that wander the spirit world behind red unbalanced that are in the same vibrational band as them. Therefore, developing mediumship is a process that must be taken seriously and governed by a profound study of religion, and followed by moral and ethical concepts. Be guided and initiated by a house that does good is essential.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;People who are mediums should always take seriously their mission to have much love and value what they do, always good-will work in your yard and in everyday life.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The medium should be taken, where necessary, the baths of discharge appropriate to their deities and guides, to be punctual in the yard with his clothes always clean, always talk with the spiritual head of the yard while you have any questions, material or spiritual problem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vestments&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In Umbanda mediums usually wear white clothes just as vestments, and may be barefoot, representing simplicity and humility. But there Umbanda who also use clothes with the colors of each line. For example, in Ogun using cute shirts or blouses and red pants and white skirts. In neat left the clothes are black, and the daughters of the saint can be dressed in red and black.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Can occur, for example, that a Black-old request for a skirt or a scarf to tie your hair, it aims to provide the medium look more like the entity that is entering. Also there is the paraphernalia of the guides. For example, often use Caboclos headdresses, some use of stone axes, rattles, etc..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Another view on the vestments and paraphernalia materials used by mediums is that the spirits are used as condensers of energy: a way to focus energy and then send it, if positive, or dissipating it in the appropriate element, when negative.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;POLOS POLOS ASSETS AND LIABILITIES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The Line of Faith&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hopefully it is passive - Oya-time is active&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The Line of Love&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oshun is active - is passive Oxumaré&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The Online Knowledge&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oxossi is active - Oba is passive&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Line of Reason&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Xango is passive - Iansã is active&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Line Order&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ogun is passive - Egunitá is active&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Line of Evolution&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obaluaiê is active - Nana is passive&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Line Generation&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Iemanjá is passive - Omulu is active&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The seven lines of Umbanda&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I. LINE OSHALA [Led by Jesus Christ] ─ Phalanges: 1. St. Anthony | 2. Saints Cosmas and Damian ["spirit children", not necessarily infants but rather spirits with infantile mentality] | 3. Santa Rita | 4. Santa Catarina | 5. Saint Expedit | 6. St. Francis of Assisi. This line is dedicated to undo the work of magic.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II. LINE IEMANJA [Led by Oxun] ─ Phalanges: 1. Undines of Nana | 2. caboclas Sea | 3. Indaiá Rivers | 4. Iara Sailors' | 5. Tarimã of Calugas-Caluguinha Star Guide.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III. LINE OF THE EAST ─ Phalanges: Hindus, Arabs, Chinese and other Eastern Europeans well. Dedicated to medicine.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IV. LINE Oxossi ─ Phalanges: 1. Urubatão | 2. Araribóia | 3. Caboclo Sete Crossroads [the founder Zélio Fernandino] | 4. White Eagle. Indigenous Indians, are healers that protect against magic and minister passes, prescribe herbs in preparations for baths, fumigation or topical use. These preparations are called amacys.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;V. LINE XANGÔ ─ Phalanges: 1. Iansã | 2. caboclo Sun | 3. Caboclo Moon | 4. Caboclo Pedra Branca | 5. Caboclo Wind | Caboclo Treme Terra. The characteristic of the deity who gives name to the line, is supposed to act in cases of legal problems, demands, disputes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VI. LINE OGUM ─ Phalanges: 1. Ogun Beira-Mar | 2. Ogun-Iara | 3. Ogun-Mege | 4. Ogun Rompe-Mato. These phalanges deal with fights, situations of personal disputes, disagreements.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VII. AFRICAN LINE ─ Phalanges: 1. People of Costa | 2. Father Francisco | 3. People of the Congo | 4. People of Angola | 5. People from Luanda | 6. People of Cabinda | 7. People of Guinea. This phalanx is dedicated to doing good in general, it seems, in the confused lines of division and Phalanges, this line includes possibly African or would be called Phalanx [sub-phalanx?] And the Black-Old Souls [that the comparative study shows that it is synonymous with the Falange people of Angola].&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8515260348765746061-2847538822880536910?l=misteriosumbanda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/feeds/2847538822880536910/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2009/10/umbanda-e-uma-religiao-formada-dentro.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/2847538822880536910'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/2847538822880536910'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2009/10/umbanda-e-uma-religiao-formada-dentro.html' title='O que é Umbanda (What is Umbanda)'/><author><name>Francisco Allison Peixoto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16897482633341248553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_sVZ8j8gaEX8/SsmK4CLT0gI/AAAAAAAAAPo/f-rwKv839EY/s72-c/UMBANDA.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8515260348765746061.post-549941728990304251</id><published>2009-10-03T22:40:00.000-07:00</published><updated>2010-06-15T19:50:32.407-07:00</updated><title type='text'>Marinheiros na Umbanda  (Sailors in Umbanda)</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_sVZ8j8gaEX8/SsmHUhQcptI/AAAAAAAAAPY/jJ8iXDMT7rg/s1600-h/marinheiro.JPG" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5388987215719999186" src="http://2.bp.blogspot.com/_sVZ8j8gaEX8/SsmHUhQcptI/AAAAAAAAAPY/jJ8iXDMT7rg/s320/marinheiro.JPG" style="cursor: pointer; float: left; height: 320px; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 204px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Marinheiro na Umbanda são entidades geralmente associadas aos marujos, que em vida empreendiam viagens pelos mares, enfrentando toda sorte de infortúnios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ótimos guias para desmanche de feitiçaria, os marinheiros trazem com seu jeito alegre a dispersão de fluidos oriundos do baixo astral, bebericando sua cerveja, rum ou cachaça. Apesar de seu modo cambaleante, estão mantendo o equilibrio encimando ondas vibratórias densas que emanam de entidades maléficas, tratando todos os guias e consulentes de mano, sao entidades irmanadas no auxilio mútuo ao próximo&lt;br /&gt;Destacam-se &lt;br /&gt;Martim pescador&lt;br /&gt;Sete Ondas&lt;br /&gt;Zé da praia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sailor in Umbanda entities are usually associated with sailors, who in life made voyages across the seas, facing all sorts of misfortunes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Great guides for dismantling of witchcraft, the sailors bring their merry way with the dispersion of fluids from the lower astral, sipping his beer, rum or rum. Despite its wobbly way, they hold the balance crowning dense vibrational waves that emanate from those evil, treating all the guides and heads of consultants, are entities in mutual aid, brotherhood to the next&lt;br /&gt;Stand out&lt;br /&gt;Kingfisher&lt;br /&gt;Seven Waves&lt;br /&gt;Ze Beach&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8515260348765746061-549941728990304251?l=misteriosumbanda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/feeds/549941728990304251/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2009/10/marinheiros-na-umbanda.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/549941728990304251'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/549941728990304251'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2009/10/marinheiros-na-umbanda.html' title='Marinheiros na Umbanda  (Sailors in Umbanda)'/><author><name>Francisco Allison Peixoto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16897482633341248553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_sVZ8j8gaEX8/SsmHUhQcptI/AAAAAAAAAPY/jJ8iXDMT7rg/s72-c/marinheiro.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8515260348765746061.post-294744790390274730</id><published>2009-10-03T22:38:00.000-07:00</published><updated>2010-06-15T19:59:38.621-07:00</updated><title type='text'>Linha de baianos na Umbanda  (Line Bahia in Umbanda)</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_sVZ8j8gaEX8/SsmGYaVdYPI/AAAAAAAAAPQ/qvqJJA67phM/s1600-h/Boiadeiro.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5388986183069819122" src="http://2.bp.blogspot.com/_sVZ8j8gaEX8/SsmGYaVdYPI/AAAAAAAAAPQ/qvqJJA67phM/s320/Boiadeiro.jpg" style="cursor: pointer; float: left; height: 290px; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 290px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Baianos são uma linha de trabalhadores de Umbanda pertencentes à chamada Linha das Almas, a mesma dos Pretos-Velhos / Pretas-Velhas. Suas giras são encontradas sobretudo em São Paulo. A correspondência no Rio de Janeiro é com a linha dos Malandros, cujo maior representante é Zé Pelintra. Outras linhas trabalham na gira dos baianos como por exemplo: Boiadeiros, Marinheiros e em alguns terreiros os Mineiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre com seu coco (mistura de cachaça e mel colocada dentro de um coco), a linha baiana está sempre disposta a ajudar os filhos de fé com seus conselhos e sua proteção. Esta linha trabalha tanto na Umbanda quanto na Quimbanda, geralmente não descendo nos trabalhos de esquerda (exceto Zé Pelintra), mas tendo a sua permissão para atuar na Quimbanda no plano espiritual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns conhecidos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Zé Baiano&lt;br /&gt;* Zé do Côco&lt;br /&gt;* Zé Tenório&lt;br /&gt;* Amigo do Vitorino&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bahia is a line of Umbanda workers belonging to the Line of Souls, the same as the Black-Old / Black-Old. Its cute are found mainly in São Paulo. The match in Rio de Janeiro is with the line of Tricksters, whose chief representative is Joe Pelintra. Other lines of work in turns Bahia such as: Cattle, Sailors and a few yards the Miners.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Always with his coconut (mixture of rum and honey placed inside a coconut), the line of Bahia is always willing to help the children of faith with their advice and protection. This line works well in Umbanda and in Quimbanda not usually down in the work of the left (except Joe Pelintra), but having your permission to work in Quimbanda on the spiritual plane.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Some known:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Ze Baiano&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Coconut Joe&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Joe Tenorio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Friend Vitorino&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8515260348765746061-294744790390274730?l=misteriosumbanda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/feeds/294744790390274730/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2009/10/linha-de-baianos-na-umbanda.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/294744790390274730'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/294744790390274730'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2009/10/linha-de-baianos-na-umbanda.html' title='Linha de baianos na Umbanda  (Line Bahia in Umbanda)'/><author><name>Francisco Allison Peixoto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16897482633341248553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_sVZ8j8gaEX8/SsmGYaVdYPI/AAAAAAAAAPQ/qvqJJA67phM/s72-c/Boiadeiro.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8515260348765746061.post-4347959398088826169</id><published>2009-10-03T22:33:00.000-07:00</published><updated>2010-06-15T19:54:49.064-07:00</updated><title type='text'>Linha de Oxalá na Umbanda  (Hopefully in the line of Umbanda)</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_sVZ8j8gaEX8/SsmFkITGDiI/AAAAAAAAAPI/97f1wNZqOhk/s1600-h/olorum.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5388985284874866210" src="http://2.bp.blogspot.com/_sVZ8j8gaEX8/SsmFkITGDiI/AAAAAAAAAPI/97f1wNZqOhk/s320/olorum.jpg" style="cursor: pointer; float: left; height: 286px; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 320px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;7ª. LINHA: OXALÁ&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É a fusão de todas as outras. As legiões de Oxalá são a sétima e última falange de todas as Linhas já vistas anteriormente. É responsável pela integração das demais. Coordenadora, sendo a manifestação cósmica do céu, da terra, da luz e da energia, da paz e do amor. Suas falanges são:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Falange de Ogum Delê (Ogum)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Falange de Xangô Djacutá (Xangô)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Falange do Caboclo Urubatã (Oxóssi)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Falange da Cabocla Janaína (Iemanjá)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Falange de Cosme (Yori)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. Falange do Povo de Bengala (Yorimá)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. Falange dos Caboclos de Oxalá&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembramos que os Caboclos de Oxalá dificilmente incorporam, sendo os responsáveis pela coordenação das demais falanges e da missão que cada guia-chefe assume perante a Umbanda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ervas: são o tapete-de-oxalá (boldo), mariô, folhas de limoeiro, manjericão, erva-cidreira, trevo e café.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7th. ONLINE: OSHALA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;It is the fusion of all others. Would that be the legions of the seventh and last phalanx of all the lines already seen before. It is responsible for integrating the others. Coordinator, and the cosmic manifestation of heaven, earth, light and energy, peace and love. His knuckles are:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. His phalanx of Ogun (Ogun)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Djacutá phalanx of Shango (Shango)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Phalanx of Caboclo Urubatã (Oxóssi)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Phalanx of Cabocla Janaina (Iemanjá)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Phalanx of Cosme (Yori)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. Phalanx of the people of Bengal (Yorimá)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. Would the phalanx of Caboclos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Remember that Caboclos difficult to incorporate Hopefully, being responsible for coordinating the other phalanges and mission that guide each chief takes before the Umbanda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Herbs: These are the rug-to-hopefully (Boldo), Mario, lemon leaves, basil, lemongrass, clover and coffee.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8515260348765746061-4347959398088826169?l=misteriosumbanda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/feeds/4347959398088826169/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2009/10/linha-de-oxala-na-umbanda.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/4347959398088826169'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/4347959398088826169'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2009/10/linha-de-oxala-na-umbanda.html' title='Linha de Oxalá na Umbanda  (Hopefully in the line of Umbanda)'/><author><name>Francisco Allison Peixoto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16897482633341248553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_sVZ8j8gaEX8/SsmFkITGDiI/AAAAAAAAAPI/97f1wNZqOhk/s72-c/olorum.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8515260348765746061.post-9192935742866492258</id><published>2009-10-03T22:26:00.000-07:00</published><updated>2010-06-15T19:57:40.552-07:00</updated><title type='text'>Pretos velhos na Umbanda  (Black children in Umbanda)</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_sVZ8j8gaEX8/SsmE7aXchWI/AAAAAAAAAPA/QSaGkGi5vp4/s1600-h/preto_velho.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5388984585350317410" src="http://1.bp.blogspot.com/_sVZ8j8gaEX8/SsmE7aXchWI/AAAAAAAAAPA/QSaGkGi5vp4/s320/preto_velho.jpg" style="cursor: pointer; float: left; height: 320px; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 215px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_sVZ8j8gaEX8/SsmE6xxDphI/AAAAAAAAAO4/239OmdtrQRo/s1600-h/PRETO+VELHO.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5388984574451885586" src="http://2.bp.blogspot.com/_sVZ8j8gaEX8/SsmE6xxDphI/AAAAAAAAAO4/239OmdtrQRo/s320/PRETO+VELHO.jpg" style="cursor: pointer; float: left; height: 320px; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 273px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_sVZ8j8gaEX8/SsmE6ledy1I/AAAAAAAAAOw/uXgPPMhOswk/s1600-h/agnes-do-santo2.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5388984571152681810" src="http://3.bp.blogspot.com/_sVZ8j8gaEX8/SsmE6ledy1I/AAAAAAAAAOw/uXgPPMhOswk/s320/agnes-do-santo2.jpg" style="cursor: pointer; float: left; height: 320px; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 241px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Eles representam a força, a resignação, a sabedoria, o amor e a caridade. São um ponto de referência para todos aqueles que necessitam: curam, ensinam, educam pessoas e espíritos sem luz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles representam a humildade, não têm raiva ou ódio pelas humilhações, atrocidades e torturas a que foram submetidos no passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com seus cachimbos, fala pousada, tranqüilidade nos gestos, eles escutam e ajudam àqueles que necessitam, independentes de sua cor, idade, sexo e de religião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se pode dizer que em sua totalidade que esses espíritos são diretamente os mesmos pretos-velhos da escravidão. Pois, no processo cíclico da reencarnação passaram por muitas vidas anteriores foram: negros escravos, filósofos, médicos, ricos, pobres, iluminados, e outros. Mas, para ajudar aqueles que necessitam escolheram ou foram escolhidos para voltar a terra em forma incorporada de preto-velho. Outros, nem pretos-velhos foram, mas escolheram como missão voltar nessa pseudo forma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este comentário pode deixar algumas pessoas, do culto e fora dele, meio confusas: "então o preto-velho não é preto-velho, ou é, ou o que acontece???".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O espírito que evoluiu tem a capacidade de se por como qualquer forma passada, pois ele é energia viva e conduzente de luz, a forma é apenas uma conseqüência do que eles tenham que fazer na terra. Esses espíritos podem se apresentar, por exemplo, em lugares como um médico e em outros como um preto-velho ou até mesmo um caboclo ou exu. Tudo isso vai de acordo com o seu trabalho, sua missão. Não é uma forma de enganar ou má fé com relação àqueles que acreditam, muito pelo contrário, quando se conversa sinceramente, eles mesmos nos dizem quem são, caso tenham autorização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, se você for falar com um preto-velho, tenha humildade e saiba escutar, não queira milagres ou que ele resolva seus problemas, como em um passe de mágica, entenda que qualquer solução tem o princípio dentro de você mesmo, tenha fé, acredite em você, tenha amor a Deus e a você mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para muitos os pretos-velhos são conselheiros mostrando a vida e seus caminhos; para outros, são pisicólogos, amigos, confidentes, mentores espirituais; para outros, são os exorcistas que lutam com suas mirongas, banhos de ervas, pontos de fogo, pontos riscados e outros, apoiados pelos exus de lei (exus de luz) desfazendo trabalhos e contra as forças negativas (o mal), espíritos obscessores e contra os exus pagãos (sem luz que trabalham na corrente negativa que levam os homens ao lado negativo e a destruição).&lt;br /&gt;LINHA: YORIMÁ&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seu nome significa a lei na aplicação da vitalidade saindo da luz. É a linha do aprendizado a duros custos, da compreensão das aflições, valorizando as lições da vida. É a prática da caridade teórica, da humildade adquirida sob as mais cruéis provações. São aqueles que ensinam que, mesmo mergulhados no erro, ainda há esperanças. São os Pretos-Velhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Falange do Povo da Costa (Rei Cambinda)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cruzam-se com Iemanjá e ensinam que, através da resignação das provas, haverá o resgate das dívidas do passado. Consolam e auxiliam os sofredores, com muito amor. Suas oferendas são entregues nas praias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Falange do Povo de Congo (Rei Congo)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com Yori conseguem a energia pura e infantil dessa falange que, transformada, vence a dor e traz a alegria. Junto a sua oferenda vai uma vela rosa oferecida às crianças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Falange do Povo de Angola (Pai Joaquim)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Libertam os escravos de hoje, presos aos vícios, maldades e erros, despertando-os para a vida, por meio de esclarecimentos ou ritos. Vibram nas matas e sua vela será roxa, a cor mística por excelência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Falange do Povo da Guiné (Pai Guiné)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Possuem o conhecimento das calungas (grande, o mar; pequena, o cemitério), profundos conhecedores da magia e da sabedoria para a cura de todos os males. Recebem suas oferendas no cruzeiro do cemitério ou na beira do mar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Falange do Povo de Moçambique (Pai Jerônimo)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trabalham na lei do livre-arbítrio (ou da livre escolha), com fins de inspirar a libertação do indivíduo durante sua vida terrena. Vibram na mata, sobre pedras em especial, ou nos lugares abertos nesse local, próprios ao repouso e à oração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. Falange do Povo de Luanda (Pai José)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Combatem demandas, fazem cumprir rigorosamente os rituais e trabalham muito na caridade, sendo exigentes, mas muito bondosos. Recebem suas oferendas no cruzeiro de cemitério.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. Falange de Bengala (Pai Tomé)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por terem sofrido muito na Terra, compreendem as misérias humanas, trabalham na busca da paz, da fraternidade e estimulam a caridade. Vibram nas colinas abertas e floridas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oferendas: cada Preto-Velho tem sua oferenda e gostos. Mas todos recebem cigarros de palha, café, velas brancas e pretas (alguns, roxas), doces tradicionais tipo pés-de-moleque, rapaduras, sagu, farofa com lingüiça picada e comidas típicas do interior e da época em que viveram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ervas: arruda, guiné, benjoim, cipreste, folhas de café, alfavaca e vassourinha branca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;They represent the force, resignation, wisdom, love and charity. They are a reference point for all who need: heal, teach, educate people and spirits without light.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;They represent humility, have no anger or hatred for the humiliation, torture and atrocities they have undergone in the past.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;With their pipes, talking inn, quiet gestures, they listen and help those in need, regardless of their color, age, sex and religion.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;You can not say that in its entirety directly that these spirits are the same black children from slavery. For in the cyclical process of reincarnation have gone through many previous lives were slaves, philosophers, doctors, rich, poor, bright, and others. But for those who need help chose or were chosen to return to earth in the form of black corporate-old. Others, not black children were, but chose to back the mission that pseudo shape.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;This comment can leave some people, worship and out, half confused, "then the black-black-old is not old, or is, or what happens ???".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The spirit that has evolved the ability to apply to any past form, as it is conducive to living energy and light, form is just a consequence of what they have to do on earth. These spirits may be present, for example, in places like a doctor and in others as a black-old or even an Indian or exu. It all goes according to his work, his mission. There is a form of cheating or bad faith toward those who believe, quite the contrary, when you talk honestly, they themselves tell us who they are, if they have permission.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;So if you're talking to a black-old, have humility and learn to listen, not miracles or that he wants to solve its problems, as in magically understand that any solution has the principle within yourself, have faith , believe you have love for God and yourself.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;For many black children are showing life advisors and their paths, for others are pisicólogos, friends, confidants, mentors, spiritual, for others are the exorcists who struggle with their Mirongas, herbal baths, fire points, points scratched and others, supported by law exits (exits of light) and undoing the work against the negative forces (evil) spirits and obscessores exus against pagans (no light working in negative current that lead men to the negative side and destruction) .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ONLINE: YORIMÁ&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Its name means the law in applying the vitality out of the light. It's the line of learning the hard cost, understanding the afflictions, valuing the lessons of life. It is the practice of charity theoretical, humility acquired under the most cruel trials. Are those who teach that, even dipped in error, there is still hope. Are Black-Old.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Phalanx of the People of Costa (King Cambinda)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Crossed with Iemanjá and teach that, through the resignation of the evidence, there is the redemption of past debts. Comfort and assist the suffering, with much love. His offerings are delivered on beaches.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Phalanx of the People of Congo (Congo King)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Yori can with the pure energy and that child phalanx that transformed wins the pain and brings joy. Next to their offering goes a pink candle offered to children.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Phalanx of the People of Angola (Father Joaquim)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Freed the slaves of today arrested the vices, evils and errors, awakening them to life through clarification or rites. Vibrate in the woods and your candle is purple, the color mystique par excellence.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Phalanx of the People of Guinea (Guinea Father)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;They have knowledge of calungas (great, the sea; small, the cemetery), deep knowledge of magic and wisdom to cure all ills. Receive their gifts on the cruise or at the cemetery by the sea.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Phalanx of the people of Mozambique (Father Jerome)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Working in the law of free will (or choice), for purposes of inspiring the release of the individual during his earthly life. Vibrate in the woods, especially on rocks or in open places there, own the rest and prayer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. Phalanx of the People of Luanda (Father Joseph)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fighting demands, enforce strict rituals and work much in love, being demanding, but very kind. Receive their offerings in the cruise cemetery.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. Phalanx of Bengal (Father Thomas)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Why on earth have suffered too, understand the human misery, working in pursuit of peace, brotherhood and encourage charity. Vibram hills and open flowers.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Offerings: Old Black each have their offerings and tastes. But everyone gets straw cigarettes, coffee, candles, black and white (some purple), traditional sweets such kid-feet, brown sugar, sago, manioc flour with minced sausage and typical foods of the interior and the period in which they lived.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Herbs: rue, guinea, benzoin, cypress, coffee leaf, basil and white broom.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8515260348765746061-9192935742866492258?l=misteriosumbanda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/feeds/9192935742866492258/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2009/10/pretos-velhos-na-umbanda.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/9192935742866492258'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/9192935742866492258'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2009/10/pretos-velhos-na-umbanda.html' title='Pretos velhos na Umbanda  (Black children in Umbanda)'/><author><name>Francisco Allison Peixoto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16897482633341248553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_sVZ8j8gaEX8/SsmE7aXchWI/AAAAAAAAAPA/QSaGkGi5vp4/s72-c/preto_velho.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8515260348765746061.post-3203895446958481005</id><published>2009-10-03T22:14:00.000-07:00</published><updated>2010-06-15T20:02:39.727-07:00</updated><title type='text'>Cosme e damião (Cosmas and Damian)</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_sVZ8j8gaEX8/SsmCJryzifI/AAAAAAAAAOo/j1ck0foSs20/s1600-h/ibeji.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5388981532011760114" src="http://1.bp.blogspot.com/_sVZ8j8gaEX8/SsmCJryzifI/AAAAAAAAAOo/j1ck0foSs20/s320/ibeji.jpg" style="cursor: pointer; float: left; height: 320px; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 227px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_sVZ8j8gaEX8/SsmCJarsSDI/AAAAAAAAAOg/31OllQdTE5k/s1600-h/cosmes.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5388981527418521650" src="http://1.bp.blogspot.com/_sVZ8j8gaEX8/SsmCJarsSDI/AAAAAAAAAOg/31OllQdTE5k/s320/cosmes.jpg" style="cursor: pointer; float: left; height: 320px; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 267px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Quando falamos na linha das crianças, estamos falando de uma das linhas mais próximas do Divino Incriado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas entidades que atuam sob as vestes de um espírito infantil, são muito amigas e têm mais poder do que imaginamos. Mas como não são levadas muito a sério, o seu poder de ação fica oculto, são conselheiros e curadores, por isso foram associadas à Cosme e Damião, curadores que trabalhavam com a magia dos elementos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não gostam de desmanchar demandas, nem de fazer desobsessões. Preferem as consultas, e em seu decorrer vão trabalhando com seu elemento de ação sobre o consulente, modificando e equilibrando sua vibração, regenerando os pontos de entrada de energia do corpo humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses seres, mesmo sendo puros, não são tolos, pois identificam muito rapidamente nossos erros e falhas humanas. E não se calam quando em consulta, pois nos alertam sobre eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles manipulam as energias elementais e são portadores naturais de poderes só encontrados nod próprios Orixás que os regem.&lt;br /&gt;Sua regência Praças, e tudo que lembre crianças&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Yori quer dizer “Vitalidade saindo da luz”. É formada pelas entidades que, por opção, quiseram manter a forma infantil, algumas já em preparo para uma reencarnação próxima. Onde for necessária uma vibração dirigida à alegria, à fraternidade e à comunhão, lá estará a Linha de Yori que, por essa bela qualidade, domina as energias mais sublimes do plano espiritual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma criança brincando, em um trabalho, não é uma atividade infrutífera, como pensam alguns. É uma entidade que sabe perfeitamente o que está fazendo, com o objetivo de descarrego de tudo o que está em volta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Falange de Tupanzinho (Idolu ou Idossu)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São entidades que vibram na Linha de Oxóssi, protegendo os lenhadores e animais. Gostam, nas oferendas, de apetrechos indígenas bem enfeitados, fitas verdes e vela rosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Falange de Doum&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São entidades que nasceram no período do cativeiro como Doum, eram filhos de mãe indígena e pai africano. Auxiliam os tratamentos médicos, protegendo os profissionais da saúde e os enfermos, proporcionando mais integração entre ambos. Cruzam-se com a Linha de Yorimá (dos Pretos-Velhos) e aceitam suas oferendas em jardins e praças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Falange de Alabá&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cruzam-se com Ogum, Oxumarê e Iemanjá. Da vibração dos três Orixás, recebem condição de trabalhar com os militares, dando coragem e piedade aos que usam farda. Suas oferendas são&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;próximas a cachoeiras, pois as cores do arco-íris atraem muito essa falange.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Falange de Dansu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espalham-se nos dias de tormenta, com fins de proteger adultos e crianças nesses dias, trabalhando também para Xangô. Gostam de fitas marrons e até seixos rolados em suas bandejas, entregues nas pedras de cachoeiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Falange de Sansu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Legião de entidades que se apresentam como meninas, distribuidoras de ternura, vinda de Deus. Trabalham cruzadas com Iemanjá. Devem ser entregues a elas: conchinhas e estrelas-do-mar, na beira da praia, junto com os outros itens da oferenda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. Falange de Damião&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cruzam-se com Cosme e Doum, cuidando das crianças do espaço, ou seja, das entidades recém-desencarnadas ainda crianças, de grande poder de cura. Vibram, de preferência, nas praias e jardins, seu lugar para a entrega de oferendas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. Falange de Cosme&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São eles que detêm a responsabilidade da guarda das crianças recém-desencarnadas na Linha de Oxalá. Com o qual cruzam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alimentam-nas com fluidos delicados, chamados de “mel”, ou, talvez, os fluidos extraídos desse alimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oferendas: Apesar de diferentes, as falanges de Yori incluem, em suas oferendas, muito mel, doces em geral, balas, pirulitos, brinquedos, fitas na cor rosa e nas cores com os quais cada falange se cruza, velas na cor rosa, guaranás, flores brancas e gostam muito de bicos (chupetas) azuis ou rosas, de acordo com a falange ou entidade reverenciada (se meninas ou meninas, ou ambos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ervas: folhas de manjericão, amoreira, alfazema, alecrim, trevo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;When we speak of children in line, we're talking about one of the rows closest to the Divine Uncreated.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Many entities that operate under the guise of a childish mind, are very friendly and have more power than we think. But they're not taken very seriously, its power of action is hidden, are directors and curators, so they were associated with Cosmas and Damian, curators who worked with the magic of the elements.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;They do not like cutting up demands, nor do desobsessões. Prefer consultations, and in its place will work with its element of action on the asker, changing their vibration and balancing, regenerating the entry points of energy in the human body.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;These beings, even though pure, are not fools, because very quickly identify our mistakes and human errors. And do not be silent when in consultation, as they warn us about.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;They manipulate the elemental energies and are natural carriers of powers found only nod Orixás own governing them.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;His Regency Square, and everything that reminds children&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Yori means "vitality out of the light." It is formed by entities, by choice, wanted to keep the infantile form, some already in preparation for a next reincarnation. Where you require a vibration directed to joy, brotherhood and fellowship, there is the line Yori, for this beautiful quality, dominates the energies of the most sublime spiritual plane.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A child playing in a job, not a fruitless activity, as some think. It is an entity that knows perfectly well what he is doing, in order to unload everything that is around.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Phalanx of Tupanzinho (Idolu or Idossu)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Are entities which vibrate in line Oxóssi, protecting the loggers and animals. Like, in the offerings of Indian paraphernalia and decorated, green ribbons and pink candle.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Phalanx of Doum&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Are entities that were born during the captivity as Doum, were children of Indian mother and African father. Help health care, protecting the health professionals and the sick, providing more integration between the two. Intersect with the line Yorimá (of Black-Old) and accept their offerings in gardens and squares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Phalanx of Alaba&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Crossed with Ogun, and Oxumarê Iemanjá. Vibration of the three Orishas, receiving condition of working with the military, giving courage and compassion to those who wear uniforms. Their offerings are&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;near waterfalls, because the colors of the rainbow attract much this phalanx.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Phalanx of Dansu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Spread in the days of storm, with the purpose of protecting children and adults these days, also working for Xango. Like brown ribbons and even pebbles in their trays, delivered on the rocks of waterfalls.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Phalanx of Sansu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Legion of entities that present themselves as girls, distribution of tenderness, coming from God. Working with cross Iemanjá. Must be delivered to them, shells and starfish on the beach, along with other items of oblation.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. Phalanx of Damian&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Crossed with Cosmas and Doum, caring for the children of space, ie the newly disembodied entities still children, of great healing power. Vibrate, preferably on the beaches and gardens, your place for the delivery of offerings.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. Phalanx of Cosme&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;They share the responsibility of custody of children newly disembodied in line I hope. With which intersect.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;They feed them with delicate fluids, called "honey" or, perhaps, the extracted fluid that food.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Offerings: Although different, the phalanxes of Yori include in their offerings, so much honey, sweets in general, candies, lollipops, toys, ribbons in pink and colors with which each phalanx crosses, candles in pink, guarana white flowers and like a lot of dummies (pacifiers) blue or pink, according to the phalanx or entity revered (if girls or girls, or both).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Herbs: basil leaves, mulberry, lavender, rosemary, clover.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8515260348765746061-3203895446958481005?l=misteriosumbanda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/feeds/3203895446958481005/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2009/10/cosme-e-damiao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/3203895446958481005'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8515260348765746061/posts/default/3203895446958481005'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://misteriosumbanda.blogspot.com/2009/10/cosme-e-damiao.html' title='Cosme e damião (Cosmas and Damian)'/><author><name>Francisco Allison Peixoto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16897482633341248553</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_sVZ8j8gaEX8/SsmCJryzifI/AAAAAAAAAOo/j1ck0foSs20/s72-c/ibeji.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8515260348765746061.post-8603706991935961896</id><published>2009-10-03T22:07:00.000-07:00</published><updated>2010-06-15T20:04:52.563-07:00</updated><title type='text'>Ogum na Umbanda  (Ogun in Umbanda)</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_sVZ8j8gaEX8/SsmAP9Yb0VI/AAAAAAAAAOY/y6kRR3IeQiA/s1600-h/ogumtenda1.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5388979440788951378" src="http://2.bp.blogspot.com/_sVZ8j8gaEX8/SsmAP9Yb0VI/AAAAAAAAAOY/y6kRR3IeQiA/s320/ogumtenda1.jpg" style="cursor: pointer; float: left; height: 320px; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 257px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_sVZ8j8gaEX8/SsmAPsoV5FI/AAAAAAAAAOQ/K1HZUOQdR_g/s1600-h/ogum1.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5388979436292269138" src="http://3.bp.blogspot.com/_sVZ8j8gaEX8/SsmAPsoV5FI/AAAAAAAAAOQ/K1HZUOQdR_g/s320/ogum1.jpg" style="cursor: pointer; float: left; height: 307px; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 320px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ogum na Umbanda&lt;br /&gt;São Jorge / Ogum na Umbanda&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Umbanda, Ogum é um dos orixás mais importantes e responde por toda uma Linha de espíritos. Seus caboclos são invocados por aqueles que necessitam de ajuda mística em alguma disputa ou demanda judicial. É o guerreiro, general destemido e estrategista, desbravador e protetor dos desamparados, além de ser o ferreiro dos orixás, senhor das armas e dono das estradas. Irreverente e valente, traz na espada tudo o que busca. As cores de suas guias variam conforme a região e influências do candomblé ou do batuque.Na Bahia azul-marinho ou verde, no Rio Grande do Sul, são verde, vermelho, branco (e em alguns terreiros estas associadas ao preto sendo que no caso de Ogum Beira-mar, verde, vermelha, branca e azul claro). A grande parte dos umbandistas de vários estados brasileiros, inclusive dos citados acima, utiliza a cor vermelha para guias e velas dedicadas a este orixá. Sua bebida energética é a cerveja branca. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1ª. LINHA: OGUM&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como já vimos, Ogum domina a primeira Linha de Umbanda, que controla todos os fatos de execução e cobrança do carma de cada indivíduo ou grupo, daí serem soldados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Falange de Ogum Beira-Mar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Colaboradores de Iemanjá, Ogum Beira-Mar trabalha sobre a areia molhada, enquanto Ogum Sete-Ondas trabalha sobre as ondas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aceitam oferendas com velas nas cores branca, verde, vermelha e azul-clara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Falange de Ogum Rompe-Mato&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ogum Rompe-Mato trabalha para Oxóssi (Ode) e Ossãe, nas matas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ogum das Pedreiras trabalha para Xangô, nas pedreiras. Em ambos os casos, é a mesma falange que trabalha para os dois Orixás, com nomes diferentes. Rompe-Mato aceita suas oferendas na entrada da mata, nas cores verde, vermelha e branca, sendo a vela vermelha. Ogum das Pedreiras aceita suas oferendas em torno das pedreiras, nas cores verde e vermelha (misturadas geram o marrom), com velas nas mesmas cores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Falange de Ogum Megê&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É colaborador de Iansã; seu nome significa “Sete”. É o guardião dos cemitérios, rondando suas calçadas, lidando diretamente com a Linha das Almas. Toda sua oferenda será em vermelho e branco, próxima ao cruzeiro do cemitério (calunga pequena).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Falange de Ogum Naruê&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seu nome significa “Aquele que é o primeiro a gerar valor”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trabalhando diretamente na Linha das Almas, desmanchando a magia negra, controla as almas quibandeiras. Aceita suas oferendas com Ogum Megê ou, ainda, dentro ou fora dos cemitérios, nas cores branca e vermelha. Alguns incluem uma pedra-ímã nos itens a oferecer-lhe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Falange de Ogum Matinata&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com poucos médiuns que o incorporam, sua falange protege os campos de Oxalá, os locais abertos, floridos e iluminados. Mas não trabalha directamente para esse Orixá. Aceita suas oferendas nos campos floridos, nas cores vermelha e branca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. Falange de Ogum Iara&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seu nome significa “Senhor”, trabalhando para Oxum. Suas oferendas deverão ser entregues na beira de rios, lagos ou cachoeiras, onde vibram, nas cores vermelha e branca ou verde e branca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. Falange de Ogum Delê (ou de Lei)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Aquele que Toca o Solo”; como seu nome significa, é uma falange que vibra na linha pura de Ogum. São eles que trabalham diretamente no carma e sua cobrança, rondando o mundo. Suas cores são vermelha e branca e suas oferendas podem ser em qualquer lugar, ao ar livre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oferendas: todas as falanges citadas recebem velas nas cores indicadas, cravos vermelhos (alguns aceitam cravo branco também), cerveja branca, ou, menos comum, vinhos, charutos e fósforos, sobre um pano branco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ervas: as mais comuns são espada-de-são-jorge, losna, jurubeba, comigo-ninguém-pode, romã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ogun in Umbanda&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;St George / Ogun in Umbanda&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;In Umbanda, Ogun is one of the most important deities and accounts for an entire line of spirits. His caboclos are invoked by those who need help in some mystical or dispute lawsuit. It is the warrior, strategist and fearless general, explorer and protector of the helpless, and is the blacksmith of deities, lord and master of arms of the roads. Irreverent and brave, bring the sword all that search. The color of the tabs vary according to region and influences batuque.Na Bahia Candomblé or navy blue or green, in Rio Grande do Sul, are green, red, white (and in some of these terraces associated with the black and in the case Ogun Beira-Mar, green, red, white and light blue). A large part of Umbanda from various Brazilian states, including those cited above, uses the color red for guides and candles dedicated to this deity. His energy drink is a white beer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1st. ONLINE: OGUM&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As noted, Ogun dominates the first line of Umbanda, which controls all the facts enforcement and collection of karma of each individual or group, there are soldiers.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Phalanx of Ogun Beira-Mar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Employees of Iemanjá, Ogun Beira-Mar works on the wet sand, while Ogun Seven Waves works on the waves.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Accept gifts with candles in white, green, red and light blue.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Phalanx of Ogun Rompe-Mato&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ogun Rompe-Mato works for Oxóssi (Ode) and Ossa, in the woods.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ogun Quarry works for Shango, the quarries. In both cases it is the same phalanx who works for the two Orishas, with different names. Rompe-Mato accepts his offerings at the entrance of the woods, in green, red and white, with red candle. Ogun Quarry accepts their offerings around the quarries, in green and red (mixed generate brown), with candles in the same colors.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Phalanx of Ogun Mege&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;It Iansã developer, his name means "Seven." It is the guardian of cemeteries, stalking its sidewalks, dealing directly with the line of Souls. All of your gift will be in red and white, next to the cemetery cruise (small doll).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Phalanx of Ogun Naru&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;His name means "He who is first to generate value."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Working directly in the line of Souls, breaking black magic, controls the souls quibandeiras. Accepted their offerings with Ogun Mege, or even inside or outside the cemeteries, in white and red. Some include a lodestone in items to offer you.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Phalanx of Ogun Matinata&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;With few mediums that incorporate it, his phalanx protects fields Hopefully, the open spaces, floral and bright. But this does not work directly for Orisa. Accepted their offerings in the fields of flowers, red and white.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. Phalanx of Ogun Iara&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;His name means "Lord", working for Oshun. His offerings to be delivered on the edge of rivers, lakes and waterfalls, which vibrate, red and white or green and white.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. Ogun phalanx of his (or Law)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Whoever touches the ground", as its name signifies, is a phalanx that vibrates in the pure line of Ogun. They are working directly in karma and its recovery to around the world. His colors are red and white and their offerings can be anywhere outdoors.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Offerings: receive all fingers cited candles in the colors listed, red carnations (some also accept white carnation), white beer, or, less commonly, wines, cigars and matches, on a white cloth.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Herbs: the most common are sword-to-be-jorge, wormwood, jurubeba, me-nobody-can, pomegranate.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8515260348765746061-8603706991935961896?l=misteriosumbanda.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href
